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	<title>Edson Gonçalves</title>
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	<description>Tecnologia e Conhecimento ao Alcance de Todos</description>
	<lastBuildDate>Thu, 19 Aug 2010 01:36:22 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Spring MVC 3 na Prática com JPA 2</title>
		<link>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/08/16/spring-mvc-3-na-pratica-com-jpa-2/</link>
		<comments>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/08/16/spring-mvc-3-na-pratica-com-jpa-2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 03:49:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Spring MVC 3.0]]></category>
		<category><![CDATA[Eclipse IDE]]></category>
		<category><![CDATA[Java EE 6]]></category>
		<category><![CDATA[JPA 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[MySQL]]></category>
		<category><![CDATA[Spring]]></category>
		<category><![CDATA[Spring MVC]]></category>
		<category><![CDATA[Tomcat]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, tudo bom? Como vão vocês?
Este é o segundo artigo da série Spring MVC 3.0. Desta vez iremos trabalhar com a JPA em conjunto com o framework Spring MVC. Se vocês não tiveram um contato inicial com o framework, recomendo ver este artigo primeiro.
Como sempre, dúvidas e críticas são bem vindas.
O Servidor Java
Para este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal, tudo bom? Como vão vocês?</p>
<p>Este é o segundo artigo da série Spring MVC 3.0. Desta vez iremos trabalhar com a JPA em conjunto com o framework Spring MVC. Se vocês não tiveram um contato inicial com o framework, recomendo ver este <a href="../2010/02/27/spring-mvc-3-0-na-pratica-parte-1/">artigo primeiro</a>.</p>
<p>Como sempre, dúvidas e críticas são bem vindas.</p>
<h3>O Servidor Java</h3>
<p>Para este artigo, vamos utilizar o Tomcat 7.0, ainda em beta. Para baixar o binário do Tomcat 7, vá até o endereço <a href="http://tomcat.apache.org/">http://tomcat.apache.org/</a>.</p>
<p>A versão que vamos baixar é a compactada. Por exemplo, se o seu Windows for de uma versão 64bits, baixe o arquivo apache-tomcat-7.0.0-windows-x64.zip.</p>
<p><strong>Atenção:</strong> O Tomcat 7.0 roda somente na JDK 6 ou superior.</p>
<h3>O banco de dados</h3>
<p>O banco de dados utilizado será o <a href="http://www.mysql.com/">MySQL</a>. Você pode baixar a versão 5.1, utilizada no artigo, <a href="http://dev.mysql.com/downloads/mysql/">aqui</a>.</p>
<h4>Preparando o banco de dados do exemplo</h4>
<p>Abra o terminal do MySQL com seu usuário e senha ROOT (aquela que você configurou na instalação).</p>
<p>Crie o banco de dados executando o seguinte comando:</p>
<p><strong>create database springmvc;</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<h3>O ambiente de trabalho</h3>
<p>A própria empresa responsável pelo Spring Source, divisão da VMware, possui uma ferramenta completa, criada sobre a plataforma Eclipse, chamada de SpringSource Tools Suite.</p>
<p>Para baixar o SpringSource Tools Suite, <a href="http://www.springsource.com/products/springsource-tool-suite-download">clique aqui</a>, preencha o formulário e faça o Download. Como a ferramenta possui uma opção de instalador, usem-na como facilitador se desejar. Na própria página onde baixar o arquivo, haverá a explicação da instalação em cada plataforma, em <strong>Installation Instructions</strong>.</p>
<h3>Criando o projeto</h3>
<p>Na view <strong>Package Explorer</strong>, com o direito do mouse, selecionem <strong>New&gt;Spring Template Project</strong> no menu de contexto.</p>
<div id="attachment_462" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-1.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-462" title="Figura 1 – Iniciando a criação de um projeto modelo utilizando Spring MVC " src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-1-300x180.jpg" alt="Figura 1 – Iniciando a criação de um projeto modelo utilizando Spring MVC" width="300" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1 – Iniciando a criação de um projeto modelo utilizando Spring MVC</p></div>
<p>Na caixa  de diálogo <strong>New Template Project</strong>, selecione <strong>Spring MVC Project</strong> e clique no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_463" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-2.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-463" title="figura-2" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-2-300x291.jpg" alt="Figura 2 – Opção Spring MVC Project" width="300" height="291" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2 – Opção Spring MVC Project</p></div>
<p>Ao aparecer a caixa de diálogo <strong>Import</strong>, cliquem no botão <strong>Yes</strong> para permitir que o projeto faça o download das bibliotecas do Spring MVC. No segundo projeto que criar, não haverá necessidade deste download. Falaremos mais adiante sobre este download e como ele ocorre.</p>
<div id="attachment_464" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-3.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-464" title="figura-3" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-3-300x77.jpg" alt="Figura 3 – Confirmação para o download das bibliotecas do projeto" width="300" height="77" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 3 – Confirmação para o download das bibliotecas do projeto</p></div>
<p>Após o download das bibliotecas, prosseguiremos na criação do projeto. Coloque o nome do seu projeto em <strong>Project name</strong> e o pacote principal abaixo. Confirmem no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_465" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-4.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-465" title="figura-4" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-4-300x267.jpg" alt="Figura 4 – Definição do nome do projeto e pacote principal" width="300" height="267" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 4 – Definição do nome do projeto e pacote principal</p></div>
<p>O assistente criará, em sua conclusão, um projeto com uma estrutura básica, contendo uma classe, página e arquivos de configurações do framework Spring MVC, como mostra na <strong>Figura 5</strong>.</p>
<div id="attachment_466" class="wp-caption alignnone" style="width: 299px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-5.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-466" title="figura-5" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-5-289x300.jpg" alt="Figura 5 – Estrutura inicial do projeto gerado" width="289" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 5 – Estrutura inicial do projeto gerado</p></div>
<h3>Alterando o projeto base gerado pelo assistente</h3>
<p>Além dos arquivos contidos para a execução do projeto, temos o <strong>pom.xml</strong>, o que denota que o projeto é gerado sobre a estrutura do <a href="http://maven.apache.org/index.html">Maven</a>.</p>
<p>Na view <strong>Package Explorer</strong>, se expandirmos <strong>Maven Dependencies</strong>, veremos as bibliotecas que o projeto necessita para ser executado. Neste momento, o projeto está funcionando tal como foi gerado pelo assistente.</p>
<div id="attachment_467" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-6.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-467" title="figura-6" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-6-300x106.jpg" alt="Figura 6 – Página inicial gerada pelo assistente utilizando o framework Spring MVC" width="300" height="106" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 6 – Página inicial gerada pelo assistente utilizando o framework Spring MVC</p></div>
<p>Para compreendermos o que foi gerado, vejam o <a href="../2010/02/27/spring-mvc-3-0-na-pratica-parte-1/">primeiro artigo</a> que escrevi sobre o Spring MVC, ao qual explico a base do framework.</p>
<p>Entretanto, não vamos utilizar alguns dos arquivos criados. Selecione os seguintes diretórios e arquivos do projeto e os remova:</p>
<ul>
<li><strong>WelcomeController.java</strong></li>
<li><strong>WelcomeControllerTests.java</strong></li>
<li><strong>spring/</strong></li>
<li><strong>views/</strong></li>
<li><strong>urlrewrite.xml</strong></li>
</ul>
<h3>Adicionando outras bibliotecas ao projeto utilizando o Maven</h3>
<p>Embora boa parte das bibliotecas que precisamos no projeto já estejam disponíveis, precisamos adicionar a biblioteca JDBC do MySQL e as do Hibernate para trabalharmos com a JPA 2.</p>
<p>Abram o arquivo <strong>pom.xml </strong>, encontrado na view <strong>Package Explorer</strong>. No canto superior do lado direito, temos o ícone <strong>Show Advanced Tabs</strong>. Vamos exibir, ao clicar neste ícone, novas tabs que permitirão configurar novos repositórios.</p>
<div id="attachment_468" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-7.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-468" title="figura-7" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-7-300x66.jpg" alt="Figura 7 – Exibindo tabs avançadas do editor visual para o arquivo pom.xml" width="300" height="66" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 7 – Exibindo tabs avançadas do editor visual para o arquivo pom.xml</p></div>
<h4>Adicionando um repositório</h4>
<p>Na aba <strong>Repositories</strong>, cliquem no botão <strong>Create</strong>. Preencham com <strong>JBoss Repo</strong> em <strong>Id</strong> e <strong>http://repository.jboss.com/maven2</strong>.  Este repositório será necessário para obtermos a última versão do Hibernate, importante para nosso projeto.</p>
<div id="attachment_469" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-8.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-469" title="figura-8" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-8-300x173.jpg" alt="Figura 8 – O repositório JBoss configurado" width="300" height="173" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 8 – O repositório JBoss configurado</p></div>
<h4>Criando propriedades</h4>
<p>Caso o leitor não conheça o Maven ainda, já deve ter desconfiado que informamos um endereço para baixarmos as bibliotecas. Entretanto, quais desejamos?</p>
<p>Na aba <strong>Overview</strong>, em <strong>Properties</strong>, cliquem no botão <strong>Create</strong>. Na caixa de diálogo <strong>Add property</strong>, preencham como na <strong>Figura 9</strong>.</p>
<div id="attachment_470" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-9.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-470" title="figura-9" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-9-300x108.jpg" alt="Figura 9 – Criação da property da versão do Hibernate" width="300" height="108" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 9 – Criação da property da versão do Hibernate</p></div>
<p>Adicione outra <strong>property</strong> preenchendo o diálogo como na <strong>Figura 10</strong>.</p>
<div id="attachment_471" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-10.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-471" title="figura-10" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-10-300x108.jpg" alt="Figura 10 – Criação da property da versão da JPA" width="300" height="108" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 10 – Criação da property da versão da JPA</p></div>
<p>Por fim, adicionem mais uma <strong>property</strong> e preencham como a <strong>Figura 11</strong>.</p>
<div id="attachment_472" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-11.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-472" title="figura-11" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-11-300x108.jpg" alt="Figura 11 – Criação da property da versão da biblioteca JDBC do MySQL" width="300" height="108" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 11 – Criação da property da versão da biblioteca JDBC do MySQL</p></div>
<h4>Criando as dependências</h4>
<p>As propriedades foram definidas para informar qual versão desejamos utilizar das bibliotecas que o Maven deverá baixar. Entretanto, precisamos configurar  as dependências.</p>
<p>Na aba <strong>Dependencies</strong>, cliquem no botão <strong>Create</strong> e preencham conforme a <strong>Figura 12</strong> ilustra.</p>
<div id="attachment_473" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-12.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-473" title="figura-12" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-12-300x207.jpg" alt="Figura 12 – A dependência do Hibernate" width="300" height="207" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 12 – A dependência do Hibernate</p></div>
<p>Criem uma nova dependência e configurem conforme a <strong>Figura 13 </strong>demonstra.</p>
<div id="attachment_474" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-13.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-474" title="figura-13" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-13-300x207.jpg" alt="Figura 13  - A dependência da API JPA 2.0" width="300" height="207" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 13  - A dependência da API JPA 2.0</p></div>
<p>Façam o mesmo processo preenchendo conforme a <strong>Figura 14</strong> exibe.</p>
<div id="attachment_475" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-14.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-475" title="figura-14" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-14-300x207.jpg" alt="Figura 14 – A dependência da biblioteca JDBC do MySQL" width="300" height="207" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 14 – A dependência da biblioteca JDBC do MySQL</p></div>
<p>E para a parte de transações do Spring, configure a dependência  conforme a <strong>Figura 15</strong>.</p>
<div id="attachment_476" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-15.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-476" title="figura-15" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-15-300x147.jpg" alt="Figura 15 – A dependência da biblioteca para transações do Spring Framework" width="300" height="147" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 15 – A dependência da biblioteca para transações do Spring Framework</p></div>
<p>Para trabalhar com banco de dados no Spring, configure a dependência  conforme a <strong>Figura 16</strong>.</p>
<div id="attachment_477" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-16.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-477" title="figura-16" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-16-300x147.jpg" alt="Figura 16 – A dependência da biblioteca jdbc do Spring Framework" width="300" height="147" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 16 – A dependência da biblioteca jdbc do Spring Framework</p></div>
<p>Como estamos trabalhando com a JPA, o  Spring precisa da dependência  que configuramos no Maven conforme a <strong>Figura 17</strong>.</p>
<div id="attachment_478" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-17.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-478" title="figura-17" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-17-300x147.jpg" alt="Figura 17 – A dependência da biblioteca orm do Spring Framework" width="300" height="147" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 17 – A dependência da biblioteca orm do Spring Framework</p></div>
<p>Ao salvar o arquivo, automaticamente o Maven entrará em ação trazendo as bibliotecas faltantes para o seu projeto. Vemos isto na view <strong>Console</strong>.</p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Nota:</strong> Detalhes de como o Maven funciona não serão mostrados neste artigo. É importante lembramos que o objetivo deste artigo não é ensinar a trabalhar com Maven, seja através do arquivo pom.xml ou pelo Eclipse IDE.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Um CRUD com Spring MVC utilizando JPA 2.0</h3>
<p>O projeto neste artigo será baseado em apenas uma entidade, suficiente mostrar a vocês a integração entre as duas tecnologias no desenvolvimento.</p>
<p>Iremos agora modificar o projeto criado automaticamente pelo assistente.</p>
<h3>A entidade Contato</h3>
<p>Teremos para o exemplo apenas uma entidade, chamada de Contato. Esta entidade, trabalhará com uma tabela contato, no qual possui quatro atributos, sendo o atributo <strong>id</strong> o único que será gerado automaticamente. A <strong>Listagem 1</strong> exibe  a entidade que será usada no exemplo.</p>
<p><strong>Listagem 1. A entidade Contato.</strong></p>
<pre class="brush:java">package br.com.integrator;

import javax.persistence.*;

