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	<title>Edson Gonçalves &#187; Java EE 6</title>
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	<description>Tecnologia e Conhecimento ao Alcance de Todos</description>
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		<title>O que estou fazendo no momento</title>
		<link>http://www.edsongoncalves.com.br/2011/09/22/o-que-estou-fazendo-no-momento/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Sep 2011 00:46:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Off-Topic]]></category>
		<category><![CDATA[AJAX]]></category>
		<category><![CDATA[Eclipse IDE]]></category>
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		<category><![CDATA[Java EE 6]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, tudo bom? Como vão vocês? Sei que estou sumido do blog. Muitos leitores estão, nestes meses, me mandando comentários pedindo  a continuação de alguns artigos, de séries, que comecei e ainda não terminei. Quero informar a todos que, neste momento, estou renovando meus livros, por isso parei um pouco de postar no blog. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal, tudo bom? Como vão vocês?</p>
<p>Sei que estou sumido do blog. Muitos leitores estão, nestes meses, me mandando comentários pedindo  a continuação de alguns artigos, de séries, que comecei e ainda não terminei. Quero informar a todos que, neste momento, estou renovando meus livros, por isso parei um pouco de postar no blog.</p>
<p>Muitas pessoas já sabem, outras nem fazem muita ideia, mas escrever toma muito tempo. Quem possui pouco tempo livre, como eu, no caso, é deixar os finais de semana com a família e  o descanso das noites, para nos dedicar a escrita.</p>
<p>Os escritores que sempre apoio em meu blog, até mesmo outros que desejarem aparecer no mural, só entrar em contato comigo. Sei o quanto é difícil divulgar um livro e ter um pouco de reconhecimento. Muita gente acha que ganhamos dinheiro com livros, que ficamos ricos, mas estou aqui para desmentir. Na área de informática, quem escreve é para ter o prazer de ajudar aqueles que estão com as mesmas dificuldades que, com certeza, passamos um dia.</p>
<p>Quero deixar aqui os meus sinceros agradecimentos a todos aqueles que postam comentários elogiando, criticando e pedindo mais tutoriais no blog. Para aqueles que não liberei os comentários, fiquem tranquilos que eu os li. Só não os liberei, muitas vezes, porque não tive tempo ou, por serem pedidos e perguntas relacionadas diretamente a mim, sobre o assunto, não me permiti o tempo necessário para responde-los.</p>
<p>Assim que terminar o meu primeiro objetivo, que é a completa reformulação e atualização, do livro &#8220;Desenvolvendo Aplicações Web com JSP, SERVLETS, JAVASERVER FACES, HIBERNATE, EJB 3 PERSISTENCE E AJAX&#8221;, voltarei a postar os diversos tutoriais, que já os tenho quase prontos, no blog.</p>
<p>Deixo aqui o espaço aberto, neste tópico, para que comentem o que acham interessante de estar neste livro que estou trabalhando. Já garanto que muitas criticas e pedidos, vindos de algumas centenas de leitores, não serão ignorados. Professores de universidades, faculdades e escolas técnicas do Brasil e alguns países de língua portuguesa, que também me procuraram para deixar seus pedidos e criticas, quero manter meu compromisso de que todos serão levados em consideração.</p>
<p>Agradeço a compreensão de todos.</p>
<p>Bons códigos!</p>
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		<item>
		<title>Spring MVC 3 na Prática com Bean Validation</title>
		<link>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/10/24/spring-mvc-3-na-pratica-com-bean-validation/</link>
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		<pubDate>Sun, 24 Oct 2010 22:56:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Spring]]></category>
		<category><![CDATA[Spring MVC 3.0]]></category>
		<category><![CDATA[Eclipse IDE]]></category>
		<category><![CDATA[Hibernate]]></category>
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		<category><![CDATA[Spring MVC]]></category>
		<category><![CDATA[Tomcat]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, tudo bom? Como vão vocês? Este é o terceiro artigo da série Spring MVC 3.0. Se vocês não tiveram um contato inicial com o framework, recomendo ver este artigo primeiro. Para acompanhar esta terceira parte, recomendo ter criado o projeto do segundo artigo. Como sempre, dúvidas e críticas são bem vindas. Alterando o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal, tudo bom? Como vão vocês?</p>
<p>Este é o terceiro artigo da série Spring MVC 3.0. Se vocês não tiveram um contato inicial com o framework, recomendo ver este <a href="../2010/02/27/spring-mvc-3-0-na-pratica-parte-1/">artigo primeiro</a>.</p>
<p>Para acompanhar esta terceira parte, recomendo ter criado o projeto do <a href="../2010/08/16/spring-mvc-3-na-pratica-com-jpa-2/">segundo artigo</a>.</p>
<p>Como sempre, dúvidas e críticas são bem vindas.</p>
<h3>Alterando o CRUD criado com o Spring MVC</h3>
<p>O projeto neste artigo é o mesmo do segundo artigo da série. Entretanto, faremos algumas alterações para que passe a utilizar validações do Bean Validation.</p>
<h3>Adicionando as bibliotecas ao projeto utilizando o Maven</h3>
<p>Mais uma vez, recorreremos ao Maven para adicionar as bibliotecas que necessitamos. Neste caso, teremos que baixar o <strong>Hibernate Validator</strong>. Para utilizar o Bean Validation, utilizaremos dois JARs: <strong>hibernate-validator-4.0.2.GA.jar</strong> e <strong>validation-api-1.0.0.GA.jar</strong>.</p>
<p>Abram o arquivo <strong>pom.xml </strong>, encontrado na view <strong>Package Explorer</strong> para que possamos adicionar as configurações que necessitamos.</p>
<h4>Criando a propriedade</h4>
<p>Na aba <strong>Overview</strong>, em <strong>Properties</strong>, cliquem no botão <strong>Create</strong>. Na caixa de diálogo <strong>Add property</strong>, preencham como na <strong>Figura 1</strong>.</p>
<div id="attachment_499" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Figura-1.jpg" rel="lightbox[498]"><img class="size-medium wp-image-499" title="Figura-1" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Figura-1-300x108.jpg" alt="" width="300" height="108" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1 - Criação da property da versão do hibernate validator</p></div>
<h4>Criando a dependência</h4>
<p>Com a propriedade definida para informar qual versão desejamos utilizar, no qual o Maven deverá baixar, resta configurar  as dependências.</p>
<p>Na aba <strong>Dependencies</strong>, cliquem no botão <strong>Create</strong> e preencham conforme a <strong>Figura 2</strong> ilustra.</p>
<div id="attachment_500" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Figura-2.jpg" rel="lightbox[498]"><img class="size-medium wp-image-500" title="Figura-2" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Figura-2-300x159.jpg" alt="" width="300" height="159" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2 - A dependência do Hibernate Validator</p></div>
<h3>Alterando a entidade Contato</h3>
<p>A entidade do artigo, chamada de Contato, será a primeira coisa que iremos modificar no projeto.</p>
<p>Graças a JSR 303, chamada de Bean Validation, podemos anotar as entidades com validações. Com as anotações de Bean Validation na entidade, concentramos a validação em um único local, de forma padronizada, tornando possível portar estas validações para as classes controladoras do Spring MVC.</p>
<p>A <strong>Listagem 1</strong> exibe  a entidade <strong>Contato</strong> modificada. Note as anotações de validação onde colocamos as mensagens de erro embutidas. Mais adiante iremos capturá-las para exibir o problema ao usuário.</p>
<div>
<p><strong>Listagem 1. A entidade Contato com anotações Bean Validation.</strong></p>
<pre class="brush:java">package br.com.integrator;

import javax.persistence.*;
import javax.validation.constraints.*;

@Entity
@Table(name = "contato")
public class Contato {
	@Id
	@GeneratedValue(strategy = GenerationType.IDENTITY)
	@Column(name = "id")
	private Long id;
	@NotNull
	@Size(min=5, message="O nome não pode ter menos que 5 caracteres!")
	private String nome;
	@NotNull
	@Pattern(regexp = "^[\\w\\-]+(\\.[\\w\\-]+)*@([A-Za-z0-9-]+\\.)+[A-Za-z]{2,4}$", message="E-mail com formato incorreto.")
	private String email;
	@Pattern(regexp = "\\(?\\b([0-9]{2})\\)?[-. ]?([0-9]{4})[-. ]?([0-9]{4})\\b", message="Telefone em formato incorreto")
	private String telefone; 

     //getters e setters
 }</pre>
<p>A infra-estrutura definida pela JSR 303 nos permite descrever as restrições, usando anotações no modelo de classes de persistência, como definir se um campo aceitará uma quantidade mínima de caracteres ou se não aceitará nulo, por exemplo.</p>
<p>Cada anotação é associada a uma validação, verificando se a instância da entidade anotada obedece à regra ou não.</p>
<p>A <strong>Tabela 1</strong> apresenta<strong> </strong>todas<strong> </strong>as anotações possíveis de serem usadas e suas funcionalidades.</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="154" valign="top"><strong>Annotation</strong></td>
<td valign="top"><strong>O   que faz?</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="154" valign="top">@AssertFalse</td>
<td valign="top">Checa se a   propriedade anotada é falsa.</td>
</tr>
<tr>
<td width="154" valign="top">@AssertTrue</td>
<td valign="top">Checa se a   propriedade anotada é verdadeira.</td>
</tr>
<tr>
<td width="154" valign="top">@DecimalMax(value=)</td>
<td valign="top">A propriedade   anotada precisa ser um número, cujo valor deve estar menor ou igual ao valor   máximo previsto. O parâmetro value é a representação em string do valor máximo aceito de acordo com o   formato representado em BigDecimal. Suporta tipos como BigDecimal, BigInteger, String, byte, short, int, long e os respectivos wrappers de tipos primitivos.</td>
</tr>
<tr>
<td width="154" valign="top">@DecimalMin(value=)</td>
<td valign="top">A propriedade   anotada precisa ser um número, cujo valor deve estar maior ou igual ao valor   mínimo previsto. O parâmetro value é a representação em string do valor mínimo de acordo com a   representação de sequência de BigDecimal. Suporta tipos como BigDecimal, BigInteger, String, byte, short, int, long e os respectivos wrappers de tipos primitivos.</td>
</tr>
<tr>
<td width="154" valign="top">@Digits(integer=, fraction=)</td>
<td valign="top">Verifica se a   propriedade possui a quantidade de dígitos antes e depois do separador de   casa decimal. Por exemplo: @Digits(integer=9, fraction=2) significa que espera-se 9 dígitos   inteiros e 2 dígitos fracionários. Suporta os tipos: BigDecimal, BigInteger, String, byte, short, int, long e os respectivos wrappers de tipos   primitivos.</td>
</tr>
<tr>
<td width="154" valign="top">@Future</td>
<td valign="top">Checa se a   data está no futuro. Suporta os tipos java.util.Date e java.util.Calendar.</td>
</tr>
<tr>
<td width="154" valign="top">@Max(value=)</td>
<td valign="top">Verifica se o   valor é menor ou igual ao valor anotado. Suporta os tipos: BigDecimal, BigInteger, String, byte, short, int, long e os respectivos wrappers de tipos   primitivos.</td>
</tr>
<tr>
<td width="154" valign="top">@Min(value=)</td>
<td valign="top">Verifica se o   valor é maior ou igual ao valor anotado. Suporta os tipos: BigDecimal, BigInteger, String, byte, short, int, long e os respectivos wrappers de tipos   primitivos.</td>
</tr>
<tr>
<td width="154" valign="top">@NotNull</td>
<td valign="top">Checa se o   valor anotado não é nulo (null). Uma String cujo valor seja vazio (“”) vai   passar.</td>
</tr>
<tr>
<td width="154" valign="top">@Null</td>
<td valign="top">Checa se o   valor anotado é nulo (null).</td>
</tr>
<tr>
<td width="154" valign="top">@Past</td>
<td valign="top">Checa se uma   data está no passado. Suporta os tipos java.util.Date e java.util.Calendar.</td>
</tr>
<tr>
<td width="154" valign="top">@Pattern(regex=, flag=)</td>
<td valign="top">Checa se a   propriedade obedece à expressão regular.</td>
</tr>
<tr>
<td width="154" valign="top">@Size(min=, max=)</td>
<td valign="top">Confere se a   quantidade de elementos está entre o mínimo e o máximo, suportando tipos   como: Strings, Collections, Maps e   arrays.</td>
</tr>
<tr>
<td width="154" valign="top">@Valid</td>
<td valign="top">Impõe uma   validação recursiva aos objetos associados. Digamos que, no bean Post,   houvesse a anotação @Valid no atributo comments.   Já na classe Comment, temos um atributo de validação anotado.   Se um valor transmitido a comments, de Post, não estiver de acordo com a validação   existente na classe Comment, de acordo com o atributo anotado, um   erro será gerado em tempo de execução. A notação @Valid está sendo   usada no PostController   para validar os erros existentes em Post ou Comment.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Tabela 1</strong>. Anotações e regras para criar restrições (Constraints).</p>
<h3>Alterando o controlador</h3>
<p>Alteraremos a classe ContatoController, criada no pacote <strong>br.com.integrator.web</strong>, de acordo com o mostrado na <strong>Listagem 2</strong>.</p>
<div>
<p><strong>Listagem 2. A classe ContatoController alterada.</strong></p>
<pre class="brush:java">package br.com.integrator.web;

import javax.validation.Valid;

import org.springframework.beans.factory.annotation.Autowired;
import org.springframework.stereotype.Controller;
import org.springframework.ui.ModelMap;
import org.springframework.validation.BindingResult;
import org.springframework.web.bind.annotation.*;

import br.com.integrator.dao.ContatoDAO;
import br.com.integrator.Contato;

@Controller
@RequestMapping("/contato/**")
public class ContatoController {
@Autowired
private ContatoDAO contatoDao;

@RequestMapping(value = "/contato/{id}", method = RequestMethod.GET)
public String show(@PathVariable("id") Long id, ModelMap modelMap) {
modelMap.addAttribute("contato", contatoDao.find(id));
return "contato/show";
}

@RequestMapping(value = "/contato", method = RequestMethod.GET)
public String list(ModelMap modelMap) {
modelMap.addAttribute("contatos", contatoDao.findAll());
return "contato/list";
}

@RequestMapping(value = "/contato/{id}", method = RequestMethod.DELETE)
public String delete(@PathVariable("id") Long id) {
contatoDao.remove(contatoDao.find(id));
return "redirect:/contato";
}

@RequestMapping(value = "/contato/form", method = RequestMethod.GET)
public String form(ModelMap modelMap) {
modelMap.addAttribute("contato", new Contato());
return "contato/create";
}

@RequestMapping(value = "/contato", method = RequestMethod.POST)
public String create(@Valid Contato contato, BindingResult result) {
if (result.hasErrors())
return "contato/create";

contatoDao.persist(contato);
return "redirect:/contato";
}

@RequestMapping(value = "/contato/{id}/form", method = RequestMethod.GET)
public String updateForm(@PathVariable("id") Long id, ModelMap modelMap) {
modelMap.addAttribute("contato", contatoDao.find(id));
return "contato/update";
}

@RequestMapping(method = RequestMethod.PUT)
public String update(@Valid Contato contato, BindingResult result) {
if (result.hasErrors())
return "contato/update";

contatoDao.merge(contato);
return "redirect:/contato";
}

}</pre>
<p>Como visto na <strong>Listagem 1</strong>, as anotações <strong>@Size</strong> e <strong>@Pattern</strong> possuem o atributo message, que capturamos pelo Spring MVC na classe <strong>ContatoController</strong> (<strong>Listagem 2</strong>)  - através da classe <strong>javax.validation.Valid</strong> (anotação <strong>@Valid</strong>). Assim como a anotação <strong>@Controller</strong>, as anotações pertencentes a <strong>Bean Validation</strong> são obtidas graças a adição do elemento <strong>&lt;mvc:annotation-driven /&gt;</strong>. Isto permite que as informações anotadas sejam injetadas onde a validação é necessária na sua aplicação.Caso haja um erro, o método <strong>hasErrors()</strong>, de <strong>org.springframework.validation.BindingResult</strong>, retorna true, nos possibilitando conduzir a navegação da página, com seus respectivos erros, inclusive paralisando a ação ao qual se encontra. A utilização de <strong>hasErrors()</strong> ocorre em <strong>ContatoController</strong>, nos métodos create() e update() com o seguinte if:</p>
<pre>if (result.hasErrors())

//executa uma ação para conduzir a página com os erros ao usuário</pre>
<p>As informações recebidas da validação pela classe Controller são transmitidas para o formulário e capturadas. Veja como isto ocorre na descrição da <strong>Listagem 3</strong>.</p>
<h3>Alterando as views</h3>
<p>Temos três páginas que representam nosso CRUD feitas. Estas páginas foram criadas dentro do diretório chamado WEB-INF<strong>/jsp/contato</strong>(fisicamente na ferramenta: <strong>src/main/webapp/WEB-INF/jsp/contato</strong>). Teremos que alterá-las para permitir que os erros sejam exibidos.</p>
<h4>O formulário de cadastro</h4>
<p>Abra o arquivo <strong>create.jsp</strong> e altere como na <strong>Listagem 3</strong>, adicionando as tags  <strong>&lt;form:errors /&gt;</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 3. A página create.jsp.</strong></p>
<pre class="brush:xhtml">&lt;%@ taglib prefix="spring" uri="http://www.springframework.org/tags"%&gt;
&lt;%@ taglib prefix="form" uri="http://www.springframework.org/tags/form" %&gt;
&lt;%@ taglib prefix="c" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/core" %&gt;
&lt;%@ taglib prefix="fmt" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/fmt" %&gt;
&lt;%@ taglib prefix="fn" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/functions" %&gt;

&lt;!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd"&gt;
&lt;html&gt;
&lt;head&gt;
&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=ISO-8859-1"&gt;
 &lt;style type="text/css" media="screen"&gt;
 @import url("&lt;c:url value="/static/styles/style.css"/&gt;");
 &lt;/style&gt;
&lt;title&gt;Cadastrar&lt;/title&gt;

&lt;/head&gt;
&lt;body&gt;
 &lt;div id="wrap"&gt;

 &lt;div id="menu"&gt;
 &lt;%@ include file="/menu.jsp" %&gt;
 &lt;/div&gt;
 &lt;div id="main"&gt;
 &lt;div id="body"&gt;
 &lt;c:url var="url" value="/contato" /&gt;
 &lt;form:form action="${url}" method="POST" modelAttribute="contato"&gt;
 &lt;div&gt;
 &lt;label for="nome"&gt;Nome:&lt;/label&gt;
 &lt;form:errors path="nome" cssClass="errors"/&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;form:input cssStyle="width:250px" maxlength="30" path="nome" size="30"/&gt;

 &lt;/div&gt;
 &lt;br/&gt;
 &lt;div&gt;
 &lt;label for="email"&gt;Email:&lt;/label&gt;
 &lt;form:errors path="email" cssClass="errors"/&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;form:input cssStyle="width:250px" maxlength="30" path="email" size="30"/&gt;

 &lt;/div&gt;
 &lt;br/&gt;
 &lt;div&gt;
 &lt;label for="telefone"&gt;Telefone:&lt;/label&gt;
 &lt;form:errors path="telefone" cssClass="errors"/&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;form:input cssStyle="width:250px" maxlength="30" path="telefone" size="20"/&gt;
&lt;/div&gt;
 &lt;br/&gt;&lt;div&gt;
 &lt;input id="criar" type="submit" value="Criar Contato"/&gt;
 &lt;/div&gt;
 &lt;/form:form&gt;
 &lt;/div&gt;
 &lt;/div&gt;
 &lt;/div&gt;
&lt;/body&gt;
&lt;/html&gt;</pre>
<div>A tag  <strong>&lt;form:errors /&gt;</strong> foi utilizada na <strong>Listagem 3</strong> com dois parâmetros: <strong>path</strong> e <strong>cssClass</strong>. No parâmetro <strong>path</strong> transmitimos o  atributo da classe <strong>Contato</strong>, validada pelas anotações de Bean Validation, onde receberá a mensagem.</div>
<div>
<div id="attachment_501" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Figura-3.jpg" rel="lightbox[498]"><img class="size-medium wp-image-501" title="Figura-3" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Figura-3-300x141.jpg" alt="" width="300" height="141" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 3 – Processo de validação partindo da anotação no JavaBean Contato</p></div>
<p>Podemos ter uma idéia de como ficará a página <strong>create.jsp</strong> depois das alterações visualizando a <strong>Figura 4</strong>.</p>
<div id="attachment_502" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Figura-4.jpg" rel="lightbox[498]"><img class="size-medium wp-image-502" title="Figura-4" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Figura-4-300x130.jpg" alt="Figura 4 – Validação transmitida para a página de JSP" width="300" height="130" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 4 – Validação transmitida para a página de JSP</p></div>
<h4>Alterando a página de atualização de dados</h4>
<p>Como feito na página <strong>create.jsp</strong>, a página <strong>update.jsp</strong> também receberá as tags <strong>&lt;form:errors /&gt;</strong>. A <strong>Listagem 4</strong> exibe a página com as mudanças, na íntegra.</p>
<div>
<p><strong>Listagem 4. A página update.jsp.</strong></p>
<pre class="brush:xhtml">&lt;%@ taglib prefix="spring" uri="http://www.springframework.org/tags"%&gt;
&lt;%@ taglib prefix="form" uri="http://www.springframework.org/tags/form" %&gt;
&lt;%@ taglib prefix="c" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/core" %&gt;
&lt;%@ taglib prefix="fmt" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/fmt" %&gt;
&lt;%@ taglib prefix="fn" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/functions" %&gt;

&lt;!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd"&gt;
&lt;html&gt;
&lt;head&gt;
&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=ISO-8859-1"&gt;
 &lt;style type="text/css" media="screen"&gt;
 @import url("&lt;c:url value="/static/styles/style.css"/&gt;");
 &lt;/style&gt;
&lt;title&gt;Atualizar&lt;/title&gt;
&lt;/head&gt;
&lt;body&gt;
 &lt;div id="wrap"&gt;
 &lt;div id="menu"&gt;
 &lt;%@ include file="/menu.jsp" %&gt;
 &lt;/div&gt;
 &lt;div id="main"&gt;
 &lt;div id="body"&gt;
 &lt;c:url var="url" value="/contato/${contato.id}" /&gt;
 &lt;form:form action="${url}" method="PUT" modelAttribute="contato"&gt;
 &lt;div&gt;
 &lt;label for="nome"&gt;Nome:&lt;/label&gt;
 &lt;form:errors path="nome" cssClass="errors"/&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;form:input cssStyle="width:250px" maxlength="30" path="nome" size="30"/&gt;
 &lt;/div&gt;
 &lt;br/&gt;
 &lt;div&gt;
 &lt;label for="email"&gt;Email:&lt;/label&gt;
 &lt;form:errors path="email" cssClass="errors"/&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;form:input cssStyle="width:250px" maxlength="30" path="email" size="30"/&gt;
 &lt;/div&gt;
 &lt;br/&gt;
 &lt;div&gt;
 &lt;label for="telefone"&gt;Telefone:&lt;/label&gt;
 &lt;form:errors path="telefone" cssClass="errors"/&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;form:input cssStyle="width:250px" maxlength="30" path="telefone" size="20"/&gt;
 &lt;/div&gt;
 &lt;br/&gt;
 &lt;div&gt;
 &lt;input id="atualizar" type="submit" value="Atualizar Contato"/&gt;
 &lt;/div&gt;
 &lt;form:hidden path="id"/&gt;
 &lt;/form:form&gt;
 &lt;/div&gt;
 &lt;/div&gt;
 &lt;/div&gt;
&lt;/body&gt;
&lt;/html&gt;</pre>
<h3>O projeto para download</h3>
<p><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/downloads/ProjSpringMvcComJpa2.zip">Clique aqui</a> para baixar o projeto e alterá-lo como desejar.</p>
<h3>Considerações finais</h3>
<p>Com as validações, boa parte dos problemas iniciais de um desenvolvimento usando o Spring MVC foram resolvidos. Mas vejam só: é o começo. Caso haja interesse do leitor em aprender um exemplo mais complexo, a revista <a href="http://www.devmedia.com.br/post-16564-Revista-Java-Magazine-78.html">JavaMagazine #78</a> publicou, um artigo meu com o Spring MVC 3 na criação de um blog, do começo ao fim. É um bom início para se desenvolver um projeto mais completo e complexo.<br />
Para os que acompanham o blog, o assunto Spring MVC não para por aqui. Veremos em breve um site completo, feito com o framework, unindo várias características do Spring, de seu framework MVC e a parte de segurança com Spring Security.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/10/24/spring-mvc-3-na-pratica-com-bean-validation/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Spring MVC 3 na Prática com JPA 2</title>
		<link>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/08/16/spring-mvc-3-na-pratica-com-jpa-2/</link>
		<comments>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/08/16/spring-mvc-3-na-pratica-com-jpa-2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 03:49:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Spring MVC 3.0]]></category>
		<category><![CDATA[Eclipse IDE]]></category>
		<category><![CDATA[Java EE 6]]></category>
		<category><![CDATA[JPA 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[MySQL]]></category>
		<category><![CDATA[Spring]]></category>
		<category><![CDATA[Spring MVC]]></category>
		<category><![CDATA[Tomcat]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.edsongoncalves.com.br/?p=461</guid>
		<description><![CDATA[Olá Pessoal, tudo bom? Como vão vocês? Este é o segundo artigo da série Spring MVC 3.0. Desta vez iremos trabalhar com a JPA em conjunto com o framework Spring MVC. Se vocês não tiveram um contato inicial com o framework, recomendo ver este artigo primeiro. Como sempre, dúvidas e críticas são bem vindas. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal, tudo bom? Como vão vocês?</p>
<p>Este é o segundo artigo da série Spring MVC 3.0. Desta vez iremos trabalhar com a JPA em conjunto com o framework Spring MVC. Se vocês não tiveram um contato inicial com o framework, recomendo ver este <a href="../2010/02/27/spring-mvc-3-0-na-pratica-parte-1/">artigo primeiro</a>.</p>
<p>Como sempre, dúvidas e críticas são bem vindas.</p>
<h3>O Servidor Java</h3>
<p>Para este artigo, vamos utilizar o Tomcat 7.0, ainda em beta. Para baixar o binário do Tomcat 7, vá até o endereço <a href="http://tomcat.apache.org/">http://tomcat.apache.org/</a>.</p>
<p>A versão que vamos baixar é a compactada. Por exemplo, se o seu Windows for de uma versão 64bits, baixe o arquivo apache-tomcat-7.0.0-windows-x64.zip.</p>
<p><strong>Atenção:</strong> O Tomcat 7.0 roda somente na JDK 6 ou superior.</p>
<h3>O banco de dados</h3>
<p>O banco de dados utilizado será o <a href="http://www.mysql.com/">MySQL</a>. Você pode baixar a versão 5.1, utilizada no artigo, <a href="http://dev.mysql.com/downloads/mysql/">aqui</a>.</p>
<h4>Preparando o banco de dados do exemplo</h4>
<p>Abra o terminal do MySQL com seu usuário e senha ROOT (aquela que você configurou na instalação).</p>
<p>Crie o banco de dados executando o seguinte comando:</p>
<p><strong>create database springmvc;</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<h3>O ambiente de trabalho</h3>
<p>A própria empresa responsável pelo Spring Source, divisão da VMware, possui uma ferramenta completa, criada sobre a plataforma Eclipse, chamada de SpringSource Tools Suite.</p>
<p>Para baixar o SpringSource Tools Suite, <a href="http://www.springsource.com/products/springsource-tool-suite-download">clique aqui</a>, preencha o formulário e faça o Download. Como a ferramenta possui uma opção de instalador, usem-na como facilitador se desejar. Na própria página onde baixar o arquivo, haverá a explicação da instalação em cada plataforma, em <strong>Installation Instructions</strong>.</p>
<h3>Criando o projeto</h3>
<p>Na view <strong>Package Explorer</strong>, com o direito do mouse, selecionem <strong>New&gt;Spring Template Project</strong> no menu de contexto.</p>
<div id="attachment_462" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-1.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-462" title="Figura 1 – Iniciando a criação de um projeto modelo utilizando Spring MVC " src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-1-300x180.jpg" alt="Figura 1 – Iniciando a criação de um projeto modelo utilizando Spring MVC" width="300" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1 – Iniciando a criação de um projeto modelo utilizando Spring MVC</p></div>
<p>Na caixa  de diálogo <strong>New Template Project</strong>, selecione <strong>Spring MVC Project</strong> e clique no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_463" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-2.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-463" title="figura-2" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-2-300x291.jpg" alt="Figura 2 – Opção Spring MVC Project" width="300" height="291" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2 – Opção Spring MVC Project</p></div>
<p>Ao aparecer a caixa de diálogo <strong>Import</strong>, cliquem no botão <strong>Yes</strong> para permitir que o projeto faça o download das bibliotecas do Spring MVC. No segundo projeto que criar, não haverá necessidade deste download. Falaremos mais adiante sobre este download e como ele ocorre.</p>
<div id="attachment_464" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-3.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-464" title="figura-3" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-3-300x77.jpg" alt="Figura 3 – Confirmação para o download das bibliotecas do projeto" width="300" height="77" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 3 – Confirmação para o download das bibliotecas do projeto</p></div>
<p>Após o download das bibliotecas, prosseguiremos na criação do projeto. Coloque o nome do seu projeto em <strong>Project name</strong> e o pacote principal abaixo. Confirmem no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_465" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-4.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-465" title="figura-4" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-4-300x267.jpg" alt="Figura 4 – Definição do nome do projeto e pacote principal" width="300" height="267" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 4 – Definição do nome do projeto e pacote principal</p></div>
<p>O assistente criará, em sua conclusão, um projeto com uma estrutura básica, contendo uma classe, página e arquivos de configurações do framework Spring MVC, como mostra na <strong>Figura 5</strong>.</p>
<div id="attachment_466" class="wp-caption alignnone" style="width: 299px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-5.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-466" title="figura-5" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-5-289x300.jpg" alt="Figura 5 – Estrutura inicial do projeto gerado" width="289" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 5 – Estrutura inicial do projeto gerado</p></div>
<h3>Alterando o projeto base gerado pelo assistente</h3>
<p>Além dos arquivos contidos para a execução do projeto, temos o <strong>pom.xml</strong>, o que denota que o projeto é gerado sobre a estrutura do <a href="http://maven.apache.org/index.html">Maven</a>.</p>
<p>Na view <strong>Package Explorer</strong>, se expandirmos <strong>Maven Dependencies</strong>, veremos as bibliotecas que o projeto necessita para ser executado. Neste momento, o projeto está funcionando tal como foi gerado pelo assistente.</p>
<div id="attachment_467" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-6.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-467" title="figura-6" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-6-300x106.jpg" alt="Figura 6 – Página inicial gerada pelo assistente utilizando o framework Spring MVC" width="300" height="106" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 6 – Página inicial gerada pelo assistente utilizando o framework Spring MVC</p></div>
<p>Para compreendermos o que foi gerado, vejam o <a href="../2010/02/27/spring-mvc-3-0-na-pratica-parte-1/">primeiro artigo</a> que escrevi sobre o Spring MVC, ao qual explico a base do framework.</p>
<p>Entretanto, não vamos utilizar alguns dos arquivos criados. Selecione os seguintes diretórios e arquivos do projeto e os remova:</p>
<ul>
<li><strong>WelcomeController.java</strong></li>
<li><strong>WelcomeControllerTests.java</strong></li>
<li><strong>spring/</strong></li>
<li><strong>views/</strong></li>
<li><strong>urlrewrite.xml</strong></li>
</ul>
<h3>Adicionando outras bibliotecas ao projeto utilizando o Maven</h3>
<p>Embora boa parte das bibliotecas que precisamos no projeto já estejam disponíveis, precisamos adicionar a biblioteca JDBC do MySQL e as do Hibernate para trabalharmos com a JPA 2.</p>
<p>Abram o arquivo <strong>pom.xml </strong>, encontrado na view <strong>Package Explorer</strong>. No canto superior do lado direito, temos o ícone <strong>Show Advanced Tabs</strong>. Vamos exibir, ao clicar neste ícone, novas tabs que permitirão configurar novos repositórios.</p>
<div id="attachment_468" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-7.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-468" title="figura-7" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-7-300x66.jpg" alt="Figura 7 – Exibindo tabs avançadas do editor visual para o arquivo pom.xml" width="300" height="66" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 7 – Exibindo tabs avançadas do editor visual para o arquivo pom.xml</p></div>
<h4>Adicionando um repositório</h4>
<p>Na aba <strong>Repositories</strong>, cliquem no botão <strong>Create</strong>. Preencham com <strong>JBoss Repo</strong> em <strong>Id</strong> e <strong>http://repository.jboss.com/maven2</strong>.  Este repositório será necessário para obtermos a última versão do Hibernate, importante para nosso projeto.</p>
<div id="attachment_469" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-8.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-469" title="figura-8" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-8-300x173.jpg" alt="Figura 8 – O repositório JBoss configurado" width="300" height="173" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 8 – O repositório JBoss configurado</p></div>
<h4>Criando propriedades</h4>
<p>Caso o leitor não conheça o Maven ainda, já deve ter desconfiado que informamos um endereço para baixarmos as bibliotecas. Entretanto, quais desejamos?</p>
<p>Na aba <strong>Overview</strong>, em <strong>Properties</strong>, cliquem no botão <strong>Create</strong>. Na caixa de diálogo <strong>Add property</strong>, preencham como na <strong>Figura 9</strong>.</p>
<div id="attachment_470" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-9.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-470" title="figura-9" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-9-300x108.jpg" alt="Figura 9 – Criação da property da versão do Hibernate" width="300" height="108" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 9 – Criação da property da versão do Hibernate</p></div>
<p>Adicione outra <strong>property</strong> preenchendo o diálogo como na <strong>Figura 10</strong>.</p>
<div id="attachment_471" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-10.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-471" title="figura-10" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-10-300x108.jpg" alt="Figura 10 – Criação da property da versão da JPA" width="300" height="108" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 10 – Criação da property da versão da JPA</p></div>
<p>Por fim, adicionem mais uma <strong>property</strong> e preencham como a <strong>Figura 11</strong>.</p>
<div id="attachment_472" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-11.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-472" title="figura-11" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-11-300x108.jpg" alt="Figura 11 – Criação da property da versão da biblioteca JDBC do MySQL" width="300" height="108" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 11 – Criação da property da versão da biblioteca JDBC do MySQL</p></div>
<h4>Criando as dependências</h4>
<p>As propriedades foram definidas para informar qual versão desejamos utilizar das bibliotecas que o Maven deverá baixar. Entretanto, precisamos configurar  as dependências.</p>
<p>Na aba <strong>Dependencies</strong>, cliquem no botão <strong>Create</strong> e preencham conforme a <strong>Figura 12</strong> ilustra.</p>
<div id="attachment_473" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-12.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-473" title="figura-12" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-12-300x207.jpg" alt="Figura 12 – A dependência do Hibernate" width="300" height="207" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 12 – A dependência do Hibernate</p></div>
<p>Criem uma nova dependência e configurem conforme a <strong>Figura 13 </strong>demonstra.</p>
<div id="attachment_474" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-13.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-474" title="figura-13" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-13-300x207.jpg" alt="Figura 13  - A dependência da API JPA 2.0" width="300" height="207" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 13  - A dependência da API JPA 2.0</p></div>
<p>Façam o mesmo processo preenchendo conforme a <strong>Figura 14</strong> exibe.</p>
<div id="attachment_475" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-14.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-475" title="figura-14" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-14-300x207.jpg" alt="Figura 14 – A dependência da biblioteca JDBC do MySQL" width="300" height="207" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 14 – A dependência da biblioteca JDBC do MySQL</p></div>
<p>E para a parte de transações do Spring, configure a dependência  conforme a <strong>Figura 15</strong>.</p>
<div id="attachment_476" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-15.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-476" title="figura-15" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-15-300x147.jpg" alt="Figura 15 – A dependência da biblioteca para transações do Spring Framework" width="300" height="147" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 15 – A dependência da biblioteca para transações do Spring Framework</p></div>
<p>Para trabalhar com banco de dados no Spring, configure a dependência  conforme a <strong>Figura 16</strong>.</p>
<div id="attachment_477" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-16.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-477" title="figura-16" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-16-300x147.jpg" alt="Figura 16 – A dependência da biblioteca jdbc do Spring Framework" width="300" height="147" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 16 – A dependência da biblioteca jdbc do Spring Framework</p></div>
<p>Como estamos trabalhando com a JPA, o  Spring precisa da dependência  que configuramos no Maven conforme a <strong>Figura 17</strong>.</p>
<div id="attachment_478" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-17.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-478" title="figura-17" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-17-300x147.jpg" alt="Figura 17 – A dependência da biblioteca orm do Spring Framework" width="300" height="147" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 17 – A dependência da biblioteca orm do Spring Framework</p></div>
<p>Ao salvar o arquivo, automaticamente o Maven entrará em ação trazendo as bibliotecas faltantes para o seu projeto. Vemos isto na view <strong>Console</strong>.</p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Nota:</strong> Detalhes de como o Maven funciona não serão mostrados neste artigo. É importante lembramos que o objetivo deste artigo não é ensinar a trabalhar com Maven, seja através do arquivo pom.xml ou pelo Eclipse IDE.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Um CRUD com Spring MVC utilizando JPA 2.0</h3>
<p>O projeto neste artigo será baseado em apenas uma entidade, suficiente mostrar a vocês a integração entre as duas tecnologias no desenvolvimento.</p>
<p>Iremos agora modificar o projeto criado automaticamente pelo assistente.</p>
<h3>A entidade Contato</h3>
<p>Teremos para o exemplo apenas uma entidade, chamada de Contato. Esta entidade, trabalhará com uma tabela contato, no qual possui quatro atributos, sendo o atributo <strong>id</strong> o único que será gerado automaticamente. A <strong>Listagem 1</strong> exibe  a entidade que será usada no exemplo.</p>
<p><strong>Listagem 1. A entidade Contato.</strong></p>
<pre class="brush:java">package br.com.integrator;