@Entity

@Table(name = "contato")

public class Contato {

@Id

@GeneratedValue(strategy = GenerationType.IDENTITY)

@Column(name = "id")

private Long id;

private String nome;

private String email;

private String telefone;

//getters and setters

}</pre>
<p>Para fazê-la, cliquem com o direito do mouse sobre o pacote <strong>br.com.integrator</strong> e selecionem, no menu de contexto, o item <strong>New&gt;Class</strong>.</p>
<div id="attachment_479" class="wp-caption alignnone" style="width: 278px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-18.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-479" title="figura-18" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-18-268x300.jpg" alt="Figura 18 – Criação da classe Contato" width="268" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 18 – Criação da classe Contato</p></div>
<h3>Acessando os dados</h3>
<p>O acesso aos dados é feito pelo padrão DAO (<strong>Listagem 2</strong>), com a adição de anotações do Spring Framework.  No princípio, adicionamos a anotação <strong>@Repository(&#8220;contatoDao&#8221;)</strong>, ao qual indica ao Spring Framework que se trata de um DAO. Veremos mais a respeito adiante, na configuração final do Spring.</p>
<p>Utilizamos a anotação <strong>@Transactional</strong>, para fazer o controle transacional e a anotação <strong>@PersistenceContext</strong>, permitindo assim com que o Spring injete um <strong>EntityManager</strong> no serviço quando instanciado. Esta anotação pode ser colocada no atributo ou método setter. Com a esta injeção, temos um comportamento similar ao oferecido pelo EJB 3, incluindo transações, só que sem a necessidade de um contêiner EJB para isso.</p>
<p>Para criar a classe da <strong>Listagem 2</strong>, criem uma nova classe e coloquem o pacote <strong>br.com.integrator.dao</strong> e preencham o nome da classe como <strong>ContatoDAO</strong>.</p>
<div id="attachment_480" class="wp-caption alignnone" style="width: 257px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-19.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-480" title="figura-19" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-19-247x300.jpg" alt="Figura 19 – Criação da classe ContatoDAO" width="247" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 19 – Criação da classe ContatoDAO</p></div>
<p><strong>Listagem 2. A classe ContatoDAO.</strong></p>
<pre class="brush:java">package br.com.integrator.dao;

import java.util.List;

import javax.persistence.EntityManager;

import javax.persistence.PersistenceContext;

import org.springframework.stereotype.Repository;

import org.springframework.transaction.annotation.Transactional;

import br.com.integrator.Contato;

@Repository("contatoDao")

public class ContatoDAO{

protected EntityManager entityManager;

public ContatoDAO() {

}

@PersistenceContext

public void setEntityManager(EntityManager entityManager) {

this.entityManager = entityManager;

}

public Contato find(Long id) {

return entityManager.find(Contato.class, id);

}

@Transactional

public void persist(Contato contato) {

entityManager.persist(contato);

}

@Transactional

public void merge(Contato contato) {

entityManager.merge(contato);

}

@Transactional

public void remove(Contato contato) {

entityManager.remove(contato);

}

@SuppressWarnings("unchecked")

public List&lt;Contato&gt; findAll() {

return entityManager.createQuery("SELECT c FROM Contato c").getResultList();

}

}</pre>
<h3>Controlando como o aplicativo funciona</h3>
<p>A classe ContatoController, que será criada no pacote <strong>br.com.integrator.web</strong>, exibida na <strong>Listagem 3</strong>, lida com as requisições do cliente, controlando o rumo que será dado na chamada a uma determinada view.</p>
<p><strong>Listagem 3. A classe ContatoController.</strong></p>
<pre class="brush:java">package br.com.integrator.web;

import org.springframework.beans.factory.annotation.Autowired;

import org.springframework.stereotype.Controller;

import org.springframework.ui.ModelMap;

import org.springframework.web.bind.annotation.*;

import br.com.integrator.dao.ContatoDAO;

import br.com.integrator.Contato;

@Controller

@RequestMapping("/contato/**")

public class ContatoController {

@Autowired

private ContatoDAO contatoDao;

@RequestMapping(value = "/contato/{id}", method = RequestMethod.GET)

public String show(@PathVariable("id") Long id, ModelMap modelMap) {

modelMap.addAttribute("contato", contatoDao.find(id));

return "contato/show";

}

@RequestMapping(value = "/contato", method = RequestMethod.GET)

public String list(ModelMap modelMap) {

modelMap.addAttribute("contatos", contatoDao.findAll());

return "contato/list";

}

@RequestMapping(value = "/contato/{id}", method = RequestMethod.DELETE)

public String delete(@PathVariable("id") Long id) {

contatoDao.remove(contatoDao.find(id));

return "redirect:/contato";

}

@RequestMapping(value = "/contato/form", method = RequestMethod.GET)

public String form(ModelMap modelMap) {

modelMap.addAttribute("contato", new Contato());

return "contato/create";

}

@RequestMapping(value = "/contato", method = RequestMethod.POST)

public String create(@ModelAttribute("contato") Contato contato) {

contatoDao.persist(contato);

return "redirect:/contato";

}

@RequestMapping(value = "/contato/{id}/form", method = RequestMethod.GET)

public String updateForm(@PathVariable("id") Long id, ModelMap modelMap) {

modelMap.addAttribute("contato", contatoDao.find(id));

return "contato/update";

}

@RequestMapping(method = RequestMethod.PUT)

public String update(@ModelAttribute("contato") Contato contato) {

contatoDao.merge(contato);

return "redirect:/contato";

}

}</pre>
<p>Introduzida na versão do Spring MVC 2.5, podemos declarar uma classe como sendo a controller do framework simplesmente utilizando a anotação <strong>@Controller</strong>, de <em>org.springframework.stereotype.Controller</em>. Esta anotação permite que o Spring faça seu “scan” automaticamente através do elemento <em>&lt;context:component-scan&gt;</em>.</p>
<p>Com a anotação <strong>@RequestMapping</strong>, encontrada após <strong>@Controller</strong>, definimos o caminho HTTP que será utilizado na aplicação, sendo mapeada pela classe. Na prática, todas as chamadas na aplicação contendo o <em>“/contato/*”</em> serão analisadas pela classe controller.</p>
<p>O suporte a RESTful foi completamente adicionado no Spring MVC 3, onde determinamos o seu comportamento através também da anotação <strong>@ResquestMapping</strong>. Agora, o servlet Spring Dispatcher suporta os seguintes métodos HTTP: GET, HEAD, POST, PUT e DELETE.</p>
<p>Para efeitos comparativos, se colocarmos cada um dos métodos HTTP ao lado de um simples aplicativo que executa as quatro operações básicas (CRUD), teríamos o GET como sendo o READ, o POST como CREATE, o PUT como UPDATE e o DELETE como por ele mesmo.</p>
<p>Infelizmente, os navegadores não compreendem nada além de GET e POST em formulários HTML. Ao declarar no formulário do Spring MVC que o método de submissão é o DELETE, por exemplo, este se transformará em um método POST, para que o navegador entenda, só que contendo um campo oculto com o valor DELETE. Infelizmente este feito não é mágico e no Spring MVC esta característica só é possível porque configuramos o filtro <em>org.springframework.web.filter.HiddenHttpMethodFilter</em> no arquivo <em>web.xml</em>(veja a <strong>Listagem 4</strong>).</p>
<p>Ao submeter o formulário, a anotação <strong>@ResquestMapping</strong> verifica o caminho e o método submetido. Imagine que <strong>@ResquestMapping </strong> recebe uma chamada HTTP com o caminho <em>“/contato/1”</em>, seria apenas uma visualização do contato <em>número 1</em> se <em><strong>RequestMethod.DELETE</strong></em> não fosse acionado, disparando automaticamente o método <strong>delete()</strong>, que tem como objetivo remover o contato. Esta remoção é feita pelo <strong>remove() </strong>do DAO.</p>
<p>Através de templates URI, a anotação <strong>@PathVariable</strong> determina à variável que será recebida e transmitida para o método em questão. Se quisermos excluir um determinado contato, enviamos ao navegador o caminho <em>“/contato/1”</em>, mas que será traduzido como <em>“contato?id=1”</em>. Como parâmetro, a variável pode ser convertida para um determinado tipo em sua captura, assim como renomeada.</p>
<p>A conclusão de cada operação no controller pode ser feita através de um redirecionamento, enviando a string <em>“redirect:/caminho”</em> ou simplesmente retornando o caminho que deseja exibir.</p>
<h3>A configuração do web.xml</h3>
<p>O arquivo <em>web.xml</em> precisa de alguns ajustes, uma vez que este já possui configurações iniciais para trabalhar com o Spring MVC. A <strong>Listagem 4</strong> exibe o arquivo <strong>web.xml</strong> na íntegra.</p>
<p><strong>Listagem 4. O web.xml.</strong></p>
<pre class="brush:xml">&lt;?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?&gt;

&lt;web-app version="2.5" xmlns="http://java.sun.com/xml/ns/javaee"

xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance"

xsi:schemaLocation="http://java.sun.com/xml/ns/javaee http://java.sun.com/xml/ns/javaee/web-app_2_5.xsd"&gt;

&lt;display-name&gt;SpringMVC&lt;/display-name&gt;

&lt;listener&gt;

&lt;listener-class&gt;org.springframework.web.context.ContextLoaderListener&lt;/listener-class&gt;

&lt;/listener&gt;

&lt;servlet&gt;

&lt;servlet-name&gt;ContatoManager&lt;/servlet-name&gt;

&lt;servlet-class&gt;org.springframework.web.servlet.DispatcherServlet&lt;/servlet-class&gt;

&lt;/servlet&gt;

&lt;servlet-mapping&gt;

&lt;servlet-name&gt;ContatoManager&lt;/servlet-name&gt;

&lt;url-pattern&gt;/&lt;/url-pattern&gt;

&lt;/servlet-mapping&gt;

&lt;servlet-mapping&gt;

&lt;servlet-name&gt;default&lt;/servlet-name&gt;

&lt;url-pattern&gt;/static/*&lt;/url-pattern&gt;

&lt;/servlet-mapping&gt;

&lt;!-- habilitar o suporte REST do Spring 3.0 --&gt;

&lt;filter&gt;

&lt;filter-name&gt;httpMethodFilter&lt;/filter-name&gt;

&lt;filter-class&gt;org.springframework.web.filter.HiddenHttpMethodFilter&lt;/filter-class&gt;

&lt;/filter&gt;

&lt;!-- Permite colocar um campo oculto para PUT e DELETE --&gt;

&lt;filter-mapping&gt;

&lt;filter-name&gt;httpMethodFilter&lt;/filter-name&gt;

&lt;servlet-name&gt;ContatoManager&lt;/servlet-name&gt;

&lt;/filter-mapping&gt;

&lt;filter&gt;

&lt;filter-name&gt;OpenEntityManagerInViewFilter&lt;/filter-name&gt;

&lt;filter-class&gt;

org.springframework.orm.jpa.support.OpenEntityManagerInViewFilter

&lt;/filter-class&gt;

&lt;/filter&gt;

&lt;filter-mapping&gt;

&lt;filter-name&gt;OpenEntityManagerInViewFilter&lt;/filter-name&gt;

&lt;url-pattern&gt;/*&lt;/url-pattern&gt;

&lt;/filter-mapping&gt;

&lt;session-config&gt;

&lt;session-timeout&gt;10&lt;/session-timeout&gt;

&lt;/session-config&gt;

&lt;welcome-file-list&gt;

&lt;welcome-file&gt;index.jsp&lt;/welcome-file&gt;

&lt;/welcome-file-list&gt;

&lt;/web-app&gt;</pre>
<p>Para o Spring MVC funcionar, utilizamos o servlet org.springframework.web.servlet.DispatcherServlet, configurado no arquivo <strong>web.xml</strong> da aplicação. Por padrão, o Spring olha beans em arquivos cujo começo possui o mesmo nome do Servlet configurado, seguido de <em>-servlet.xml</em>. Para melhor entendimento, o nome ContatoManager, dado no elemento <em>&lt;servlet-name/&gt;</em>, fará com que o Spring procure por um arquivo chamado <strong>ContatoManager-servlet.xml</strong>.</p>
<p>Evidentemente ele não é o único item que deve ser configurado no arquivo, já que, se pretendemos trabalhar com REST, como já foi citado anteriormente, precisamos adicionar o filtro pela classe org.springframework.web.filter.HiddenHttpMethodFilter.</p>
<p>Para trabalhar com a JPA, utilizamos o filtro org.springframework.orm.jpa.support.OpenEntityManagerInViewFilter, do Spring. Entretanto, deixarei para falar sobre este filtro em outra ocasião.</p>
<h3>O arquivo persistence.xml</h3>
<p>A <strong>Listagem 5</strong> mostra o arquivo <strong>persistence.xml</strong>, que configura como <em>provider</em> o Hibernate.  Este arquivo deve ser criado dentro do diretório <strong>META-INF</strong>. Este diretório será criado em <strong>src/main/Java</strong>. Veja como ficará em seu projeto através da <strong>Figura 20</strong>.</p>
<div id="attachment_481" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-20.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-481" title="figura-20" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-20-300x79.jpg" alt="Figura 20 – Localização do arquivo persistence.xml dentro de META-INF" width="300" height="79" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 20 – Localização do arquivo persistence.xml dentro de META-INF</p></div>
<p><strong>Listagem 5. Configuração do arquivo persistence.xml.</strong></p>
<pre class="brush:xml">&lt;?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?&gt;

&lt;persistence version="2.0" xmlns="http://java.sun.com/xml/ns/persistence"

xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance"

xsi:schemaLocation="http://java.sun.com/xml/ns/persistence

http://java.sun.com/xml/ns/persistence/persistence_2_0.xsd"&gt;

&lt;persistence-unit name="ContatoPU" transaction-type="RESOURCE_LOCAL"&gt;

&lt;class&gt;br.com.integrator.Contato&lt;/class&gt;

&lt;properties&gt;

&lt;property name="javax.persistence.jdbc.url" value="jdbc:mysql://localhost:3306/springmvc"&gt;&lt;/property&gt;

&lt;property name="javax.persistence.jdbc.user" value="edson"&gt;&lt;/property&gt;

&lt;property name="javax.persistence.jdbc.password" value="integrator"&gt;&lt;/property&gt;

&lt;property name="javax.persistence.jdbc.driver" value="com.mysql.jdbc.Driver"&gt;&lt;/property&gt;

&lt;property name="hibernate.show_sql" value="true" /&gt;

&lt;property name="hibernate.format_sql" value="true" /&gt;

&lt;property name="hibernate.hbm2ddl.auto" value="create"/&gt;

&lt;/properties&gt;

&lt;/persistence-unit&gt;

&lt;/persistence&gt;</pre>
<h3>Configurando o Spring</h3>
<p>Revisando até o momento o que criamos, temos um DAO simples que se comunica com o banco de dados através da JPA, utilizando o Hibernate como provider.</p>
<p>Este DAO será executado pelo Controller do Spring MVC, também já configurado.</p>
<p>Para trabalhar com todas estas informações, dividiremos as configurações em dois arquivos, separando suas responsabilidades.</p>
<p>O primeiro arquivo, chamado de <strong>applicationContext.xml</strong> (<strong>Listagem 6</strong>), será o utilizado para a trabalhar com a injeção de dependências na classe DAO, lidando com as características da JPA. Este arquivo deve ser criado dentro do diretório <strong>WEB-INF</strong>.</p>
<p>Para criá-lo, cliquem com o direito do mouse em src/main/webapp/<strong>WEB-INF</strong> e selecionem <strong>New&gt;Spring Bean Configuration File</strong> no menu de contexto.</p>
<p>Na caixa de diálogo <strong>Create a new Spring Bean Definition file</strong> coloque o nome do arquivo de <strong>applicationContext</strong> (<strong>Figura 21</strong>) e clique no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_482" class="wp-caption alignnone" style="width: 299px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-21.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-482" title="figura-21" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-21-289x300.jpg" alt="Figura 21 – Criação do arquivo applicationContext.xml pelo assistente" width="289" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 21 – Criação do arquivo applicationContext.xml pelo assistente</p></div>
<p>Na segunda etapa, mantenha o <strong>beans – http://www.springframework.org/schema/beans</strong> e mantenha selecionado o item XSD como mostrado na <strong>Figura 22</strong>.</p>
<div id="attachment_483" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-22.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-483" title="figura-22" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-22-300x277.jpg" alt="Figura 22 – Seleção do namespace beans" width="300" height="277" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 22 – Seleção do namespace beans</p></div>
<p>Ainda na segunda etapa, mantenha o <strong>context – http://www.springframework.org/schema/context</strong><em> </em>e mantenha selecionado o item XSD como mostrado na <strong>Figura 23</strong>.</p>
<div id="attachment_484" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-23.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-484" title="figura-23" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-23-300x277.jpg" alt="Figura 23 – Seleção do namespace context" width="300" height="277" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 23 – Seleção do namespace context</p></div>
<p>A última opção que selecionaremos na segunda etapa será o <strong>tx – </strong><strong>http://www.springframework.org/schema/tx</strong><em> </em>e mantenha selecionado o item XSD como mostrado na <strong>Figura 24</strong>. Confirmem no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_485" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-24.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-485" title="figura-24" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-24-300x277.jpg" alt="Figura 24 – Seleção do namespace tx" width="300" height="277" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 24 – Seleção do namespace tx</p></div>
<p>Caso tenhamos esquecido de selecionar algum namespace, não tem importância, pois ao finalizar o assistente, o editor do arquivo de configuração do Spring se abre. Neste caso, vamos adicionar um último namespace. Cliquem na aba <strong>Namespaces</strong> e marquem o namespace <strong>mvc &#8211; http://www.springframework.org/schema/mvc</strong> e selecionem o XSD como mostrado na <strong>Figura 25</strong>.</p>
<div id="attachment_486" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-25.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-486" title="figura-25" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-25-300x90.jpg" alt="Figura 25 – Seleção do namespace mvc" width="300" height="90" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 25 – Seleção do namespace mvc</p></div>
<p>O conteúdo completo do arquivo <strong>applicationContext.xml</strong> está na <strong>Listagem 6</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 6. Configuração do arquivo applicationContext.xml.</strong></p>
<pre class="brush:xml">&lt;?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?&gt;

&lt;beans xmlns="http://www.springframework.org/schema/beans"

xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance"

xmlns:context="http://www.springframework.org/schema/context"

xmlns:tx="http://www.springframework.org/schema/tx"

xmlns:mvc="http://www.springframework.org/schema/mvc"

xsi:schemaLocation="http://www.springframework.org/schema/mvc http://www.springframework.org/schema/mvc/spring-mvc-3.0.xsd

http://www.springframework.org/schema/beans http://www.springframework.org/schema/beans/spring-beans-3.0.xsd

http://www.springframework.org/schema/tx http://www.springframework.org/schema/tx/spring-tx-3.0.xsd

http://www.springframework.org/schema/context http://www.springframework.org/schema/context/spring-context-3.0.xsd"&gt;

&lt;bean class="org.springframework.orm.jpa.LocalContainerEntityManagerFactoryBean"&gt;

&lt;property value="ContatoPU" /&gt;

&lt;/bean&gt;

&lt;context:component-scan base-package="br.com.integrator"/&gt;

&lt;bean id="transactionManager" class="org.springframework.orm.jpa.JpaTransactionManager"&gt;

&lt;property name="entityManagerFactory" ref="entityManagerFactory"/&gt;

&lt;/bean&gt;

&lt;mvc:annotation-driven/&gt;

&lt;tx:annotation-driven /&gt;

&lt;context:annotation-config /&gt;

&lt;/beans&gt;</pre>
<p>No Spring MVC, para determinar a classe controladora, utilizamos a anotação @Controller. Entretanto, para que seja possível detectar esta anotação, o Spring utiliza o elemento <strong>&lt;context:component-scan /&gt;</strong>, onde indicamos  o pacote em que ele pode verificar. Este recurso é chamado de <strong>Classpath scanning</strong>, que permite ao Spring ler as classes encontradas no pacote indicado da aplicação em busca das que estão anotadas. Isso evita que tenhamos de declarar estas classes no XML. Ao fazer este “scanning”, as classes são passadas por um filtro e então a definição de um bean é criada para cada uma delas. Evidentemente que este filtro é determinado pelas anotações, onde não existem apenas as anotações que utilizamos neste exemplo,  mas de outras mais que temos como referencia para o framework: @Component, @Service, @Controller e @Repository (que foi introduzida no Spring 2.0). Você pode também criar suas próprias anotações e filtros para declarar os componentes.</p>
<p>Para o Spring trabalhar com a JPA, onde a execução ocorre em ambientes Java EE, utilizamos a factory org.springframework.orm.jpa.LocalContainerEntityManagerFactoryBean:</p>
<pre class="brush:xml">&lt;bean

class="org.springframework.orm.jpa.LocalContainerEntityManagerFactoryBean"&gt;

&lt;property name="persistenceUnitName" value="ContatoPU" /&gt;

&lt;/bean&gt;</pre>
<p>Com a propriedade de LocalContainerEntityManagerFactoryBean especificamos o nome  da <em>persistence unit</em> do arquivo <strong>persistence.xml</strong>. É neste arquivo que temos as configurações de acesso ao banco de dados pela JPA para realizar as operações de persistência.</p>
<p>Para a configuração do controle transacional em uma aplicação baseada no Spring, é necessário declarar um gerenciador que, neste caso, será a classe org.springframework.orm.jpa.JpaTransactionManager. Esta classe é utilizada para trabalhar com a JPA, independente de provedor ORM. A declaração da classe é ilustrada no trecho a seguir:</p>
<pre class="brush:xml">&lt;bean

class="org.springframework.orm.jpa.JpaTransactionManager"&gt;

&lt;property name="entityManagerFactory" ref="entityManagerFactory" /&gt;

&lt;/bean&gt;</pre>
<p>JpaTransactionManager precisa de qualquer implementação de javax.persistence.EntityManagerFactory para colaborar com EntityManager produzido pela fabrica, para conduzir transações. A classe JpaTransactionManager é recomendada para aplicações que utilizam apenas uma EntityManager.</p>
<p>Para que não tenhamos que fazer injeção de dependência do EntityManager em todos os nossos DAOs, utilizamos o elemento <strong>&lt;context:annotation-config /&gt;</strong>, que procura todas as classes anotadas com @PersistenceContext, @Autowired (que veremos mais adiante), entre outros, e faz a injeção de dependência automaticamente.</p>
<p>Por termos configurado as transações no DAO, por meio da utilização da anotação @Transactional, o elemento <strong>&lt;tx:annotation-driven&gt;</strong> foi utilizado.</p>
<p>Como se não bastasse, temos também a parte do Spring MVC, que utiliza o elemento <strong>mvc:annotation-driven /&gt;</strong>, permitindo enviar as requisições das classes que possuem a anotação <strong>@Controller</strong>.</p>
<h3>Configurando o Spring MVC</h3>
<p>O segundo arquivo, com o nome de <strong>ContatoManager-servlet.xml</strong> (<strong>Listagem 7</strong>), será o responsável por configurar o caminho das views e a tecnologia empregada no projeto do Spring MVC.</p>
<p>Para criá-lo, cliquem com o direito do mouse sobre o diretório src/main/webapp/<strong>WEB-INF</strong> e selecionem <strong>New&gt;Spring Bean Configuration File</strong> no menu de contexto.</p>
<p>Na caixa de diálogo <strong>Create a new Spring Bean Definition file</strong> coloquem o nome do arquivo de <strong>ContatoManager-servlet</strong> (<strong>Figura 26</strong>) e clique no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_487" class="wp-caption alignnone" style="width: 290px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-26.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-487" title="figura-26" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-26-280x300.jpg" alt="Figura 26 – Criação do arquivo ContatoManager-servlet.xml pelo assistente" width="280" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 26 – Criação do arquivo ContatoManager-servlet.xml pelo assistente</p></div>
<p>Na segunda etapa, mantenham apenas o item <strong>beans – http://www.springframework.org/schema/beans</strong> selecionado como mostrado na <strong>Figura 27</strong>. Finalizem o assistente pelo botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_488" class="wp-caption alignnone" style="width: 298px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-27.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-488" title="figura-27" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-27-288x300.jpg" alt="Figura 27 – Seleção do namespace beans" width="288" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 27 – Seleção do namespace beans</p></div>
<p>A <strong>Listagem 7</strong> exibe, na íntegra, o conteúdo do arquivo <strong>ContatoManager-servlet.xml</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 7. Configuração do arquivo ContatoManager-servlet.xml.</strong></p>
<pre class="brush:xml">&lt;?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?&gt;

&lt;beans xmlns="http://www.springframework.org/schema/beans"

xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance"

xsi:schemaLocation="http://www.springframework.org/schema/beans http://www.springframework.org/schema/beans/spring-beans-3.0.xsd"&gt;

&lt;bean class="org.springframework.web.servlet.view.InternalResourceViewResolver"&gt;

&lt;property value="/WEB-INF/jsp/"/&gt;

&lt;property value=".jsp"/&gt;

&lt;/bean&gt;

&lt;/beans&gt;</pre>
<p>O Spring MVC possui um suporte a inúmeros tipos de views, utilizando diversos tipos de tecnologias, como JSP, FreeMarker, JasperReports, Velocity, XML, XSLT e outros. Quando vamos criar um projeto Spring MVC, podemos utilizar uma ou diversas ao mesmo tempo, o que significa que é possível apresentar uma página em HTML gerada pelo JSP contendo os dados vindos do banco de dados através do uso do Spring MVC e também um XML contendo os mesmos dados, com uma pequena alteração de extensão no navegador.</p>
<p>Com a classe org.springframework.web.servlet.view.InternalResourceViewResolver pré-fixamos o caminho das páginas em <em>&#8220;/WEB-INF/jsp/&#8221;</em> e damos o sufixo, sendo <em>&#8220;.jsp&#8221;</em>. Para o conteúdo das páginas, temos InternalResourceViewResolver, uma subclasse de UrlBasedViewResolver, que suporta JSTL, onde utilizaremos em nossas views.</p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Atenção:</strong> Como boa prática recomendada pelo Spring, coloquem as páginas JSP dentro do diretório <strong>WEB-INF</strong>, impedindo assim seu acesso direto através da URL.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>As views</h3>
<p>Criaremos agora três páginas que representarão nosso CRUD. Estas páginas serão criadas dentro de um diretório chamado <strong>contato</strong>, que ficará dentro de <strong>jsp</strong> em <strong>WEB-INF</strong>. Os diretórios <strong>jsp </strong>e <strong>contato</strong> ainda não foram criados. Para criá-los, clique com o direito do mouse sobre <strong>src/main/webapp/WEB-INF</strong> e selecione <strong>New&gt;Folder</strong> no menu  de contexto.</p>
<div id="attachment_489" class="wp-caption alignnone" style="width: 218px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-28.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-489" title="figura-28" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-28-208x300.jpg" alt="Figura 28 -  Os diretórios jsp e contato criados dentro de WEB-INF do projeto" width="208" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 28 -  Os diretórios jsp e contato criados dentro de WEB-INF do projeto</p></div>
<h4>O formulário de cadastro</h4>
<p>Se preferir, mude a perspectiva do Eclipse para Java EE, assim será possível clicar com o direito do mouse sobre o diretório e selecionar, no menu de contexto, o item <strong>New&gt;JSP File</strong>. O assistente de criação de páginas JSP pode lhe ajudar com um template Basico. Por fim, dê o nome de <strong>create.jsp</strong> no arquivo e coloque o conteúdo similar ao mostrado na <strong>Listagem 8</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 8. A página create.jsp.</strong></p>
<pre class="brush:xhtml">&lt;%@ taglib prefix="spring" uri="http://www.springframework.org/tags"%&gt;