import javax.persistence.*;

@Entity

@Table(name = "contato")

public class Contato {

@Id

@GeneratedValue(strategy = GenerationType.IDENTITY)

@Column(name = "id")

private Long id;

private String nome;

private String email;

private String telefone;

//getters and setters

}</pre>
<p>Para fazê-la, cliquem com o direito do mouse sobre o pacote <strong>br.com.integrator</strong> e selecionem, no menu de contexto, o item <strong>New&gt;Class</strong>.</p>
<div id="attachment_479" class="wp-caption alignnone" style="width: 278px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-18.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-479" title="figura-18" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-18-268x300.jpg" alt="Figura 18 – Criação da classe Contato" width="268" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 18 – Criação da classe Contato</p></div>
<h3>Acessando os dados</h3>
<p>O acesso aos dados é feito pelo padrão DAO (<strong>Listagem 2</strong>), com a adição de anotações do Spring Framework.  No princípio, adicionamos a anotação <strong>@Repository(&#8220;contatoDao&#8221;)</strong>, ao qual indica ao Spring Framework que se trata de um DAO. Veremos mais a respeito adiante, na configuração final do Spring.</p>
<p>Utilizamos a anotação <strong>@Transactional</strong>, para fazer o controle transacional e a anotação <strong>@PersistenceContext</strong>, permitindo assim com que o Spring injete um <strong>EntityManager</strong> no serviço quando instanciado. Esta anotação pode ser colocada no atributo ou método setter. Com a esta injeção, temos um comportamento similar ao oferecido pelo EJB 3, incluindo transações, só que sem a necessidade de um contêiner EJB para isso.</p>
<p>Para criar a classe da <strong>Listagem 2</strong>, criem uma nova classe e coloquem o pacote <strong>br.com.integrator.dao</strong> e preencham o nome da classe como <strong>ContatoDAO</strong>.</p>
<div id="attachment_480" class="wp-caption alignnone" style="width: 257px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-19.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-480" title="figura-19" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-19-247x300.jpg" alt="Figura 19 – Criação da classe ContatoDAO" width="247" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 19 – Criação da classe ContatoDAO</p></div>
<p><strong>Listagem 2. A classe ContatoDAO.</strong></p>
<pre class="brush:java">package br.com.integrator.dao;

import java.util.List;

import javax.persistence.EntityManager;

import javax.persistence.PersistenceContext;

import org.springframework.stereotype.Repository;

import org.springframework.transaction.annotation.Transactional;

import br.com.integrator.Contato;

@Repository("contatoDao")

public class ContatoDAO{

protected EntityManager entityManager;

public ContatoDAO() {

}

@PersistenceContext

public void setEntityManager(EntityManager entityManager) {

this.entityManager = entityManager;

}

public Contato find(Long id) {

return entityManager.find(Contato.class, id);

}

@Transactional

public void persist(Contato contato) {

entityManager.persist(contato);

}

@Transactional

public void merge(Contato contato) {

entityManager.merge(contato);

}

@Transactional

public void remove(Contato contato) {

entityManager.remove(contato);

}

@SuppressWarnings("unchecked")

public List&lt;Contato&gt; findAll() {

return entityManager.createQuery("SELECT c FROM Contato c").getResultList();

}

}</pre>
<h3>Controlando como o aplicativo funciona</h3>
<p>A classe ContatoController, que será criada no pacote <strong>br.com.integrator.web</strong>, exibida na <strong>Listagem 3</strong>, lida com as requisições do cliente, controlando o rumo que será dado na chamada a uma determinada view.</p>
<p><strong>Listagem 3. A classe ContatoController.</strong></p>
<pre class="brush:java">package br.com.integrator.web;

import org.springframework.beans.factory.annotation.Autowired;

import org.springframework.stereotype.Controller;

import org.springframework.ui.ModelMap;

import org.springframework.web.bind.annotation.*;

import br.com.integrator.dao.ContatoDAO;

import br.com.integrator.Contato;

@Controller

@RequestMapping("/contato/**")

public class ContatoController {

@Autowired

private ContatoDAO contatoDao;

@RequestMapping(value = "/contato/{id}", method = RequestMethod.GET)

public String show(@PathVariable("id") Long id, ModelMap modelMap) {

modelMap.addAttribute("contato", contatoDao.find(id));

return "contato/show";

}

@RequestMapping(value = "/contato", method = RequestMethod.GET)

public String list(ModelMap modelMap) {

modelMap.addAttribute("contatos", contatoDao.findAll());

return "contato/list";

}

@RequestMapping(value = "/contato/{id}", method = RequestMethod.DELETE)

public String delete(@PathVariable("id") Long id) {

contatoDao.remove(contatoDao.find(id));

return "redirect:/contato";

}

@RequestMapping(value = "/contato/form", method = RequestMethod.GET)

public String form(ModelMap modelMap) {

modelMap.addAttribute("contato", new Contato());

return "contato/create";

}

@RequestMapping(value = "/contato", method = RequestMethod.POST)

public String create(@ModelAttribute("contato") Contato contato) {

contatoDao.persist(contato);

return "redirect:/contato";

}

@RequestMapping(value = "/contato/{id}/form", method = RequestMethod.GET)

public String updateForm(@PathVariable("id") Long id, ModelMap modelMap) {

modelMap.addAttribute("contato", contatoDao.find(id));

return "contato/update";

}

@RequestMapping(method = RequestMethod.PUT)

public String update(@ModelAttribute("contato") Contato contato) {

contatoDao.merge(contato);

return "redirect:/contato";

}

}</pre>
<p>Introduzida na versão do Spring MVC 2.5, podemos declarar uma classe como sendo a controller do framework simplesmente utilizando a anotação <strong>@Controller</strong>, de <em>org.springframework.stereotype.Controller</em>. Esta anotação permite que o Spring faça seu “scan” automaticamente através do elemento <em>&lt;context:component-scan&gt;</em>.</p>
<p>Com a anotação <strong>@RequestMapping</strong>, encontrada após <strong>@Controller</strong>, definimos o caminho HTTP que será utilizado na aplicação, sendo mapeada pela classe. Na prática, todas as chamadas na aplicação contendo o <em>“/contato/*”</em> serão analisadas pela classe controller.</p>
<p>O suporte a RESTful foi completamente adicionado no Spring MVC 3, onde determinamos o seu comportamento através também da anotação <strong>@ResquestMapping</strong>. Agora, o servlet Spring Dispatcher suporta os seguintes métodos HTTP: GET, HEAD, POST, PUT e DELETE.</p>
<p>Para efeitos comparativos, se colocarmos cada um dos métodos HTTP ao lado de um simples aplicativo que executa as quatro operações básicas (CRUD), teríamos o GET como sendo o READ, o POST como CREATE, o PUT como UPDATE e o DELETE como por ele mesmo.</p>
<p>Infelizmente, os navegadores não compreendem nada além de GET e POST em formulários HTML. Ao declarar no formulário do Spring MVC que o método de submissão é o DELETE, por exemplo, este se transformará em um método POST, para que o navegador entenda, só que contendo um campo oculto com o valor DELETE. Infelizmente este feito não é mágico e no Spring MVC esta característica só é possível porque configuramos o filtro <em>org.springframework.web.filter.HiddenHttpMethodFilter</em> no arquivo <em>web.xml</em>(veja a <strong>Listagem 4</strong>).</p>
<p>Ao submeter o formulário, a anotação <strong>@ResquestMapping</strong> verifica o caminho e o método submetido. Imagine que <strong>@ResquestMapping </strong> recebe uma chamada HTTP com o caminho <em>“/contato/1”</em>, seria apenas uma visualização do contato <em>número 1</em> se <em><strong>RequestMethod.DELETE</strong></em> não fosse acionado, disparando automaticamente o método <strong>delete()</strong>, que tem como objetivo remover o contato. Esta remoção é feita pelo <strong>remove() </strong>do DAO.</p>
<p>Através de templates URI, a anotação <strong>@PathVariable</strong> determina à variável que será recebida e transmitida para o método em questão. Se quisermos excluir um determinado contato, enviamos ao navegador o caminho <em>“/contato/1”</em>, mas que será traduzido como <em>“contato?id=1”</em>. Como parâmetro, a variável pode ser convertida para um determinado tipo em sua captura, assim como renomeada.</p>
<p>A conclusão de cada operação no controller pode ser feita através de um redirecionamento, enviando a string <em>“redirect:/caminho”</em> ou simplesmente retornando o caminho que deseja exibir.</p>
<h3>A configuração do web.xml</h3>
<p>O arquivo <em>web.xml</em> precisa de alguns ajustes, uma vez que este já possui configurações iniciais para trabalhar com o Spring MVC. A <strong>Listagem 4</strong> exibe o arquivo <strong>web.xml</strong> na íntegra.</p>
<p><strong>Listagem 4. O web.xml.</strong></p>
<pre class="brush:xml">&lt;?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?&gt;

&lt;web-app version="2.5" xmlns="http://java.sun.com/xml/ns/javaee"

xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance"

xsi:schemaLocation="http://java.sun.com/xml/ns/javaee http://java.sun.com/xml/ns/javaee/web-app_2_5.xsd"&gt;

&lt;display-name&gt;SpringMVC&lt;/display-name&gt;

&lt;listener&gt;

&lt;listener-class&gt;org.springframework.web.context.ContextLoaderListener&lt;/listener-class&gt;

&lt;/listener&gt;

&lt;servlet&gt;

&lt;servlet-name&gt;ContatoManager&lt;/servlet-name&gt;

&lt;servlet-class&gt;org.springframework.web.servlet.DispatcherServlet&lt;/servlet-class&gt;

&lt;/servlet&gt;

&lt;servlet-mapping&gt;

&lt;servlet-name&gt;ContatoManager&lt;/servlet-name&gt;

&lt;url-pattern&gt;/&lt;/url-pattern&gt;

&lt;/servlet-mapping&gt;

&lt;servlet-mapping&gt;

&lt;servlet-name&gt;default&lt;/servlet-name&gt;

&lt;url-pattern&gt;/static/*&lt;/url-pattern&gt;

&lt;/servlet-mapping&gt;

&lt;!-- habilitar o suporte REST do Spring 3.0 --&gt;

&lt;filter&gt;

&lt;filter-name&gt;httpMethodFilter&lt;/filter-name&gt;

&lt;filter-class&gt;org.springframework.web.filter.HiddenHttpMethodFilter&lt;/filter-class&gt;

&lt;/filter&gt;

&lt;!-- Permite colocar um campo oculto para PUT e DELETE --&gt;

&lt;filter-mapping&gt;

&lt;filter-name&gt;httpMethodFilter&lt;/filter-name&gt;

&lt;servlet-name&gt;ContatoManager&lt;/servlet-name&gt;

&lt;/filter-mapping&gt;

&lt;filter&gt;

&lt;filter-name&gt;OpenEntityManagerInViewFilter&lt;/filter-name&gt;

&lt;filter-class&gt;

org.springframework.orm.jpa.support.OpenEntityManagerInViewFilter

&lt;/filter-class&gt;

&lt;/filter&gt;

&lt;filter-mapping&gt;

&lt;filter-name&gt;OpenEntityManagerInViewFilter&lt;/filter-name&gt;

&lt;url-pattern&gt;/*&lt;/url-pattern&gt;

&lt;/filter-mapping&gt;

&lt;session-config&gt;

&lt;session-timeout&gt;10&lt;/session-timeout&gt;

&lt;/session-config&gt;

&lt;welcome-file-list&gt;

&lt;welcome-file&gt;index.jsp&lt;/welcome-file&gt;

&lt;/welcome-file-list&gt;

&lt;/web-app&gt;</pre>
<p>Para o Spring MVC funcionar, utilizamos o servlet org.springframework.web.servlet.DispatcherServlet, configurado no arquivo <strong>web.xml</strong> da aplicação. Por padrão, o Spring olha beans em arquivos cujo começo possui o mesmo nome do Servlet configurado, seguido de <em>-servlet.xml</em>. Para melhor entendimento, o nome ContatoManager, dado no elemento <em>&lt;servlet-name/&gt;</em>, fará com que o Spring procure por um arquivo chamado <strong>ContatoManager-servlet.xml</strong>.</p>
<p>Evidentemente ele não é o único item que deve ser configurado no arquivo, já que, se pretendemos trabalhar com REST, como já foi citado anteriormente, precisamos adicionar o filtro pela classe org.springframework.web.filter.HiddenHttpMethodFilter.</p>
<p>Para trabalhar com a JPA, utilizamos o filtro org.springframework.orm.jpa.support.OpenEntityManagerInViewFilter, do Spring. Entretanto, deixarei para falar sobre este filtro em outra ocasião.</p>
<h3>O arquivo persistence.xml</h3>
<p>A <strong>Listagem 5</strong> mostra o arquivo <strong>persistence.xml</strong>, que configura como <em>provider</em> o Hibernate.  Este arquivo deve ser criado dentro do diretório <strong>META-INF</strong>. Este diretório será criado em <strong>src/main/Java</strong>. Veja como ficará em seu projeto através da <strong>Figura 20</strong>.</p>
<div id="attachment_481" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-20.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-481" title="figura-20" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-20-300x79.jpg" alt="Figura 20 – Localização do arquivo persistence.xml dentro de META-INF" width="300" height="79" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 20 – Localização do arquivo persistence.xml dentro de META-INF</p></div>
<p><strong>Listagem 5. Configuração do arquivo persistence.xml.</strong></p>
<pre class="brush:xml">&lt;?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?&gt;

&lt;persistence version="2.0" xmlns="http://java.sun.com/xml/ns/persistence"

xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance"

xsi:schemaLocation="http://java.sun.com/xml/ns/persistence

http://java.sun.com/xml/ns/persistence/persistence_2_0.xsd"&gt;

&lt;persistence-unit name="ContatoPU" transaction-type="RESOURCE_LOCAL"&gt;

&lt;class&gt;br.com.integrator.Contato&lt;/class&gt;

&lt;properties&gt;

&lt;property name="javax.persistence.jdbc.url" value="jdbc:mysql://localhost:3306/springmvc"&gt;&lt;/property&gt;

&lt;property name="javax.persistence.jdbc.user" value="edson"&gt;&lt;/property&gt;

&lt;property name="javax.persistence.jdbc.password" value="integrator"&gt;&lt;/property&gt;

&lt;property name="javax.persistence.jdbc.driver" value="com.mysql.jdbc.Driver"&gt;&lt;/property&gt;

&lt;property name="hibernate.show_sql" value="true" /&gt;

&lt;property name="hibernate.format_sql" value="true" /&gt;

&lt;property name="hibernate.hbm2ddl.auto" value="create"/&gt;

&lt;/properties&gt;

&lt;/persistence-unit&gt;

&lt;/persistence&gt;</pre>
<h3>Configurando o Spring</h3>
<p>Revisando até o momento o que criamos, temos um DAO simples que se comunica com o banco de dados através da JPA, utilizando o Hibernate como provider.</p>
<p>Este DAO será executado pelo Controller do Spring MVC, também já configurado.</p>
<p>Para trabalhar com todas estas informações, dividiremos as configurações em dois arquivos, separando suas responsabilidades.</p>
<p>O primeiro arquivo, chamado de <strong>applicationContext.xml</strong> (<strong>Listagem 6</strong>), será o utilizado para a trabalhar com a injeção de dependências na classe DAO, lidando com as características da JPA. Este arquivo deve ser criado dentro do diretório <strong>WEB-INF</strong>.</p>
<p>Para criá-lo, cliquem com o direito do mouse em src/main/webapp/<strong>WEB-INF</strong> e selecionem <strong>New&gt;Spring Bean Configuration File</strong> no menu de contexto.</p>
<p>Na caixa de diálogo <strong>Create a new Spring Bean Definition file</strong> coloque o nome do arquivo de <strong>applicationContext</strong> (<strong>Figura 21</strong>) e clique no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_482" class="wp-caption alignnone" style="width: 299px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-21.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-482" title="figura-21" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-21-289x300.jpg" alt="Figura 21 – Criação do arquivo applicationContext.xml pelo assistente" width="289" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 21 – Criação do arquivo applicationContext.xml pelo assistente</p></div>
<p>Na segunda etapa, mantenha o <strong>beans – http://www.springframework.org/schema/beans</strong> e mantenha selecionado o item XSD como mostrado na <strong>Figura 22</strong>.</p>
<div id="attachment_483" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-22.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-483" title="figura-22" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-22-300x277.jpg" alt="Figura 22 – Seleção do namespace beans" width="300" height="277" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 22 – Seleção do namespace beans</p></div>
<p>Ainda na segunda etapa, mantenha o <strong>context – http://www.springframework.org/schema/context</strong><em> </em>e mantenha selecionado o item XSD como mostrado na <strong>Figura 23</strong>.</p>
<div id="attachment_484" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-23.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-484" title="figura-23" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-23-300x277.jpg" alt="Figura 23 – Seleção do namespace context" width="300" height="277" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 23 – Seleção do namespace context</p></div>
<p>A última opção que selecionaremos na segunda etapa será o <strong>tx – </strong><strong>http://www.springframework.org/schema/tx</strong><em> </em>e mantenha selecionado o item XSD como mostrado na <strong>Figura 24</strong>. Confirmem no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_485" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-24.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-485" title="figura-24" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-24-300x277.jpg" alt="Figura 24 – Seleção do namespace tx" width="300" height="277" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 24 – Seleção do namespace tx</p></div>
<p>Caso tenhamos esquecido de selecionar algum namespace, não tem importância, pois ao finalizar o assistente, o editor do arquivo de configuração do Spring se abre. Neste caso, vamos adicionar um último namespace. Cliquem na aba <strong>Namespaces</strong> e marquem o namespace <strong>mvc &#8211; http://www.springframework.org/schema/mvc</strong> e selecionem o XSD como mostrado na <strong>Figura 25</strong>.</p>
<div id="attachment_486" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-25.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-486" title="figura-25" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-25-300x90.jpg" alt="Figura 25 – Seleção do namespace mvc" width="300" height="90" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 25 – Seleção do namespace mvc</p></div>
<p>O conteúdo completo do arquivo <strong>applicationContext.xml</strong> está na <strong>Listagem 6</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 6. Configuração do arquivo applicationContext.xml.</strong></p>
<pre class="brush:xml">&lt;?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?&gt;

&lt;beans xmlns="http://www.springframework.org/schema/beans"

xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance"

xmlns:context="http://www.springframework.org/schema/context"

xmlns:tx="http://www.springframework.org/schema/tx"

xmlns:mvc="http://www.springframework.org/schema/mvc"

xsi:schemaLocation="http://www.springframework.org/schema/mvc http://www.springframework.org/schema/mvc/spring-mvc-3.0.xsd

http://www.springframework.org/schema/beans http://www.springframework.org/schema/beans/spring-beans-3.0.xsd

http://www.springframework.org/schema/tx http://www.springframework.org/schema/tx/spring-tx-3.0.xsd

http://www.springframework.org/schema/context http://www.springframework.org/schema/context/spring-context-3.0.xsd"&gt;

&lt;bean class="org.springframework.orm.jpa.LocalContainerEntityManagerFactoryBean"&gt;

&lt;property value="ContatoPU" /&gt;

&lt;/bean&gt;

&lt;context:component-scan base-package="br.com.integrator"/&gt;

&lt;bean id="transactionManager" class="org.springframework.orm.jpa.JpaTransactionManager"&gt;

&lt;property name="entityManagerFactory" ref="entityManagerFactory"/&gt;

&lt;/bean&gt;

&lt;mvc:annotation-driven/&gt;

&lt;tx:annotation-driven /&gt;

&lt;context:annotation-config /&gt;

&lt;/beans&gt;</pre>
<p>No Spring MVC, para determinar a classe controladora, utilizamos a anotação @Controller. Entretanto, para que seja possível detectar esta anotação, o Spring utiliza o elemento <strong>&lt;context:component-scan /&gt;</strong>, onde indicamos  o pacote em que ele pode verificar. Este recurso é chamado de <strong>Classpath scanning</strong>, que permite ao Spring ler as classes encontradas no pacote indicado da aplicação em busca das que estão anotadas. Isso evita que tenhamos de declarar estas classes no XML. Ao fazer este “scanning”, as classes são passadas por um filtro e então a definição de um bean é criada para cada uma delas. Evidentemente que este filtro é determinado pelas anotações, onde não existem apenas as anotações que utilizamos neste exemplo,  mas de outras mais que temos como referencia para o framework: @Component, @Service, @Controller e @Repository (que foi introduzida no Spring 2.0). Você pode também criar suas próprias anotações e filtros para declarar os componentes.</p>
<p>Para o Spring trabalhar com a JPA, onde a execução ocorre em ambientes Java EE, utilizamos a factory org.springframework.orm.jpa.LocalContainerEntityManagerFactoryBean:</p>
<pre class="brush:xml">&lt;bean

class="org.springframework.orm.jpa.LocalContainerEntityManagerFactoryBean"&gt;

&lt;property name="persistenceUnitName" value="ContatoPU" /&gt;

&lt;/bean&gt;</pre>
<p>Com a propriedade de LocalContainerEntityManagerFactoryBean especificamos o nome  da <em>persistence unit</em> do arquivo <strong>persistence.xml</strong>. É neste arquivo que temos as configurações de acesso ao banco de dados pela JPA para realizar as operações de persistência.</p>
<p>Para a configuração do controle transacional em uma aplicação baseada no Spring, é necessário declarar um gerenciador que, neste caso, será a classe org.springframework.orm.jpa.JpaTransactionManager. Esta classe é utilizada para trabalhar com a JPA, independente de provedor ORM. A declaração da classe é ilustrada no trecho a seguir:</p>
<pre class="brush:xml">&lt;bean

class="org.springframework.orm.jpa.JpaTransactionManager"&gt;

&lt;property name="entityManagerFactory" ref="entityManagerFactory" /&gt;

&lt;/bean&gt;</pre>
<p>JpaTransactionManager precisa de qualquer implementação de javax.persistence.EntityManagerFactory para colaborar com EntityManager produzido pela fabrica, para conduzir transações. A classe JpaTransactionManager é recomendada para aplicações que utilizam apenas uma EntityManager.</p>
<p>Para que não tenhamos que fazer injeção de dependência do EntityManager em todos os nossos DAOs, utilizamos o elemento <strong>&lt;context:annotation-config /&gt;</strong>, que procura todas as classes anotadas com @PersistenceContext, @Autowired (que veremos mais adiante), entre outros, e faz a injeção de dependência automaticamente.</p>
<p>Por termos configurado as transações no DAO, por meio da utilização da anotação @Transactional, o elemento <strong>&lt;tx:annotation-driven&gt;</strong> foi utilizado.</p>
<p>Como se não bastasse, temos também a parte do Spring MVC, que utiliza o elemento <strong>mvc:annotation-driven /&gt;</strong>, permitindo enviar as requisições das classes que possuem a anotação <strong>@Controller</strong>.</p>
<h3>Configurando o Spring MVC</h3>
<p>O segundo arquivo, com o nome de <strong>ContatoManager-servlet.xml</strong> (<strong>Listagem 7</strong>), será o responsável por configurar o caminho das views e a tecnologia empregada no projeto do Spring MVC.</p>
<p>Para criá-lo, cliquem com o direito do mouse sobre o diretório src/main/webapp/<strong>WEB-INF</strong> e selecionem <strong>New&gt;Spring Bean Configuration File</strong> no menu de contexto.</p>
<p>Na caixa de diálogo <strong>Create a new Spring Bean Definition file</strong> coloquem o nome do arquivo de <strong>ContatoManager-servlet</strong> (<strong>Figura 26</strong>) e clique no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_487" class="wp-caption alignnone" style="width: 290px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-26.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-487" title="figura-26" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-26-280x300.jpg" alt="Figura 26 – Criação do arquivo ContatoManager-servlet.xml pelo assistente" width="280" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 26 – Criação do arquivo ContatoManager-servlet.xml pelo assistente</p></div>
<p>Na segunda etapa, mantenham apenas o item <strong>beans – http://www.springframework.org/schema/beans</strong> selecionado como mostrado na <strong>Figura 27</strong>. Finalizem o assistente pelo botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_488" class="wp-caption alignnone" style="width: 298px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-27.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-488" title="figura-27" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-27-288x300.jpg" alt="Figura 27 – Seleção do namespace beans" width="288" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 27 – Seleção do namespace beans</p></div>
<p>A <strong>Listagem 7</strong> exibe, na íntegra, o conteúdo do arquivo <strong>ContatoManager-servlet.xml</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 7. Configuração do arquivo ContatoManager-servlet.xml.</strong></p>
<pre class="brush:xml">&lt;?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?&gt;

&lt;beans xmlns="http://www.springframework.org/schema/beans"

xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance"

xsi:schemaLocation="http://www.springframework.org/schema/beans http://www.springframework.org/schema/beans/spring-beans-3.0.xsd"&gt;

&lt;bean class="org.springframework.web.servlet.view.InternalResourceViewResolver"&gt;

&lt;property value="/WEB-INF/jsp/"/&gt;

&lt;property value=".jsp"/&gt;

&lt;/bean&gt;

&lt;/beans&gt;</pre>
<p>O Spring MVC possui um suporte a inúmeros tipos de views, utilizando diversos tipos de tecnologias, como JSP, FreeMarker, JasperReports, Velocity, XML, XSLT e outros. Quando vamos criar um projeto Spring MVC, podemos utilizar uma ou diversas ao mesmo tempo, o que significa que é possível apresentar uma página em HTML gerada pelo JSP contendo os dados vindos do banco de dados através do uso do Spring MVC e também um XML contendo os mesmos dados, com uma pequena alteração de extensão no navegador.</p>
<p>Com a classe org.springframework.web.servlet.view.InternalResourceViewResolver pré-fixamos o caminho das páginas em <em>&#8220;/WEB-INF/jsp/&#8221;</em> e damos o sufixo, sendo <em>&#8220;.jsp&#8221;</em>. Para o conteúdo das páginas, temos InternalResourceViewResolver, uma subclasse de UrlBasedViewResolver, que suporta JSTL, onde utilizaremos em nossas views.</p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Atenção:</strong> Como boa prática recomendada pelo Spring, coloquem as páginas JSP dentro do diretório <strong>WEB-INF</strong>, impedindo assim seu acesso direto através da URL.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>As views</h3>
<p>Criaremos agora três páginas que representarão nosso CRUD. Estas páginas serão criadas dentro de um diretório chamado <strong>contato</strong>, que ficará dentro de <strong>jsp</strong> em <strong>WEB-INF</strong>. Os diretórios <strong>jsp </strong>e <strong>contato</strong> ainda não foram criados. Para criá-los, clique com o direito do mouse sobre <strong>src/main/webapp/WEB-INF</strong> e selecione <strong>New&gt;Folder</strong> no menu  de contexto.</p>
<div id="attachment_489" class="wp-caption alignnone" style="width: 218px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-28.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-489" title="figura-28" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-28-208x300.jpg" alt="Figura 28 -  Os diretórios jsp e contato criados dentro de WEB-INF do projeto" width="208" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 28 -  Os diretórios jsp e contato criados dentro de WEB-INF do projeto</p></div>
<h4>O formulário de cadastro</h4>
<p>Se preferir, mude a perspectiva do Eclipse para Java EE, assim será possível clicar com o direito do mouse sobre o diretório e selecionar, no menu de contexto, o item <strong>New&gt;JSP File</strong>. O assistente de criação de páginas JSP pode lhe ajudar com um template Basico. Por fim, dê o nome de <strong>create.jsp</strong> no arquivo e coloque o conteúdo similar ao mostrado na <strong>Listagem 8</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 8. A página create.jsp.</strong></p>
<pre class="brush:xhtml">&lt;%@ taglib prefix="spring" uri="http://www.springframework.org/tags"%&gt;

&lt;%@ taglib prefix="form" uri="http://www.springframework.org/tags/form" %&gt;

&lt;%@ taglib prefix="c" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/core" %&gt;

&lt;%@ taglib prefix="fmt" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/fmt" %&gt;

&lt;%@ taglib prefix="fn" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/functions" %&gt;

&lt;!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd"&gt;

&lt;html&gt;

&lt;head&gt;

&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=ISO-8859-1"&gt;

&lt;style type="text/css" media="screen"&gt;

@import url("&lt;c:url value="/static/styles/style.css"/&gt;");

&lt;/style&gt;

&lt;title&gt;Cadastrar&lt;/title&gt;

&lt;/head&gt;

&lt;body&gt;

&lt;div id="wrap"&gt;

&lt;div&gt;

&lt;%@ include file="/menu.jsp" %&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;

&lt;div&gt;

&lt;c:url var="url" value="/contato" /&gt;

&lt;form:form action="${url}" method="POST" modelAttribute="contato"&gt;

&lt;div&gt;

&lt;label for="nome"&gt;Nome:&lt;/label&gt;

&lt;form:input cssStyle="width:250px" maxlength="30" path="nome" size="30"/&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;br/&gt;

&lt;div&gt;

&lt;label for="email"&gt;Email:&lt;/label&gt;

&lt;form:input cssStyle="width:250px" maxlength="30" path="email" size="30"/&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;br/&gt;

&lt;div&gt;

&lt;label for="telefone"&gt;Telefone:&lt;/label&gt;

&lt;form:input cssStyle="width:250px" maxlength="30" path="telefone" size="20"/&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;br/&gt;

&lt;div class="submit"&gt;

&lt;input value="Criar Contato"/&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;/form:form&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;/body&gt;

&lt;/html&gt;</pre>
<p>Podemos ter uma idéia de como ficará a página <strong>create.jsp</strong> através da <strong>Figura 29</strong>.</p>
<div id="attachment_490" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-29.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-490" title="figura-29" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-29-300x133.jpg" alt="Figura 29 – A página create.jsp" width="300" height="133" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 29 – A página create.jsp</p></div>
<p>Analisando o <strong>web.xml</strong>, veremos o elemento <strong>&lt;servlet-mapping/&gt;</strong>, que define onde a aplicação encontrará os conteúdos estáticos do aplicativo. O Servlet <strong>default</strong>, utilizando neste caso, pertence as configurações padrão do Tomcat, responsável por servir conteúdos estáticos de aplicações web. Mesmo que seus arquivos não estejam em um diretório com este nome, é necessário acrescentá-lo como parte do caminho. Isso inclui imagens e folhas de estilo<a name="_ftnref"></a><a href="#_ftn1">[1]</a>.</p>
<p>Para criar estas páginas, utilizamos tags da biblioteca JSTL e tags do próprio Spring. No caso do Spring, as tags <strong>&lt;form/&gt;</strong> possibilitam que tenhamos um formulário ligado ao controller. Para utilizar estas tags, devemos acrescentar a seguinte <em>taglib</em>:</p>
<p><strong>&lt;%@ taglib prefix=&#8221;form&#8221; uri=&#8221;http://www.springframework.org/tags/form&#8221; %&gt;</strong></p>
<p>Na construção dos formulários para inserir e atualizar, utilizamos a tag <strong>&lt;form:form/&gt;</strong> que possui um atributo <strong>modelAttribute</strong>,  ligando o formulário ao parâmetro do método que executa sua ação. O atributo <strong>method</strong> indica qual o tipo de ação será feita no controller.</p>
<p>A tag <strong>&lt;form:input/&gt;</strong> possui o atributo <strong>path</strong> com o valor correspondente aos atributos existentes no bean Contato.</p>
<h4>A página que lista todos os cadastros e permite a exclusão</h4>
<p>Para a listagem de todos os cadastros efetuados, criaremos uma página chamada <strong>list.jsp</strong>, contendo as mesmas informações existentes na <strong>Listagem 9</strong>.</p>
<p>Junto a listagem, teremos a possibilidade de excluir o cadastro diretamente por esta página.</p>
<div id="attachment_491" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-30.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-491" title="figura-30" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-30-300x125.jpg" alt="Figura 30 – A página list.jsp" width="300" height="125" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 30 – A página list.jsp</p></div>
<p><strong>Listagem 9. A página list.jsp.</strong></p>
<pre class="brush:xhtml">&lt;%@ taglib prefix="spring" uri="http://www.springframework.org/tags"%&gt;

&lt;%@ taglib prefix="form" uri="http://www.springframework.org/tags/form" %&gt;

&lt;%@ taglib prefix="c" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/core" %&gt;

&lt;%@ taglib prefix="fmt" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/fmt" %&gt;

&lt;%@ taglib prefix="fn" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/functions" %&gt;

&lt;!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd"&gt;

&lt;html&gt;

&lt;head&gt;

&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=ISO-8859-1"&gt;

&lt;style media="screen"&gt;

@import url("&lt;c:url value="/static/styles/style.css"/&gt;");

&lt;/style&gt;

&lt;title&gt;Listar&lt;/title&gt;

&lt;/head&gt;

&lt;body&gt;

&lt;div&gt;

&lt;div id="menu"&gt;

&lt;%@ include file="/menu.jsp" %&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;div id="main"&gt;

&lt;div&gt;

&lt;c:if test="${not empty contatos}"&gt;

&lt;table width="600px"&gt;

&lt;tr&gt;

&lt;thead&gt;

&lt;th&gt;Id&lt;/th&gt;

&lt;th&gt;Nome&lt;/th&gt;

&lt;th&gt;E-mail&lt;/th&gt;

&lt;th&gt;Telefone&lt;/th&gt;

&lt;th&gt;Atualizar&lt;/th&gt;

&lt;th&gt;Excluir&lt;/th&gt;

&lt;/thead&gt;

&lt;/tr&gt;

&lt;c:forEach items="${contatos}" var="contato"&gt;

&lt;c:url var="url" value="/contato/${contato.id}" /&gt;

&lt;tr&gt;

&lt;td&gt;${contato.id}&lt;/td&gt;

&lt;td&gt;${contato.nome}&lt;/td&gt;

&lt;td&gt;${contato.email}&lt;/td&gt;

&lt;td&gt;${contato.telefone}&lt;/td&gt;

&lt;td&gt;

&lt;form:form action="${url}/form" method="GET"&gt;

&lt;input alt="Atualizar Contato" src="&lt;c:url value="/static/images/update.png"/&gt;" title="Atualizar Contato" value="Atualizar Contato"/&gt;

&lt;/form:form&gt;

&lt;/td&gt;

&lt;td&gt;

&lt;form:form action="${url}" method="DELETE"&gt;

&lt;input alt="Excluir Contato" src="&lt;c:url value="/static/images/delete.png"/&gt;" title="Excluir Contato" value="Excluir Contato"/&gt;

&lt;/form:form&gt;

&lt;/td&gt;

&lt;/tr&gt;

&lt;/c:forEach&gt;

&lt;/table&gt;

&lt;/c:if&gt;

&lt;c:if test="${empty contatos}"&gt;Não há contatos cadastrados.&lt;/c:if&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;/body&gt;

&lt;/html&gt;</pre>
<p>O Spring MVC gera um Map através de sua classe <strong>org.springframework.ui.ModelMap</strong>, onde capturamos os valores retornados pelo método <strong>findAll()</strong>, de <strong>ContatoDAO</strong>. Este Map é capturado pela view, no clássico esquema definido pelo MVC.</p>
<p>No caso da listagem de contatos, este Map, definido como <strong>contatos</strong> no método <strong>list()</strong>, de <strong>ContatoController</strong>, é varrido por um loop criado pela tag JSTL &lt;c:forEach /&gt; no seguinte trecho:</p>
<p>&lt;c:forEach items=&#8221;${contatos}&#8221; var=&#8221;post&#8221;&gt;</p>
<p>Na listagem dos contatos, em uma das tags &lt;form:form/&gt;, vemos em um de seus atributos method o valor <strong>DELETE</strong>, definido como a ação de exclusão de contatos.</p>
<p>Como os navegadores não reconhecem o envio de formulários além dos métodos POST e GET, precisamos de uma ajuda do Spring Framework para fazer a operação DELETE. O que o Spring MVC fará é traduzir o valor do atributo desta tag, na geração do HTML, da seguinte forma:</p>
<p>&lt;form … method=&#8221;post&#8221;&gt;</p>
<p>&lt;input type=&#8221;hidden&#8221; value=&#8221;DELETE&#8221;/&gt;</p>
<p>Observe que ele criou uma tag oculta HTML na renderização da página com um nome <em>_method</em> e com o valor DELETE. Esta simples adição permitirá a ação de excluir pela classe PostController.</p>
<h4>A página de atualização de dados</h4>
<p>A última página que teremos no CRUD é a de atualizar (<strong>update.jsp</strong>), similar ao de adicionar dados, exceto pelo fato de receber os dados vindos do banco de dados para serem exibidos.</p>
<p><strong>Listagem 10. A página update.jsp.</strong></p>
<pre class="brush:xhtml">&lt;%@ taglib prefix="spring" uri="http://www.springframework.org/tags"%&gt;

&lt;%@ taglib prefix="form" uri="http://www.springframework.org/tags/form" %&gt;

&lt;%@ taglib prefix="c" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/core" %&gt;

&lt;%@ taglib prefix="fmt" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/fmt" %&gt;

&lt;%@ taglib prefix="fn" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/functions" %&gt;

&lt;!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd"&gt;

&lt;html&gt;

&lt;head&gt;

&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=ISO-8859-1"&gt;

&lt;style type="text/css" media="screen"&gt;

@import url("&lt;c:url value="/static/styles/style.css"/&gt;");

&lt;/style&gt;

&lt;title&gt;Atualizar&lt;/title&gt;

&lt;/head&gt;

&lt;body&gt;

&lt;div id="wrap"&gt;

&lt;div&gt;

&lt;%@ include file="/menu.jsp" %&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;

&lt;div&gt;

&lt;c:url var="url" value="/contato/${contato.id}" /&gt;

&lt;form:form action="${url}" method="PUT" modelAttribute="contato"&gt;

&lt;div&gt;

&lt;label for="nome"&gt;Nome:&lt;/label&gt;

&lt;form:input cssStyle="width:250px" maxlength="30" path="nome" size="30"/&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;br/&gt;

&lt;div&gt;

&lt;label for="email"&gt;Email:&lt;/label&gt;

&lt;form:input cssStyle="width:250px" maxlength="30" path="email" size="30"/&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;br/&gt;

&lt;div&gt;

&lt;label for="telefone"&gt;Telefone:&lt;/label&gt;

&lt;form:input cssStyle="width:250px" maxlength="30" path="telefone" size="20"/&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;br/&gt;

&lt;div class="submit"&gt;

&lt;input value="Atualizar Contato"/&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;form:hidden path="id"/&gt;

&lt;/form:form&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;/body&gt;

&lt;/html&gt;</pre>
<p>Similar ao que ocorre com a listagem de contatos, temos no formulário da página de atualização o valor <strong>PUT</strong> para o atributo <strong>method</strong>. Novamente, o Spring Framework irá gerar um campo oculto, em HTML, contendo esta informação e transmitindo ao navegador o HTML como ele já o conhece.</p>
<div id="attachment_492" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-31.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-492" title="figura-31" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-31-300x132.jpg" alt="Figura 31  - A página update.jsp" width="300" height="132" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 31  - A página update.jsp</p></div>
<h4>As páginas que não fazem parte do CRUD</h4>
<p>O menu e a página inicial não fazem parte do CRUD e, portanto, serão apenas apresentadas aqui com seus códigos para completar o exemplo.</p>
<p>A página <strong>index.jsp</strong> deverá ser criada em  <strong>webapps</strong>:</p>
<p><strong>Listagem 11. A página index.jsp.</strong></p>
<pre class="brush:xhtml">&lt;%@ taglib prefix="spring" uri="http://www.springframework.org/tags"%&gt;

&lt;%@ taglib prefix="form" uri="http://www.springframework.org/tags/form" %&gt;

&lt;%@ taglib prefix="c" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/core" %&gt;

&lt;%@ taglib prefix="fmt" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/fmt" %&gt;

&lt;%@ taglib prefix="fn" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/functions" %&gt;

&lt;!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd"&gt;

&lt;html&gt;

&lt;head&gt;

&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=ISO-8859-1"&gt;

&lt;link href="&lt;c:url value="/static/styles/style.css"/&gt;" rel="stylesheet" /&gt;

&lt;title&gt;Principal&lt;/title&gt;

&lt;/head&gt;

&lt;body&gt;

&lt;div id="wrap"&gt;

&lt;div&gt;

&lt;%@ include file="/menu.jsp" %&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;

&lt;div&gt;

Aplicação CRUD criada utilizando o Spring MVC 3.0 com suporte a REST.

&lt;/div&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;/body&gt;

&lt;/html&gt;</pre>
<p>Assim como <strong>index.jsp</strong>, crie o <strong>menu.jsp</strong> em <strong>webapps</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 12. A página menu.jsp.</strong></p>
<pre class="brush:html">&lt;ul&gt;

&lt;li&gt;

&lt;h2&gt;Contato&lt;/h2&gt;

&lt;ul&gt;

&lt;li&gt;&lt;a href="&lt;c:url value="/contato"/&gt;"&gt;Ver todos&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;&lt;a href="&lt;c:url value="/contato/form"/&gt;"&gt;Novo Contato&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;

&lt;/ul&gt;

&lt;/li&gt;

&lt;/ul&gt;</pre>
<div id="attachment_493" class="wp-caption alignnone" style="width: 119px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-32.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-493" title="figura-32" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-32-109x300.jpg" alt="Figura 32 – Visão geral de todos os arquivos utilizados na geração do projeto" width="109" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 32 – Visão geral de todos os arquivos utilizados na geração do projeto</p></div>
<h3>O projeto para download</h3>
<p><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/downloads/ProjSpringMVCComJpa.zip">Clique aqui </a>para baixar o projeto completo como feito até o momento.</p>
<h3><strong>Considerações finais</strong></h3>
<p>Agora que aprendemos a fazer um CRUD com o Spring MVC, podemos criar projetos mais complexos. Caso estejam com pressa em aprender algo mais complexo, a revista <a href="http://www.devmedia.com.br/post-16564-Revista-Java-Magazine-78.html" target="_blank">JavaMagazine #78</a> publicou, alguns meses atrás, um artigo meu com o Spring MVC 3 na criação de um blog, passo a passo.</p>
<h3>No próximo artigo</h3>
<p>Faremos alterações neste projeto, criando as verificações utilizando Bean Validation e depois trabalhando com testes.</p>
<p>Até o próximo artigo pessoALL.</p>
<hr size="1" /><a href="#_ftnref">[1]</a><a name="_ftn1"></a> Imagens e folhas de estilo foram omitidos neste artigo, mas podem ser obtidos no projeto completo encontrado no final para download</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/08/16/spring-mvc-3-na-pratica-com-jpa-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Hibernate com Hibernate Tools</title>
		<link>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/06/27/hibernate-com-hibernate-tools/</link>
		<comments>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/06/27/hibernate-com-hibernate-tools/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 04:30:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hibernate]]></category>
		<category><![CDATA[Eclipse IDE]]></category>
		<category><![CDATA[Java EE 6]]></category>
		<category><![CDATA[JPA]]></category>
		<category><![CDATA[JPA 2.0]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.edsongoncalves.com.br/?p=395</guid>
		<description><![CDATA[Olá Pessoal, tudo bom? Como vão vocês? O artigo que veremos fala sobre a utilização do Hibernate Tools, um excelente plugin para o Eclipse IDE, oficial da Red Hat, feito para trabalhar com o Hibernate. Dúvidas e críticas são sempre bem vindas. Obtendo e instalando o Eclipse IDE Para desenvolver este exemplo, utilizei a versão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal, tudo bom? Como vão vocês?</p>
<p>O artigo que veremos fala sobre a utilização do Hibernate Tools, um excelente plugin para o Eclipse IDE, oficial da Red Hat, feito para trabalhar com o Hibernate.</p>
<p>Dúvidas e críticas são sempre bem vindas.</p>
<h3>Obtendo e instalando o Eclipse IDE</h3>
<p>Para desenvolver este exemplo, utilizei a versão do Eclipse IDE 3.6, em um ambiente voltado para o trabalho com Java EE. Para obter o Eclipse IDE, já configurado com o ambiente Web, vá ao endereço <a href="http://www.eclipse.org/downloads/"><strong>http://www.eclipse.org/downloads/</strong></a> e clique em <strong>Eclipse IDE for Java EE Developers</strong>. Lembre-se de selecionar o seu sistema operacional.</p>
<p>Ao baixar, descompacte em um local desejado de sua máquina.</p>
<h3>O plugin JBoss Tools</h3>
<p>Para a versão do Eclipse 3.6, o atual enquanto escrevo este artigo, temos uma versão em desenvolvimento compatível do plugin JBoss Tools. Para obtê-lo, basta baixar a versão de desenvolvimento atual, encontrada em um dos diretórios existentes dentro deste endereço:</p>
<p><a href="http://download.jboss.org/jbosstools/builds/nightly/trunk/"><strong>http://download.jboss.org/jbosstools/builds/nightly/trunk/</strong></a><strong> </strong></p>
<p>Podemos baixar o Hibernate Tools separadamente ou, como fiz, baixando o JBoss Tools completo. O arquivo que obtive, no momento em que escrevo é o <a href="http://download.jboss.org/jbosstools/builds/nightly/trunk/201006240331/all/JBossTools-Update-3.2.0.v201006240331N-H369-M1.zip"><strong>JBossTools-Update-3.2.0.v201006240331N-H369-M1.zip</strong></a>. Com o Eclipse IDE fechado, ao baixar o plugin, descompacte e mova seu conteúdo  sobre o diretório eclipse. Isto fará a instalação do  plugin JBoss Tools. Depois de adicionarmos o plugin, inicie o Eclipse.</p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Atenção: </strong>Por se tratar de uma versão em desenvolvimento, o  endereço passado neste artigo poderá sofrer alterações. Portanto, sempre  verifique a última versão no endereço <a href="http://download.jboss.org/jbosstools/builds/">http://download.jboss.org/jbosstools/builds/</a>.  As versões de desenvolvimento costumam causar instabilidade no Eclipse,  portanto, façam seu uso em um ambiente de testes.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>O banco de dados</h3>
<p>Utilizaremos o banco de dados MySQL, que pode ser adquirido <a href="http://dev.mysql.com/downloads/mysql/"><strong>clicando aqui</strong></a>. O banco de dados que utilizaremos para executar o exemplo se chamará <strong>hibernatenapratica</strong>.</p>
<h3>Criando o projeto</h3>
<p>Iniciem alterando a perspectiva. No ícone <strong>Open Perspective<a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/icone-open-perspective1.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-full wp-image-397 alignnone" title="icone-open-perspective" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/icone-open-perspective1.jpg" alt="" width="155" height="39" /></a></strong>,  cliquem em <strong>Other</strong>.</p>
<div id="attachment_398" class="wp-caption alignnone" style="width: 134px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-15.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-full wp-image-398 " title="Figura 1" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-15.jpg" alt="Figure 1 – Alterando a Perspectiva" width="124" height="144" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1 – Alterando a Perspectiva</p></div>
<p>Selecionem em seguida a Perspectiva <strong>Hibernate</strong>.</p>
<div id="attachment_399" class="wp-caption alignnone" style="width: 257px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-21.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-399 " title="Figura 2" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-21-247x300.jpg" alt="Figure 2 – Seleção da perspectiva Hibernate" width="247" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2 – Seleção da perspectiva Hibernate</p></div>
<p>Na view <strong>Package Explorer</strong>, cliquem com o direito do mouse e selecionem, no menu de contexto, o item <strong>Project</strong>.</p>
<div id="attachment_400" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-31.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-400" title="Figura 3" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-31-300x117.jpg" alt="Figure 3 – Criando um novo projeto pela view Package Explorer através do menu de contexto" width="300" height="117" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 3 – Criando um novo projeto pela view Package Explorer através do menu de contexto</p></div>
<p>Na caixa de dialogo <strong>New Project</strong>, selecionem <strong>Java&gt;Java Project</strong> e cliquem no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_401" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-41.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-401" title="Figura 4" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-41-300x285.jpg" alt="Figure 4 – Seleção da opção Java Project" width="300" height="285" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 4 – Seleção da opção Java Project</p></div>
<p>Em <strong>New Java Project</strong>, digitem o nome do seu projeto. Irei utilizar o nome <strong>ProjUtilizandoHibernateTools</strong>. Em seguida, cliquem no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_402" class="wp-caption alignnone" style="width: 267px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-51.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-402" title="Figura 5" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-51-257x300.jpg" alt="Figure 5 – Criação de um projeto Java" width="257" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 5 – Criação de um projeto Java</p></div>
<p>Ao surgir a caixa de dialogo <strong>Open Associated Perspective</strong>, cliquem no botão <strong>No</strong>. Nós não precisaremos da perspectiva Java apenas para editar o projeto, uma vez que nossa intenção é trabalhar única e exclusivamente com o Hibernate.</p>
<div id="attachment_403" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-61.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-403" title="Figura 6" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-61-300x121.jpg" alt="Figure 6 – Pergunta automática de alteração de perspectiva feita dependendo do tipo de projeto criado" width="300" height="121" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 6 – Pergunta automática de alteração de perspectiva feita dependendo do tipo de projeto criado</p></div>
<h3>As bibliotecas</h3>
<p>Para trabalhar com o Hibernate 3.5, primeiramente será preciso configurar os arquivos no projeto. Para adicionar as bibliotecas que necessitamos ao projeto, cliquem com o direito do mouse sobre o mesmo, na view <strong>Package Explorer</strong> e, no menu de contexto, selecionem <strong>Properties</strong>.</p>
<div id="attachment_404" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-71.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-404" title="Figura 7" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-71-300x214.jpg" alt="Figure 7 – Bibliotecas do projeto" width="300" height="214" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 7 – Bibliotecas do projeto</p></div>
<p>Vocês podem baixar as bibliotecas do Hibernate <a href="https://www.hibernate.org/">clicando aqui</a>. No site, em <strong>Download</strong>, no menu lateral esquerdo, encontramos as bibliotecas para serem baixadas. A versão, no momento em que escrevo, é a 3.5.1.</p>
<p>Os arquivos que utilizaremos no projeto serão os encontrados em:</p>
<ul>
<li><strong>Hibernate Core </strong></li>
</ul>
<p>Ao baixar os arquivos, descompacte-os.  Vocês precisarão das seguintes bibliotecas:</p>
<ul>
<li><strong>hibernate3.jar</strong></li>
<li><strong>antlr-2.7.6.jar</strong></li>
<li><strong>commons-collections-3.1.jar</strong></li>
<li><strong>dom4j-1.6.1.jar</strong></li>
<li><strong>javassist-3.9.0.GA.jar</strong></li>
<li><strong>jta-1.1.jar</strong></li>
<li><strong>slf4j-api-1.5.8.jar</strong></li>
<li><strong>hibernate-jpa-2.0-api-1.0.0-CR-1.jar</strong></li>
</ul>
<p>Além destes arquivos, será necessário utilizar as bibliotecas da <a href="http://www.slf4j.org/">Simple Logging Facade for Java</a>, SLF4J. Baixem os arquivos com todas as bibliotecas da SLF4J <a href="http://www.slf4j.org/download.html">aqui</a>.</p>
<p>Ao descompactar o arquivo, vocês encontrarão a seguinte biblioteca:</p>
<ul>
<li><strong>slf4j-jdk14-1.5.11.jar</strong></li>
</ul>
<p>Por fim, também necessitaremos da biblioteca JDBC do MySQL, que pode ser obtida <a href="http://mysql.com/downloads/">clicando aqui</a>. A versão 5.1.10 era, no momento em que este artigo começa a ser escrito, a versão mais atual. Entretanto, é possível que, com o tempo, isto esteja alterado.</p>
<p>Para o projeto, precisaremos do seguinte JAR:</p>
<ul>
<li><strong>mysql-connector-java-5.1.10-bin.jar</strong></li>
</ul>
<h3>Criando o JavaBean Categoria</h3>
<p>Com o direito do mouse em seu projeto, vamos até o item <strong>New&gt;Other</strong>. Na caixa de diálogo <strong>New</strong>, selecionem<strong> Java&gt;Class</strong>. Na caixa de diálogo <strong>New Java Class</strong>, preencham o pacote (<strong>br.com.integrator</strong>) e o nome da classe, no caso <strong>Categoria</strong>, em <strong>Name</strong>. Confirmem a criação no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_405" class="wp-caption alignnone" style="width: 257px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-81.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-405" title="Figura 8" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-81-247x300.jpg" alt="Figure 8 – Criando a classe Categoria" width="247" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 8 – Criando a classe Categoria</p></div>
<p>Alterem a classe <strong>Categoria</strong> conforme mostrado na <strong>Listagem 1</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 1 – O JavaBean Categoria</strong></p>
<pre class="brush:java">package br.com.integrator;

import java.io.Serializable;

import java.lang.Long;

import java.lang.String;

public class Categoria implements Serializable {

private Long id;

private String categoria;

private String descricao;

public Long getId() {

return id;

}

public void setId(Long id) {

this.id = id;

}

public String getCategoria() {

return categoria;

}

public void setCategoria(String categoria) {

this.categoria = categoria;

}

public String getDescricao() {

return descricao;

}

public void setDescricao(String descricao) {

this.descricao = descricao;