&lt;%@ taglib prefix="form" uri="http://www.springframework.org/tags/form" %&gt;

&lt;%@ taglib prefix="c" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/core" %&gt;

&lt;%@ taglib prefix="fmt" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/fmt" %&gt;

&lt;%@ taglib prefix="fn" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/functions" %&gt;

&lt;!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd"&gt;

&lt;html&gt;

&lt;head&gt;

&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=ISO-8859-1"&gt;

&lt;style type="text/css" media="screen"&gt;

@import url("&lt;c:url value="/static/styles/style.css"/&gt;");

&lt;/style&gt;

&lt;title&gt;Cadastrar&lt;/title&gt;

&lt;/head&gt;

&lt;body&gt;

&lt;div id="wrap"&gt;

&lt;div&gt;

&lt;%@ include file="/menu.jsp" %&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;

&lt;div&gt;

&lt;c:url var="url" value="/contato" /&gt;

&lt;form:form action="${url}" method="POST" modelAttribute="contato"&gt;

&lt;div&gt;

&lt;label for="nome"&gt;Nome:&lt;/label&gt;

&lt;form:input cssStyle="width:250px" maxlength="30" path="nome" size="30"/&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;br/&gt;

&lt;div&gt;

&lt;label for="email"&gt;Email:&lt;/label&gt;

&lt;form:input cssStyle="width:250px" maxlength="30" path="email" size="30"/&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;br/&gt;

&lt;div&gt;

&lt;label for="telefone"&gt;Telefone:&lt;/label&gt;

&lt;form:input cssStyle="width:250px" maxlength="30" path="telefone" size="20"/&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;br/&gt;

&lt;div class="submit"&gt;

&lt;input value="Criar Contato"/&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;/form:form&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;/body&gt;

&lt;/html&gt;</pre>
<p>Podemos ter uma idéia de como ficará a página <strong>create.jsp</strong> através da <strong>Figura 29</strong>.</p>
<div id="attachment_490" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-29.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-490" title="figura-29" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-29-300x133.jpg" alt="Figura 29 – A página create.jsp" width="300" height="133" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 29 – A página create.jsp</p></div>
<p>Analisando o <strong>web.xml</strong>, veremos o elemento <strong>&lt;servlet-mapping/&gt;</strong>, que define onde a aplicação encontrará os conteúdos estáticos do aplicativo. O Servlet <strong>default</strong>, utilizando neste caso, pertence as configurações padrão do Tomcat, responsável por servir conteúdos estáticos de aplicações web. Mesmo que seus arquivos não estejam em um diretório com este nome, é necessário acrescentá-lo como parte do caminho. Isso inclui imagens e folhas de estilo<a name="_ftnref"></a><a href="#_ftn1">[1]</a>.</p>
<p>Para criar estas páginas, utilizamos tags da biblioteca JSTL e tags do próprio Spring. No caso do Spring, as tags <strong>&lt;form/&gt;</strong> possibilitam que tenhamos um formulário ligado ao controller. Para utilizar estas tags, devemos acrescentar a seguinte <em>taglib</em>:</p>
<p><strong>&lt;%@ taglib prefix=&#8221;form&#8221; uri=&#8221;http://www.springframework.org/tags/form&#8221; %&gt;</strong></p>
<p>Na construção dos formulários para inserir e atualizar, utilizamos a tag <strong>&lt;form:form/&gt;</strong> que possui um atributo <strong>modelAttribute</strong>,  ligando o formulário ao parâmetro do método que executa sua ação. O atributo <strong>method</strong> indica qual o tipo de ação será feita no controller.</p>
<p>A tag <strong>&lt;form:input/&gt;</strong> possui o atributo <strong>path</strong> com o valor correspondente aos atributos existentes no bean Contato.</p>
<h4>A página que lista todos os cadastros e permite a exclusão</h4>
<p>Para a listagem de todos os cadastros efetuados, criaremos uma página chamada <strong>list.jsp</strong>, contendo as mesmas informações existentes na <strong>Listagem 9</strong>.</p>
<p>Junto a listagem, teremos a possibilidade de excluir o cadastro diretamente por esta página.</p>
<div id="attachment_491" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-30.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-491" title="figura-30" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-30-300x125.jpg" alt="Figura 30 – A página list.jsp" width="300" height="125" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 30 – A página list.jsp</p></div>
<p><strong>Listagem 9. A página list.jsp.</strong></p>
<pre class="brush:xhtml">&lt;%@ taglib prefix="spring" uri="http://www.springframework.org/tags"%&gt;

&lt;%@ taglib prefix="form" uri="http://www.springframework.org/tags/form" %&gt;

&lt;%@ taglib prefix="c" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/core" %&gt;

&lt;%@ taglib prefix="fmt" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/fmt" %&gt;

&lt;%@ taglib prefix="fn" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/functions" %&gt;

&lt;!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd"&gt;

&lt;html&gt;

&lt;head&gt;

&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=ISO-8859-1"&gt;

&lt;style media="screen"&gt;

@import url("&lt;c:url value="/static/styles/style.css"/&gt;");

&lt;/style&gt;

&lt;title&gt;Listar&lt;/title&gt;

&lt;/head&gt;

&lt;body&gt;

&lt;div&gt;

&lt;div id="menu"&gt;

&lt;%@ include file="/menu.jsp" %&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;div id="main"&gt;

&lt;div&gt;

&lt;c:if test="${not empty contatos}"&gt;

&lt;table width="600px"&gt;

&lt;tr&gt;

&lt;thead&gt;

&lt;th&gt;Id&lt;/th&gt;

&lt;th&gt;Nome&lt;/th&gt;

&lt;th&gt;E-mail&lt;/th&gt;

&lt;th&gt;Telefone&lt;/th&gt;

&lt;th&gt;Atualizar&lt;/th&gt;

&lt;th&gt;Excluir&lt;/th&gt;

&lt;/thead&gt;

&lt;/tr&gt;

&lt;c:forEach items="${contatos}" var="contato"&gt;

&lt;c:url var="url" value="/contato/${contato.id}" /&gt;

&lt;tr&gt;

&lt;td&gt;${contato.id}&lt;/td&gt;

&lt;td&gt;${contato.nome}&lt;/td&gt;

&lt;td&gt;${contato.email}&lt;/td&gt;

&lt;td&gt;${contato.telefone}&lt;/td&gt;

&lt;td&gt;

&lt;form:form action="${url}/form" method="GET"&gt;

&lt;input alt="Atualizar Contato" src="&lt;c:url value="/static/images/update.png"/&gt;" title="Atualizar Contato" value="Atualizar Contato"/&gt;

&lt;/form:form&gt;

&lt;/td&gt;

&lt;td&gt;

&lt;form:form action="${url}" method="DELETE"&gt;

&lt;input alt="Excluir Contato" src="&lt;c:url value="/static/images/delete.png"/&gt;" title="Excluir Contato" value="Excluir Contato"/&gt;

&lt;/form:form&gt;

&lt;/td&gt;

&lt;/tr&gt;

&lt;/c:forEach&gt;

&lt;/table&gt;

&lt;/c:if&gt;

&lt;c:if test="${empty contatos}"&gt;Não há contatos cadastrados.&lt;/c:if&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;/body&gt;

&lt;/html&gt;</pre>
<p>O Spring MVC gera um Map através de sua classe <strong>org.springframework.ui.ModelMap</strong>, onde capturamos os valores retornados pelo método <strong>findAll()</strong>, de <strong>ContatoDAO</strong>. Este Map é capturado pela view, no clássico esquema definido pelo MVC.</p>
<p>No caso da listagem de contatos, este Map, definido como <strong>contatos</strong> no método <strong>list()</strong>, de <strong>ContatoController</strong>, é varrido por um loop criado pela tag JSTL &lt;c:forEach /&gt; no seguinte trecho:</p>
<p>&lt;c:forEach items=&#8221;${contatos}&#8221; var=&#8221;post&#8221;&gt;</p>
<p>Na listagem dos contatos, em uma das tags &lt;form:form/&gt;, vemos em um de seus atributos method o valor <strong>DELETE</strong>, definido como a ação de exclusão de contatos.</p>
<p>Como os navegadores não reconhecem o envio de formulários além dos métodos POST e GET, precisamos de uma ajuda do Spring Framework para fazer a operação DELETE. O que o Spring MVC fará é traduzir o valor do atributo desta tag, na geração do HTML, da seguinte forma:</p>
<p>&lt;form … method=&#8221;post&#8221;&gt;</p>
<p>&lt;input type=&#8221;hidden&#8221; value=&#8221;DELETE&#8221;/&gt;</p>
<p>Observe que ele criou uma tag oculta HTML na renderização da página com um nome <em>_method</em> e com o valor DELETE. Esta simples adição permitirá a ação de excluir pela classe PostController.</p>
<h4>A página de atualização de dados</h4>
<p>A última página que teremos no CRUD é a de atualizar (<strong>update.jsp</strong>), similar ao de adicionar dados, exceto pelo fato de receber os dados vindos do banco de dados para serem exibidos.</p>
<p><strong>Listagem 10. A página update.jsp.</strong></p>
<pre class="brush:xhtml">&lt;%@ taglib prefix="spring" uri="http://www.springframework.org/tags"%&gt;

&lt;%@ taglib prefix="form" uri="http://www.springframework.org/tags/form" %&gt;

&lt;%@ taglib prefix="c" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/core" %&gt;

&lt;%@ taglib prefix="fmt" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/fmt" %&gt;

&lt;%@ taglib prefix="fn" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/functions" %&gt;

&lt;!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd"&gt;

&lt;html&gt;

&lt;head&gt;

&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=ISO-8859-1"&gt;

&lt;style type="text/css" media="screen"&gt;

@import url("&lt;c:url value="/static/styles/style.css"/&gt;");

&lt;/style&gt;

&lt;title&gt;Atualizar&lt;/title&gt;

&lt;/head&gt;

&lt;body&gt;

&lt;div id="wrap"&gt;

&lt;div&gt;

&lt;%@ include file="/menu.jsp" %&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;

&lt;div&gt;

&lt;c:url var="url" value="/contato/${contato.id}" /&gt;

&lt;form:form action="${url}" method="PUT" modelAttribute="contato"&gt;

&lt;div&gt;

&lt;label for="nome"&gt;Nome:&lt;/label&gt;

&lt;form:input cssStyle="width:250px" maxlength="30" path="nome" size="30"/&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;br/&gt;

&lt;div&gt;

&lt;label for="email"&gt;Email:&lt;/label&gt;

&lt;form:input cssStyle="width:250px" maxlength="30" path="email" size="30"/&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;br/&gt;

&lt;div&gt;

&lt;label for="telefone"&gt;Telefone:&lt;/label&gt;

&lt;form:input cssStyle="width:250px" maxlength="30" path="telefone" size="20"/&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;br/&gt;

&lt;div class="submit"&gt;

&lt;input value="Atualizar Contato"/&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;form:hidden path="id"/&gt;

&lt;/form:form&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;/body&gt;

&lt;/html&gt;</pre>
<p>Similar ao que ocorre com a listagem de contatos, temos no formulário da página de atualização o valor <strong>PUT</strong> para o atributo <strong>method</strong>. Novamente, o Spring Framework irá gerar um campo oculto, em HTML, contendo esta informação e transmitindo ao navegador o HTML como ele já o conhece.</p>
<div id="attachment_492" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-31.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-492" title="figura-31" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-31-300x132.jpg" alt="Figura 31  - A página update.jsp" width="300" height="132" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 31  - A página update.jsp</p></div>
<h4>As páginas que não fazem parte do CRUD</h4>
<p>O menu e a página inicial não fazem parte do CRUD e, portanto, serão apenas apresentadas aqui com seus códigos para completar o exemplo.</p>
<p>A página <strong>index.jsp</strong> deverá ser criada em  <strong>webapps</strong>:</p>
<p><strong>Listagem 11. A página index.jsp.</strong></p>
<pre class="brush:xhtml">&lt;%@ taglib prefix="spring" uri="http://www.springframework.org/tags"%&gt;

&lt;%@ taglib prefix="form" uri="http://www.springframework.org/tags/form" %&gt;

&lt;%@ taglib prefix="c" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/core" %&gt;

&lt;%@ taglib prefix="fmt" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/fmt" %&gt;

&lt;%@ taglib prefix="fn" uri="http://java.sun.com/jsp/jstl/functions" %&gt;

&lt;!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd"&gt;

&lt;html&gt;

&lt;head&gt;

&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=ISO-8859-1"&gt;

&lt;link href="&lt;c:url value="/static/styles/style.css"/&gt;" rel="stylesheet" /&gt;

&lt;title&gt;Principal&lt;/title&gt;

&lt;/head&gt;

&lt;body&gt;

&lt;div id="wrap"&gt;

&lt;div&gt;

&lt;%@ include file="/menu.jsp" %&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;

&lt;div&gt;

Aplicação CRUD criada utilizando o Spring MVC 3.0 com suporte a REST.