}

}</pre>
<h3>Mapeando a tabela no Hibernate utilizando a forma tradicional</h3>
<p>Para mapear a tabela correspondente no banco de dados a classe Categoria, através do Hibernate, temos que criar um XML como forma tradicional de utilização do framework.</p>
<p>Selecionem o pacote e a classe na view <strong>Package Explorer</strong> e, com o direito do mouse, selecionem o item <strong>New&gt;Hibernate XML Mapping file (hbm.xml)</strong>.</p>
<div id="attachment_406" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-91.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-406" title="Figura 9" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-91-300x111.jpg" alt="Figure 9 – Seleção do item Hibernate XML Mapping file (hbm.xml) no menu de contexto" width="300" height="111" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 9 – Seleção do item Hibernate XML Mapping file (hbm.xml) no menu de contexto</p></div>
<p>Na caixa de diálogo <strong>New Hibernate XML Mapping Files (hbm.xml)</strong>, teremos os dois itens selecionados: o pacote e a classe. Caso tenhamos esquecido de selecionar um ou ambos, podemos clicar nos botões que estão na lateral direita (<strong>Add Class</strong> e <strong>Add Package</strong>). Continuem no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_407" class="wp-caption alignnone" style="width: 278px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-101.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-407" title="Figura 10" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-101-268x300.jpg" alt="Figure 10 – Criação do arquivo XML de mapeamento do Hibernate" width="268" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 10 – Criação do arquivo XML de mapeamento do Hibernate</p></div>
<p>Na etapa seguinte o assistente exibirá o arquivo <strong>Categoria.hbm.xml</strong> que será criado.  Continuem no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_408" class="wp-caption alignnone" style="width: 278px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-111.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-408" title="Figura 11" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-111-268x300.jpg" alt="Figure 11 – Apresentação do arquivo XML de mapeamento do Hibernate que será criado" width="268" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 11 – Apresentação do arquivo XML de mapeamento do Hibernate que será criado</p></div>
<p>A última etapa apresentará o XML do mapeamento criado para o Hibernate, onde a base foi a classe Categoria. Confirmem a criação no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_409" class="wp-caption alignnone" style="width: 274px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-121.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-409" title="Figura 12" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-121-264x300.jpg" alt="Figure 12 – Arquivo XML do mapeamento que será criado" width="264" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 12 – Arquivo XML do mapeamento que será criado</p></div>
<p>Com a finalização do assistente, temos o XML gerado aberto pelo editor do Hibernate Tools. Neste editor podemos mudar as características que desejamos no XML gerado, colocando mais informações em cada propriedade.</p>
<div id="attachment_410" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-132.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-410" title="Figura 13" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-132-300x231.jpg" alt="Figure 13 – Editor do XML gerado para Hibernate" width="300" height="231" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 13 – Editor do XML gerado para Hibernate</p></div>
<p>O resultado final será como o mostrado na <strong>Listagem 2</strong> a seguir:</p>
<p><strong>Listagem 2 – O arquivo Categoria.hbm.xml</strong></p>
<p>O resultado final será como o mostrado na <strong>Listagem 2</strong> a seguir:</p>
<p><strong>Listagem 2 – O arquivo Categoria.hbm.xml</strong></p>
<pre class="brush:xml">&lt;?xml version="1.0"?&gt;

&lt;!DOCTYPE hibernate-mapping PUBLIC "-//Hibernate/Hibernate Mapping DTD 3.0//EN"

"http://hibernate.sourceforge.net/hibernate-mapping-3.0.dtd"&gt;

&lt;!-- Generated 24/06/2010 05:07:14 by Hibernate Tools 3.3.0.GA --&gt;

&lt;hibernate-mapping&gt;

&lt;class name="br.com.integrator.Categoria" table="categoria"&gt;

&lt;id name="id" type="java.lang.Long"&gt;

&lt;column name="id"/&gt;

&lt;generator class="increment"/&gt;

&lt;/id&gt;

&lt;property generated="never" lazy="false" name="categoria" type="java.lang.String"&gt;

&lt;column name="categoria" length="50"/&gt;

&lt;/property&gt;

&lt;property generated="never" lazy="false" name="descricao" type="java.lang.String"&gt;

&lt;column name="descricao"/&gt;

&lt;/property&gt;

&lt;/class&gt;

&lt;/hibernate-mapping&gt;</pre>
<h3>Configurando o Hibernate</h3>
<p>Com o direito do mouse sobre <strong>src</strong>, na view <strong>Package Explorer</strong>, selecionem <strong>Hibernate Configuration File (cfg.xml)</strong>.</p>
<div id="attachment_411" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-141.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-411" title="Figura 14" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-141-300x125.jpg" alt="Figure 14 – Criação do arquivo hibernate.cfg.xml" width="300" height="125" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 14 – Criação do arquivo hibernate.cfg.xml</p></div>
<p>Ao surgir o assistente, deixem o nome do arquivo como <strong>hibernate.cfg.xml</strong> e prossigam no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_412" class="wp-caption alignnone" style="width: 254px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-151.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-412" title="Figura 15" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-151-244x300.jpg" alt="Figure 15 – Assistente de criação do arquivo de configuração do Hibernate" width="244" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 15 – Assistente de criação do arquivo de configuração do Hibernate</p></div>
<p>Como vamos utilizar o banco de dados MySQL, preencham os campos como mostrado na <strong>Figura 16</strong>, alterando de acordo com as configurações que possuem em seu banco de dados.</p>
<p>Por fim, marquem a opção <strong>Create a console configuration</strong>.  Cliquem no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_413" class="wp-caption alignnone" style="width: 254px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-16.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-413" title="Figura 16" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-16-244x300.jpg" alt="Figure 16 – Configuração do banco de dados no hibernate.cfg.xml " width="244" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 16 – Configuração do banco de dados no hibernate.cfg.xml </p></div>
<p>Na última etapa, temos as configurações do console do Hibernate. Este console, quando configurado e funcional, nos permite  executar queries HQL ou trabalhar com Criteria.</p>
<div id="attachment_414" class="wp-caption alignnone" style="width: 254px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-17.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-414" title="Figura 17" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-17-244x300.jpg" alt="Figure 17 – Configuração do console Hibernate" width="244" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 17 – Configuração do console Hibernate</p></div>
<p>Cliquem na aba <strong>Mappings</strong> e removam o caminho configurado automaticamente para o arquivo <strong>Categoria.hbm.xml</strong>. Este caminho não será preciso porque iremos configurá-lo diretamente no arquivo <strong>hibernate.cfg.xml</strong>, ao qual o console fará uso também. Confirmem o assistente clicando no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_415" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-17-Complemento.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-415" title="Figura 17-Complemento" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-17-Complemento-300x216.jpg" alt="Figure 18 – A abra Mappings da configuração do console" width="300" height="216" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 18 – A abra Mappings da configuração do console</p></div>
<p>Na finalização do assistente, abrirá o editor do arquivo de configuração do Hibernate.</p>
<div id="attachment_416" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-18.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-416" title="Figura 18" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-18-300x172.jpg" alt="Figure 19 – O editor do arquivo de configuração do Hibernate" width="300" height="172" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 19 – O editor do arquivo de configuração do Hibernate</p></div>
<p>Como muitas das informações que desejávamos, foram colocadas no assistente, resta apenas adicionar o caminho para <strong>Categoria.hbm.xml</strong>. Para fazermos isso, basta ir no botão <strong>Add</strong> e digitar o caminho em <strong>Resource</strong>.</p>
<div id="attachment_418" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-20.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-418" title="Figura 20" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-20-300x125.jpg" alt="Figura 20 – Detalhe de Mappings com o arquivo Categoria.hbm.xml adicionado" width="300" height="125" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 20 – Detalhe de Mappings com o arquivo Categoria.hbm.xml adicionado</p></div>
<p>Para executarmos o exemplo, tornando possível a criação da tabela no banco de dados pelo Hibernate, assim como sua recriação a cada nova execução, expandindo <strong>Session Factory&gt;Properties&gt;Hibernate</strong>, em <strong>Hibernate Configuration 3.0 XML Editor</strong>, alterem <strong>Hbm2ddl Auto</strong> para <strong>create-drop</strong>.</p>
<p>Neste mesmo local, onde temos as propriedades, podemos alterar para <strong>true</strong> em <strong>Show SQL</strong>, <strong>Use SQL Comments</strong> e <strong>Format SQL</strong>.</p>
<div id="attachment_419" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-211.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-419" title="Figura 21" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-211-300x242.jpg" alt="Figura 21 – Adicionando novas propriedades ao arquivo hibernate.cfg.xml" width="300" height="242" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 21 – Adicionando novas propriedades ao arquivo hibernate.cfg.xml</p></div>
<p>O resultado final das configurações, no arquivo <strong>hibernate.cfg.xml</strong>, são mostrados na <strong>Listagem 3</strong> a seguir:</p>
<p><strong>Listagem 3 – O arquivo hibernate.cfg.xml</strong></p>
<pre class="brush:xml">&lt;?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?&gt;

&lt;!DOCTYPE hibernate-configuration PUBLIC

"-//Hibernate/Hibernate Configuration DTD 3.0//EN"

"http://hibernate.sourceforge.net/hibernate-configuration-3.0.dtd"&gt;

&lt;hibernate-configuration&gt;

&lt;session-factory&gt;

&lt;property name="hibernate.connection.driver_class"&gt;org.gjt.mm.mysql.Driver&lt;/property&gt;

&lt;property name="hibernate.connection.password"&gt;integrator&lt;/property&gt;

&lt;property name="hibernate.connection.url"&gt;jdbc:mysql://localhost/hibernatenapratica&lt;/property&gt;

&lt;property name="hibernate.connection.username"&gt;edson&lt;/property&gt;

&lt;property name="hibernate.dialect"&gt;org.hibernate.dialect.MySQL5InnoDBDialect&lt;/property&gt;

&lt;property name="hibernate.show_sql"&gt;true&lt;/property&gt;

&lt;property name="hibernate.use_sql_comments"&gt;true&lt;/property&gt;

&lt;property name="hibernate.format_sql"&gt;true&lt;/property&gt;

&lt;property name="hibernate.hbm2ddl.auto"&gt;create-drop&lt;/property&gt;

&lt;mapping resource="br/com/integrator/Categoria.hbm.xml"/&gt;

&lt;/session-factory&gt;

&lt;/hibernate-configuration&gt;</pre>
<h3>Algumas características do Hibernate Tools</h3>
<p>Como Hibernate está devidamente configurado, podemos já utilizar algumas de suas características.</p>
<div id="attachment_420" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-22.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-420" title="Figura 22" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-22-300x213.jpg" alt="Figura 22 – A view Hibernate Configurations após as configurações do arquivo hibernate.cfg.xml " width="300" height="213" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 22 – A view Hibernate Configurations após as configurações do arquivo hibernate.cfg.xml </p></div>
<p>Na view <strong>Hibernate Configurations</strong>, cliquem com o direito do mouse e selecionem <strong>Mapping Diagram</strong>.</p>
<div id="attachment_421" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-23.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-421" title="Figura 23" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-23-300x213.jpg" alt="Figura 23 – Acessando Mapping Diagram no menu de contexto" width="300" height="213" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 23 – Acessando Mapping Diagram no menu de contexto</p></div>
<p>O Hibernate Tools possui uma ferramenta visual que nos permite visualizar as classes mapeadas em suas tabelas correspondentes encontradas no banco de dados.  Isto não significa que a tabela já exista no banco de dados. Trata-se da forma como a configuração “enxerga” a tabela em que irá trabalhar no banco de dados.</p>
<div id="attachment_422" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-24.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-422" title="Figura 24" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-24-300x97.jpg" alt="Figura 24 – Visualizando a classe Categoria mapeada para a tabela correspondente no banco de dados" width="300" height="97" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 24 – Visualizando a classe Categoria mapeada para a tabela correspondente no banco de dados</p></div>
<h3>Colocando o Hibernate para trabalhar</h3>
<p>Iremos criar duas pequenas classes que juntas irão gerar a tabela e seus  dados dela no banco de dados.</p>
<p>Com o direito do mouse sobre <strong>src</strong>, na view <strong>Package Explorer</strong>, selecionem o item <strong>New&gt;Other</strong>.  Na caixa de dialogo <strong>New</strong>, selecionem <strong>Java&gt;Class</strong>.</p>
<p>Coloquem o pacote <strong>br.com.integrator.util</strong> e deem o nome da classe de <strong>HIbernateUtil</strong>, confirmando o assistente, em seguida, no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_423" class="wp-caption alignnone" style="width: 257px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-25.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-423" title="Figura 25" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-25-247x300.jpg" alt="Figura 25 – Criação da classe HibernateUtil" width="247" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 25 – Criação da classe HibernateUtil</p></div>
<p>O conteúdo da classe <strong>HibernateUtil </strong>será similar ao mostrado na <strong>Listagem 4</strong> a seguir:</p>
<p><strong>Listagem 4 – A classe HibernateUtil</strong></p>
<pre class="brush:java">package br.com.integrator.util;

import org.hibernate.SessionFactory;

import org.hibernate.cfg.Configuration;

public class HibernateUtil {

private  static final SessionFactory sessionFactory;

static {

try {

sessionFactory = new Configuration().configure()

.buildSessionFactory();

} catch (Throwable ex) {

System.err.println("Initial SessionFactory creation failed." + ex);

throw new ExceptionInInitializerError(ex);

}

}

public static SessionFactory getSessionFactory() {

return sessionFactory;

}

}</pre>
<p>A segunda classe que criaremos irá se chamar <strong>Main</strong> e será colocada no pacote <strong>br.com.integrator</strong>.</p>
<div id="attachment_424" class="wp-caption alignnone" style="width: 257px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-26.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-424" title="Figura 26" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-26-247x300.jpg" alt="Figura 26 – Criação da classe Main" width="247" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 26 – Criação da classe Main</p></div>
<p>O conteúdo da classe <strong>Main</strong> é mostrado na <strong>Listagem 5</strong> a seguir:</p>
<p><strong>Listagem 5 – A classe Main</strong></p>
<pre class="brush:java">package br.com.integrator;

import org.hibernate.HibernateException;

import org.hibernate.Session;

import org.hibernate.Transaction;

import br.com.integrator.util.HibernateUtil;

public class Main {

public static void main(String[] args) {

Session session = HibernateUtil.getSessionFactory().openSession();

Transaction transaction = null;

try {

transaction = session.beginTransaction();

Categoria categoria1 = new Categoria();

categoria1.setCategoria("Informática");

categoria1.setDescricao("Produtos de Informática");

session.save(categoria1);

Categoria categoria2 = new Categoria();

categoria2.setCategoria("Eletrodomésticos");

categoria2.setDescricao("Eletrodomésticos em Geral");

session.save(categoria2);

Categoria categoria3 = new Categoria();

categoria3.setCategoria("Livraria");

categoria3.setDescricao("Livros para todos os gostos");

session.save(categoria3);

transaction.commit();

} catch (HibernateException e) {

transaction.rollback();

e.printStackTrace();

} finally {

session.close();

}

}

}</pre>
<p>Executem a classe <strong>Main</strong> para que o <strong>Hibernate</strong> crie a tabela <strong>categoria</strong> e adicionem o conteúdo. Graças as configurações criadas no arquivo <strong>hibernate.cfg.xml</strong>, temos a saída na view <strong>Console</strong> como mostra a <strong>Figura 27</strong>.</p>
<div id="attachment_425" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-27.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-425" title="Figura 27" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-27-300x264.jpg" alt="Figura 27 – A saída no console criada na execução do exemplo" width="300" height="264" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 27 – A saída no console criada na execução do exemplo</p></div>
<h3>O Editor HQL e Criteria</h3>
<p>Para acessar o editor <strong>HQL</strong> do Hibernate Tools, cliquem com o direito do mouse em qualquer parte da view <strong>Hibernate Configurations</strong> e selecionem, no menu de contexto, o item <strong>HQL Editor</strong>.</p>
<div id="attachment_426" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-28.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-426" title="Figura 28" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-28-300x180.jpg" alt="Figura 28 – Chamando o editor HQL pelo menu de contexto na view Hibernate Configurations" width="300" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 28 – Chamando o editor HQL pelo menu de contexto na view Hibernate Configurations</p></div>
<p>No editor HQL, se digitarmos uma query HQL, veremos também na view <strong>Hibernate Dynamic SQL Preview</strong> a instrução SQL gerada automaticamente pelo Hibernate.</p>
<div id="attachment_427" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-29.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-427" title="Figura 29" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-29-300x162.jpg" alt="Figura 29 – Editor HQL em ação e a view Hibernate Dynamic SQL Preview exibindo a SQL gerada" width="300" height="162" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 29 – Editor HQL em ação e a view Hibernate Dynamic SQL Preview exibindo a SQL gerada</p></div>
<p>Ao mandarmos executar a query HQL, em <strong>Run HQL</strong>, vemos o resultado surgir na view <strong>Hibernate Query Result</strong>. Quando selecionamos este resultado, vemos os dados na view  <strong>Properties</strong>.</p>
<div id="attachment_428" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-30.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-428" title="Figura 30" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-30-300x104.jpg" alt="Figura 30 – Resultados encontrados na query HQL executada nas views Hibernate Query Result e Properties" width="300" height="104" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 30 – Resultados encontrados na query HQL executada nas views Hibernate Query Result e Properties</p></div>
<p>A parte de Criteria também é bem fácil de se criar. Cliquem com o direito do mouse sobre <strong>Session Factory&gt;br.com.integrator.Categoria</strong> e selecionem, no menu de contexto, o item <strong>Hibernate Criteria Editor</strong>.</p>
<div id="attachment_429" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-311.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-429" title="Figura 31" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-311-300x144.jpg" alt="Figura 31 – Abrindo o editor de criteria" width="300" height="144" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 31 – Abrindo o editor de criteria</p></div>
<p>Ao surgir o editor de Criteria, basta completarmos a instrução que desejamos executar. Em seguida,  clicamos no botão <strong>Run criteria</strong> (o mesmo botão que no editor HQL se chama <strong>Run HQL</strong>).</p>
<div id="attachment_430" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-32.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-430" title="Figura 32" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-32-300x108.jpg" alt="Figura 32 – Criação do Hibernate Criteria no editor e seu resultado apos clicar em Run criteria" width="300" height="108" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 32 – Criação do Hibernate Criteria no editor e seu resultado apos clicar em Run criteria</p></div>
<h3>Engenharia Reversa</h3>
<p>A engenharia reversa no Hibernate Tools também é de fácil utilização.</p>
<p>Para trabalhar com a engenharia reversa, é necessário termos o arquivo de configuração do Hibernate, configurado para conectar-se ao banco de dados pré-existente.</p>
<p>A engenharia reversa está preparada para gerar as classes, os arquivos .hbm.xml ou então anotações. Também é possível termos anotações JPA, relacionamentos e outros.</p>
<p>Para criar a engenharia reversa em nosso exemplo, cliquem com o direito do mouse na view <strong>Package Explorer</strong>. No menu de contexto selecionem <strong>New&gt;Hibernate Reverse Engineering File (reveng.xml)</strong>.</p>
<div id="attachment_431" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-33.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-431" title="Figura 33" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-33-300x128.jpg" alt="Figura 33 – Opção Hibernate Reverse Engineering File (reveng.xml) do menu de contexto" width="300" height="128" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 33 – Opção Hibernate Reverse Engineering File (reveng.xml) do menu de contexto</p></div>
<p>Na caixa de diálogo, selecionem o diretório <strong>src</strong> e mantenham o nome do arquivo padrão solicitado. Cliquem no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_432" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-34.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-432" title="Figura 34" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-34-300x264.jpg" alt="Figura 34 – Iniciando a criação do arquivo de configuração de engenharia reversa" width="300" height="264" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 34 – Iniciando a criação do arquivo de configuração de engenharia reversa</p></div>
<p>Na etapa seguinte, selecionem a configuração do console previamente criada em <strong>Console configuration</strong>. Cliquem no botão <strong>Refresh</strong> e selecionem no banco de dados a(s) tabela(s) que desejam trabalhar na engenharia reversa para utilizar com o Hibernate e confirmem no botão <strong>Include</strong>. Concluam o assistente no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_433" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-35.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-433" title="Figura 35" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-35-300x225.jpg" alt="Figura 35 – Seleção da tabela categoria para a engenharia reversa" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 35 – Seleção da tabela categoria para a engenharia reversa</p></div>
<p>O assistente irá gerar o arquivo de engenharia reversa. Agora iremos configurá-lo para que, na geração dos arquivos baseados na(s) tabela(s) do banco de dados, a conversão seja exatamente como desejamos.</p>
<p>Comecem indo na aba <strong>Type Mappings</strong> e cliquem no botão <strong>Refresh</strong>.</p>
<div id="attachment_434" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-36.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-434" title="Figura 36" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-36-300x141.jpg" alt="Figura 36 – Exibindo o banco de dados através do botão Refresh" width="300" height="141" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 36 – Exibindo o banco de dados através do botão Refresh</p></div>
<p>Na caixa de diálogo <strong>Select a console configuration</strong>, selecionem o console criado e confirmem no  botão <strong>OK</strong>.</p>
<div id="attachment_435" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-37.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-435" title="Figura 37" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-37-300x139.jpg" alt="Figura 37 – Seleção da configuração de console" width="300" height="139" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 37 – Seleção da configuração de console</p></div>
<p>Retornando para o editor, temos o banco de dados, tabela(s) e campo(s). Para que ocorra a engenharia reversa de forma correta, devemos <strong>Add</strong> cada um deles, editando o <strong>Hibernate Type</strong>, <strong>Length</strong> e também <strong>Not-Null</strong>.</p>
<p>Vejam  como é  mostrado na <strong>Figura 38</strong>.</p>
<div id="attachment_436" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-38.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-436" title="Figura 38" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-38-300x99.jpg" alt="Figura 38 – Configurando os tipos JDBC e  Hibernate da tabela para executar a engenharia reversa " width="300" height="99" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 38 – Configurando os tipos JDBC e  Hibernate da tabela para executar a engenharia reversa </p></div>
<p>O resultado do arquivo configurado, visto na aba <strong>Source</strong>, em formato XML, é como o mostrado na <strong>Listagem 6</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 6 – O arquivo hibernate.revenge.xml</strong></p>
<pre class="brush:xml">&lt;?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?&gt;

&lt;!DOCTYPE hibernate-reverse-engineering PUBLIC "-//Hibernate/Hibernate Reverse Engineering DTD 3.0//EN" "http://hibernate.sourceforge.net/hibernate-reverse-engineering-3.0.dtd" &gt;

&lt;hibernate-reverse-engineering&gt;

&lt;type-mapping&gt;

&lt;sql-type jdbc-type="BIGINT" hibernate-type="long"

not-null="true"&gt;

&lt;/sql-type&gt;

&lt;sql-type jdbc-type="VARCHAR" hibernate-type="string" length="50"

not-null="false"&gt;

&lt;/sql-type&gt;

&lt;sql-type jdbc-type="VARCHAR" hibernate-type="string"

not-null="false"&gt;

&lt;/sql-type&gt;

&lt;/type-mapping&gt;

&lt;table-filter match-catalog="hibernatenapratica" match-name="categoria"/&gt;

&lt;/hibernate-reverse-engineering&gt;</pre>
<p>Retornando a view <strong>Package Explorer</strong>, vamos configurar um console Hibernate para executar o arquivo de engenharia reversa criado. Cliquem com o direito do mouse sobre o arquivo <strong>hibernate.revenge.xml</strong> e selecionem, no menu de contexto, o item <strong>Hibernate Console Configuration</strong>.</p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Atenção:</strong> Esta etapa não é realmente necessária quando já existe um console configurado. Entretanto, na primeira vez que configuramos um, o acesso não havia sido feito desta maneira.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div id="attachment_437" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-39.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-437" title="Figura 39" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-39-300x115.jpg" alt="Figura 39 – Seleção do item Hibernate Console Configuration no menu de contexto" width="300" height="115" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 39 – Seleção do item Hibernate Console Configuration no menu de contexto</p></div>
<p>Na caixa de dialogo, alterem o campo <strong>Name</strong> para <strong>ProjUtilizandoHibernateToolsAnnotations</strong>. Verifiquem se <strong>Configuration file</strong> está corretamente apresentando o arquivo <strong>hibernate.cfg.xml</strong>.</p>
<div id="attachment_438" class="wp-caption alignnone" style="width: 254px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-40.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-438" title="Figura 40" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-40-244x300.jpg" alt="Figura 40 – Diálogo de criação da configuração do console Hibernate para a engenharia reversa" width="244" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 40 – Diálogo de criação da configuração do console Hibernate para a engenharia reversa</p></div>
<p>Através do botão <strong>Run As</strong> <a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/icone-run-as.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="alignnone size-full wp-image-439" title="icone-run-as" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/icone-run-as.jpg" alt="" width="34" height="21" /></a>, clicando no pequeno triângulo que aponta para baixo,  encontramos um menu onde temos o item <strong>Hibernate Code Generation Configurations</strong>.</p>
<div id="attachment_440" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-411.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-440" title="Figura 41" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-411-300x126.jpg" alt="Figura 41 – Menu Run As com a opção Hibernate Code Generation Configurations" width="300" height="126" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 41 – Menu Run As com a opção Hibernate Code Generation Configurations</p></div>
<p>Na caixa de diálogo <strong>Hibernate Code Generation Configurations</strong>, em <strong>Hibernate Code Generation</strong>, cliquem com o direito do mouse e selecionem, no menu de contexto, o item <strong>New</strong>.</p>
<div id="attachment_441" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-42.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-441" title="Figura 42" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-42-300x137.jpg" alt="Figura 42 – Acionando o menu de contexto em Hibernate Code Generation" width="300" height="137" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 42 – Acionando o menu de contexto em Hibernate Code Generation</p></div>
<p>Na lateral direita, tenham <strong>ProjUtilizandoHibernateToolsAnnotations</strong> em <strong>Console configuration</strong> selecionado. Em <strong>Output directory</strong>, cliquem em <strong>Browse</strong> e selecionem o local onde será(ão) gerada(s) a(s) classe(s), neste caso.</p>
<p>Digitem o pacote em <strong>Package</strong> e, em <strong>reveng.xml</strong>, cliquem em <strong>Setup</strong>.</p>
<div id="attachment_442" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-43.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-442" title="Figura 43" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-43-300x253.jpg" alt="Figura 43 – Configuração inicial da aba Main em Hibernate Code Generation Configurations" width="300" height="253" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 43 – Configuração inicial da aba Main em Hibernate Code Generation Configurations</p></div>
<p>Ao surgir o diálogo <strong>Setup reverse engineering</strong>, cliquem em <strong>Use existing</strong>.</p>
<div id="attachment_443" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-44.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-443" title="Figura 44" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-44-300x77.jpg" alt="Figura 44 – Selecionando o botão Use existing " width="300" height="77" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 44 – Selecionando o botão Use existing </p></div>
<p>Selecionem o item <strong>hibernate.reveng.xml</strong> e confirmem no botão <strong>OK</strong>.</p>
<div id="attachment_444" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-45.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-444" title="Figura 45" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-45-300x287.jpg" alt="Figura 45 – Seleção do arquivo hibernate.reveng.xml" width="300" height="287" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 45 – Seleção do arquivo hibernate.reveng.xml</p></div>
<p>Retornando ao diálogo <strong>Hibernate Code Generation Configurations</strong>, ainda na aba <strong>Main</strong>, temos todas as informações que desejamos preenchidas, como na <strong>Figura 46</strong>.</p>
<div id="attachment_445" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-46.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-445" title="Figura 46" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-46-300x253.jpg" alt="Figura 46 – Aba Main do diálogo Hibernate Code Generation Configurations preenchido" width="300" height="253" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 46 – Aba Main do diálogo Hibernate Code Generation Configurations preenchido</p></div>
<p>Agora iremos na aba <strong>Exporters</strong>, ao qual iremos marcar <strong>Generate EJB 3 annotations</strong> e <strong>Domain code (.java)</strong>.</p>
<div id="attachment_446" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-47.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-446" title="Figura 47" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-47-300x285.jpg" alt="Figura 47 – Opções de exportação da caixa de diálogo Hibernate Code Generation Configurations" width="300" height="285" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 47 – Opções de exportação da caixa de diálogo Hibernate Code Generation Configurations</p></div>
<p>Por fim, vamos clicar no botão <strong>Run</strong> para executar a engenharia reversa.</p>
<div id="attachment_447" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-48.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-447" title="Figura 48" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-48-300x298.jpg" alt="Figura 48 – Executando a engenharia reversa através do botão Run" width="300" height="298" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 48 – Executando a engenharia reversa através do botão Run</p></div>
<p>Neste último exemplo, o resultado é a classe Categoria sendo criada com anotações.</p>
<p><strong>Considerações finais</strong></p>
<p>Como vocês puderam ver, o Hibernate Tools é uma ferramenta bem interessante para aqueles que trabalham com o framework Hibernate. Seja para criar suas configurações através dos assistentes, para executar as queries HQL ou Criteria em seus editores, vale a pena  instalar e conhecer este plugin do Eclipse IDE.</p>
<p>Até o próximo artigo pessoALL.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Ajax com JSF 2.0</title>
		<link>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/06/04/ajax-com-jsf-2-0/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 11:28:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[JSF 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Eclipse IDE]]></category>
		<category><![CDATA[Java EE 6]]></category>
		<category><![CDATA[JavaServer Faces]]></category>
		<category><![CDATA[Tomcat]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, tudo bom? Como vão vocês? Depois que fiz a publicação do artigo Ajax com JSF 1.2 utilizando JBoss RichFaces, alguns leitores me enviaram e-mail pedindo um exemplo com o JSF 2.0. Então, atendendo aos pedidos, este artigo ensina como fazer o exemplo com JSF 1.2 utilizando o AJAX da biblioteca RichFaces, mas em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal, tudo bom? Como vão vocês?</p>
<p>Depois que fiz a publicação do artigo <a href="../2010/05/22/ajax-com-jsf-1-2-utilizando-jboss-richfaces/">Ajax com JSF 1.2 utilizando JBoss RichFaces</a>, alguns leitores me enviaram e-mail pedindo um exemplo com o JSF 2.0.</p>
<p>Então, atendendo aos pedidos, este artigo ensina como fazer o exemplo com JSF 1.2 utilizando o AJAX da biblioteca RichFaces, mas em JSF 2.0, sem adição de biblioteca AJAX.</p>
<h3>Obtendo e instalando o Eclipse IDE</h3>
<p>Para desenvolver este exemplo, utilizei a versão do Eclipse IDE 3.6, ainda em desenvolvimento, em um ambiente voltado para o trabalho com Java EE. Para obter o Eclipse IDE, já configurado com o ambiente Web, vá ao endereço <a href="http://www.eclipse.org/downloads/"><strong>http://www.eclipse.org/downloads/</strong></a> e selecione a aba <strong>Developer Builds</strong> e clique em <strong>Eclipse IDE for Java EE Developers</strong>. Lembre-se de selecionar o seu sistema operacional.</p>
<p>Ao baixar, descompacte em um local desejado de sua máquina.</p>
<h3>O Servidor Java</h3>
<p>Para este artigo, vamos utilizar o Tomcat 7.0, ainda em desenvolvimento. Para baixar o binário do Tomcat 7, vá até o endereço  <strong><a href="http://people.apache.org/%7Emarkt/dev/tomcat-7/v7.0.0-RC3/bin/">http://people.apache.org/~markt/dev/tomcat-7/v7.0.0-RC3/bin/</a></strong>. Antes de continuarmos, vale lembrá-los que este endereço pode mudar até a versão final e que, por ser uma versão de desenvolvimento, não deve ser utilizada em produção.</p>
<p>A versão que vamos baixar é a compactada. Por exemplo, se o seu Windows for de uma versão 64bits, baixe o arquivo <strong><a href="http://people.apache.org/%7Emarkt/dev/tomcat-7/v7.0.0-RC3/bin/apache-tomcat-7.0.0-RC3-windows-x64.zip">apache-tomcat-7.0.0-RC3-windows-x64.zip</a></strong>.</p>
<p><strong>Atenção:</strong> O Tomcat 7.0 roda somente na JDK 6 ou superior.</p>
<h3>As bibliotecas</h3>
<p>Para trabalhar com o JavaServer Faces 2.0, primeiramente será preciso configurar os arquivos e a estrutura necessária.</p>
<p>O contêiner Servlet Tomcat 7, por padrão, não possue suporte direto ao JavaServer Faces, ou seja, não contém as bibliotecas necessárias para o desenvolvimento com o mesmo.</p>
<p>Para baixar o JSF, faça download no endereço<strong> </strong><a href="https://javaserverfaces.dev.java.net/"><strong>https://javaserverfaces.dev.java.net/</strong></a>. Ao baixar o arquivo, simplesmente descompacte em um diretório de sua escolha.</p>
<h4>JavaServer Faces rodando em seu aplicativo Web</h4>
<p>Para ter o JavaServer Faces 2.0 em sua aplicação, você possui dois arquivos do tipo JAR:</p>
<ol>
<li><strong>jsf-api.jar</strong></li>
<li><strong>jsf-impl.jar</strong></li>
</ol>
<p><strong> </strong></p>
<h4>As bibliotecas JSTL</h4>
<p>Os arquivos JSTL estão no endereço  <a href="http://www.apache.org/dist/jakarta/taglibs/standard/binaries/"><strong>http://www.apache.org/dist/jakarta/taglibs/standard/binaries/</strong></a>, onde utilizaremos dois arquivos JARs:</p>
<ol>
<li><strong>jstl.jar</strong></li>
<li><strong>standard.jar</strong></li>
</ol>
<p><strong> </strong></p>
<h3>Criando o projeto</h3>
<p>Clique no menu <strong>File&gt;New&gt;Dynamic Web Project</strong>. Na caixa de diálogo <strong>New Dynamic Web Project</strong>, digite <strong>ProjAjaxComJSF2 </strong>(ou o nome que desejar dar) em <strong>Project name</strong>. Clique no botão <strong>New Runtime</strong> e, na caixa de diálogo <strong>New Server Runtime Environment</strong>, expanda <strong>Apache</strong> e selecione <strong>Apache Tomcat v7.0</strong>. Clique no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_377" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-1.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-medium wp-image-377" title="Figura-1" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-1-300x292.jpg" alt="Figura 1 – Selecionando o Apache Tomcat 7" width="300" height="292" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1 – Selecionando o Apache Tomcat 7</p></div>
<p>Na próxima etapa, selecione o diretório onde está localizado o seu Tomcat 7, clicando em <strong>Browse</strong>. Lembre-se da versão do JDK 6 para trabalhar com o Tomcat. Confirme no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_378" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-2.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-medium wp-image-378" title="Figura-2" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-2-300x292.jpg" alt="Figura 2 – Definindo o local onde foi instalado o Tomcat 7" width="300" height="292" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2 – Definindo o local onde foi instalado o Tomcat 7</p></div>
<p>Retornando a primeira etapa da criação do projeto, em <strong>Configuration</strong>, selecione <strong>JavaServer Faces v2.0 Project</strong>. Com suas definições completas, podemos prosseguir em <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_379" class="wp-caption alignnone" style="width: 294px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-3.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-medium wp-image-379" title="Figura-3" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-3-284x300.jpg" alt="Figura 3 – Definição inicial do projeto completa" width="284" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 3 – Definição inicial do projeto completa</p></div>
<p>Iremos executar o botão <strong>Next</strong> até a última etapa, ao qual definiremos as bibliotecas do projeto.</p>
<p>Na última etapa do assistente, deixe <strong>Type</strong> como <strong>User Library</strong>, caso não esteja.</p>
<div id="attachment_380" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-4.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-medium wp-image-380" title="Figura-4" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-4-300x57.jpg" alt="Figura 4 – Definindo em biblioteca de usuário" width="300" height="57" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 4 – Definindo em biblioteca de usuário</p></div>
<p>Logo abaixo, na lateral direita, você encontra o ícone <strong>Manage libraries</strong>. Dê um clique nele.</p>
<div id="attachment_381" class="wp-caption alignnone" style="width: 241px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-5.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-full wp-image-381" title="Figura-5" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-5.jpg" alt="Figura 5 – Seleção de Manage libraries" width="231" height="86" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 5 – Seleção de Manage libraries</p></div>
<p>Ao abrir a caixa de diálogo <strong>Preferences</strong>, verá que está filtrado direto no item <strong>User Libraries</strong>. Clique no botão <strong>New</strong> e, na caixa de diálogo <strong>New User Library</strong> digite <strong>JSF2</strong> e confirme.</p>
<div id="attachment_382" class="wp-caption alignnone" style="width: 304px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-6.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-full wp-image-382" title="Figura-6" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-6.jpg" alt="Figura 6 – Criando a biblioteca de usuário JSF2" width="294" height="209" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 6 – Criando a biblioteca de usuário JSF2</p></div>
<p>Retornando para <strong>Preferences</strong>, selecione <strong>JSF2</strong> e clique no botão <strong>Add JARs</strong>. Selecione os JARs do JSF 2.0 que necessitamos para o projeto e confirme.</p>
<p>Faça o mesmo processo para criar uma nova biblioteca de usuário, mas a chame desta vez de <strong>JSTL</strong>. Adicione as bibliotecas JSTL a esta biblioteca de usuário. Confirme por fim a caixa de diálogo <strong>Preferences</strong> no botão <strong>OK</strong>.</p>
<div id="attachment_383" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-7.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-medium wp-image-383" title="Figura-7" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-7-300x216.jpg" alt="Figura 7 – Bibliotecas de usuário JSF2 e JSTL criadas" width="300" height="216" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 7 – Bibliotecas de usuário JSF2 e JSTL criadas</p></div>
<p>Por fim, selecione as bibliotecas de usuário criadas, pois elas serão adicionadas ao projeto automaticamente. Confirme a criação do projeto no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_384" class="wp-caption alignnone" style="width: 268px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-8.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-medium wp-image-384" title="Figura-8" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-8-258x300.jpg" alt="Figura 8 – Finalizando a criação do projeto com a seleção das bibliotecas de usuário criadas" width="258" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 8 – Finalizando a criação do projeto com a seleção das bibliotecas de usuário criadas</p></div>
<p>Na finalização do projeto, o Eclipse lançará uma mensagem perguntando se desejamos mudar de perspectiva. Diga que sim, clicando em <strong>Yes</strong>. O Eclipse alterará de perspectiva, colocando na <strong>Java EE</strong>.</p>
<h3>O  deployment descriptor</h3>
<p>O assistente do projeto criou automaticamente o <strong>web.xml</strong> com suas respectivas configurações. <strong> </strong></p>
<h3>Criando o JavaBean Texto</h3>
<p>Com o direito do mouse sobre o projeto, selecione <strong>New&gt;Class</strong> no menu de contexto.</p>
<p>Na caixa de diálogo <strong>New Java Class</strong>, preencha o pacote (<strong>br.com.integrator</strong>) e o nome da classe, no caso <strong>Texto</strong>, em <strong>Name</strong>. Confirme no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_385" class="wp-caption alignnone" style="width: 269px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-9.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-medium wp-image-385" title="Figura-9" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-9-259x300.jpg" alt="Figura 9 – A classe Texto" width="259" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 9 – A classe Texto</p></div>
<p>Altere a classe <strong>Texto</strong> conforme mostrado na <strong>Listagem 1</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 1 – O JavaBean Texto</strong></p>
<pre class="brush:java">package br.com.integrator;

@ManagedBean(name="textoBean")

@RequestScoped

public class Texto {

private String texto;

public String getTexto() {

return texto;

}

public void setTexto(String texto) {

this.texto = texto;

}

}</pre>
<h3>Sem utilizar o arquivo faces-config.xml</h3>
<p>Caso o leitor ainda não teve a oportunidade, recomendo ler o meu artigo <strong><a href="../2010/02/09/javaserver-faces-2-0-na-pratica-parte-2/">JavaServer Faces 2.0 na Prática – Parte 2</a></strong>, que explica como funciona atualmente o JSF na versão 2.0.<strong> </strong></p>
<h3>Criando a página JSF com suporte ao AJAX</h3>
<p>Com o direito do mouse sobre <strong>WebContent</strong>, vá no menu de contexto em <strong>New&gt;HTML File</strong>.  No diálogo <strong>New HTML File</strong>, dê o nome no arquivo de <strong>ajaxjsf.xhtml</strong> e prossiga no assistente clicando em <strong>Next</strong></p>
<p>.</p>
<div id="attachment_386" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-10.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-medium wp-image-386" title="Figura-10" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-10-300x266.jpg" alt="Figura 10 – Criando uma página JSF 2" width="300" height="266" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 10 – Criando uma página JSF 2</p></div>
<p>Na última etapa de criação da página, como não temos definido um Template que se encaixe na nossa necessidade de desenvolvimento da página, selecione o primeiro item da lista, no caso <strong>New Facelet Composition Page</strong>. Finalize no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_387" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-11.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-medium wp-image-387" title="Figura-11" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-11-300x274.jpg" alt="Figura 11 – Seleção do template New Facelet Composition Page" width="300" height="274" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 11 – Seleção do template New Facelet Composition Page</p></div>
<p>Com a página <strong>ajaxjsf.xhtml</strong> criada e aberta no editor, altere-a deixando exatamente como mostrado na <strong>Listagem 2 </strong> a seguir:  <strong>Listagem 2 – A página ajaxjsf.xhtml completa</strong></p>
<pre class="brush:xml">&lt;!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD XHTML 1.0 Transitional//EN"

"http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-transitional.dtd"&gt;

&lt;html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"

xmlns:h="http://java.sun.com/jsf/html"

xmlns:f="http://java.sun.com/jsf/core"&gt;

&lt;h:head&gt;&lt;title&gt;Ajax com JSF 2.0&lt;/title&gt;&lt;/h:head&gt;

&lt;h:body&gt;

&lt;h:form id="form1"&gt;

&lt;h:outputScript name="jsf.js" library="javax.faces" target="head"/&gt;

&lt;h:inputText id="texto" value="#{textoBean.texto}"&gt;

&lt;f:ajax event="keyup" execute="form1:texto" render="form1:resultado"/&gt;

&lt;/h:inputText&gt;

&lt;br /&gt;

Resultado:

&lt;strong&gt;

&lt;h:outputLabel id="resultado" value="#{textoBean.texto}" /&gt;

&lt;/strong&gt;

&lt;/h:form&gt;

&lt;/h:body&gt;

&lt;/html&gt;</pre>
<div id="attachment_388" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-12.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-medium wp-image-388" title="Figura-12" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-12-300x239.jpg" alt="Figura 12 – Página ajaxjsf.xhtml no editor visual Web Page Editor" width="300" height="239" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 12 – Página ajaxjsf.xhtml no editor visual Web Page Editor</p></div>
<p>Por fim, execute a página, já que o cursor e o foco estão nela, indo ao meu <strong>Run&gt; Run As&gt;Run on Server</strong>. Na caixa de diálogo, deixe o Tomcat como escolha para executar o projeto e clique no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_389" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-13.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-medium wp-image-389" title="Figura-13" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-13-300x299.jpg" alt="Figura 13 – Selecionando o servidor Java para executar o projeto" width="300" height="299" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 13 – Selecionando o servidor Java para executar o projeto</p></div>
<p>Adicione em <strong>Configured </strong>o projeto e clique no botão <strong>Finish</strong>. Neste momento o Apache Tomcat iniciará, executando a página JSF contendo o AJAX.</p>
<p>O aplicativo é de simples compreensão, como o criado no exemplo com <a href="../2010/05/22/ajax-com-jsf-1-2-utilizando-jboss-richfaces/">JSF 1.2 e RichFaces</a>. O texto digitado no campo de texto, é enviado ao servidor sem que seja submetido por um botão. Transportado ao Managed Bean <strong>textoBean</strong>, representado pela classe <strong>Texto</strong>, o valor enviado é retornado ao label abaixo, em <strong>Resultado</strong>. Como estamos usando AJAX, o texto vai sendo digitado e enviado a cada nova letra para o servidor e retornada à página sem um reload no browser.</p>
<div id="attachment_391" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-14.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-medium wp-image-391" title="Figura-14" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-14-300x122.jpg" alt="Figura 14 – A página executada" width="300" height="122" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 14 – A página executada</p></div>
<p>Este envio ao servidor, sem reload na página, e o retorno é feito graças ao suporte ao AJAX do JSF 2.0, pela tag <strong>&lt;f:ajax /&gt;</strong>:</p>
<p>&lt;h:inputText id=<em>&#8220;texto&#8221;</em> value=<em>&#8220;#{textoBean.texto}&#8221;</em>&gt;</p>
<p><strong> </strong><strong>&lt;f:ajax event=<em>&#8220;keyup&#8221;</em> execute=<em>&#8220;form1:texto&#8221;</em> render=<em>&#8220;form1:resultado&#8221;</em>/&gt;</strong></p>
<p>&lt;/h:inputText&gt;</p>
<p>Esta tag trabalha com o evento JavaScript onkeyup (que no caso deve ser <strong>keyup</strong>), que chama o servidor e renderiza o resultado onde o atributo <strong>render</strong> estiver apontando. Observe que esta tag está dentro da tag JSF <strong>&lt;h:inputText/&gt;</strong>, que é exatamente onde ela trabalhará para receber o evento e se comunicar com o servidor, transmitindo as informações nela contidas.</p>
<p><strong>No próximo artigo </strong></p>
<p>No próximo artigo veremos uma biblioteca AJAX compatível com JSF 2.0 e alguns recursos interessantes que ela pode nos oferecer.</p>
<p>Até o próximo artigo pessoALL.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/06/04/ajax-com-jsf-2-0/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>14</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ajax com JSF 1.2 utilizando JBoss RichFaces</title>
		<link>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/05/22/ajax-com-jsf-1-2-utilizando-jboss-richfaces/</link>
		<comments>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/05/22/ajax-com-jsf-1-2-utilizando-jboss-richfaces/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 22 May 2010 04:49:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[RichFaces]]></category>
		<category><![CDATA[AJAX]]></category>
		<category><![CDATA[Eclipse IDE]]></category>
		<category><![CDATA[Java EE 6]]></category>
		<category><![CDATA[JSF 1.2]]></category>
		<category><![CDATA[Tomcat]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.edsongoncalves.com.br/?p=346</guid>
		<description><![CDATA[Olá Pessoal, tudo bom? Como vão vocês? Muitos leitores perguntam como usar o RichFaces para trabalhar com o framework JavaServer Faces 1.2. Este artigo ensina como configurar o RichFaces em sua aplicação JSF, criando um pequeno exemplo, já conhecido na Internet, para demonstrar seu funcionamento. O RichFaces O RichFaces é um conjunto de componentes JSF [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal, tudo bom? Como vão vocês?</p>
<p>Muitos leitores perguntam como usar o RichFaces para trabalhar com o framework JavaServer Faces 1.2.</p>
<p>Este artigo ensina como configurar o RichFaces em sua aplicação JSF, criando um pequeno exemplo, já conhecido na Internet, para demonstrar seu funcionamento.</p>
<h2>O RichFaces</h2>
<p>O RichFaces é um conjunto de componentes JSF ricos que estendem ou adicionam novos ao JSF padrão.</p>
<p>Sem necessitar de uma linha sequer de JavaScript, o RichFaces fornece componentes que possibilitam utilizar suas páginas sem que haja um reload padrão (quando submetemos uma página ou formulário ao servidor), o que chamamos de AJAX (Asynchronous JavaScript And XML).</p>
<p>Os componentes RichFaces são divididos em duas bibliotecas de tags:  a RichFaces, que fornece temas (skin)  e Ajax4jsf Component Development Kit (CDK).</p>
<h3>Obtendo e instalando o Eclipse IDE</h3>
<p>Para desenvolver aplicações Web usando a plataforma Eclipse, primeiramente você deverá ter o Eclipse em um ambiente voltado para o desenvolvimento Java EE. Para obter o Eclipse IDE, já configurado com o ambiente Web, vá ao endereço <a href="http://www.eclipse.org/downloads/"><strong>http://www.eclipse.org/downloads/</strong></a> e selecione o link <strong>Eclipse IDE for Java EE Developers</strong>.</p>
<p>Ao baixar, descompacte em um local desejado de sua máquina.</p>
<h3>O plug-in JBoss Tools</h3>
<p>Após a descompactação do Eclipse, execute-o para que possamos baixar o plug-in JBoss Tools, que auxiliará no desenvolvimento da aplicação. No Eclipse, vá ao menu <strong>Help&gt;Install New Software</strong>. Digite o endereço  <strong>http://download.jboss.org/jbosstools/updates/stable/galileo/</strong> em <strong>Work with </strong>e clique no botão <strong>Add</strong>. Digite <strong>JBoss Tools</strong> em <strong>Name</strong>, no diálogo que surgiu e confirme no botão <strong>OK</strong>.</p>
<p>Prossiga no assistente até baixar e instalar o plugin. Reinicie o Eclipse IDE no final da instalação.</p>
<h3>Baixando o RichFaces</h3>
<p>Todas as bibliotecas serão utilizadas como no projeto original, menos a do Apache Trinidad que será substituída.</p>
<p>Para baixar as bibliotecas do RichFaces, <a href="http://www.jboss.org/richfaces/download/milestones.html" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<p>A versão utilizada neste tutorial é a <strong>RichFaces 3.3.3</strong>. Entretanto, versões mais recentes poderão ser usadas, desde que compatíveis com o framework JSF 1.2.</p>
<p>Baixe a versão  <strong>Stable Builds</strong>, por ser considerada a estável para produção.</p>
<div id="attachment_347" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-11.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-347" title="Figura 1" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-11-300x108.jpg" alt="Figura 1 – Página de download do RichFaces" width="300" height="108" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1 – Página de download do RichFaces</p></div>
<h3>O Servidor Java</h3>
<p>Para este artigo, vamos utilizar o Tomcat 6.0.x.</p>
<h3>As bibliotecas</h3>
<p>Para trabalhar com o JavaServer Faces, primeiramente será preciso configurar os arquivos e a estrutura necessária.</p>
<p>Alguns servidores, assim como o contêiner Servlet Tomcat 6, por padrão, não possuem suporte direto ao JavaServer Faces, ou seja, não contém as bibliotecas necessárias para o desenvolvimento com o mesmo.</p>
<p>Caso queira</p>
<p>Para baixar o JSF, faça download no endereço<strong> </strong><a href="https://javaserverfaces.dev.java.net/"><strong>https://javaserverfaces.dev.java.net/</strong></a>, ou diretamente, <a href="https://javaserverfaces.dev.java.net/files/documents/1866/146226/mojarra-1.2_14-binary.zip"><strong>clicando aqui</strong></a>. Ao baixar o arquivo, simplesmente desempacote em um diretório de sua escolha.</p>
<h4>JavaServer Faces rodando em seu aplicativo Web</h4>
<p>Para ter o JavaServer Faces 1.2 em sua aplicação, você possui dois arquivos do tipo JAR:</p>
<ol>
<li><strong>jsf-api.jar</strong></li>
<li><strong>jsf-impl.jar</strong></li>
</ol>
<p><strong> </strong></p>
<h4>As bibliotecas JSTL</h4>
<p>Adicionadas por padrão pelo JBoss Tools, quando criado um projeto, com dois arquivos JARs:</p>
<ol>
<li><strong>jstl.jar</strong></li>
<li><strong>standard.jar</strong></li>
</ol>
<p>Os arquivos JSTL estão no endereço  <a href="http://www.apache.org/dist/jakarta/taglibs/standard/binaries/"><strong>http://www.apache.org/dist/jakarta/taglibs/standard/binaries/</strong></a>, caso tenha interesse em saber onde encontrar.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Para torná-los disponíveis em sua aplicação é simples, basta colocar esses arquivos listados no diretório <strong>lib</strong>, encontrado em WEB-INF de sua aplicação Web.</p>
<p>Porém, como vamos utilizar um ambiente de trabalho baseado no Eclipse IDE, será mais fácil essa configuração.</p>
<h4>As bibliotecas RichFaces</h4>
<p>Ao baixar e descompactar, dentro do diretório <strong>lib</strong>, encontrado na descompactação, temos estes três arquivos:</p>
<ul>
<li><strong>richfaces-api-3.3.3.Final.jar</strong></li>
<li><strong>richfaces-impl-3.3.3.Final.jar</strong></li>
<li><strong>richfaces-ui-3.3.3.Final.jar</strong></li>
</ul>
<h3>Criando o projeto</h3>
<p>Crie um novo projeto indo ao menu <strong>File&gt;New&gt;Project</strong>. Na caixa de diálogo <strong>New</strong>, selecione <strong>JBoss Tools Web&gt;JSF&gt;JSF Project</strong>. Clique no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_348" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-21.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-348" title="Figura 2" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-21-300x232.jpg" alt="Figura 2 – Diálogo New Project com JSF Project selecionado" width="300" height="232" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2 – Diálogo New Project com JSF Project selecionado</p></div>
<p>Na segunda etapa, digite o nome do projeto, em <strong>Project Name</strong> e continue com <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_349" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-31.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-349" title="Figura 3" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-31-300x215.jpg" alt="Figura 3 – Segunda etapa com o nome do projeto " width="300" height="215" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 3 – Segunda etapa com o nome do projeto </p></div>
<p>Na terceira etapa, selecione em <strong>New</strong> o servidor de aplicações Java que vamos utilizar. No caso, selecionaremos o Tomcat.</p>
<div id="attachment_350" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-4.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-350" title="Figura 4" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-4-300x215.jpg" alt="Figura 4 – Selecionando um novo servidor para rodar a aplicação" width="300" height="215" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 4 – Selecionando um novo servidor para rodar a aplicação</p></div>
<div id="attachment_351" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-5.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-351" title="Figura 5" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-5-300x281.jpg" alt="Figura 5 – Seleção do Apache Tomcat 6.0" width="300" height="281" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 5 – Seleção do Apache Tomcat 6.0</p></div>
<p>Na configuração do servidor de aplicativos Apache Tomcat, caso você não tenha ainda baixado e instalado, pode clicar no botão <strong>Download and Install</strong>. Termine o diálogo clicando no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_352" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-6.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-352" title="Figura 6" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-6-300x281.jpg" alt="Figura 6 – Local da instalação do Apache Tomcat" width="300" height="281" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 6 – Local da instalação do Apache Tomcat</p></div>
<p>Termine o projeto, agora que já possuímos o Tomcat configurado, clicando no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_353" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-7.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-353" title="Figura 7" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-7-300x215.jpg" alt="Figura 7 – Servidor Tomcat configurado no projeto" width="300" height="215" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 7 – Servidor Tomcat configurado no projeto</p></div>
<p>Como estamos usando o JBoss Tools, na finalização do projeto, o Eclipse lançará uma mensagem perguntando se desejamos mudar de perspectiva. Diga que sim, clicando em <strong>Yes</strong>.</p>
<div id="attachment_354" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-8.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-354" title="Figura 8" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-8-300x97.jpg" alt="Figura 8 – Pedido de alteração de perspectiva " width="300" height="97" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 8 – Pedido de alteração de perspectiva </p></div>
<p>O Eclipse alterará de perspectiva, colocando na <strong>Web Development</strong>, onde temos outras views na lateral esquerda.</p>
<p>Observe na view <strong>Package Explorer</strong> o projeto com seus arquivos e bibliotecas adicionadas.</p>
<div id="attachment_355" class="wp-caption alignnone" style="width: 236px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-9.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-355" title="Figura 9" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-9-226x300.jpg" alt="Figura 9 – Projeto criado" width="226" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 9 – Projeto criado</p></div>
<p><strong>Observação:</strong> Um detalhe importante neste formato de projeto é que, diferente de uma aplicação Web criada pelo plugin WTP do Eclipse, é que as bibliotecas no plugin JBoss Tools ficarão em <strong>lib</strong>.</p>
<h3>Importando as bibliotecas</h3>
<p>Vamos agora importar as bibliotecas do projeto. Clique com o direito do mouse sobre o diretório <strong>lib</strong>, na view <strong>Package Explorer</strong> e selecione, no menu de contexto, o item <strong>Import</strong>.</p>
<div id="attachment_356" class="wp-caption alignnone" style="width: 274px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-10.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-356" title="Figura 10" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-10-264x300.jpg" alt="Figura 10 – Seleção do Import no menu de contexto" width="264" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 10 – Seleção do Import no menu de contexto</p></div>
<p>Na caixa de diálogo <strong>Import</strong>, selecione <strong>General&gt;File System</strong> e clique no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_357" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-111.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-357" title="Figura 11" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-111-300x220.jpg" alt="Figura 11 – Caixa de diálogo Import com General&gt;File System selecionado" width="300" height="220" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 11 – Caixa de diálogo Import com General&gt;File System selecionado</p></div>
<p>Na segunda etapa da importação, selecione no botão <strong>Browse</strong> o local onde se encontram os arquivos do <strong>RichFaces</strong> (as bibliotecas). Selecione somente as listadas anteriormente neste artigo e confirme no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_358" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-12.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-358" title="Figura 12" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-12-300x256.jpg" alt="Figura 12 – Selecionando as bibliotecas do RichFaces para importação no diretório lib" width="300" height="256" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 12 – Selecionando as bibliotecas do RichFaces para importação no diretório lib</p></div>
<p>Repita o mesmo processo, importando novos arquivos para o diretório <strong>lib</strong> do projeto, só que desta vez, adicionando as bibliotecas do JavaServer Faces 1.2.</p>
<div id="attachment_359" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-13.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-359" title="Figura 13" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-13-300x243.jpg" alt="Figura 13 – Seleção das bibliotecas JSF para importação no diretório lib" width="300" height="243" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 13 – Seleção das bibliotecas JSF para importação no diretório lib</p></div>
<p>No final, veremos as bibliotecas importadas no projeto, junto as existentes desde sua criação, como mostra a <strong>Figura 14</strong>.</p>
<div id="attachment_360" class="wp-caption alignnone" style="width: 231px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-14.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-360" title="Figura 14" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-14-221x300.jpg" alt="Figura 14 – Bibliotecas existentes no projeto" width="221" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 14 – Bibliotecas existentes no projeto</p></div>
<h3>Configurando o RichFaces no deployment descriptor</h3>
<p>No arquivo <strong>web.xml</strong> adicione as configurações necessárias para termos o JBoss RichFaces, como mostra a <strong>Listagem 1 </strong> a seguir:</p>
<p><strong>Listagem 1 – O arquivo web.xml com o RichFaces configurado</strong></p>
<pre class="brush:xml">&lt;?xml version="1.0"?&gt;

&lt;web-app version="2.5" xmlns="http://java.sun.com/xml/ns/javaee"

xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance"

xsi:schemaLocation="http://java.sun.com/xml/ns/javaee

http://java.sun.com/xml/ns/javaee/web-app_2_5.xsd"&gt;

&lt;display-name&gt;ProjUtilizandoRichFaces&lt;/display-name&gt;

&lt;!-- Configuração do RichFaces --&gt;

&lt;context-param&gt;

&lt;param-name&gt;org.richfaces.SKIN&lt;/param-name&gt;

&lt;param-value&gt;blueSky&lt;/param-value&gt;

&lt;/context-param&gt;

&lt;filter&gt;

&lt;display-name&gt;RichFaces Filter&lt;/display-name&gt;

&lt;filter-name&gt;richfaces&lt;/filter-name&gt;

&lt;filter-class&gt;org.ajax4jsf.Filter&lt;/filter-class&gt;

&lt;/filter&gt;

&lt;filter-mapping&gt;

&lt;filter-name&gt;richfaces&lt;/filter-name&gt;

&lt;servlet-name&gt;Faces Servlet&lt;/servlet-name&gt;

&lt;dispatcher&gt;REQUEST&lt;/dispatcher&gt;

&lt;dispatcher&gt;FORWARD&lt;/dispatcher&gt;

&lt;dispatcher&gt;INCLUDE&lt;/dispatcher&gt;

&lt;/filter-mapping&gt;

&lt;listener&gt;

&lt;listener-class&gt;com.sun.faces.config.ConfigureListener&lt;/listener-class&gt;

&lt;/listener&gt;

&lt;!-- Faces Servlet --&gt;

&lt;servlet&gt;

&lt;servlet-name&gt;Faces Servlet&lt;/servlet-name&gt;

&lt;servlet-class&gt;javax.faces.webapp.FacesServlet&lt;/servlet-class&gt;

&lt;load-on-startup&gt;1&lt;/load-on-startup&gt;

&lt;/servlet&gt;

&lt;!-- Faces Servlet Mapping --&gt;

&lt;servlet-mapping&gt;

&lt;servlet-name&gt;Faces Servlet&lt;/servlet-name&gt;

&lt;url-pattern&gt;*.jsf&lt;/url-pattern&gt;

&lt;/servlet-mapping&gt;

&lt;login-config&gt;

&lt;auth-method&gt;BASIC&lt;/auth-method&gt;

&lt;/login-config&gt;

&lt;/web-app&gt;
</pre>
<p>O RichFaces possui um template padrão para seus componentes. A configuração deste template é feita no <strong>web.xml</strong>, através dos seguintes elementos:</p>
<pre class="brush:xml">&lt;context-param&gt;
&lt;param-name&gt;org.richfaces.SKIN&lt;/param-name&gt;
&lt;param-value&gt;blueSky&lt;/param-value&gt;
&lt;/context-param&gt;</pre>
<p>Os temas existentes até o momento são:</p>
<ul>
<li>DEFAULT</li>
<li>plain</li>
<li>emeraldTown</li>
<li>blueSky</li>
<li>wine</li>
<li>japanCherry</li>
<li>ruby</li>
<li>classic</li>
<li>deepMarine</li>
<li>NULL</li>
<li>laguna</li>
<li>darkX</li>
<li>glassX</li>
</ul>
<p>Para funcionar os componentes RichFaces e Ajax4fjsf, incluímos o filtro <strong>org.ajax4jsf.Filter</strong>, com os seguintes elementos:</p>
<pre class="brush:xml">&lt;filter&gt;
&lt;display-name&gt;RichFaces Filter&lt;/display-name&gt;
&lt;filter-name&gt;richfaces&lt;/filter-name&gt;
&lt;filter-class&gt;org.ajax4jsf.Filter&lt;/filter-class&gt;
&lt;/filter&gt;
&lt;filter-mapping&gt;
&lt;filter-name&gt;richfaces&lt;/filter-name&gt;
&lt;servlet-name&gt;Faces Servlet&lt;/servlet-name&gt;
&lt;dispatcher&gt;REQUEST&lt;/dispatcher&gt;
&lt;dispatcher&gt;FORWARD&lt;/dispatcher&gt;
&lt;dispatcher&gt;INCLUDE&lt;/dispatcher&gt;
&lt;/filter-mapping&gt;</pre>
<h3>Criando o JavaBean Texto</h3>
<p>Com o direito do mouse sobre o projeto, selecione <strong>New&gt;Class</strong> no menu de contexto.</p>
<p>Na caixa de diálogo <strong>New Java Class</strong>, preencha o pacote (<strong>br.com.integrator</strong>) e o nome da classe, no caso <strong>Texto</strong>, em <strong>Name</strong>. Confirme no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_361" class="wp-caption alignnone" style="width: 266px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-18.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-361" title="Figura 18" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-18-256x300.jpg" alt="Figura 15 – A classe Texto" width="256" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 15 – A classe Texto</p></div>
<p>Altere a classe <strong>Texto</strong> conforme mostrado na <strong>Listagem 2</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 2 – O JavaBean Texto</strong></p>
<pre class="brush:java">package br.com.integrator;

public class Texto {

private String texto;

public String getTexto() {
return texto;
}

public void setTexto(String texto) {
this.texto = texto;
}
}</pre>
<h3>Configurando o Managed Bean</h3>
<p>Abra o arquivo <strong>faces-config.xml</strong>, e clique na aba inferior <strong>Tree</strong>. Em <strong>Faces Config Editor</strong>, clique no item <strong>Managed Beans</strong>. Na lateral direita, clique em <strong>Add</strong>, como mostra a <strong>Figura 16</strong>.</p>
<div id="attachment_362" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-19.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-362" title="Figura 19" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-19-300x132.jpg" alt="Figura 16 – Configurando um Managed Bean no arquivo faces-config.xml" width="300" height="132" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 16 – Configurando um Managed Bean no arquivo faces-config.xml</p></div>
<p>Na caixa de diálogo <strong>New Managed Bean</strong>, mantenha <strong>Scope </strong>como <strong>request</strong>. Em <strong>Class</strong>, clique em <strong>Browse</strong> e selecione a classe <strong>br.com.integrator.Texto</strong>. Digite o nome, em <strong>Name</strong>, do Managed Bean de <strong>textoBean</strong>. Confirme em <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_363" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-20.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-363" title="Figura 20" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-20-300x227.jpg" alt="Figura 17 – Configurando o Managed Bean textoBean" width="300" height="227" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 17 – Configurando o Managed Bean textoBean</p></div>
<p>Se clicarmos em <strong>Source</strong>, veremos que a ferramenta configurou visualmente o XML de <strong>faces-config.xml</strong> como na <strong>Listagem 3</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 3 – O managed bean textoBean adicionado ao faces-config.xml</strong></p>
<pre class="brush:xml">&lt;?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?&gt;
&lt;faces-config version="1.2" xmlns="http://java.sun.com/xml/ns/javaee"
xmlns:xi="http://www.w3.org/2001/XInclude"
xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://java.sun.com/xml/ns/javaee http://java.sun.com/xml/ns/javaee/web-facesconfig_1_2.xsd"&gt;