&lt;/div&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;/div&gt;

&lt;/body&gt;

&lt;/html&gt;</pre>
<p>Assim como <strong>index.jsp</strong>, crie o <strong>menu.jsp</strong> em <strong>webapps</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 12. A página menu.jsp.</strong></p>
<pre class="brush:html">&lt;ul&gt;

&lt;li&gt;

&lt;h2&gt;Contato&lt;/h2&gt;

&lt;ul&gt;

&lt;li&gt;&lt;a href="&lt;c:url value="/contato"/&gt;"&gt;Ver todos&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;&lt;a href="&lt;c:url value="/contato/form"/&gt;"&gt;Novo Contato&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;

&lt;/ul&gt;

&lt;/li&gt;

&lt;/ul&gt;</pre>
<div id="attachment_493" class="wp-caption alignnone" style="width: 119px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-32.jpg" rel="lightbox[461]"><img class="size-medium wp-image-493" title="figura-32" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/figura-32-109x300.jpg" alt="Figura 32 – Visão geral de todos os arquivos utilizados na geração do projeto" width="109" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 32 – Visão geral de todos os arquivos utilizados na geração do projeto</p></div>
<h3>O projeto para download</h3>
<p><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/downloads/ProjSpringMVCComJpa.zip">Clique aqui </a>para baixar o projeto completo como feito até o momento.</p>
<h3><strong>Considerações finais</strong></h3>
<p>Agora que aprendemos a fazer um CRUD com o Spring MVC, podemos criar projetos mais complexos. Caso estejam com pressa em aprender algo mais complexo, a revista <a href="http://www.devmedia.com.br/post-16564-Revista-Java-Magazine-78.html" target="_blank">JavaMagazine #78</a> publicou, alguns meses atrás, um artigo meu com o Spring MVC 3 na criação de um blog, passo a passo.</p>
<h3>No próximo artigo</h3>
<p>Faremos alterações neste projeto, criando as verificações utilizando Bean Validation e depois trabalhando com testes.</p>
<p>Até o próximo artigo pessoALL.</p>
<hr size="1" /><a href="#_ftnref">[1]</a><a name="_ftn1"></a> Imagens e folhas de estilo foram omitidos neste artigo, mas podem ser obtidos no projeto completo encontrado no final para download</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/08/16/spring-mvc-3-na-pratica-com-jpa-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Guia de Certificação SCJP</title>
		<link>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/08/12/guia-de-certificacao-scjp/</link>
		<comments>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/08/12/guia-de-certificacao-scjp/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 04:07:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Certificações]]></category>
		<category><![CDATA[certificação]]></category>
		<category><![CDATA[certificado java]]></category>
		<category><![CDATA[exame]]></category>
		<category><![CDATA[scjp]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.edsongoncalves.com.br/?p=454</guid>
		<description><![CDATA[Olá Pessoal, tudo bom? Como estão vocês?
O artigo que veremos a seguir foi escrito pelo jovem autor Camilo Lopes, falando a respeito de seu livro Guia do Exame SCJP e também de seu simulado para o exame SCJP.
Dúvidas e críticas são sempre bem vindas.
﻿A Certificação SCJP

É muito comum que os candidatos para SCJP  tenham [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal, tudo bom? Como estão vocês?</p>
<p>O artigo que veremos a seguir foi escrito pelo jovem autor <a href="http://blog.camilolopes.com.br/" target="_blank">Camilo Lopes</a>, falando a respeito de seu livro <a href="http://www.lcm.com.br/index.php?Escolha=20&amp;Livro=L00852" target="_blank">Guia do Exame SCJP</a> e também de seu simulado para o <a href="http://blog.camilolopes.com.br/simscjpfree/" target="_blank">exame SCJP</a>.<br />
Dúvidas e críticas são sempre bem vindas.</p>
<h3>﻿A Certificação SCJP</h3>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { so-language: zxx } --></p>
<p lang="pt-BR">É muito comum que os candidatos para SCJP  tenham dúvidas referentes a qual material  devam adquirir para ser um SCJP 5/6.</p>
<p lang="pt-BR">Neste post vou falar um pouco sobre o livro <a href="http://lcm.com.br/index.php?Escolha=20&amp;Livro=L00852" target="_blank">Guia do Exame SCJP</a>(não à nível comercial) e como o candidato deve se preparar para o exame. O objetivo maior do post é deixar o futuro SCJP ciente de quais referências ele deve ter em mãos, mantendo o custo x benefício.</p>
<p lang="pt-BR">Antes de comprar qualquer material de estudo ou até fazer uma matricula na escola mais próxima de sua casa, o candidato deve ter um objetivo: por que ele quer  ser certificado? Qual ou quais o(s) objetivo(s) que este tem para sua carreira à curto/médio prazo? Não queira pensar à longo prazo, algo em torno de 10 anos, mas em um tempo mais próximo e que consiga realizar. Por exemplo:</p>
<ol>
<li>
<p lang="pt-BR">Há pessoas que tiram certificações para encantar os <em>headhunters </em>(nem sempre funciona).</p>
</li>
<li>
<p lang="pt-BR">Outros obtém a certificação para testar o próprio conhecimento 	na tecnologia ou área especifica.</p>
</li>
<li>
<p lang="pt-BR">Alguns para buscar um diferencial em uma vaga de emprego; porém 	este tem sólidos conhecimentos tanto práticos quanto teóricos.  Enquadrados nesta opção estão muitos estudantes recém-formados sem experiência, que conseguiram 	a primeira oportunidade de trabalhar na área devido à uma 	certificação.</p>
</li>
</ol>
<p lang="pt-BR">
<p lang="pt-BR">Olha o que a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kathy_Sierra" target="_blank">Kathy</a>, fala a respeito do porque de obter uma certificação:</p>
<p lang="pt-BR">
<p lang="pt-BR"><span style="color: #333333;">“<span style="font-family: Lucida,Lucida Grande,Tahoma,sans-serif;"><span style="font-size: xx-small;">Passar no exame provará três itens importantes para o empregador atual ou futuro: Que você sabe das coisas; que sabe como estudar e se preparar para um teste desafiador; e acima de tudo, que conhece a tecnologia e está de acordo com os objetivo cobrados para tal exame. Se um empregador tiver que optar entre um candidato que passou no exame e outro que não tenha passado, ele saberá que o programador certificado não demorará no aprendizado.”</span></span></span></p>
<p lang="pt-BR">
<h4>Aonde eu quero chegar?</h4>
<p lang="pt-BR">Quero chegar que não importa se você tem um livro que foi escrito por um dos desenvolvedores do exame, fabricante da tecnologia ou qualquer outro. Se você não tem um objetivo, não adianta ter a melhor ferramenta.</p>
<p lang="pt-BR">
<p lang="pt-BR"><strong>E o livro Guia SCJP? Para o que,  de fato, ele apóia o candidato? Acho tão parecido com o  <a href="http://www.amazon.com/SCJP-Certified-Programmer-Study-Guide/dp/B001JQ8B96/ref=sr_1_3?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1281423243&amp;sr=8-3" target="_blank">livro</a></strong><strong> oficial da Kathy.</strong></p>
<p lang="pt-BR">Essa é uma pergunta bem comum de alguns futuros candidatos a certificados SCJP. O livro pode parecer  que é mais um que foi publicado para concorrer com o livro oficial, mas não é verdade, ele veio para completar os seus estudos após  a  leitura do oficial, uma vez que o candidato já fez os exercícios e está cansado daquele material, precisando de um novo que lhe ajude revisar os pontos chaves do exame, mostrando as possíveis pegadinhas, com explicações dentro do código Java ajudando a fixar e compreender a teoria com a pratica, apresentando exemplos de todo tipo: compila, não compila, com exceções especificas, genéricas e etc. Enfim, o guia trabalha em cima dos detalhes que você, futuro SCJP, não pode pensar em esquecer no dia do exame.</p>
<p lang="pt-BR">
<p lang="pt-BR"><strong>Mas, para qual versão do exame o livro é mais adequado?</strong></p>
<p lang="pt-BR">Para os dois: SCJP 5 e 6. Entretanto, o livro não aborda as particularidades que foram adicionadas no exame 6, pois essas não correspondem nem a 20% do total das questões. O objetivo do Guia é literalmente guia-lo para os pontos críticos e que tem mais “peso” na certificação, que são os assuntos como: Threads, Orientação à objetos, Exceções, fundamentos Java, etc. E todos esses assuntos estão presentes nos dois exames.</p>
<p lang="pt-BR">
<h3><strong>O Guia</strong></h3>
<p lang="pt-BR">
<div id="attachment_457" class="wp-caption alignnone" style="width: 225px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/livrocapa.jpg" rel="lightbox[454]"><img class="size-medium wp-image-457" title="Guia do Exame SCJP" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/08/livrocapa-215x300.jpg" alt="" width="215" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Guia do Exame SCJP</p></div>
<p lang="pt-BR">O guia foi criado baseado em algumas dificuldades que o autor encontrou na época em que se preparava para certificação. Uma delas era ter um material que pudesse ler nas pequenas horas livres, tais como:</p>
<ul>
<li>intervalo da faculdade;</li>
<li>Sala de espera;</li>
<li>Metrô, ônibus;</li>
<li>esperando a namorada trocar de roupa;</li>
<li>não estava com paciência de ler os capítulos longos do livro 		oficial;</li>
<li>etc.</li>
</ul>
<p lang="pt-BR">Foi a partir dessas necessidades que nasceu o Guia. Este guia não tem o objetivo de ensinar a tecnologia Java de modo prático. Não espere aprender à criar aplicações Java, criar conexões com o Banco de dados ou algo semelhante. Este livro é focado no exame, querendo deixar o candidato mais seguro e atento as armadilhas que estão na SCJP. Foram meses de pesquisas com mais de 400 classes compiladas e inúmeros testes. A “fecundação” do Guia iniciou em 2007, porém somente em meados de 2009 que a “criança” começou a criar seu formato para ser publicado em 2010. Antes disso,  foram horas e meses de trabalho para que se pudesse ter de fato um guia focado no exame e não apenas mais um livro repetindo levemente o que há em outros.</p>
<p lang="pt-BR">O Guia acompanha um simulado(beta) exclusivo para os leitores testarem  o conhecimento. E uma das vantagens do simulado é que há questões em português e inglês, sem falar nas questões que possuem um temporizador para responder, o que ajuda o candidato a obter a disciplina em saber que ele não tem todo o tempo do mundo para responder uma questão. No exame, o candidato precisa ser rápido e eficiente, ou seja, ter conteúdo suficiente para &#8220;matar&#8221; uma questão no menor tempo possível.</p>
<h3>Simulado Gratuito</h3>
<p lang="pt-BR">O autor lançou um simulado inteiramente grátis para a comunidade, o chamado <a href="http://blog.camilolopes.com.br/simscjpfree/" target="_blank">SimSCJP Beta</a>, que possui algumas questões para que o interessado possa conhecer o seu trabalho e &#8220;brincar&#8221; um pouco com o seu conhecimento. Para aqueles que desejam uma versão completa, o autor oferece o <strong><a href="http://blog.camilolopes.com.br/simscjpfree/" target="_blank">Premium Beta</a></strong>, com mais simulados. Os interessados na versão <a href="http://blog.camilolopes.com.br/simscjpfree/" target="_blank">Premium Beta</a>, podem obter estes simulados por um valor simbólico <em><strong>R$ 19,90</strong></em><em> (boleto/ cartão crédito)</em>.</p>
<p lang="pt-BR"><strong>Nota do Edson Gonçalves:</strong> Em se tratando de simulados para exame, é talvez o mais barato e bem elaborado já lançado até o momento para o preparo da certificação SCJP.</p>
<p lang="pt-BR">
<h3>Onde adquirir o livro?</h3>
<p>Você pode adquirir o livro no site da editora <a href="http://www.lcm.com.br/">www.lcm.com.br</a>, com <strong>30% de desconto</strong>, bastando informar o código <strong><a href="http://lcm.com.br/index.php?Escolha=20&amp;Livro=L00852" target="_blank">V00014</a><span style="font-weight: normal;">, através de qualquer uma das grandes livrarias espalhadas pelo Brasil</span></strong> ou em lojas virtuais como Fnac, Saraiva e etc.</p>
<p lang="pt-BR"><strong>Quanto custa? </strong></p>
<p lang="pt-BR"><strong> </strong>O autor teve uma grande preocupação neste quesito, onde queria um livro que todos pudessem comprar sem apertar o orçamento. Em parceria com a editora, isso foi possível e o valor sem desconto é de <strong>R$ 49,00.</strong> Existem livrarias que parcelam em até 2x, outras que oferecem com frete grátis.</p>
<p lang="pt-BR">Vou ficando por aqui, espero que tenham gostado do  post e qualquer dúvida é só perguntar.</p>
<p lang="pt-BR">
<h3>O Autor</h3>
<p><strong>Camilo Lopes</strong> profissional trabalha com Tecnologia de Informação desde 2003, possui experiência em desenvolvimento de sistemas Web. Conhecimento em servidores de aplicações, banco de dados e linguagens de programação. <strong>Programador certificado pela Sun Microsystems</strong> -<strong> SCJP</strong> 5. Possui Experiência em treinamento corporativos na área de TI aos usuários. <em>Bacharelado em Análise de Sistemas, Pós-Graduando em Gestão Estratégia de Negócios</em>. Atualmente trabalha na<em> IBM/Brazil onde atua como Analista Programador/Specialist IT </em>em projetos Internacionais. Vem atuando como<strong> Consultor TI</strong> orientando pequenas e médias empresas como aprimorar e ampliar seus negócios usando TI. Nas horas livres  gosta de escrever livros e artigos técnicos para editora <strong><a href="http://www.lcm.com.br/" target="_blank">Ciência Moderna</a> e <a href="http://www.javamagazine.com.br/" target="_blank">Revista Java Magazine.</a></strong></p>
<p><strong>Alguns trabalhos:</strong></p>
<ul>
<li>Atua como articulista Java  <a href="http://www.imasters.com.br/" target="_blank">UOL Imasters e</a> na revista <a href="http://www.javamagazine.com.br/" target="_blank">Java Magazine.</a></li>
</ul>
<ul>
<li>Autor do Simulado para SCJP – <a href="http://blog.camilolopes.com.br/simscjpfree/" target="_blank">SimSCJP Premium</a></li>
<li>Autor do livro <a href="http://blog.camilolopes.com.br/guia-de-bolso-para-scjp-lancamento/">“Guia do Exame SCJP”</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://imasters.uol.com.br/indice/autor/6573/camilo_lopes" target="_blank">Colunista Java </a>desde 2008, tem uma série de artigos Java, BD, JEE, Certificação etc.</li>
</ul>
<ul>
<li>Revista Java Magazine <a href="http://blog.camilolopes.com.br/?p=1027">JM 72 – Artigo sobre Certificações Java</a></li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Hibernate com Hibernate Tools</title>
		<link>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/06/27/hibernate-com-hibernate-tools/</link>
		<comments>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/06/27/hibernate-com-hibernate-tools/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 04:30:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hibernate]]></category>
		<category><![CDATA[Eclipse IDE]]></category>
		<category><![CDATA[Java EE 6]]></category>
		<category><![CDATA[JPA]]></category>
		<category><![CDATA[JPA 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, tudo bom? Como vão vocês?
O artigo que veremos fala sobre a utilização do Hibernate Tools, um excelente plugin para o Eclipse IDE, oficial da Red Hat, feito para trabalhar com o Hibernate.
Dúvidas e críticas são sempre bem vindas.
Obtendo e instalando o Eclipse IDE
Para desenvolver este exemplo, utilizei a versão do Eclipse IDE 3.6, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal, tudo bom? Como vão vocês?</p>
<p>O artigo que veremos fala sobre a utilização do Hibernate Tools, um excelente plugin para o Eclipse IDE, oficial da Red Hat, feito para trabalhar com o Hibernate.</p>
<p>Dúvidas e críticas são sempre bem vindas.</p>
<h3>Obtendo e instalando o Eclipse IDE</h3>
<p>Para desenvolver este exemplo, utilizei a versão do Eclipse IDE 3.6, em um ambiente voltado para o trabalho com Java EE. Para obter o Eclipse IDE, já configurado com o ambiente Web, vá ao endereço <a href="http://www.eclipse.org/downloads/"><strong>http://www.eclipse.org/downloads/</strong></a> e clique em <strong>Eclipse IDE for Java EE Developers</strong>. Lembre-se de selecionar o seu sistema operacional.</p>
<p>Ao baixar, descompacte em um local desejado de sua máquina.</p>
<h3>O plugin JBoss Tools</h3>
<p>Para a versão do Eclipse 3.6, o atual enquanto escrevo este artigo, temos uma versão em desenvolvimento compatível do plugin JBoss Tools. Para obtê-lo, basta baixar a versão de desenvolvimento atual, encontrada em um dos diretórios existentes dentro deste endereço:</p>
<p><a href="http://download.jboss.org/jbosstools/builds/nightly/trunk/"><strong>http://download.jboss.org/jbosstools/builds/nightly/trunk/</strong></a><strong> </strong></p>
<p>Podemos baixar o Hibernate Tools separadamente ou, como fiz, baixando o JBoss Tools completo. O arquivo que obtive, no momento em que escrevo é o <a href="http://download.jboss.org/jbosstools/builds/nightly/trunk/201006240331/all/JBossTools-Update-3.2.0.v201006240331N-H369-M1.zip"><strong>JBossTools-Update-3.2.0.v201006240331N-H369-M1.zip</strong></a>. Com o Eclipse IDE fechado, ao baixar o plugin, descompacte e mova seu conteúdo  sobre o diretório eclipse. Isto fará a instalação do  plugin JBoss Tools. Depois de adicionarmos o plugin, inicie o Eclipse.</p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Atenção: </strong>Por se tratar de uma versão em desenvolvimento, o  endereço passado neste artigo poderá sofrer alterações. Portanto, sempre  verifique a última versão no endereço <a href="http://download.jboss.org/jbosstools/builds/">http://download.jboss.org/jbosstools/builds/</a>.  As versões de desenvolvimento costumam causar instabilidade no Eclipse,  portanto, façam seu uso em um ambiente de testes.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>O banco de dados</h3>
<p>Utilizaremos o banco de dados MySQL, que pode ser adquirido <a href="http://dev.mysql.com/downloads/mysql/"><strong>clicando aqui</strong></a>. O banco de dados que utilizaremos para executar o exemplo se chamará <strong>hibernatenapratica</strong>.</p>
<h3>Criando o projeto</h3>
<p>Iniciem alterando a perspectiva. No ícone <strong>Open Perspective<a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/icone-open-perspective1.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-full wp-image-397 alignnone" title="icone-open-perspective" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/icone-open-perspective1.jpg" alt="" width="155" height="39" /></a></strong>,  cliquem em <strong>Other</strong>.</p>
<div id="attachment_398" class="wp-caption alignnone" style="width: 134px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-15.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-full wp-image-398 " title="Figura 1" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-15.jpg" alt="Figure 1 – Alterando a Perspectiva" width="124" height="144" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1 – Alterando a Perspectiva</p></div>
<p>Selecionem em seguida a Perspectiva <strong>Hibernate</strong>.</p>
<div id="attachment_399" class="wp-caption alignnone" style="width: 257px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-21.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-399 " title="Figura 2" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-21-247x300.jpg" alt="Figure 2 – Seleção da perspectiva Hibernate" width="247" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2 – Seleção da perspectiva Hibernate</p></div>
<p>Na view <strong>Package Explorer</strong>, cliquem com o direito do mouse e selecionem, no menu de contexto, o item <strong>Project</strong>.</p>
<div id="attachment_400" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-31.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-400" title="Figura 3" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-31-300x117.jpg" alt="Figure 3 – Criando um novo projeto pela view Package Explorer através do menu de contexto" width="300" height="117" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 3 – Criando um novo projeto pela view Package Explorer através do menu de contexto</p></div>
<p>Na caixa de dialogo <strong>New Project</strong>, selecionem <strong>Java&gt;Java Project</strong> e cliquem no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_401" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-41.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-401" title="Figura 4" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-41-300x285.jpg" alt="Figure 4 – Seleção da opção Java Project" width="300" height="285" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 4 – Seleção da opção Java Project</p></div>
<p>Em <strong>New Java Project</strong>, digitem o nome do seu projeto. Irei utilizar o nome <strong>ProjUtilizandoHibernateTools</strong>. Em seguida, cliquem no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_402" class="wp-caption alignnone" style="width: 267px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-51.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-402" title="Figura 5" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-51-257x300.jpg" alt="Figure 5 – Criação de um projeto Java" width="257" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 5 – Criação de um projeto Java</p></div>
<p>Ao surgir a caixa de dialogo <strong>Open Associated Perspective</strong>, cliquem no botão <strong>No</strong>. Nós não precisaremos da perspectiva Java apenas para editar o projeto, uma vez que nossa intenção é trabalhar única e exclusivamente com o Hibernate.</p>
<div id="attachment_403" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-61.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-403" title="Figura 6" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-61-300x121.jpg" alt="Figure 6 – Pergunta automática de alteração de perspectiva feita dependendo do tipo de projeto criado" width="300" height="121" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 6 – Pergunta automática de alteração de perspectiva feita dependendo do tipo de projeto criado</p></div>
<h3>As bibliotecas</h3>
<p>Para trabalhar com o Hibernate 3.5, primeiramente será preciso configurar os arquivos no projeto. Para adicionar as bibliotecas que necessitamos ao projeto, cliquem com o direito do mouse sobre o mesmo, na view <strong>Package Explorer</strong> e, no menu de contexto, selecionem <strong>Properties</strong>.</p>
<div id="attachment_404" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-71.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-404" title="Figura 7" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-71-300x214.jpg" alt="Figure 7 – Bibliotecas do projeto" width="300" height="214" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 7 – Bibliotecas do projeto</p></div>
<p>Vocês podem baixar as bibliotecas do Hibernate <a href="https://www.hibernate.org/">clicando aqui</a>. No site, em <strong>Download</strong>, no menu lateral esquerdo, encontramos as bibliotecas para serem baixadas. A versão, no momento em que escrevo, é a 3.5.1.</p>
<p>Os arquivos que utilizaremos no projeto serão os encontrados em:</p>
<ul>
<li><strong>Hibernate Core </strong></li>
</ul>
<p>Ao baixar os arquivos, descompacte-os.  Vocês precisarão das seguintes bibliotecas:</p>
<ul>
<li><strong>hibernate3.jar</strong></li>
<li><strong>antlr-2.7.6.jar</strong></li>
<li><strong>commons-collections-3.1.jar</strong></li>
<li><strong>dom4j-1.6.1.jar</strong></li>
<li><strong>javassist-3.9.0.GA.jar</strong></li>
<li><strong>jta-1.1.jar</strong></li>
<li><strong>slf4j-api-1.5.8.jar</strong></li>
<li><strong>hibernate-jpa-2.0-api-1.0.0-CR-1.jar</strong></li>
</ul>
<p>Além destes arquivos, será necessário utilizar as bibliotecas da <a href="http://www.slf4j.org/">Simple Logging Facade for Java</a>, SLF4J. Baixem os arquivos com todas as bibliotecas da SLF4J <a href="http://www.slf4j.org/download.html">aqui</a>.</p>
<p>Ao descompactar o arquivo, vocês encontrarão a seguinte biblioteca:</p>
<ul>
<li><strong>slf4j-jdk14-1.5.11.jar</strong></li>
</ul>
<p>Por fim, também necessitaremos da biblioteca JDBC do MySQL, que pode ser obtida <a href="http://mysql.com/downloads/">clicando aqui</a>. A versão 5.1.10 era, no momento em que este artigo começa a ser escrito, a versão mais atual. Entretanto, é possível que, com o tempo, isto esteja alterado.</p>
<p>Para o projeto, precisaremos do seguinte JAR:</p>
<ul>
<li><strong>mysql-connector-java-5.1.10-bin.jar</strong></li>
</ul>
<h3>Criando o JavaBean Categoria</h3>
<p>Com o direito do mouse em seu projeto, vamos até o item <strong>New&gt;Other</strong>. Na caixa de diálogo <strong>New</strong>, selecionem<strong> Java&gt;Class</strong>. Na caixa de diálogo <strong>New Java Class</strong>, preencham o pacote (<strong>br.com.integrator</strong>) e o nome da classe, no caso <strong>Categoria</strong>, em <strong>Name</strong>. Confirmem a criação no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_405" class="wp-caption alignnone" style="width: 257px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-81.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-405" title="Figura 8" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-81-247x300.jpg" alt="Figure 8 – Criando a classe Categoria" width="247" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 8 – Criando a classe Categoria</p></div>
<p>Alterem a classe <strong>Categoria</strong> conforme mostrado na <strong>Listagem 1</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 1 – O JavaBean Categoria</strong></p>
<pre class="brush:java">package br.com.integrator;

import java.io.Serializable;

import java.lang.Long;

import java.lang.String;

public class Categoria implements Serializable {

private Long id;

private String categoria;

private String descricao;

public Long getId() {

return id;

}

public void setId(Long id) {

this.id = id;

}

public String getCategoria() {

return categoria;

}

public void setCategoria(String categoria) {

this.categoria = categoria;

}

public String getDescricao() {

return descricao;

}

public void setDescricao(String descricao) {

this.descricao = descricao;

}

}</pre>
<h3>Mapeando a tabela no Hibernate utilizando a forma tradicional</h3>
<p>Para mapear a tabela correspondente no banco de dados a classe Categoria, através do Hibernate, temos que criar um XML como forma tradicional de utilização do framework.</p>
<p>Selecionem o pacote e a classe na view <strong>Package Explorer</strong> e, com o direito do mouse, selecionem o item <strong>New&gt;Hibernate XML Mapping file (hbm.xml)</strong>.</p>
<div id="attachment_406" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-91.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-406" title="Figura 9" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-91-300x111.jpg" alt="Figure 9 – Seleção do item Hibernate XML Mapping file (hbm.xml) no menu de contexto" width="300" height="111" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 9 – Seleção do item Hibernate XML Mapping file (hbm.xml) no menu de contexto</p></div>
<p>Na caixa de diálogo <strong>New Hibernate XML Mapping Files (hbm.xml)</strong>, teremos os dois itens selecionados: o pacote e a classe. Caso tenhamos esquecido de selecionar um ou ambos, podemos clicar nos botões que estão na lateral direita (<strong>Add Class</strong> e <strong>Add Package</strong>). Continuem no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_407" class="wp-caption alignnone" style="width: 278px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-101.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-407" title="Figura 10" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-101-268x300.jpg" alt="Figure 10 – Criação do arquivo XML de mapeamento do Hibernate" width="268" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 10 – Criação do arquivo XML de mapeamento do Hibernate</p></div>
<p>Na etapa seguinte o assistente exibirá o arquivo <strong>Categoria.hbm.xml</strong> que será criado.  Continuem no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_408" class="wp-caption alignnone" style="width: 278px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-111.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-408" title="Figura 11" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-111-268x300.jpg" alt="Figure 11 – Apresentação do arquivo XML de mapeamento do Hibernate que será criado" width="268" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 11 – Apresentação do arquivo XML de mapeamento do Hibernate que será criado</p></div>
<p>A última etapa apresentará o XML do mapeamento criado para o Hibernate, onde a base foi a classe Categoria. Confirmem a criação no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_409" class="wp-caption alignnone" style="width: 274px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-121.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-409" title="Figura 12" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-121-264x300.jpg" alt="Figure 12 – Arquivo XML do mapeamento que será criado" width="264" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 12 – Arquivo XML do mapeamento que será criado</p></div>
<p>Com a finalização do assistente, temos o XML gerado aberto pelo editor do Hibernate Tools. Neste editor podemos mudar as características que desejamos no XML gerado, colocando mais informações em cada propriedade.</p>
<div id="attachment_410" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-132.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-410" title="Figura 13" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-132-300x231.jpg" alt="Figure 13 – Editor do XML gerado para Hibernate" width="300" height="231" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 13 – Editor do XML gerado para Hibernate</p></div>
<p>O resultado final será como o mostrado na <strong>Listagem 2</strong> a seguir:</p>
<p><strong>Listagem 2 – O arquivo Categoria.hbm.xml</strong></p>
<p>O resultado final será como o mostrado na <strong>Listagem 2</strong> a seguir:</p>
<p><strong>Listagem 2 – O arquivo Categoria.hbm.xml</strong></p>
<pre class="brush:xml">&lt;?xml version="1.0"?&gt;