&lt;managed-bean&gt;
&lt;managed-bean-name&gt;textoBean&lt;/managed-bean-name&gt;
&lt;managed-bean-class&gt;br.com.integrator.Texto&lt;/managed-bean-class&gt;
&lt;managed-bean-scope&gt;request&lt;/managed-bean-scope&gt;
&lt;/managed-bean&gt;

&lt;/faces-config&gt;</pre>
<div id="attachment_364" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-211.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-364" title="Figura 21" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-211-300x122.jpg" alt="Figura 18 – O arquivo faces-config.xml com o managed bean textoBean configurado" width="300" height="122" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 18 – O arquivo faces-config.xml com o managed bean textoBean configurado</p></div>
<h3>Criando a página JSF com suporte ao RichFaces</h3>
<p>Mude agora para a view <strong>Web Projects</strong>, que está ao lado de <strong>Package Explorer</strong>.</p>
<div id="attachment_365" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-15.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-365" title="Figura 15" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-15-300x206.jpg" alt="Figura 19 – A view Web Projects" width="300" height="206" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 19 – A view Web Projects</p></div>
<p>Com o direito do mouse sobre <strong>WebContent</strong>, vá no menu de contexto em <strong>New&gt;File&gt;JSP</strong>. No diálogo <strong>New File JSP</strong>, dê o nome no arquivo de <strong>richfaces</strong>, selecione <strong>JSFBasePage</strong> em <strong>Template</strong> e prossiga no assistente, clicando em <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_366" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-16.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-366" title="Figura 16" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-16-300x238.jpg" alt="Figura 20 – Criando uma página JSF" width="300" height="238" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 20 – Criando uma página JSF</p></div>
<p>Na última etapa de criação da página, marque as tag libraries: <strong>JBoss Ajax4jsf</strong>, <strong>JBoss RichFaces</strong>, <strong>JSF Core</strong> e <strong>JSF HTML</strong>. Finalize no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_367" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-17.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-367" title="Figura 17" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-17-300x263.jpg" alt="Figura 21 – Seleção das taglibs da página" width="300" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 21 – Seleção das taglibs da página</p></div>
<p>Com a página <strong>richfaces.jsp</strong> criada e aberta no editor, altere-a deixando exatamente como mostrado na <strong>Listagem 4 </strong> a seguir:</p>
<p><strong>Listagem 4 – A página richfaces.jsp completa</strong></p>
<pre class="brush:html">&lt;%@ taglib uri="http://java.sun.com/jsf/html" prefix="h" %&gt;
&lt;%@ taglib uri="http://java.sun.com/jsf/core" prefix="f" %&gt;
&lt;%@ taglib uri="http://richfaces.org/rich" prefix="rich" %&gt;
&lt;%@ taglib uri="http://richfaces.org/a4j" prefix="a4j" %&gt;
&lt;html&gt;
&lt;head&gt;
&lt;title&gt;Minha Primeira Página com JBoss RichFaces&lt;/title&gt;
&lt;/head&gt;
&lt;body&gt;
&lt;f:view&gt;
&lt;h:form&gt;

Digite seu texto aqui:
&lt;h:inputText id="texto" value="#{textoBean.texto}"&gt;
&lt;a4j:support event="onkeyup" reRender="resultado"/&gt;
&lt;/h:inputText&gt;
&lt;br /&gt;
Resultado:
&lt;strong&gt;
&lt;h:outputLabel id="resultado" value="#{textoBean.texto}" /&gt;
&lt;/strong&gt;

&lt;/h:form&gt;
&lt;/f:view&gt;
&lt;/body&gt;
&lt;/html&gt;</pre>
<div id="attachment_368" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-22.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-368" title="Figura 22" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-22-300x222.jpg" alt="Figura 22 – Página richfaces.jsp no editor visual e de códigos do JBoss Tools" width="300" height="222" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 22 – Página richfaces.jsp no editor visual e de códigos do JBoss Tools</p></div>
<p>Observe que o editor de códigos do JBoss Tools deverá reconhecer o Managed Bean.</p>
<div id="attachment_369" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-24.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-369" title="Figura 24" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-24-300x68.jpg" alt="Figura 23 – Reconhecimento do Managed Bean pelo editor de códigos" width="300" height="68" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 23 – Reconhecimento do Managed Bean pelo editor de códigos</p></div>
<p>Por fim, execute a página indo ao meu <strong>Run&gt; Run As&gt;Run on Server</strong>. Na caixa de diálogo, deixe o Tomcat como escolha para executar o projeto e clique no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_370" class="wp-caption alignnone" style="width: 292px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-25.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-370" title="Figura 25" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-25-282x300.jpg" alt="Figura 24 – Selecionando o servidor Java para executar o projeto" width="282" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 24 – Selecionando o servidor Java para executar o projeto</p></div>
<p>Adicione em <strong>Configured </strong>o projeto e clique no botão <strong>Finish</strong>. Neste momento o Apache Tomcat iniciará, executando a página JSF contendo o AJAX do RichFaces.</p>
<div id="attachment_371" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-26.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-371" title="Figura 26" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-26-300x293.jpg" alt="Figura 25 – Finalizando o assistente para executar o projeto no Apache Tomcat" width="300" height="293" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 25 – Finalizando o assistente para executar o projeto no Apache Tomcat</p></div>
<p>O aplicativo é de simples compreensão. Simplesmente o texto digitado no campo de texto é enviado ao servidor, levado ao Managed Bean textoBean, representado pela classe Texto, cujo é retornado ao label abaixo, em <strong>Resultado</strong>. Em uma página JSF comum, teríamos que submeter a página para termos tal resultado. Como estamos usando AJAX, o texto vai sendo digitado e enviado a cada nova letra para o servidor e retornada a página sem um reload no browser.</p>
<div id="attachment_372" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-23.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-372" title="Figura 23" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-23-300x88.jpg" alt="Figura 26 – A página executada" width="300" height="88" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 26 – A página executada</p></div>
<p>Este envio ao servidor sem reload na página e o retorno é feito graças ao Ajax4jsf, pela tag &lt;a4j:support /&gt;:</p>
<p>&lt;h:inputText id=<em>&#8220;texto&#8221;</em> value=&#8221;#{textoBean.texto}&#8221;&gt;</p>
<p><strong> </strong><strong>&lt;a4j:support event=&#8221;onkeyup&#8221; reRender=&#8221;resultado&#8221;/&gt;</strong></p>
<p>&lt;/h:inputText&gt;</p>
<p>Esta tag trabalha com o evento JavaScript onkeyup, que chama o servidor e renderiza o resultado onde o atributo reRender estiver apontando. Observe que esta tag está dentro da tag JSF &lt;h:inputText/&gt;, que é exatamente onde ela trabalhará para receber o evento e se comunicar com o servidor, transmitindo as informações nela contidas.</p>
<p><strong>No próximo artigo </strong></p>
<p>No próximo artigo sobre RichFaces, vamos ver como trabalhar com Upload de arquivos, cuja dúvida é muito comum nesta biblioteca.</p>
<p>Até o próximo artigo pessoALL.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/05/22/ajax-com-jsf-1-2-utilizando-jboss-richfaces/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>9</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Segurança passo a passo com Spring Security 3.0</title>
		<link>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/04/25/seguranca-passo-a-passo-com-spring-security-3-0/</link>
		<comments>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/04/25/seguranca-passo-a-passo-com-spring-security-3-0/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Apr 2010 09:48:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Spring]]></category>
		<category><![CDATA[Eclipse IDE]]></category>
		<category><![CDATA[Hibernate]]></category>
		<category><![CDATA[Java EE 6]]></category>
		<category><![CDATA[JPA Project]]></category>
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		<category><![CDATA[Tomcat]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.edsongoncalves.com.br/?p=309</guid>
		<description><![CDATA[Olá, tudo bom? Como vão vocês? Este artigo é o primeiro de uma série que falaremos sobre segurança em aplicações Java, começando com a primeira parte do artigo sobre Spring Security.  Dúvidas e críticas são bem vindas. Segurança de dados através do Spring Security A segurança de áreas restritas em aplicações Web escritas em Java [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, tudo bom? Como vão vocês?</p>
<p>Este artigo é o primeiro de uma série que falaremos sobre segurança em aplicações Java, começando com a primeira parte do artigo sobre Spring Security.  Dúvidas e críticas   são bem vindas.</p>
<h2>Segurança de dados através do Spring Security</h2>
<p>A segurança de áreas restritas em aplicações Web escritas em Java não é uma tarefa das mais triviais.</p>
<p>Sabendo que não era simples criar áreas de segurança, em 2003 surge o Acegi Security System for Spring, um framework extremamente configurável  e complexo. Comum na época, suas configurações eram baseadas em XML e demorava um tempo para que o desenvolvedor o dominasse completamente.</p>
<p>O projeto Acegi evoluiu e, em 2007, foi incorporado aos projetos do Spring Framework, sendo renomeado para Spring Security.</p>
<p>A versão 2.0 foi lançada em 2008 e em 2010 a versão 3.0, a que iremos utilizar neste artigo.</p>
<h4>Download do Framework</h4>
<p>Para trabalhar com o Spring Security, você deve realizar o download no endereço <a href="http://www.springsource.org/download"><strong><em>http://www.springsource.org/download</em></strong></a>. No momento em que este artigo é escrito, a versão utilizada é a <strong>Spring </strong><strong>Security 3.0.2</strong>. Clique em <strong>Download</strong>.</p>
<div id="attachment_310" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-12.jpg" rel="lightbox[309]"><img class="size-medium wp-image-310" title="Figura 1" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-12-300x71.jpg" alt="Figura 1 – Local de download do Spring Security 3.0.2" width="300" height="71" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1 – Local de download do Spring Security 3.0.2</p></div>
<p>Baixe a versão <strong>spring-security-3.0.2.RELEASE.zip</strong>. Ao baixar, descompacte o arquivo extraindo todos os JARs existentes no diretório lib.</p>
<div id="attachment_311" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-22.jpg" rel="lightbox[309]"><img class="size-medium wp-image-311" title="Figura 2" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-22-300x116.jpg" alt="Figura 2 – Download do Spring Security" width="300" height="116" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2 – Download do Spring Security</p></div>
<p>Também será preciso baixar o Spring Framework. No momento em que este artigo é escrito, a versão utilizada é a <strong>Spring </strong><strong>Framework 3.0.2</strong>.</p>
<div id="attachment_312" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-3.jpg" rel="lightbox[309]"><img class="size-medium wp-image-312" title="Figura 3" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-3-300x118.jpg" alt="Figura 3 – Download do Spring Framework" width="300" height="118" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 3 – Download do Spring Framework</p></div>
<h2>Como o Spring Security trabalha</h2>
<p>Da mesma forma que faríamos se estivéssemos utilizando JAAS, o Spring Security trabalha a segurança através de declarações baseadas em papéis (roles). Seja em XML ou Anotações, o Spring Security  não necessita chamar método algum para realizar uma autenticação ou autorização.</p>
<p>Através dos roles definidos, podemos informar ao aplicativo em questão, ao qual está sendo assegurada  uma área, quais recursos podem ser acessados ou restringidos a uma determinada pessoa que acessou a área restrita.</p>
<h2>Preparando o ambiente de trabalho</h2>
<p>Para este artigo, iremos utilizar a IDE da <a href="http://www.springsource.com/" target="_blank">Spring Source</a>, divisão da <a href="http://www.vmware.com/" target="_blank">VMware</a>,  criada sobre a plataforma Eclipse, chamada de SpringSource Tools Suite.</p>
<p>Para baixar o SpringSource Tools Suite, <a href="http://www.springsource.com/products/springsource-tool-suite-download">clique aqui</a>, preencha o formulário e faça o Download. Como a ferramenta possui uma opção de instalador, use-a como facilitador se desejar. Na própria página onde baixar o arquivo, haverá a explicação da instalação em cada plataforma, em <strong>Installation Instructions</strong>.<strong> </strong></p>
<h3>Criando um projeto</h3>
<p>No SpringSource Tools Suite, clique no menu <strong>File&gt;New&gt;Dynamic Web Project</strong>. Na caixa de diálogo <strong>New Dynamic Web Project</strong>, digite <strong>ProjSpringSecurity</strong> (ou o nome que desejar) em <strong>Project name</strong>.</p>
<p>O SpringSource Tools Suite possui embutido um servidor de aplicações Java Web baseado no Apache Tomcat 6, só que com algumas modificações. Entretanto, vamos utilizar o Tomcat, que pode ser adicionado como mostro <a href="../category/spring-mvc-3-0/#o-apache-tomcat-no-projeto">neste artigo</a>.</p>
<p>Confirme a criação do projeto no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<h3>Adicionando as bibliotecas ao Projeto</h3>
<p>Com o direito do mouse sobre o projeto, na view <strong>Project Explorer</strong>, vá até <strong>Properties</strong>. Na  caixa de diálogo das propriedades do projeto, vá até <strong>Java EE Module Dependencies</strong>. Clique em <strong>Add External JARs</strong> e adicione os seguintes arquivos:</p>
<ol>
<li><strong>org.springframework.aop-3.0.2.RELEASE.jar</strong></li>
<li><strong>org.springframework.asm-3.0.2.RELEASE.jar</strong></li>
<li><strong>org.springframework.beans-3.0.2.RELEASE.jar</strong></li>
<li><strong>org.springframework.context-3.0.2.RELEASE.jar</strong></li>
<li><strong>org.springframework.core-3.0.2.RELEASE.jar</strong></li>
<li><strong>org.springframework.expression-3.0.2.RELEASE.jar</strong></li>
<li><strong>org.springframework.transaction-3.0.2.RELEASE.jar</strong></li>
<li><strong>org.springframework.web-3.0.2.RELEASE.jar</strong></li>
<li><strong>spring-security-config-3.0.2.RELEASE.jar</strong></li>
<li><strong>spring-security-core-3.0.2.RELEASE.jar</strong></li>
<li><strong>spring-security-taglibs-3.0.2.RELEASE.jar</strong></li>
<li><strong>spring-security-web-3.0.2.RELEASE.jar</strong></li>
<li><strong>commons-logging-1.1.1.jar</strong></li>
</ol>
<p>Note que o 13º item é um JAR que não pertence a família do Spring Framework. Você pode baixar o arquivo compactado, contendo a biblioteca <strong>commons-logging-1.1.1.jar</strong>, clicando <a href="http://commons.apache.org/logging/">aqui</a>.</p>
<div id="attachment_313" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-4.jpg" rel="lightbox[309]"><img class="size-medium wp-image-313" title="Figura 4" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-4-300x173.jpg" alt="Figura 4 – Arquivos JARs adicionados ao projeto" width="300" height="173" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 4 – Arquivos JARs adicionados ao projeto</p></div>
<h2>Uma aplicação simples com Spring Security</h2>
<p>Para exemplificar como funciona o Spring Security, vamos criar uma aplicação simples com apenas uma área segura. Esta área segura será representada dentro de um diretório, chamado <strong>admin</strong>.</p>
<p>Teremos duas páginas <strong>index.jsp</strong>: uma na raiz do aplicativo e outra dentro do diretório <strong>admin</strong>, como mostra a <strong>Figura 5</strong>.</p>
<div id="attachment_314" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-5.jpg" rel="lightbox[309]"><img class="size-medium wp-image-314" title="Figura 5" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-5-300x275.jpg" alt="Figura 5 – As páginas do Projeto" width="300" height="275" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 5 – As páginas do Projeto</p></div>
<h3>As páginas JSP</h3>
<p>A página <strong>index.jsp</strong>, existente dentro do diretório <strong>admin</strong> exibe apenas uma mensagem simples, como mostra a <strong>Figura 6</strong>, com apenas HTML.</p>
<p>O conteúdo é mostrado na <strong>Listagem 1</strong>.</p>
<div id="attachment_315" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-6.jpg" rel="lightbox[309]"><img class="size-medium wp-image-315" title="Figura 6" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-6-300x143.jpg" alt="Figura 6 – Página index.jsp exibida após logar na área admin" width="300" height="143" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 6 – Página index.jsp exibida após logar na área admin</p></div>
<p><strong>Listagem 1 – O conteúdo HTML da página /admin/index.jsp</strong></p>
<pre class="brush:html">&lt;!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01

Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd"&gt;

&lt;html&gt;

&lt;head&gt;

&lt;title&gt;Usuário Logado&lt;/title&gt;

&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=ISO-8859-1"&gt;

&lt;/head&gt;

&lt;body&gt;

&lt;h2&gt;Parabéns, você está logado!&lt;/h2&gt;

&lt;/body&gt;

&lt;/html&gt;
</pre>
<p>A página <strong>index.jsp </strong>encontrada na raiz exibe apenas um link que o leva até a área administrativa. Sua aparência é idêntica a <strong>Figura 7</strong>.</p>
<p>O conteúdo da página <strong>index.jsp </strong>encontrada na raiz da aplicação é mostrado na <strong>Listagem 2</strong>.</p>
<div id="attachment_316" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-7.jpg" rel="lightbox[309]"><img class="size-medium wp-image-316" title="Figura 7" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-7-300x125.jpg" alt="Figura 7 – Página index.jsp exibida quando acessada a aplicação" width="300" height="125" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 7 – Página index.jsp exibida quando acessada a aplicação</p></div>
<p><strong>Listagem 2 – O conteúdo HTML da página /index.jsp</strong></p>
<pre class="brush:html">&lt;!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN"

"http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd"&gt;

&lt;html&gt;

&lt;head&gt;

&lt;title&gt;Página Inicial&lt;/title&gt;

&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=ISO-8859-1"&gt;

&lt;/head&gt;

&lt;body&gt;

&lt;h2&gt;Uma aplicação simples com Spring Security&lt;/h2&gt;

&lt;hr /&gt;

&lt;a href="admin"&gt;Clique aqui para acessar a área administrativa&lt;/a&gt;

&lt;/body&gt;

&lt;/html&gt;
</pre>
<h3>Configurando o web.xml</h3>
<p>Para que o Spring Security, assim como o Spring, precisamos configurar o web.xml. O Spring Security utiliza um filtro HTTP para interceptar as URLs acessadas e verificar as permissões de acesso.</p>
<p>A <strong>Listagem 3</strong> exibe a configuração do arquivo <strong>web.xml</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 3 – O arquivo web.xml</strong></p>
<pre class="brush:xml">&lt;?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?&gt;

&lt;web-app xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance"

xmlns="http://java.sun.com/xml/ns/javaee"

xmlns:web="http://java.sun.com/xml/ns/javaee/web-app_2_5.xsd"

xsi:schemaLocation="http://java.sun.com/xml/ns/javaee

http://java.sun.com/xml/ns/javaee/web-app_2_5.xsd"

id="WebApp_ID" version="2.5"&gt;

&lt;display-name&gt;ProjSpringSecurity&lt;/display-name&gt;

&lt;listener&gt;

&lt;listener-class&gt;org.springframework.web.context.ContextLoaderListener&lt;/listener-class&gt;

&lt;/listener&gt;

&lt;filter&gt;

&lt;filter-name&gt;springSecurityFilterChain&lt;/filter-name&gt;

&lt;filter-class&gt;org.springframework.web.filter.DelegatingFilterProxy&lt;/filter-class&gt;

&lt;/filter&gt;

&lt;filter-mapping&gt;

&lt;filter-name&gt;springSecurityFilterChain&lt;/filter-name&gt;

&lt;url-pattern&gt;/*&lt;/url-pattern&gt;

&lt;/filter-mapping&gt;

&lt;welcome-file-list&gt;

&lt;welcome-file&gt;index.jsp&lt;/welcome-file&gt;

&lt;/welcome-file-list&gt;

&lt;/web-app&gt;
</pre>
<p>Para configurar o Spring Security, utilizamos o filtro <strong>org.springframework.web.filter.DelegatingFilterProxy</strong>, devidamente configurado na <strong>Listagem 3</strong>. O filtro está sendo aplicado em todo o aplicativo, podendo ser visto no elemento &lt;<strong>url-pattern /&gt;</strong>.</p>
<p><strong>Atenção:</strong> Um detalhe importante que precisa ser notado é o nome do filtro, colocado no elemento <strong>&lt;filter-name/&gt;</strong>.  Não o altere, pois o Spring já espera pelo nome <strong>springSecurityFilterChain</strong>.</p>
<h3>Configurando o applicationContext.xml</h3>
<p>O Spring Security será configurado no arquivo <strong>applicationContext.xml</strong>. Este arquivo deverá ser criado dentro do diretório <strong>WEB-INF</strong>, com o conteúdo mostrado na <strong>Listagem 4</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 4 – O arquivo applicationContext.xml</strong></p>
<pre class="brush:xml">&lt;?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?&gt;

&lt;beans:beans xmlns="http://www.springframework.org/schema/security"

xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance"

xmlns:beans="http://www.springframework.org/schema/beans"

xsi:schemaLocation="http://www.springframework.org/schema/beans

http://www.springframework.org/schema/beans/spring-beans.xsd

http://www.springframework.org/schema/security

http://www.springframework.org/schema/security/spring-security-3.0.xsd"&gt;

&lt;http auto-config="true"&gt;

&lt;intercept-url pattern="/admin/**" access="ROLE_ADMIN" /&gt;

&lt;/http&gt;

&lt;authentication-manager&gt;

&lt;authentication-provider&gt;

&lt;user-service&gt;

&lt;user name="edson" password="integrator" authorities="ROLE_ADMIN" /&gt;

&lt;/user-service&gt;

&lt;/authentication-provider&gt;

&lt;/authentication-manager&gt;

&lt;/beans:beans&gt;
</pre>
<p>No Spring Security, as configurações de autenticação e autorização estão sendo feitas no arquivo de contexto padrão do Spring (<strong>applicationContext.xml</strong>). Para que este arquivo seja lido, adicionamos no <strong>web.xml</strong> o elemento <strong>&lt;listener /&gt;</strong>, contendo o listener <strong>org.springframework.web.context.ContextLoaderListener</strong>.</p>
<p>O listener do Spring faz com que as configurações sejam carregadas na inicialização da aplicação Web.</p>
<p>Ao ser carregado pelo listener, o arquivo da <strong>Listagem 4</strong> declara os usuários e suas regras de acesso ao aplicativo.</p>
<p>O controle de acesso é feito pelo elemento <strong>&lt;http /&gt;</strong>, do <strong>applicationContext.xml</strong>. Este controle é definido no sub-elemento <strong>&lt;intercept-url /&gt;</strong>. O atributo <strong>pattern</strong>, de <strong>&lt;intercept-url /&gt;</strong>, informa, através de uma expressão, em qual local o filtro deve agir, bem como define a sua regra de acesso, através do atributo <strong>access</strong>.</p>
<p>Para que possamos definir que qualquer elemento dentro do diretório <strong>admin</strong> fique acessível somente para os usuários do role ROLE_ADMIN, adicionamos uma expressão comum no Apache Ant.</p>
<p>Caso tenhamos mais de um sub-elemento <strong>&lt;intercept-url /&gt;</strong>, teremos sua interpretação sendo feita por ordem de definição, sendo que, a primeira que atender a regra, será chamada. Na prática, isto significa que, se houver <strong>/admin/relatorios/**</strong> e <strong>/admin/**</strong>, o primeiro caso deverá ser lido primeiro, portanto será o primeiro a ser adicionado na ordem em  <strong>applicationContext.xml</strong>.</p>
<p>O atributo <strong>auto-config</strong>, com o valor <strong>true</strong>, indica a configuração automática da aplicação para utilizar um formulário de login. O JSP do formulário é gerado automaticamente pelo Spring Security neste caso. A <strong>Figura 8</strong> exibe o formulário gerado pelo Spring Security.</p>
<div id="attachment_317" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-8.jpg" rel="lightbox[309]"><img class="size-medium wp-image-317" title="Figura 8" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-8-300x149.jpg" alt="Figura 8 – Formulário de login gerado automaticamente pelo Spring Security" width="300" height="149" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 8 – Formulário de login gerado automaticamente pelo Spring Security</p></div>
<p>Com o atributo <strong>&lt;authentication-manager&gt;</strong>, gerenciamos os usuários e seus respectivos roles  que darão permissão ao diretório especificado anteriormente, em <strong>&lt;intercept-url /&gt;</strong>, pelo filtro.</p>
<p>Para facilitar a compreensão do exemplo, adicionamos apenas um usuário, através de <strong>&lt;user/&gt;</strong>, informando o nome de usuário, a senha e o seu papel de acesso.</p>
<p>Ao logar no aplicativo, o Spring analisará qual role é permitido no diretório e quem possui  tal permissão.</p>
<h2>Personalizando o formulário de acesso a área restrita</h2>
<p>É interessante ter uma geração automática de formulário no Spring Security, ajuda a testar a codificação, com certeza. Mas não é agradável ao aplicativo como um todo, pois sempre precisamos criar o formulário com as características gerais desenvolvidas no layout das páginas.</p>
<h3>Criando a página personalizada de login</h3>
<p>Para isso, o Spring Security nos fornece a personalização do formulário.  A <strong>Listagem 5</strong> exibe o conteúdo da página <strong>/login.jsp</strong> que ficará na raiz do seu aplicativo, junto com <strong>index.jsp</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 5 – A página login.jsp</strong></p>
<pre class="brush:html">&lt;!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd"&gt;

&lt;html&gt;

&lt;head&gt;

&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=ISO-8859-1"&gt;

&lt;title&gt;Área Restrita&lt;/title&gt;

&lt;/head&gt;

&lt;body&gt;

&lt;h2&gt;Área Restrita&lt;/h2&gt;

&lt;hr /&gt;

&lt;%

if(request.getParameter("error") != null){

if (request.getParameter("error").equals("invalido")){

%&gt;

&lt;p&gt;

&lt;span style="color:red"&gt;

Usuário ou Senha inválidos

&lt;/span&gt;

&lt;/p&gt;

&lt;%

} //fim do if equals

}//fim do if null

%&gt;

&lt;form action="j_spring_security_check" method="post"&gt;

Usuário: &lt;input name="j_username" type="text" value="${not empty login_error ? SPRING_SECURITY_LAST_USERNAME : ''}" /&gt;

&lt;br /&gt;

Senha: &lt;input type="password" name="j_password"&gt;&lt;br /&gt;

&lt;input type="submit" value="Efetuar Login"&gt;&lt;br /&gt;

&lt;a href="index.jsp"&gt;Retornar para a Página Inicial&lt;/a&gt;

&lt;/form&gt;

&lt;/body&gt;

&lt;/html&gt;
</pre>
<p>Para que o formulário funcione com o Spring Security, as regras mais básicas são:</p>
<ul>
<li>O atributo <strong>action</strong> deve apontar para <strong>j_spring_security_check</strong>;</li>
<li>O atributo <strong>name</strong> da caixa de entrada de  texto, do nome de usuário, deve ser <strong>j_username</strong>;</li>
<li>O atributo <strong>name</strong> da caixa de entrada de senha deve ser <strong>j_ password</strong>.</li>
</ul>
<p>Estes princípios básicos farão com que seu formulário funcione com o Spring Security. Entretanto, precisamos mostrar uma mensagem de erro, caso o usuário não tenha colocado as informações necessárias ou, as mesmas não sejam compatíveis com o registrado no sistema para permitir a entrada na área restrita.</p>
<p>É exatamente o papel do <strong>if(request.getParameter(&#8220;error&#8221;) </strong>e <strong>if (request.getParameter(&#8220;error&#8221;).equals(&#8220;invalido&#8221;))</strong>,  na página <strong>login.jsp</strong>, personalizado, com um parâmetro que iremos transmitir, através do Spring Security, caso ocorra um erro na permissão.</p>
<p>A página personalizada pode ser vista na <strong>Figura 9</strong>.</p>
<div id="attachment_318" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-9.jpg" rel="lightbox[309]"><img class="size-medium wp-image-318" title="Figura 9" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-9-300x193.jpg" alt="Figura 9 – Formulário de acesso a área restrita personalizado" width="300" height="193" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 9 – Formulário de acesso a área restrita personalizado</p></div>
<h3>Alterando o arquivo applicationContext.xml</h3>
<p>Por fim, mas não menos importante, precisamos alterar o arquivo <strong>applicationContext.xml</strong> para que o Spring Security passe a trabalhar com a página de login personalizada que criamos. A seguir você tem o trecho, contendo o elemento <strong>&lt;form-login/&gt;</strong>, que deve ser inserido por entre o elemento <strong>&lt;http /&gt;</strong>:</p>
<p><strong>&lt;form-login login-page=<em>&#8220;/login.jsp&#8221;</em> authentication-failure-url=<em>&#8220;/login.jsp?error=invalido&#8221;</em>/&gt;</strong></p>
<p>O elemento &lt;form-login/&gt; é de simples compreensão, pois temos atributos que descrevem bem sua função:</p>
<p>login-page: A página personalizada com o formulário de substituição do padrão existente no framework</p>
<p><strong>authentication-failure-url</strong>: URL de retorno caso ocorra um erro. Note que adicionamos,  após “?” , <strong>error=invalido</strong>. Isto demonstra, claramente, que não é uma regra fixa o que pode ser transmitido, caso ocorra um erro, na entrada de uma determinada área restrita.</p>
<div id="attachment_319" class="wp-caption alignnone" style="width: 273px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-10.jpg" rel="lightbox[309]"><img class="size-medium wp-image-319" title="Figura 10" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-10-263x300.jpg" alt="Figura 10 – Resultado final do projeto com todos os arquivos criados" width="263" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 10 – Resultado final do projeto com todos os arquivos criados</p></div>
<h2>No próximo artigo sobre Spring Security</h2>
<p>Embora tenhamos conhecido os elementos básicos de utilização do Spring Security, restou colocar o acesso ao banco de dados para fazer uma autenticação verdadeira, como ocorre em sistemas.</p>
<p>No próximo artigo veremos como fazer para trabalhar com Spring Security e o acesso ao banco de dados, com um exemplo completo, passo a passo.</p>
<p>Até o próximo artigo pessoALL.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/04/25/seguranca-passo-a-passo-com-spring-security-3-0/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>21</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>JPA 2.0 na Prática com Hibernate 3.5</title>
		<link>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/03/09/jpa-2-0-na-pratica-com-hibernate-3-5/</link>
		<comments>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/03/09/jpa-2-0-na-pratica-com-hibernate-3-5/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 00:07:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[JPA 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Eclipse IDE]]></category>
		<category><![CDATA[Hibernate]]></category>
		<category><![CDATA[Java EE 6]]></category>
		<category><![CDATA[JPA]]></category>
		<category><![CDATA[JPA Project]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.edsongoncalves.com.br/?p=236</guid>
		<description><![CDATA[Olá, tudo bom? Como vão vocês? Embora meus artigos sobre JPA 2.0 tenham uma sequencia, este em especial está sendo postado para sanar as dúvidas de vários leitores que me pediram para ensiná-los a usar o Hibernate 3.5, como ORM provider, para trabalhar com JPA 2.0. Dúvidas e críticas são bem vindas. Preparação do ambiente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, tudo bom? Como vão vocês?<br />
Embora meus artigos sobre JPA 2.0 tenham uma sequencia, este em especial está sendo postado para sanar as dúvidas de vários leitores que me pediram para ensiná-los a usar o Hibernate 3.5, como ORM provider, para trabalhar com JPA 2.0.<br />
Dúvidas e críticas são bem vindas.</p>
<h2>Preparação do ambiente de trabalho</h2>
<p>Se você olhou o artigo <a href="../2010/01/25/jpa-2-0-na-pratica-parte-1/" target="_self">JPA na Prática – Parte 1</a>, será similar no banco de dados e  na ferramenta porém, haverá uma modificação na biblioteca JPA.</p>
<h3>A  biblioteca JPA</h3>
<p>O Hibernate é um ORM como o EclipseLink, muito utilizado no desenvolvimento Web com Java,  cujo a versão 3.5 possui suporte a Java Persistence API 2.0.  Você pode baixá-la <a href="https://www.hibernate.org/">clicando aqui</a>. Clique em <strong>Download</strong>, no menu lateral esquerdo.</p>
<p>A versão, no momento em que escrevo, é a 3.5.0-CR-2 (ainda em desenvolvimento).</p>
<p>Os arquivos que terá de baixar serão:</p>
<ul>
<li><strong>Hibernate Core </strong></li>
<li><strong>Hibernate JPAModelGen </strong></li>
</ul>
<p>Ao baixar os arquivos, descompacte-os.  Você precisará das seguintes bibliotecas:</p>
<ul>
<li><strong>hibernate3.jar</strong></li>
<li><strong>antlr-2.7.6.jar</strong></li>
<li><strong>commons-collections-3.1.jar</strong></li>
<li><strong>dom4j-1.6.1.jar</strong></li>
<li><strong>javassist-3.9.0.GA.jar</strong></li>
<li><strong>jta-1.1.jar</strong></li>
<li><strong>slf4j-api-1.5.8.jar</strong></li>
<li><strong>hibernate-jpa-2.0-api-1.0.0-CR-1.jar</strong></li>
</ul>
<p>Além destes arquivos, será necessário utilizar as bibliotecas da <a href="http://www.slf4j.org/">Simple Logging Facade for Java</a>, SLF4J. Baixe o arquivo com todas as bibliotecas da SLF4J <a href="http://www.slf4j.org/download.html">aqui</a>.</p>
<p>Descompacte o arquivo após baixá-lo.  Você precisará das seguintes bibliotecas:</p>
<ul>
<li><strong>slf4j-jdk14-1.5.11.jar</strong></li>
<li><strong>slf4j-log4j12-1.5.11.jar</strong></li>
</ul>
<h3>O Projeto</h3>
<p>O projeto para este pequeno tutorial é o mesmo do criado no artigo <a href="../2010/01/25/jpa-2-0-na-pratica-parte-1/" target="_self">JPA na Prática – Parte 1</a>, portanto não será explicado novamente como fazê-lo.</p>
<h4>As bibliotecas no projeto</h4>
<p>Podemos tanto criar uma biblioteca de usuário, contendo todas elas ou, simplesmente, adicionar todas ao seu projeto.</p>
<div id="attachment_237" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-237" href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Figura-1.jpg" rel="lightbox[236]"><img class="size-medium wp-image-237" title="Figura 1" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Figura-1-300x200.jpg" alt="Figura 1 – Bibliotecas do Hibernate 3.5 e SLF4J adicionadas ao projeto" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1 – Bibliotecas do Hibernate 3.5 e SLF4J adicionadas ao projeto</p></div>
<h3>Configurando o arquivo persistence.xml</h3>
<p>Similar ao mostrado na <strong><a title="Permanent Link to JPA 2.0 na Prática – Parte 2" href="../2010/02/03/jpa-2-0-na-pratica-parte-2/">JPA 2.0 na Prática – Parte 2</a>, </strong> no arquivo <strong>persistence.xml</strong>, altere-o conforme a <strong>Listagem 1</strong> abaixo:<br />
<strong>Listagem 1 &#8211;  O arquivo persistence.xml</strong></p>
<pre class="brush:xml">&lt;?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?&gt;

&lt;persistence version="2.0" xmlns="http://java.sun.com/xml/ns/persistence"

xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance"

xsi:schemaLocation="http://java.sun.com/xml/ns/persistence

http://java.sun.com/xml/ns/persistence/persistence_2_0.xsd"&gt;

&lt;persistence-unit name="JpaNaPratica" transaction-type="RESOURCE_LOCAL"&gt;

&lt;class&gt;br.com.integrator.Categoria&lt;/class&gt;

&lt;properties&gt;

&lt;property name="javax.persistence.jdbc.url" value="jdbc:mysql://localhost:3306/jpapratica"&gt;&lt;/property&gt;

&lt;property name="javax.persistence.jdbc.user" value="edson"&gt;&lt;/property&gt;

&lt;property name="javax.persistence.jdbc.password" value="integrator"&gt;&lt;/property&gt;

&lt;property name="javax.persistence.jdbc.driver" value="com.mysql.jdbc.Driver"&gt;&lt;/property&gt;

&lt;property name="hibernate.show_sql" value="true" /&gt;

&lt;property name="hibernate.format_sql" value="true" /&gt;

&lt;property name="hibernate.hbm2ddl.auto" value="create"/&gt;

&lt;/properties&gt;

&lt;/persistence-unit&gt;

&lt;/persistence&gt;</pre>
<p>Infelizmente, nem todas as propriedades de <strong>persistence.xml</strong> são padronizadas, conforme já dito no artigo <strong>JPA na Prática – Parte 2</strong>. Para exibir a saída das instruções SQL geradas, assim como outras informações, as seguintes propriedades foram  adicionadas ao arquivo <strong>persistence.xml</strong>:</p>
<pre class="brush:xml">&lt;property name="hibernate.show_sql" value="true" /&gt;

&lt;property name="hibernate.format_sql" value="true" /&gt;</pre>
<p>Para criar a tabela, utilizamos a seguinte adição:</p>
<p><strong>&lt;property name=&#8221;hibernate.hbm2ddl.auto&#8221; value=&#8221;create&#8221;/&gt;</strong></p>
<h3>Testando o Projeto</h3>
<p>Similar ao mostrado na <strong><a title="Permanent Link to JPA 2.0 na Prática – Parte 2" href="../2010/02/03/jpa-2-0-na-pratica-parte-2/">JPA 2.0 na Prática – Parte 2, </a></strong> execute a classe com o método <strong>main()</strong> e veja os resultados refletidos no banco de dados.<strong> </strong></p>
<h2>Hibernate ou EclipseLink?</h2>
<p>Muitos me perguntam isso, querendo saber qual é o melhor. O ideal, como sempre, é conhecer ambos e tirar as suas próprias conclusões. Em JPA 2.0, ao menos por enquanto, no que foi mostrado, não há diferença.</p>
<p>Abraço a todos e até o próximo artigo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/03/09/jpa-2-0-na-pratica-com-hibernate-3-5/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>24</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>JavaServer Faces 2.0 na Prática &#8211; Parte 3</title>
		<link>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/02/21/javaserver-faces-2-0-na-pratica-parte-3/</link>
		<comments>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/02/21/javaserver-faces-2-0-na-pratica-parte-3/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 06:55:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[JSF 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Eclipse IDE]]></category>
		<category><![CDATA[Java EE 6]]></category>
		<category><![CDATA[JavaServer Faces]]></category>
		<category><![CDATA[NetBeans]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.edsongoncalves.com.br/?p=168</guid>
		<description><![CDATA[Olá, tudo bom? Como vão vocês? Este artigo é o terceiro de uma série ao qual vou ensiná-los a trabalhar com o JavaServer Faces 2.0. Nesta terceira parte iremos conhecer melhor o framework JavaServer Faces 2.0 e seu comportamento. Dúvidas e críticas são bem vindas. Conhecendo melhor o JavaServer Faces Como pudemos  ver, o framework [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, tudo bom? Como vão vocês?</p>
<p>Este artigo é o terceiro de uma série ao qual vou ensiná-los a trabalhar com o JavaServer Faces 2.0.</p>
<p>Nesta terceira parte iremos conhecer melhor o framework JavaServer Faces 2.0 e seu comportamento.</p>
<p>Dúvidas e críticas são bem vindas.</p>
<h2>Conhecendo melhor o JavaServer Faces</h2>
<p>Como pudemos  ver, o framework JSF é responsável por interagir com o usuário (cliente). Porém, o escopo de JSF é restringido à camada de apresentação. A persistência de dados e outras conexões back-end estão fora do escopo de JSF.</p>
<p>Se você está começando agora, recomendo voltar até a <a href="../2010/01/18/javaserver-faces-2-0-na-pratica-parte-1/">Parte 1</a> para melhor compreender este artigo.</p>
<h3>Renderizando componentes</h3>
<p>Ao chamar uma página JSF no navegador, o servidor inicia uma chamada a árvore de componentes do JSF para renderizar a página de acordo com o encontrado.</p>
<p>O servlet JavaServer Faces inicializa o código do framework e lê a página <strong>index.xhtml</strong>. Como esta página contém tags JSF, como <strong>&lt;h:form /&gt;</strong>, <strong>&lt;h:inputText /&gt;</strong>, <strong>&lt;h:commandButton /&gt;</strong> e <strong>&lt;h:outputText /&gt;</strong>, cada uma possui uma classe <strong>tag handler</strong> associada. Quando a página é lida, as <strong>tags handles</strong> são executadas, de modo que cada uma colabora com a outra para construir o que chamamos de árvore de componentes. A <strong>Figura 1</strong> mostra as <strong>tag handlers</strong> dos componentes utilizados no exemplo criado na <a href="../2010/02/09/javaserver-faces-2-0-na-pratica-parte-2/">Parte 2</a> do conjunto de artigos.</p>
<div id="attachment_170" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-170" href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Figura-11.jpg" rel="lightbox[168]"><img class="size-medium wp-image-170" title="Figura 1" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Figura-11-300x135.jpg" alt="Figura 1 – Os componentes da aplicação de exemplo" width="300" height="135" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1 – Os componentes da aplicação de exemplo</p></div>
<p>Após ler cada componente, a página HTML é devolvida ao navegador, que a renderiza. Todo e qualquer texto que não for uma tag JSF será passado adiante, onde as demais que não forem serão convertidas em HTML.</p>
<p>O processo de devolver a página no formato HTML ao navegador é chamado de <strong>encoding</strong>. Se olhar o código HTML gerado, verá que o objeto <strong>UIInput</strong>, por exemplo, procura o ID (unique ID) e o seu valor atual da expressão <strong>#{meuManagedBean.texto}</strong>. Por padrão, as strings de atributos ID, do HTML, são adicionadas pelo framework, podendo ser aleatórias. Caso não houver um ID na tag <strong>&lt;h:form/&gt;</strong>, como no exemplo desenvolvido, poderemos ter um ID como <strong>j_idt17:texto</strong>:</p>
<p><strong> </strong><strong>&lt;input id=&#8221;j_idt17:texto&#8221; name=&#8221;j_idt17:texto&#8221; /&gt;</strong></p>
<p>Se houver um atributo ID na tag <strong>&lt;h:form/&gt; </strong>(ex: &lt;h:form <strong>id=&#8221;form1&#8243; /</strong>&gt;), você terá como resultado o ID <strong>form1:texto</strong> na renderização da página:</p>
<p><strong>&lt;input type=&#8221;text&#8221; /&gt;</strong></p>
<p>Se desejarmos retirar essa pré-definição de nome no atributo ID, basta adicionar seguinte atributo e seu valor na tag <strong>&lt;h:form/&gt;</strong>: <strong>prependId=&#8221;false&#8221;</strong>. O resultado tag <strong>&lt;h:form/&gt;</strong> completa ficaria assim:</p>
<p><strong>&lt;h:form prependId=&#8221;false&#8221;&gt;</strong></p>
<p>No <strong>encoding</strong>, o atributo ID gerado seria apenas o nome atribuído na tag pela propriedade <strong>id</strong>, como, por exemplo, na tag de entrada <strong>&lt;h:inputText id=&#8221;texto&#8221; /&gt;</strong>, onde a renderização HTML seria:</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>&lt;input type=&#8221;text&#8221; /&gt;</strong></p>
<p>Depois de ocorrer o <strong>encoding</strong>, elas são enviadas ao navegador que agora as reconhece como uma página HTML. A <strong>Figura 2</strong> ilustra esta transformação.</p>
<div id="attachment_171" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-171" href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Figura-28.jpg" rel="lightbox[168]"><img class="size-medium wp-image-171" title="Figura 2" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Figura-28-300x113.jpg" alt="Figura 2 – Codificação e decodificação das páginas JavaServer Faces" width="300" height="113" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2 – Codificação e decodificação das páginas JavaServer Faces</p></div>
<h3>Do navegador para o servidor</h3>
<p>Depois que o usuário receber a página, este a preenche como deve e submete o formulário ao servidor novamente. No caso do exemplo, o formulário é submetido pelo método HTTP POST, contendo o endereço da página e os dados do formulário.</p>
<p>Os dados no servidor são colocados em uma tabela hash, como ocorre normalmente em processamentos Servlet, que pode ser acessada por todos os componentes. O framework JSF permite que cada componente inspecione esta tabela em um processo chamado de <strong>decoding</strong>. Neste momento, cada componente decide como serão interpretados os dados do formulário.</p>
<p>O processo como um todo é chamado de <strong><a href="#LifeCicle">Ciclo de Vida</a></strong> e será visto mais adiante, ainda neste artigo.</p>
<h3>A arquitetura do JavaServer Faces</h3>
<p>Para melhor compreensão, a seguir teremos um resumo de como funcionam as páginas JavaServer Faces:</p>
<h4>A arquitetura Model-View-Controller</h4>
<p>JSF conecta a apresentação e o modelo. Como vimos, um componente de apresentação pode ser unido a uma propriedade do Managed Bean de um objeto modelo:</p>
<p><strong>&lt;h:outputText value=&#8221;#{meuManagedBean.texto}&#8221;/&gt;</strong></p>
<p>O JSF opera como o controlador que reage ao usuário processando a ação e os eventos de alteração de valores, enquanto dirige o código para atualizar o modelo ou a apresentação. A invocação ao controlador ocorre através do componente <strong>&lt;h:commandButton /&gt;</strong>.</p>
<p>Quando o botão é clicado e o formulário é enviado (submetido) ao servidor, a implementação JSF invoca o método para checar o bean do usuário. O componente <strong>&lt;h:commandButton /&gt;</strong> pode possuir um método que entra em ação para atualizar o modelo e devolver para a navegação o ID da próxima página a ser exibida.</p>
<h4>Validações e Conversão de dados</h4>
<p>Usuários entram com os dados em um formulário Web com um formato de texto. Podemos validar de forma padrão ou personalizada como serão aceitos estes textos (dados). Estas validações, assim como suas conversões, são feitas pelo conjunto de tags JSF Core, que incluímos da seguinte forma:</p>
<pre class="brush:xml">&lt;html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"

xmlns:h="http://java.sun.com/jsf/html"

xmlns:f="http://java.sun.com/jsf/core"&gt;</pre>
<p>A biblioteca de tags Core pode ser incluída também em uma página JSP da seguinte forma:</p>
<p><strong>&lt;%@ taglib uri=&#8221;http://java.sun.com/jsf/core&#8221; prefix=&#8221;f&#8221;%&gt;</strong></p>
<p>Para validar, por exemplo, o tamanho mínimo de caracteres aceitos, podemos fazer da seguinte forma:</p>
<pre class="brush:html">&lt;h:inputText id="texto" value="#{meuManagedBean.texto}"&gt;

&lt;f:validateLength minimum="3" /&gt;

&lt;/h:inputText&gt;</pre>
<p>Também podemos validar se um campo é obrigatório ou não, utilizando <strong>required=&#8221;true&#8221;</strong>:</p>
<p><strong>&lt;h:inputText value=&#8221;#{meuManagedBean.texto}&#8221; required=&#8221;true&#8221; &gt;</strong></p>
<p>Objetos de negócios também requerem informações como números, datas ou outros tipos de dados. Com JavaServer Faces podemos definir com as tags Core como serão os dados aceitos em um determinado campo, convertendo-os ou até mesmo personalizar a regra de conversão.</p>
<p>Um exemplo simples seria utilizar o <strong>&lt;f:convertDateTime /&gt;</strong>, que faz com que o campo de entrada seja apenas um tipo de data e hora com o formato definido, que pode ser acrescido ao seu código da seguinte forma:</p>
<pre class="brush:html">&lt;h:inputText id="texto" value="#{meuManagedBean.texto}"&gt;

&lt;f:convertDateTime pattern="dd/MM/yyyy" /&gt;

&lt;/h:inputText&gt;</pre>
<h4>Manipulação de erros</h4>
<p>O JSF utiliza regras de validação para campos como <em>&#8220;este campo é obrigatório&#8221;</em>. Claro que, quando os usuários entrarem com dados inválidos, preciamos exibir mensagens de erros mais apropriadas.</p>
<p>Os erros, tanto de validação, como de conversão, são tratados da mesma forma: uma mensagem é adicionada ao componente que não passou na verificação (seja validação ou conversão), onde a página atual é novamente exibida contendo uma frase do problema ocorrido.</p>
<p>As tags utilizadas para tais representações são: <strong>&lt;h:message /&gt; </strong>e <strong>&lt;h:messages /&gt;</strong>. Os erros também podem ser lançados de forma personalizada utilizando o atributo <strong>validatorMessage</strong> ou <strong>requiredMessage</strong>. Para o exemplo, poderíamos ter algo assim:</p>
<pre class="brush:html">&lt;h:inputText

value="#{meuManagedBean.texto}"

required="true"

validatorMessage="Mínimo de 3 caracteres"

requiredMessage="Campo obrigatório"&gt;

&lt;f:validateLength minimum="3" /&gt;

&lt;/h:inputText&gt;

&lt;h:messages /&gt;</pre>
<h4>Internacionalização</h4>
<p>JSF fornece suporte à internacionalização como codificações de caractere e a seleção de pacotes de recursos.</p>
<p>A internacionalização no JSF 2.0 é possível de duas formas: <strong>faces-config.xml</strong> e a tag Core <strong>&lt;f:loadBundle /&gt;</strong>.</p>
<p>Para uma internacionalização com o arquivo <strong>faces-config.xml</strong>, devemos adicionar este arquivo dentro do diretório <strong>WEB-INF</strong>. O conteúdo é mostrado na <strong>Listagem 1</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 1 – O arquivo faces-config.xml</strong></p>
<pre class="brush:xml">&lt;?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?&gt;

&lt;faces-config xmlns="http://java.sun.com/xml/ns/javaee"

xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance"

xsi:schemaLocation="http://java.sun.com/xml/ns/javaee

http://java.sun.com/xml/ns/javaee/web-facesconfig_2_0.xsd"

version="2.0"&gt;

&lt;application&gt;

&lt;resource-bundle&gt;

&lt;base-name&gt;br.com.integrator.rotulos&lt;/base-name&gt;

&lt;var&gt;rotulo&lt;/var&gt;

&lt;/resource-bundle&gt;

&lt;locale-config&gt;

&lt;default-locale&gt;pt&lt;/default-locale&gt;

&lt;supported-locale&gt;en&lt;/supported-locale&gt;

&lt;/locale-config&gt;

&lt;/application&gt;

&lt;/faces-config&gt;</pre>
<p>O arquivo <strong>faces-config.xml</strong> é usado no JSF 2.0 principalmente para numerosas configurações globais de sua aplicação.</p>
<p>Os rótulos neste caso são colocados em arquivos <strong>.properties</strong>, onde o nome de cada arquivo possui _ABREVIAÇÃO DO IDIOMA como, por exemplo: <strong>rotulos_pt.properties</strong>. Crie os arquivos mostrados nas <strong>Listagens 2</strong> e <strong>3</strong> dentro do pacote <strong>br.com.integrator</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 2 – O arquivo rotulos_en.properties</strong></p>
<pre class="brush:text">texto = Text:

enviar = Submit Text

obrigatorio = Required Field

validacao = Minimum 3 characters

titulo = One simple JSF Page</pre>
<p><strong>Listagem 3 – O arquivo rotulos_pt.properties</strong></p>
<pre class="brush:text">texto = Texto:

enviar = Enviar Texto

obrigatorio = Campo Obrigatório

validacao = Mínimo de 3 caracteres

titulo = Uma simples página JSF</pre>
<p>Para compreender como ficará seu projeto, a <strong>Figura 3</strong> mostra onde estará cada um dos arquivos que o compõem.</p>
<div id="attachment_173" class="wp-caption alignnone" style="width: 213px"><a rel="attachment wp-att-173" href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Figura-35.jpg" rel="lightbox[168]"><img class="size-medium wp-image-173" title="Figura 3" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Figura-35-203x300.jpg" alt="Figura 3 – Estrutura de diretórios do projeto" width="203" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 3 – Estrutura de diretórios do projeto</p></div>
<p>As alterações na página <strong>index.xhtml</strong> são mostradas na <strong>Listagem 4</strong> a seguir.</p>
<p><strong>Listagem 4 – Alterações na página index.xhtml</strong></p>
<pre class="brush:xhtml">...

&lt;h:head&gt;

&lt;title&gt;&lt;h:outputText value="#{rotulo.titulo}" /&gt;&lt;/title&gt;

&lt;/h:head&gt;

&lt;h:body&gt;

&lt;h:form&gt;

&lt;h:outputText value="#{rotulo.texto}" /&gt;

&lt;h:inputText id="texto"

value="#{meuManagedBean.texto}"

required="true"

validatorMessage="#{rotulo.validacao}"

requiredMessage="#{rotulo.obrigatorio}"&gt;

&lt;f:validateLength minimum="3" /&gt;

&lt;/h:inputText&gt;

&lt;h:messages /&gt;

&lt;br /&gt;

&lt;h:commandButton value="#{rotulo.enviar}" action="enviar" /&gt;

&lt;br /&gt;

&lt;h3&gt;&lt;h:outputText value="#{meuManagedBean.texto}" /&gt;&lt;/h3&gt;

&lt;/h:form&gt;

&lt;/h:body&gt;

...</pre>
<p>Para visualizar as alterações, será necessário trocar o idioma padrão do seu navegador. No Mozilla Firefox, por exemplo, basta ir em <strong>Ferramentas&gt;Opções&gt;Conteúdo&gt;Idiomas</strong> e clicar no botão <strong>Selecionar</strong>. Coloque o idioma diferente do que está usando como primeiro na ordem da lista de idiomas de preferência e confirme tudo. Dê um reload na página que verá as alterações.</p>
<p>Caso não queira usar uma declaração global dos recursos de localidades, podemos adicionar a tag <strong>&lt;f:loadBundle  /&gt;</strong> em cada página JSF. A seguir o trecho que poderá substituir a configuração global no arquivo <strong>faces-config.xml</strong>.</p>
<pre class="brush:xml">&lt;f:loadBundle

basename="br.com.integrator.rotulos"

var="rotulo /&gt;</pre>
<p><strong>Nota:</strong> Das duas formas apresentadas para internacionalização de uma aplicação Web com o framework JSF, a versão com o elemento <strong>&lt;resource-bundle /&gt;</strong>, encontrado no arquivo <strong>faces-config.xml</strong>, é a mais eficiente, pois é utilizado em todo o aplicativo e não somente na página configurada.</p>
<h4>Componentes customizados</h4>
<p>O desenvolvedor de componentes pode criar componentes sofisticados que são chamados pelos designers simplesmente colocando suas tags em suas páginas, ou arrastando-as caso sejam visuais. Um exemplo é pegar bibliotecas criadas, como de calendários, gráficos ou de upload de arquivos com barra de progresso e simplesmente adicionar na página desenvolvida.</p>
<p>Desde o JavaServer Faces 2.0, criar componentes customizados ficou mais fácil, com um recurso chamado de <strong>Composite Components</strong> (Componentes Compostos). Para exemplificar como funcionam os recursos de Composite Components, altere como nos passos a seguir seu projeto:</p>
<ol>
<li>Crie      um diretório chamado de <strong>resources</strong>,      no mesmo diretório onde se encontra a página <strong>index.xhtml</strong>.</li>
<li>Dentro      do diretório <strong>resources</strong>,      adicione outro diretório chamado de <strong>componente</strong>.</li>
<li>No      diretório <strong>componente</strong>, crie uma      página <strong>XHTML</strong>, chamada de <strong>component.xhtml</strong>,  com o conteúdo mostrado na <strong>Listagem 5</strong>.</li>
</ol>
<p><strong>Listagem 5 – Conteúdo do arquivo component.xhtml</strong></p>
<pre class="brush:xhtml">&lt;!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD XHTML 1.0 Transitional//EN"

"http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-transitional.dtd"&gt;

&lt;html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"

xmlns:h="http://java.sun.com/jsf/html"

xmlns:f="http://java.sun.com/jsf/core"

xmlns:composite="http://java.sun.com/jsf/composite"&gt;

&lt;h:head&gt;

&lt;title&gt;Meu Primeiro Componente JSF 2.0&lt;/title&gt;

&lt;/h:head&gt;

&lt;h:body&gt;

&lt;composite:interface&gt;

&lt;composite:attribute name="identificacao" required="true"/&gt;

&lt;composite:attribute name="managedbean" required="true"/&gt;

&lt;composite:attribute name="qtdcaracteres" required="true"/&gt;

&lt;/composite:interface&gt;

&lt;composite:implementation&gt;

&lt;h:outputText value="#{rotulo.texto}" /&gt;

&lt;h:inputText id="#{cc.attrs.identificacao}"

value="#{cc.attrs.managedbean}"

required="true"

validatorMessage="#{rotulo.validacao}"

requiredMessage="#{rotulo.obrigatorio}"&gt;

&lt;f:validateLength minimum="#{cc.attrs.qtdcaracteres}" /&gt;

&lt;/h:inputText&gt;

&lt;h:messages /&gt;

&lt;br /&gt;

&lt;h:commandButton value="#{rotulo.enviar}" /&gt;

&lt;br /&gt;

&lt;h3&gt;&lt;h:outputText value="#{cc.attrs.managedbean}" /&gt;&lt;/h3&gt;

&lt;/composite:implementation&gt;

&lt;/h:body&gt;

&lt;/html&gt;</pre>
<p>Uma página de componente(s) no JSF 2.0 pode conter suporte aos componentes do JSF, a validação, converters e listeners. Além disso, qualquer outra tag HTML pode ser adicionada ao componente, incluindo também recursos de templates.</p>
<p>As tags utilizadas para criar <em>componentes compostos</em> no exemplo são: <strong>&lt;composite:interface/&gt;</strong> e <strong>&lt;composite:implementation/&gt;</strong>. Para utilizá-las, é necessário adicionar o seguinte namespace:</p>
<p>&lt;html <strong>xmlns:composite=&#8221;http://java.sun.com/jsf/composite&#8221;</strong>&gt;</p>
<p>A tag<strong> &lt;composite:interface/&gt;</strong> declara o contrato para um componente, ou seja, definimos quais são os atributos que o componente receberá. Os atributos são definidos dentro desta tag, com a tag <strong>&lt;composite:attribute /&gt;</strong>, onde temos os atributos <strong>name</strong> e <strong>required</strong>. Em <strong>name</strong> colocamos o nome do atributo do nosso componente composto e definindo <strong>true</strong>, em <strong>required</strong>, definimos o atributo como de preenchimento obrigatório.</p>
<p>O exemplo mostrado possui um componente que terá os seguintes atributos obrigatórios, em ordem definidos na interface: <strong>identificacao</strong>, <strong>managedbean</strong> e<strong> qtdcaracteres</strong>.</p>
<p>A tag <strong>&lt;composite:implementation/&gt;</strong> é onde definimos o conteúdo do componente composto. Onde definir <strong>#{cc.attrs.x}</strong>, sendo que “<strong>x</strong>” é o nome do atributo do seu componente, será o local de substituição quando preencher o componente na página que o utilizar.</p>
<p>Para utilizar este componente, vá à página <strong>index.xhtml</strong> e altere seu conteúdo conforme a <strong>Listagem 6</strong> a seguir:</p>
<p><strong>Listagem 6– A página index.xhtml</strong></p>
<pre class="brush:xhtml">&lt;?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1" ?&gt;

&lt;!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD XHTML 1.0 Transitional//EN"

"http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-transitional.dtd"&gt;

&lt;html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"

xmlns:h="http://java.sun.com/jsf/html"

xmlns:f="http://java.sun.com/jsf/core"

xmlns: comp="http://java.sun.com/jsf/composite/componente"&gt;

&lt;h:head&gt;

&lt;title&gt;&lt;h:outputText value="#{rotulo.titulo}" /&gt;&lt;/title&gt;

&lt;/h:head&gt;

&lt;h:body&gt;

&lt;h:form&gt;

&lt;comp:component

identificacao="texto"

managedbean="#{meuManagedBean.texto}"

qtdcaracteres="3" /&gt;

&lt;/h:form&gt;

&lt;/h:body&gt;

&lt;/html&gt;</pre>
<p>Para utilizar o componente criado, você adiciona o seguinte namespace em sua página:</p>
<p><strong>xmlns: comp=&#8221;http://java.sun.com/jsf/composite/componente</strong>&#8221;</p>
<p>Observe que <strong>componente</strong>, no <strong>namespace</strong>, é o nome do diretório onde se encontra seu componente composto (o diretório fica dentro de <strong>resources</strong> caso não se lembre). O nome <strong>comp</strong> é dado por nós para chamar o componente. Podemos ter inúmeros componentes dentro de um diretório, assim como vários diretórios dentro de <strong>resources</strong>. Os agrupamos como acharmos melhor, de acordo com o conveniente no desenvolvimento de nossos aplicativos.</p>
<p>Para utilizar o componente, o chamamos assim: <strong>&lt;comp:component/&gt;</strong>. Onde <strong>component</strong> é o nome do arquivo <strong>.xhtml</strong> criado. Os atributos deste componente podem ser vários e os definidos como obrigatórios precisam ser preenchidos para que não ocorram erros.</p>
<div id="attachment_174" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-174" href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Figura-41.jpg" rel="lightbox[168]"><img class="size-medium wp-image-174" title="Figura 4" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Figura-41-300x162.jpg" alt="Figura 4 – Da criação do componente até sua utilização e renderização na página" width="300" height="162" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 4 – Da criação do componente até sua utilização e renderização na página</p></div>
<h3>Renderizadores Alternativos</h3>
<p>Por padrão, JSF produz HTML em sua saída, mas é extensível o suficiente para produzir outros tipos de saídas como, por exemplo, WML ou XUL.</p>
<h4>Ajax</h4>
<p>JavaServer Faces possui atualmente uma comunicação Ajax padrão que torna-se totalmente transparente as chamadas cliente-servidor sem a necessidade de reload na página.</p>
<p>Para conhecer rapidamente o Ajax no JavaServer Faces 2.0, altere a página <strong>index.xhtml</strong> como mostrado na <strong>Listagem 7</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 7 – Alterações na página index.xhtml</strong></p>
<pre class="brush:xhtml">...