&lt;!DOCTYPE hibernate-mapping PUBLIC "-//Hibernate/Hibernate Mapping DTD 3.0//EN"

"http://hibernate.sourceforge.net/hibernate-mapping-3.0.dtd"&gt;

&lt;!-- Generated 24/06/2010 05:07:14 by Hibernate Tools 3.3.0.GA --&gt;

&lt;hibernate-mapping&gt;

&lt;class name="br.com.integrator.Categoria" table="categoria"&gt;

&lt;id name="id" type="java.lang.Long"&gt;

&lt;column name="id"/&gt;

&lt;generator class="increment"/&gt;

&lt;/id&gt;

&lt;property generated="never" lazy="false" name="categoria" type="java.lang.String"&gt;

&lt;column name="categoria" length="50"/&gt;

&lt;/property&gt;

&lt;property generated="never" lazy="false" name="descricao" type="java.lang.String"&gt;

&lt;column name="descricao"/&gt;

&lt;/property&gt;

&lt;/class&gt;

&lt;/hibernate-mapping&gt;
</pre>
<h3>Configurando o Hibernate</h3>
<p>Com o direito do mouse sobre <strong>src</strong>, na view <strong>Package Explorer</strong>, selecionem <strong>Hibernate Configuration File (cfg.xml)</strong>.</p>
<div id="attachment_411" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-141.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-411" title="Figura 14" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-141-300x125.jpg" alt="Figure 14 – Criação do arquivo hibernate.cfg.xml" width="300" height="125" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 14 – Criação do arquivo hibernate.cfg.xml</p></div>
<p>Ao surgir o assistente, deixem o nome do arquivo como <strong>hibernate.cfg.xml</strong> e prossigam no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_412" class="wp-caption alignnone" style="width: 254px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-151.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-412" title="Figura 15" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-151-244x300.jpg" alt="Figure 15 – Assistente de criação do arquivo de configuração do Hibernate" width="244" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 15 – Assistente de criação do arquivo de configuração do Hibernate</p></div>
<p>Como vamos utilizar o banco de dados MySQL, preencham os campos como mostrado na <strong>Figura 16</strong>, alterando de acordo com as configurações que possuem em seu banco de dados.</p>
<p>Por fim, marquem a opção <strong>Create a console configuration</strong>.  Cliquem no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_413" class="wp-caption alignnone" style="width: 254px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-16.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-413" title="Figura 16" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-16-244x300.jpg" alt="Figure 16 – Configuração do banco de dados no hibernate.cfg.xml " width="244" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 16 – Configuração do banco de dados no hibernate.cfg.xml </p></div>
<p>Na última etapa, temos as configurações do console do Hibernate. Este console, quando configurado e funcional, nos permite  executar queries HQL ou trabalhar com Criteria.</p>
<div id="attachment_414" class="wp-caption alignnone" style="width: 254px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-17.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-414" title="Figura 17" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-17-244x300.jpg" alt="Figure 17 – Configuração do console Hibernate" width="244" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 17 – Configuração do console Hibernate</p></div>
<p>Cliquem na aba <strong>Mappings</strong> e removam o caminho configurado automaticamente para o arquivo <strong>Categoria.hbm.xml</strong>. Este caminho não será preciso porque iremos configurá-lo diretamente no arquivo <strong>hibernate.cfg.xml</strong>, ao qual o console fará uso também. Confirmem o assistente clicando no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_415" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-17-Complemento.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-415" title="Figura 17-Complemento" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-17-Complemento-300x216.jpg" alt="Figure 18 – A abra Mappings da configuração do console" width="300" height="216" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 18 – A abra Mappings da configuração do console</p></div>
<p>Na finalização do assistente, abrirá o editor do arquivo de configuração do Hibernate.</p>
<div id="attachment_416" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-18.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-416" title="Figura 18" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-18-300x172.jpg" alt="Figure 19 – O editor do arquivo de configuração do Hibernate" width="300" height="172" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 19 – O editor do arquivo de configuração do Hibernate</p></div>
<p>Como muitas das informações que desejávamos, foram colocadas no assistente, resta apenas adicionar o caminho para <strong>Categoria.hbm.xml</strong>. Para fazermos isso, basta ir no botão <strong>Add</strong> e digitar o caminho em <strong>Resource</strong>.</p>
<div id="attachment_418" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-20.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-418" title="Figura 20" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-20-300x125.jpg" alt="Figura 20 – Detalhe de Mappings com o arquivo Categoria.hbm.xml adicionado" width="300" height="125" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 20 – Detalhe de Mappings com o arquivo Categoria.hbm.xml adicionado</p></div>
<p>Para executarmos o exemplo, tornando possível a criação da tabela no banco de dados pelo Hibernate, assim como sua recriação a cada nova execução, expandindo <strong>Session Factory&gt;Properties&gt;Hibernate</strong>, em <strong>Hibernate Configuration 3.0 XML Editor</strong>, alterem <strong>Hbm2ddl Auto</strong> para <strong>create-drop</strong>.</p>
<p>Neste mesmo local, onde temos as propriedades, podemos alterar para <strong>true</strong> em <strong>Show SQL</strong>, <strong>Use SQL Comments</strong> e <strong>Format SQL</strong>.</p>
<div id="attachment_419" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-211.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-419" title="Figura 21" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-211-300x242.jpg" alt="Figura 21 – Adicionando novas propriedades ao arquivo hibernate.cfg.xml" width="300" height="242" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 21 – Adicionando novas propriedades ao arquivo hibernate.cfg.xml</p></div>
<p>O resultado final das configurações, no arquivo <strong>hibernate.cfg.xml</strong>, são mostrados na <strong>Listagem 3</strong> a seguir:</p>
<p><strong>Listagem 3 – O arquivo hibernate.cfg.xml</strong></p>
<pre class="brush:xml">&lt;?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?&gt;

&lt;!DOCTYPE hibernate-configuration PUBLIC

"-//Hibernate/Hibernate Configuration DTD 3.0//EN"

"http://hibernate.sourceforge.net/hibernate-configuration-3.0.dtd"&gt;

&lt;hibernate-configuration&gt;

&lt;session-factory&gt;

&lt;property name="hibernate.connection.driver_class"&gt;org.gjt.mm.mysql.Driver&lt;/property&gt;

&lt;property name="hibernate.connection.password"&gt;integrator&lt;/property&gt;

&lt;property name="hibernate.connection.url"&gt;jdbc:mysql://localhost/hibernatenapratica&lt;/property&gt;

&lt;property name="hibernate.connection.username"&gt;edson&lt;/property&gt;

&lt;property name="hibernate.dialect"&gt;org.hibernate.dialect.MySQL5InnoDBDialect&lt;/property&gt;

&lt;property name="hibernate.show_sql"&gt;true&lt;/property&gt;

&lt;property name="hibernate.use_sql_comments"&gt;true&lt;/property&gt;

&lt;property name="hibernate.format_sql"&gt;true&lt;/property&gt;

&lt;property name="hibernate.hbm2ddl.auto"&gt;create-drop&lt;/property&gt;

&lt;mapping resource="br/com/integrator/Categoria.hbm.xml"/&gt;

&lt;/session-factory&gt;

&lt;/hibernate-configuration&gt;</pre>
<h3>Algumas características do Hibernate Tools</h3>
<p>Como Hibernate está devidamente configurado, podemos já utilizar algumas de suas características.</p>
<div id="attachment_420" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-22.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-420" title="Figura 22" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-22-300x213.jpg" alt="Figura 22 – A view Hibernate Configurations após as configurações do arquivo hibernate.cfg.xml " width="300" height="213" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 22 – A view Hibernate Configurations após as configurações do arquivo hibernate.cfg.xml </p></div>
<p>Na view <strong>Hibernate Configurations</strong>, cliquem com o direito do mouse e selecionem <strong>Mapping Diagram</strong>.</p>
<div id="attachment_421" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-23.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-421" title="Figura 23" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-23-300x213.jpg" alt="Figura 23 – Acessando Mapping Diagram no menu de contexto" width="300" height="213" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 23 – Acessando Mapping Diagram no menu de contexto</p></div>
<p>O Hibernate Tools possui uma ferramenta visual que nos permite visualizar as classes mapeadas em suas tabelas correspondentes encontradas no banco de dados.  Isto não significa que a tabela já exista no banco de dados. Trata-se da forma como a configuração “enxerga” a tabela em que irá trabalhar no banco de dados.</p>
<div id="attachment_422" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-24.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-422" title="Figura 24" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-24-300x97.jpg" alt="Figura 24 – Visualizando a classe Categoria mapeada para a tabela correspondente no banco de dados" width="300" height="97" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 24 – Visualizando a classe Categoria mapeada para a tabela correspondente no banco de dados</p></div>
<h3>Colocando o Hibernate para trabalhar</h3>
<p>Iremos criar duas pequenas classes que juntas irão gerar a tabela e seus  dados dela no banco de dados.</p>
<p>Com o direito do mouse sobre <strong>src</strong>, na view <strong>Package Explorer</strong>, selecionem o item <strong>New&gt;Other</strong>.  Na caixa de dialogo <strong>New</strong>, selecionem <strong>Java&gt;Class</strong>.</p>
<p>Coloquem o pacote <strong>br.com.integrator.util</strong> e deem o nome da classe de <strong>HIbernateUtil</strong>, confirmando o assistente, em seguida, no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_423" class="wp-caption alignnone" style="width: 257px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-25.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-423" title="Figura 25" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-25-247x300.jpg" alt="Figura 25 – Criação da classe HibernateUtil" width="247" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 25 – Criação da classe HibernateUtil</p></div>
<p>O conteúdo da classe <strong>HibernateUtil </strong>será similar ao mostrado na <strong>Listagem 4</strong> a seguir:</p>
<p><strong>Listagem 4 – A classe HibernateUtil</strong></p>
<pre class="brush:java">package br.com.integrator.util;

import org.hibernate.SessionFactory;

import org.hibernate.cfg.Configuration;

public class HibernateUtil {

private  static final SessionFactory sessionFactory;

static {

try {

sessionFactory = new Configuration().conFigura()

.buildSessionFactory();

} catch (Throwable ex) {

System.err.println("Initial SessionFactory creation failed." + ex);

throw new ExceptionInInitializerError(ex);

}

}

public static SessionFactory getSessionFactory() {

return sessionFactory;

}

}</pre>
<p>A segunda classe que criaremos irá se chamar <strong>Main</strong> e será colocada no pacote <strong>br.com.integrator</strong>.</p>
<div id="attachment_424" class="wp-caption alignnone" style="width: 257px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-26.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-424" title="Figura 26" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-26-247x300.jpg" alt="Figura 26 – Criação da classe Main" width="247" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 26 – Criação da classe Main</p></div>
<p>O conteúdo da classe <strong>Main</strong> é mostrado na <strong>Listagem 5</strong> a seguir:</p>
<p><strong>Listagem 5 – A classe Main</strong></p>
<pre class="brush:java">package br.com.integrator;

import org.hibernate.HibernateException;

import org.hibernate.Session;

import org.hibernate.Transaction;

import br.com.integrator.util.HibernateUtil;

public class Main {

public static void main(String[] args) {

Session session = HibernateUtil.getSessionFactory().openSession();

Transaction transaction = null;

try {

transaction = session.beginTransaction();

Categoria categoria1 = new Categoria();

categoria1.setCategoria("Informática");

categoria1.setDescricao("Produtos de Informática");

session.save(categoria1);

Categoria categoria2 = new Categoria();

categoria2.setCategoria("Eletrodomésticos");

categoria2.setDescricao("Eletrodomésticos em Geral");

session.save(categoria2);

Categoria categoria3 = new Categoria();

categoria3.setCategoria("Livraria");

categoria3.setDescricao("Livros para todos os gostos");

session.save(categoria3);

transaction.commit();

} catch (HibernateException e) {

transaction.rollback();

e.printStackTrace();

} finally {

session.close();