&lt;h:form&gt;

&lt;h:outputScript name="jsf.js" library="javax.faces" target="head"/&gt;

&lt;h:outputText value="#{rotulo.texto}" /&gt;

&lt;h:inputText id="texto" value="#{meuManagedBean.texto}"/&gt;

&lt;br /&gt;

&lt;h:commandButton id="enviar" value="#{rotulo.enviar}"&gt;

&lt;f:ajax execute="form1:texto" render="form1:saida"/&gt;

&lt;/h:commandButton&gt;

&lt;br /&gt;

&lt;h3&gt;

&lt;h:outputText id="saida" value="#{meuManagedBean.texto}" /&gt;

&lt;/h3&gt;

&lt;/h:form&gt;

...</pre>
<p>Com algumas pequenas mudanças, sua aplicação passou a utilizar o recurso de Ajax.</p>
<p>O JSF 2.0 possui uma nova API JavaScript, ao qual pode chamar o servidor, enviando e recebendo dados. Nesta API JavaScript, temos o seguinte método:</p>
<p><strong>jsf.ajax.request(source, event, options)</strong></p>
<p>Este método envia e recebe os dados do servidor de forma assíncrona diretamente para os componentes da view. Você pode vê-lo no HTML renderizado.</p>
<p>A tag <strong>&lt;f:ajax /&gt;</strong> que utilizamos no exemplo pode ser substituída pela chamada direta à  <strong>jsf.ajax.request() </strong>da seguinte forma:</p>
<p><strong>&lt;h:commandButton value=&#8221;#{rotulo.enviar}&#8221;</strong></p>
<p><strong> onclick=&#8221;jsf.ajax.request(this, event, </strong></p>
<p><strong> {execute: &#8216;form1:texto&#8217;, render: &#8216;form1:saida&#8217;}); return false;&#8221; /&gt;</strong></p>
<p>Em ambos os casos, seja com a tag <strong>&lt;f:Ajax/&gt;</strong> ou pelo script adicionado na tag, na renderização, o método recebe o elemento que está disparando a ação , que no geral é o próprio que o chama (<strong>this</strong>), o evento e um conjunto de parâmetros.</p>
<p>Neste conjunto de parâmetros existem duas propriedades: <strong>execute</strong> e <strong>render</strong>. Tanto o <strong>execute</strong>, como o <strong>render</strong>, recebem os IDs dos elementos HTML renderizados no cliente, ou seja, o ID dos componentes que passaram pelo <strong>encoding</strong>. O <strong>execute</strong> define o componente que será submetido ao servidor via Ajax e <strong>render</strong> qual componente receberá a resposta.</p>
<p>O Ajax padrão de JSF 2.0 é obtido pela tag <strong>&lt;h:outputScript /&gt;</strong>. Esta tag, configurada como no exemplo, renderiza a tag HTML <strong>&lt;script/&gt;</strong>, que trás um JavaScript existente na biblioteca JSF 2.0. Os três atributos usados no exemplo são:</p>
<ul>
<li><strong>name</strong> – O nome do arquivo externo de JavaScript que, no caso,      pertence a própria biblioteca de JSF 2.0;</li>
<li><strong>library</strong> – A biblioteca usada;</li>
<li><strong>target</strong> -  Onde será      renderizada a tag &lt;script/&gt;, que no caso será por entre as tags      &lt;head/&gt;, sempre no HTML.</li>
</ul>
<p><strong>Nota:</strong> O JavaScript contido no JSF 2.0 em questão está dentro do JAR <strong>jsf-impl.jar</strong>, em <strong>META-INF/resources/javax.faces/jsf.js</strong>. Veja mais a respeito sobre o JavaScript padrão de JSF 2.0 no seguinte link: <strong>https://javaserverfaces.dev.java.net/nonav/docs/2.0/jsdocs/index.html</strong>.</p>
<h3>O MVC de JSF</h3>
<p>Para que JSF funcione, registramos a classe FacesServlet no deployment descriptor (web.xml). Ao fazer este registro, os pedidos são controlados pela classe <strong>javax.faces.webapp.FacesServlet</strong> (o Controller do MVC), uma implementação de <strong>javax.servlet.Servlet</strong>, roteando o tráfego e administrando o ciclo de vida dos beans e componentes de interface do usuário (UI).</p>
<div id="attachment_175" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-175" href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Figura-51.jpg" rel="lightbox[168]"><img class="size-medium wp-image-175" title="Figura 5" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Figura-51-300x119.jpg" alt="Figura 5 – O MVC do framework JSF" width="300" height="119" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 5 – O MVC do framework JSF</p></div>
<p>Os componentes UI são organizados em uma estrutura de árvore onde, cada componente, pode ser associado com os métodos e atributos de um bean. Cada componente também pode ser associado com uma função de validação ou classe.</p>
<p>Por trás, FacesServlet aceita pedidos de entrada e controla o objeto <strong>javax.faces.lifecycle.Lifecycle</strong>. Usando uma <em>factory</em>, ela cria um objeto do tipo <strong>javax.faces.context.FacesContext</strong>, que contém todos os processos.</p>
<h3><a name="LifeCicle"></a>O ciclo de vida do JSF</h3>
<p>O objeto <strong>Lifecycle </strong> usa o objeto <strong>FacesContext</strong> em seis fases que compõem o ciclo de vida de uma aplicação JSF. Cada fase tem uma ação importante em sua aplicação e deve ser bem compreendida para que você possa manipular ao extremo sua interface e melhorar a legibilidade de seu desenvolvimento.</p>
<div id="attachment_176" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-176" href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Figura-6.jpg" rel="lightbox[168]"><img class="size-medium wp-image-176" title="Figura 6" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Figura-6-300x124.jpg" alt="Figura 6 – Ciclo de vida do JavaServer Faces" width="300" height="124" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 6 – Ciclo de vida do JavaServer Faces</p></div>
<p>As seis fases são executadas na seguinte ordem:</p>
<ol>
<li><strong>Restaurar Apresentação</strong><sup> <a name="_ednref1"></a><a href="#_edn1">[1]</a></sup>–      Esta fase inicia o processamento da requisição do ciclo de vida por meio      da construção da árvore de componentes do JSF. Cada árvore de componentes      possui um identificador único durante todo o aplicativo. O JSF constrói a      apresentação da página e salva  na instância      FacesContext para processamento das fases seguintes.</li>
<li><strong>Aplicar Valores Requisitados</strong> –      Nesta fase, quaisquer novos valores inseridos são extraídos e armazenados      por seus apropriados componentes. Se o valor do componente não for uma      String, então ele é convertido para o seu determinado tipo. Se a conversão      falhar, ocorrem diversas situações:</li>
</ol>
<ol>
<li><strong>1. </strong>Uma mensagem de erro é gerada e associada com o componente;</li>
<li><strong>2. </strong>Uma mensagem de erro é armazenada no <strong>FacesContext</strong> e depois mostrada posteriormente na fase de <strong>Renderizar a Resposta</strong>;</li>
<li><strong>3. </strong> O ciclo de vida pula a fase de <strong>Renderizar a Resposta</strong> quando esta se completou.</li>
</ol>
<ol>
<li><strong>Processar Validações</strong> – Depois do      valor de cada componente ser atualizado, na fase de processo de validações,      os componentes serão validados naqueles valores, se necessário. Um      componente que necessita de validação deve fornecer a implementação da      lógica de validação. Por exemplo, em um carrinho de compras, podemos      determinar a quantidade mínima a ser digitada e máxima. O valor      requisitado é um inteiro (verificado na fase anterior) e, como passou pela      fase 2, nessa fase pode ser barrado por estar além do determinado (com uma      quantidade mínima ou máxima diferente da estipulada).</li>
<li><strong>Atualizar Valores do Modelo</strong> –      Alcança-se essa fase após todos os componentes serem validados. Nesta fase      são atualizados os dados do modelo do aplicativo. Na página em que foi      criada para enviar um texto, a informação digitada foi armazenada no      Managed Bean durante esta fase. Por ter passado pelo processo de      validação, temos garantias que o valor armazenado  será garantido nessa fase. Entretanto,      os dados podem violar a lógica de negócios, ao qual a validação ocorre na      fase seguinte.</li>
<li><strong>Invocar Aplicação</strong> – Durante esta      fase, a implementação JSF manipula quaisquer eventos do aplicativo, tal      como enviar um formulário ou ir a outra página através de um link. Estes      eventos são ações que retornam geralmente uma  string que está associada a uma navegação      no qual se encarrega de chamar a página determinada.</li>
<li><strong>Renderizar Resposta</strong> – Esta é a      fase final, ao qual é renderizada a página. Se este é um pedido inicial      para esta página,  os componentes      são acrescentados à apresentação neste momento. Se este é um postback,  os componentes já foram acrescidos à      apresentação.  Se há mensagens de      conversão ou erros de validação e a página contém um ou mais componentes <strong>&lt;mensage /&gt; </strong>ou um componente      <strong>&lt;messages /&gt;</strong>, estes serão      exibidos.  Reciprocamente, se a página      não contém um componente de mensagem,       nenhuma informação aparecerá.</li>
</ol>
<p>Numa requisição a uma página JSF, podemos passar por todas essas fases ou por nenhuma, dependendo do tipo de pedido, de erros que ocorrem durante as validações, conversões e do tipo de resposta.</p>
<p>Uma requisição e uma resposta são consideradas <strong>faces request/response </strong>se contiverem tags JSF, assim como as que não as contém são chamadas de <strong>non-faces request/response</strong>. Uma <strong>non-faces request </strong>pode vir de um clique em um link, por exemplo.</p>
<p>Como já dito, toda requisição é recebida pelo <strong>FacesServlet </strong>e prossegue a passagem pelas fases (<strong>Lifecycle</strong>) até uma resposta ser retornada ao cliente.</p>
<p>O <strong>FacesServlet </strong>recupera uma instância de <strong>FacesContext</strong>,<strong> </strong>do <strong>FacesContextFactory</strong>, fornecendo uma implementação de <strong>LifeCycle</strong>. O processamento do ciclo de vida é então delegado a interface <strong>LifeCycle</strong>, a partir da chamada ao método <strong>execute</strong>. A implementação de <strong>LifeCycle</strong> inicia as fases do ciclo de vida. Se existir algum validador associado a algum campo do formulário este é inicializado nessa primeira fase. A árvore é armazenada pelo contexto e será utilizada nas fases seguintes. Também o estado do formulário é salvo automaticamente.</p>
<h3>Testando o ciclo de vida</h3>
<p>Para confirmar como todas as fases do ciclo de vida são usadas e quais são, basta criar um simples <strong>PhaseListener</strong> e mandá-lo gerar a saída antes e depois de cada fase.</p>
<h4>Criando uma classe Phase Listener</h4>
<p>Criar uma classe que implemente a PhaseListener exigem dois passos:</p>
<p>• Criar uma classe que implemente PhaseListener;</p>
<p>• Registrar esta classe no arquivo de configurações do JSF.</p>
<p>A classe <strong>PhaseListener</strong> deve implementa a classe <strong>javax.faces.event.PhaseListener</strong>.  A <strong>Listagem 8</strong> demonstra como criar esta classe:</p>
<p><strong>Listagem 8 – A classe PhaseListener</strong></p>
<pre class="brush:java">package br.com.integrator.listener;

public class PhaseListener implements javax.faces.event.PhaseListener {

public void afterPhase(PhaseEvent event) {

event.getFacesContext().getExternalContext().

log("AFTER: "+event.getPhaseId());

}

public void beforePhase(PhaseEvent event) {

event.getFacesContext().getExternalContext().

log("BEFORE: "+event.getPhaseId());

}

public PhaseId getPhaseId() {

return PhaseId.ANY_PHASE;

}

}</pre>
<p>Para a classe da <strong>Listagem 8</strong>, três métodos são implementados: <strong>afterPhase()</strong>, <strong>beforePhase()</strong> e <strong>getPhaseId()</strong>.</p>
<p>Os dois primeiros,  <strong>afterPhase()</strong> e  <strong>beforePhase()</strong>, definem o que ocorre <strong>ANTES</strong> e <strong>DEPOIS</strong> de cada fase.  Nestes métodos foram incluídos a capacidade de imprimir na saída console o que ocorreu.</p>
<p>O terceiro método, <strong>getPhaseId()</strong>, especifica  em  qual das fases é invocado este ouvinte (<strong>Listener</strong>) e <strong>PhaseId.ANY_PHASE </strong> menciona que será para todas as fases.</p>
<p>Com a classe criada, o próximo passo é registrar esta classe PhaseListener no arquivo de configurações do JSF (<strong>faces-config.xml</strong>).</p>
<p>Para fazer isso, no arquivo <strong>faces-config.xml</strong>,  adicionaremos os seguintes elementos do trecho a seguir:</p>
<pre class="brush:xml">&lt;faces-config ...&gt;

...

&lt;lifecycle&gt;

&lt;phase-listener&gt;

br.com.integrator.listener.PhaseListener

&lt;/phase-listener&gt;

&lt;/lifecycle&gt;

&lt;/faces-config&gt;</pre>
<p>Ao rodar a aplicação, haverá saídas no console de acordo com o uso da aplicação. A <strong>Figura 7</strong> mostra tanto o uso da aplicação como sua saída no console, passando pelas seis fases do ciclo de vida.</p>
<div id="attachment_177" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-177" href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Figura-7.jpg" rel="lightbox[168]"><img class="size-medium wp-image-177" title="Figura 7" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Figura-7-300x153.jpg" alt="Figura 7- Execução do exemplo e saída no Console resultante da classe PhaseListener" width="300" height="153" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 7- Execução do exemplo e saída no Console resultante da classe PhaseListener</p></div>
<p>Podemos testar o comportamento das fases enviando o formulário sem dados preenchidos ou preenchendo erroneamente. É uma forma de analisar de perto o ciclo de vida do framework JavaServer Faces.</p>
<hr size="1" /><a name="_edn1"></a><a href="#_ednref1">[1]</a> Defino aqui como Apresentação a tradução para View, que se refere ao Model-View-Controller, no qual traduzo como Modelo-Apesentação-Controle. Entretanto, a especificação JSF define como View o nome para uma página JSF. No decorrer dos artigos, sempre que me referir a View, estarei tratando da página JSF e não da palavra existente em MVC.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/02/21/javaserver-faces-2-0-na-pratica-parte-3/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>JavaServer Faces 2.0 na Prática &#8211; Parte 2</title>
		<link>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/02/09/javaserver-faces-2-0-na-pratica-parte-2/</link>
		<comments>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/02/09/javaserver-faces-2-0-na-pratica-parte-2/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 22:05:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[JSF 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[GlassFish]]></category>
		<category><![CDATA[Java EE 6]]></category>
		<category><![CDATA[JavaServer Faces]]></category>
		<category><![CDATA[NetBeans]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, tudo bom? Como vão vocês? Este artigo é o segundo de uma série ao qual vou ensiná-los a trabalhar com o JavaServer Faces 2.0. Nesta segunda parte iremos conhecer e utilizar um Managed Beans. Dúvidas e críticas são bem vindas. Conhecendo o comportamento do  JavaServer Faces Agora que já fizemos nossa primeira aplicação em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, tudo bom? Como vão vocês?<br />
Este artigo é o segundo de uma série ao qual vou ensiná-los a trabalhar com o JavaServer Faces 2.0.<br />
Nesta segunda parte iremos conhecer e utilizar um Managed Beans.<br />
Dúvidas e críticas são bem vindas.</p>
<h2><strong>Conhecendo o comportamento do  JavaServer Faces</strong></h2>
<p>Agora que já fizemos nossa <a href="http://www.edsongoncalves.com.br/2010/01/18/javaserver-faces-2-0-na-pratica-parte-1/">primeira aplicação em JSF</a>, é mais fácil de entender os serviços que o framework JSF oferece ao desenvolvedor.  Como pudemos ver, o framework JSF é responsável por interagir com o usuário (cliente) e fornece componentes para criar uma apresentação visual de uma aplicação Web, ou seja, o escopo de JSF é restringido à camada de apresentação. A persistência de banco de dados e outras conexões de back-end estão fora do escopo de JSF.</p>
<p>A arquitetura do JavaServer Faces, em um alto nível, se assemelha ao mostrado na <strong>Figura 1</strong>. Aplicações JSF utilizam como padrão a interceptação HTTP via Servlet Faces e produz HTML. Esta mesma arquitetura permite “plugar” novos elementos, gerando outras características, possibilitando criar páginas usando eventos, listeners e componentes como o seu irmão Java Swing.</p>
<div id="attachment_129" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-129" href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Figura-1.jpg" rel="lightbox[128]"><img class="size-medium wp-image-129" title="Figura 1" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Figura-1-300x245.jpg" alt="A arquitetura JavaServer Faces" width="300" height="245" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1. A arquitetura JavaServer Faces</p></div>
<p>A <strong>Figura 1</strong> mostra a arquitetura rica e flexível existente no JSF, onde:</p>
<ul>
<li><strong>FacesServlet</strong> &#8211; é o servlet principal para a aplicação e,      opcionalmente, você pode ter o arquivo de configuração <strong>faces-config.xml<a href="#_ftn1"><sup><strong><sup>[1]</sup></strong></sup></a></strong>.</li>
<li><strong>Renderers</strong> -  são os      responsáveis por exibir um componente e traduzir uma entrada de valor      realizada por um usuário em componente.</li>
<li><strong>Páginas XHTML, JSP</strong> – o JavaServer Faces permite mais de um      tipo de arquivo para renderizar seus componentes (PDL – Page Declaration      Language<a href="#_ftn2"><sup><sup>[2]</sup></sup></a>),      como páginas JSP ou Facelets.</li>
<li><strong>Converters</strong> – convertem o valor de um componente (como datas,      moedas, porcentagem e outros) dando-lhes novos formatos.</li>
<li><strong>Validators</strong> – responsáveis por validar a entrada ocorrida no      componente pelo usuário.</li>
<li><strong>Managed Bean</strong> – a lógica do negócio é gerenciada pelos managed      beans, que controlam inclusive a navegação por entre páginas.</li>
<li><strong>Ajax</strong> – Tanto o envio como o recebimento de dados podem ser      feitos via Ajax, sem a necessidade de reload na página do usuário.</li>
</ul>
<hr size="1" /><a href="#_ftnref1">[1]</a> Este arquivo só se tornou opcional na versão 2.0 ou superior.</p>
<p><a href="#_ftnref2">[2]</a> PDL herda a funcionalidade do núcleo de dois conhecidos projetos JSF: Facelets e JSFTemplates. Entre todos os outros recursos, permite criar novos componentes JSF de forma declarativa, sem a criação de um grupo de classes Java como era nas versões anteriores do JSF.</p>
<h3><strong>Compreendendo o comportamento da primeira página JSF criada</strong></h3>
<p>Assim como ocorre com outras bibliotecas de tags, o JavaServer Faces é configurado através da diretiva <strong>taglib</strong>, onde existem as bibliotecas que manipulam o HTML e a Core.</p>
<p>Para usar as tags HTML personalizadas que representam componentes JavaServer Faces, você precisa da diretiva <strong>taglib</strong> mostrada a seguir, geralmente posicionadas no topo de cada página JSP, como de costume no uso dessa diretiva.</p>
<p><strong>&lt;%@ taglib uri=&#8221;http://java.sun.com/jsf/html&#8221; prefix=&#8221;h&#8221;%&gt; </strong></p>
<p>No caso da utilização do Facelets, onde as páginas são XHTML’s, você terá a inclusão da tag personalizada HTML de JSF dessa forma:</p>
<p>&lt;html <strong>… xmlns:h=&#8221;http://java.sun.com/jsf/html&#8221;</strong>&gt;</p>
<p><strong>Nota:</strong> Com a evolução, o desenvolvimento em JSF atualmente pode utilizar a versão com XHTML descartando a anterior, uma vez que se adéqua melhor ao modelo Web 2.0.</p>
<p>Dentre as tags JSF adicionadas na página, a tag <strong>&lt;h:form /&gt;</strong>, representa um componente UIForm e cria um formulário para envio de dados pelo JSF. No HTML gerado, temos a tag <strong>&lt;form/&gt;</strong> para que o browser a compreenda.</p>
<p>A tag <strong>&lt;h:outputText /&gt;</strong> , representando um componente UIOutput que exibe valores, é a responsável pela geração do texto renderizado na página do usuário que, na grande maioria das vezes, é dinâmico. No atributo <strong>value</strong> você adicionou o texto diretamente, mas poderia adicionar a JSF EL (JavaServer Faces Expression Language), visto mais adiante, referente ao Bean criado, dando assim o retorno ao browser de um valor dinâmico produzido por uma entrada ou vindo do banco de dados.</p>
<h3><strong>A página no Browser</strong></h3>
<p>A página criada no aplicativo poderá ser aberta através do seguinte endereço também:</p>
<p><strong>http://localhost:8080/TrabComJSF/faces/index.xhtml</strong></p>
<p>Isso ocorre porque adicionamos a seguinte configuração no deployment descriptor (web.xml):</p>
<pre class="brush:xml">&lt;servlet&gt;
&lt;servlet-name&gt;Faces Servlet&lt;/servlet-name&gt;
&lt;servlet-class&gt;javax.faces.webapp.FacesServlet&lt;/servlet-class&gt;
&lt;load-on-startup&gt;1&lt;/load-on-startup&gt;
&lt;/servlet&gt;
&lt;servlet-mapping&gt;
&lt;servlet-name&gt;Faces Servlet&lt;/servlet-name&gt;
&lt;url-pattern&gt;/faces/*&lt;/url-pattern&gt;
&lt;/servlet-mapping&gt;</pre>
<p>Os itens em destaque mostram que o Servlet FacesServlet, usado para renderizar os componentes JSF, é acionado quando temos “/faces/” antes do nome da página.</p>
<p><strong>Adicionando um bean ao projeto</strong></p>
<p>Na primeira página JSF que criou, você simplesmente adicionou o texto diretamente na tag HTML JSF  <strong>&lt;h:outputText /&gt;</strong>.</p>
<p>Desta vez, você irá adicionar o conteúdo através de um Managed Bean, que nada mais é que uma classe JavaBean comum. A <strong>Listagem 1</strong> mostra o conteúdo do Managed Bean que deverá ser feito:</p>
<p><strong>Listagem 1 – A classe MeuManagedBean.java</strong></p>
<pre class="brush:java">package br.com.integrator;

import javax.faces.bean.ManagedBean;
import javax.faces.bean.RequestScoped;

@ManagedBean(name="meuManagedBean")
@RequestScoped
public class MeuManagedBean {

private String texto;

public String getTexto() {
return "Exemplo Simples";
}
}
</pre>
<p><strong>A estrutura de diretórios com o Managed Bean</strong></p>
<p>Sua estrutura de diretórios deverá ser similar ao mostrado na <strong>Figura 2</strong>, onde apresentamos a classe <strong>MeuManagedBean.java</strong> compilada:</p>
<div id="attachment_130" class="wp-caption alignnone" style="width: 291px"><a rel="attachment wp-att-130" href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Figura-2.jpg" rel="lightbox[128]"><img class="size-medium wp-image-130" title="Figura 2" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Figura-2-281x300.jpg" alt="Estrutura de diretórios do projeto TrabComJSF" width="281" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2. Estrutura de diretórios do projeto TrabComJSF</p></div>
<h3><strong>Alterando a página do projeto</strong></h3>
<p>Vá até a página index.xhtml e altere a tag JSF  <strong>&lt;h:outputText /&gt;</strong> da seguinte forma:</p>
<p><strong>&lt;h:outputText value=&#8221;#{meuManagedBean.texto}&#8221; /&gt;</strong></p>
<p>Ao alterar a tag <strong>&lt;h:outputText/&gt;</strong>, o atributo <strong>value</strong> recebeu agora os delimitadores <strong>#{&#8230;}</strong>. Estes delimitadores são indicações de expressão ao qual ligam o componente JSF ao Managed Bean e seu atributo <strong>get</strong> correspondente, neste caso.</p>
<p>No JavaServer Faces 2.0, usamos a anotação <strong>@ManagedBean</strong>, de <strong>javax.faces.bean.ManagedBean</strong>, para registrar a classe como sendo uma Managed Bean onde, através do atributo <strong>name</strong>, damos o nome que será acessível pelos componentes das páginas JSF. No caso, chamamos de <strong>meuManagedBean</strong>.</p>
<p>O conteúdo é exibido pelo método público <strong>getTexto()</strong>, responsável por enviar as informações do Managed Bean para a página JSF e exibi-las através da tag <strong>&lt;h:outputText /&gt;</strong>. A <strong>Figura 3</strong> mostra como funciona essa integração.</p>
<p>Um <strong>managed bean</strong> possui um escopo onde, no caso, está definido como por requisição<a href="#_ftn3"><sup><sup>[3]</sup></sup></a>. Este escopo é definido na anotação <strong>@RequestScoped</strong>, de <strong>javax.faces.bean.RequestScoped</strong>.</p>
<hr size="1" /><a href="#_ftnref3">[3]</a> Isso indica que as informações transmitidas serão recebidas e permanecerão apenas na página ao qual foi requisitada. Se você navegar para outra página, estas informações se perdem.</p>
<div id="attachment_133" class="wp-caption alignnone" style="width: 306px"><a rel="attachment wp-att-133" href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Figura-3.jpg" rel="lightbox[128]"><img class="size-medium wp-image-133" title="Figura 3" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Figura-3-296x300.jpg" alt="Componente da página JSF lendo o Managed Bean" width="296" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 3. Componente da página JSF lendo o Managed Bean</p></div>
<h3><strong>Os Beans em JSF</strong></h3>
<p>Um <strong>bean</strong> em Java é uma classe que expõe atributos/propriedades e eventos em um ambiente como o JSF. Um atributo é nada mais que uma variável nomeada com um determinado tipo que pode ser lido ou escrito. No bean, existe a convenção de declarar tais atributos como sendo do tipo privado e expô-los através de métodos públicos que encapsulam seus valores com as iniciais: <strong>set</strong> e <strong>get</strong> que servem para atribuir um valor e para pegar este valor respectivamente.</p>
<h3><strong>Utilizando Getters e Setters em um Managed Bean</strong></h3>
<p>Para compreender melhor estas características, vamos modificar novamente o exemplo de modo que possamos enviar dados de um campo e recebê-los.</p>
<div id="attachment_134" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-134" href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Figura-4.jpg" rel="lightbox[128]"><img class="size-medium wp-image-134" title="Figura 4" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Figura-4-300x173.jpg" alt="Rascunho da representação final do exemplo" width="300" height="173" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 4. Rascunho da representação final do exemplo</p></div>
<p>Altere a página <strong>index.xhtml</strong> como mostra o trecho a seguir:</p>
<pre class="brush:html">&lt;h:form&gt;
&lt;h:inputText id="texto" value="#{meuManagedBean.texto}" /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h:commandButton value="Enviar Texto" action="enviar" /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;&lt;h:outputText value="#{meuManagedBean.texto}" /&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;/h:form&gt;
</pre>
<p>E altere o Managed Bean <strong>MeuManagedBean</strong> adicionando o método <strong>setText()</strong> e modificando o método <strong>getText()</strong> como mostra o trecho a seguir:</p>
<pre class="brush:java">public String getTexto() {
return texto;
}
public void setTexto(String texto) {
this.texto = texto;
}</pre>
<p>Pronto, basta rodar o exemplo que verá o resultado.</p>
<div id="attachment_135" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-135" href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Figura-5.jpg" rel="lightbox[128]"><img class="size-medium wp-image-135" title="Figura 5" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Figura-5-300x131.jpg" alt="Submissão do texto da página para o Managed Bean e retornando" width="300" height="131" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 5. Submissão do texto da página para o Managed Bean e retornando</p></div>
<h2>Na próxima Parte</h2>
<p>Desta vez você utilizou mais dois componentes: <strong>&lt;h:inputText /&gt;</strong> e <strong>&lt;h:commandButton /&gt;</strong>. O primeiro permite a inserção de dados. O atributo <strong>id</strong> é o nome atribuído ao componente e o <strong>value</strong> possui a expressão JSF que contém a ligação entre o componente e o atributo no Managed Bean. O segundo componente, o <strong>&lt;h:commandButton /&gt;</strong>, teve o atributo <strong>value</strong> que representa o texto a ser exibido no componente e <strong>action</strong>, que chama um método no servidor e, se não houver método, recebe como valor uma string qualquer, que pode indicar navegação para outra página ou não.</p>
<p>Na <strong>Parte 3 de JavaServer Faces 2.0 na Prática</strong> teremos uma visão geral da arquitetura do framework, com pequenos exemplos funcionais em alguns dos seus aspectos.</p>
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