}

}

}</pre>
<p>Executem a classe <strong>Main</strong> para que o <strong>Hibernate</strong> crie a tabela <strong>categoria</strong> e adicionem o conteúdo. Graças as configurações criadas no arquivo <strong>hibernate.cfg.xml</strong>, temos a saída na view <strong>Console</strong> como mostra a <strong>Figura 27</strong>.</p>
<div id="attachment_425" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-27.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-425" title="Figura 27" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-27-300x264.jpg" alt="Figura 27 – A saída no console criada na execução do exemplo" width="300" height="264" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 27 – A saída no console criada na execução do exemplo</p></div>
<h3>O Editor HQL e Criteria</h3>
<p>Para acessar o editor <strong>HQL</strong> do Hibernate Tools, cliquem com o direito do mouse em qualquer parte da view <strong>Hibernate Configurations</strong> e selecionem, no menu de contexto, o item <strong>HQL Editor</strong>.</p>
<div id="attachment_426" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-28.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-426" title="Figura 28" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-28-300x180.jpg" alt="Figura 28 – Chamando o editor HQL pelo menu de contexto na view Hibernate Configurations" width="300" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 28 – Chamando o editor HQL pelo menu de contexto na view Hibernate Configurations</p></div>
<p>No editor HQL, se digitarmos uma query HQL, veremos também na view <strong>Hibernate Dynamic SQL Preview</strong> a instrução SQL gerada automaticamente pelo Hibernate.</p>
<div id="attachment_427" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-29.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-427" title="Figura 29" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-29-300x162.jpg" alt="Figura 29 – Editor HQL em ação e a view Hibernate Dynamic SQL Preview exibindo a SQL gerada" width="300" height="162" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 29 – Editor HQL em ação e a view Hibernate Dynamic SQL Preview exibindo a SQL gerada</p></div>
<p>Ao mandarmos executar a query HQL, em <strong>Run HQL</strong>, vemos o resultado surgir na view <strong>Hibernate Query Result</strong>. Quando selecionamos este resultado, vemos os dados na view  <strong>Properties</strong>.</p>
<div id="attachment_428" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-30.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-428" title="Figura 30" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-30-300x104.jpg" alt="Figura 30 – Resultados encontrados na query HQL executada nas views Hibernate Query Result e Properties" width="300" height="104" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 30 – Resultados encontrados na query HQL executada nas views Hibernate Query Result e Properties</p></div>
<p>A parte de Criteria também é bem fácil de se criar. Cliquem com o direito do mouse sobre <strong>Session Factory&gt;br.com.integrator.Categoria</strong> e selecionem, no menu de contexto, o item <strong>Hibernate Criteria Editor</strong>.</p>
<div id="attachment_429" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-311.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-429" title="Figura 31" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-311-300x144.jpg" alt="Figura 31 – Abrindo o editor de criteria" width="300" height="144" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 31 – Abrindo o editor de criteria</p></div>
<p>Ao surgir o editor de Criteria, basta completarmos a instrução que desejamos executar. Em seguida,  clicamos no botão <strong>Run criteria</strong> (o mesmo botão que no editor HQL se chama <strong>Run HQL</strong>).</p>
<div id="attachment_430" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-32.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-430" title="Figura 32" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-32-300x108.jpg" alt="Figura 32 – Criação do Hibernate Criteria no editor e seu resultado apos clicar em Run criteria" width="300" height="108" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 32 – Criação do Hibernate Criteria no editor e seu resultado apos clicar em Run criteria</p></div>
<h3>Engenharia Reversa</h3>
<p>A engenharia reversa no Hibernate Tools também é de fácil utilização.</p>
<p>Para trabalhar com a engenharia reversa, é necessário termos o arquivo de configuração do Hibernate, configurado para conectar-se ao banco de dados pré-existente.</p>
<p>A engenharia reversa está preparada para gerar as classes, os arquivos .hbm.xml ou então anotações. Também é possível termos anotações JPA, relacionamentos e outros.</p>
<p>Para criar a engenharia reversa em nosso exemplo, cliquem com o direito do mouse na view <strong>Package Explorer</strong>. No menu de contexto selecionem <strong>New&gt;Hibernate Reverse Engineering File (reveng.xml)</strong>.</p>
<div id="attachment_431" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-33.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-431" title="Figura 33" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-33-300x128.jpg" alt="Figura 33 – Opção Hibernate Reverse Engineering File (reveng.xml) do menu de contexto" width="300" height="128" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 33 – Opção Hibernate Reverse Engineering File (reveng.xml) do menu de contexto</p></div>
<p>Na caixa de diálogo, selecionem o diretório <strong>src</strong> e mantenham o nome do arquivo padrão solicitado. Cliquem no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_432" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-34.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-432" title="Figura 34" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-34-300x264.jpg" alt="Figura 34 – Iniciando a criação do arquivo de configuração de engenharia reversa" width="300" height="264" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 34 – Iniciando a criação do arquivo de configuração de engenharia reversa</p></div>
<p>Na etapa seguinte, selecionem a configuração do console previamente criada em <strong>Console configuration</strong>. Cliquem no botão <strong>Refresh</strong> e selecionem no banco de dados a(s) tabela(s) que desejam trabalhar na engenharia reversa para utilizar com o Hibernate e confirmem no botão <strong>Include</strong>. Concluam o assistente no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_433" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-35.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-433" title="Figura 35" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-35-300x225.jpg" alt="Figura 35 – Seleção da tabela categoria para a engenharia reversa" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 35 – Seleção da tabela categoria para a engenharia reversa</p></div>
<p>O assistente irá gerar o arquivo de engenharia reversa. Agora iremos configurá-lo para que, na geração dos arquivos baseados na(s) tabela(s) do banco de dados, a conversão seja exatamente como desejamos.</p>
<p>Comecem indo na aba <strong>Type Mappings</strong> e cliquem no botão <strong>Refresh</strong>.</p>
<div id="attachment_434" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-36.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-434" title="Figura 36" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-36-300x141.jpg" alt="Figura 36 – Exibindo o banco de dados através do botão Refresh" width="300" height="141" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 36 – Exibindo o banco de dados através do botão Refresh</p></div>
<p>Na caixa de diálogo <strong>Select a console configuration</strong>, selecionem o console criado e confirmem no  botão <strong>OK</strong>.</p>
<div id="attachment_435" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-37.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-435" title="Figura 37" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-37-300x139.jpg" alt="Figura 37 – Seleção da configuração de console" width="300" height="139" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 37 – Seleção da configuração de console</p></div>
<p>Retornando para o editor, temos o banco de dados, tabela(s) e campo(s). Para que ocorra a engenharia reversa de forma correta, devemos <strong>Add</strong> cada um deles, editando o <strong>Hibernate Type</strong>, <strong>Length</strong> e também <strong>Not-Null</strong>.</p>
<p>Vejam  como é  mostrado na <strong>Figura 38</strong>.</p>
<div id="attachment_436" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-38.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-436" title="Figura 38" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-38-300x99.jpg" alt="Figura 38 – Configurando os tipos JDBC e  Hibernate da tabela para executar a engenharia reversa " width="300" height="99" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 38 – Configurando os tipos JDBC e  Hibernate da tabela para executar a engenharia reversa </p></div>
<p>O resultado do arquivo configurado, visto na aba <strong>Source</strong>, em formato XML, é como o mostrado na <strong>Listagem 6</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 6 – O arquivo hibernate.revenge.xml</strong></p>
<pre class="brush:xml">&lt;?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?&gt;

&lt;!DOCTYPE hibernate-reverse-engineering PUBLIC "-//Hibernate/Hibernate Reverse Engineering DTD 3.0//EN" "http://hibernate.sourceforge.net/hibernate-reverse-engineering-3.0.dtd" &gt;

&lt;hibernate-reverse-engineering&gt;

&lt;type-mapping&gt;

&lt;sql-type jdbc-type="BIGINT" hibernate-type="long"

not-null="true"&gt;

&lt;/sql-type&gt;

&lt;sql-type jdbc-type="VARCHAR" hibernate-type="string" length="50"

not-null="false"&gt;

&lt;/sql-type&gt;

&lt;sql-type jdbc-type="VARCHAR" hibernate-type="string"

not-null="false"&gt;

&lt;/sql-type&gt;

&lt;/type-mapping&gt;

&lt;table-filter match-catalog="hibernatenapratica" match-name="categoria"/&gt;

&lt;/hibernate-reverse-engineering&gt;</pre>
<p>Retornando a view <strong>Package Explorer</strong>, vamos configurar um console Hibernate para executar o arquivo de engenharia reversa criado. Cliquem com o direito do mouse sobre o arquivo <strong>hibernate.revenge.xml</strong> e selecionem, no menu de contexto, o item <strong>Hibernate Console Configuration</strong>.</p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Atenção:</strong> Esta etapa não é realmente necessária quando já existe um console configurado. Entretanto, na primeira vez que configuramos um, o acesso não havia sido feito desta maneira.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div id="attachment_437" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-39.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-437" title="Figura 39" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-39-300x115.jpg" alt="Figura 39 – Seleção do item Hibernate Console Configuration no menu de contexto" width="300" height="115" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 39 – Seleção do item Hibernate Console Configuration no menu de contexto</p></div>
<p>Na caixa de dialogo, alterem o campo <strong>Name</strong> para <strong>ProjUtilizandoHibernateToolsAnnotations</strong>. Verifiquem se <strong>Configuration file</strong> está corretamente apresentando o arquivo <strong>hibernate.cfg.xml</strong>.</p>
<div id="attachment_438" class="wp-caption alignnone" style="width: 254px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-40.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-438" title="Figura 40" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-40-244x300.jpg" alt="Figura 40 – Diálogo de criação da configuração do console Hibernate para a engenharia reversa" width="244" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 40 – Diálogo de criação da configuração do console Hibernate para a engenharia reversa</p></div>
<p>Através do botão <strong>Run As</strong> <a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/icone-run-as.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="alignnone size-full wp-image-439" title="icone-run-as" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/icone-run-as.jpg" alt="" width="34" height="21" /></a>, clicando no pequeno triângulo que aponta para baixo,  encontramos um menu onde temos o item <strong>Hibernate Code Generation Configurations</strong>.</p>
<div id="attachment_440" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-411.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-440" title="Figura 41" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-411-300x126.jpg" alt="Figura 41 – Menu Run As com a opção Hibernate Code Generation Configurations" width="300" height="126" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 41 – Menu Run As com a opção Hibernate Code Generation Configurations</p></div>
<p>Na caixa de diálogo <strong>Hibernate Code Generation Configurations</strong>, em <strong>Hibernate Code Generation</strong>, cliquem com o direito do mouse e selecionem, no menu de contexto, o item <strong>New</strong>.</p>
<div id="attachment_441" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-42.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-441" title="Figura 42" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-42-300x137.jpg" alt="Figura 42 – Acionando o menu de contexto em Hibernate Code Generation" width="300" height="137" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 42 – Acionando o menu de contexto em Hibernate Code Generation</p></div>
<p>Na lateral direita, tenham <strong>ProjUtilizandoHibernateToolsAnnotations</strong> em <strong>Console configuration</strong> selecionado. Em <strong>Output directory</strong>, cliquem em <strong>Browse</strong> e selecionem o local onde será(ão) gerada(s) a(s) classe(s), neste caso.</p>
<p>Digitem o pacote em <strong>Package</strong> e, em <strong>reveng.xml</strong>, cliquem em <strong>Setup</strong>.</p>
<div id="attachment_442" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-43.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-442" title="Figura 43" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-43-300x253.jpg" alt="Figura 43 – Configuração inicial da aba Main em Hibernate Code Generation Configurations" width="300" height="253" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 43 – Configuração inicial da aba Main em Hibernate Code Generation Configurations</p></div>
<p>Ao surgir o diálogo <strong>Setup reverse engineering</strong>, cliquem em <strong>Use existing</strong>.</p>
<div id="attachment_443" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-44.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-443" title="Figura 44" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-44-300x77.jpg" alt="Figura 44 – Selecionando o botão Use existing " width="300" height="77" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 44 – Selecionando o botão Use existing </p></div>
<p>Selecionem o item <strong>hibernate.reveng.xml</strong> e confirmem no botão <strong>OK</strong>.</p>
<div id="attachment_444" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-45.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-444" title="Figura 45" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-45-300x287.jpg" alt="Figura 45 – Seleção do arquivo hibernate.reveng.xml" width="300" height="287" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 45 – Seleção do arquivo hibernate.reveng.xml</p></div>
<p>Retornando ao diálogo <strong>Hibernate Code Generation Configurations</strong>, ainda na aba <strong>Main</strong>, temos todas as informações que desejamos preenchidas, como na <strong>Figura 46</strong>.</p>
<div id="attachment_445" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-46.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-445" title="Figura 46" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-46-300x253.jpg" alt="Figura 46 – Aba Main do diálogo Hibernate Code Generation Configurations preenchido" width="300" height="253" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 46 – Aba Main do diálogo Hibernate Code Generation Configurations preenchido</p></div>
<p>Agora iremos na aba <strong>Exporters</strong>, ao qual iremos marcar <strong>Generate EJB 3 annotations</strong> e <strong>Domain code (.java)</strong>.</p>
<div id="attachment_446" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-47.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-446" title="Figura 47" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-47-300x285.jpg" alt="Figura 47 – Opções de exportação da caixa de diálogo Hibernate Code Generation Configurations" width="300" height="285" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 47 – Opções de exportação da caixa de diálogo Hibernate Code Generation Configurations</p></div>
<p>Por fim, vamos clicar no botão <strong>Run</strong> para executar a engenharia reversa.</p>
<div id="attachment_447" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-48.jpg" rel="lightbox[395]"><img class="size-medium wp-image-447" title="Figura 48" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-48-300x298.jpg" alt="Figura 48 – Executando a engenharia reversa através do botão Run" width="300" height="298" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 48 – Executando a engenharia reversa através do botão Run</p></div>
<p>Neste último exemplo, o resultado é a classe Categoria sendo criada com anotações.</p>
<p><strong>Considerações finais</strong></p>
<p>Como vocês puderam ver, o Hibernate Tools é uma ferramenta bem interessante para aqueles que trabalham com o framework Hibernate. Seja para criar suas configurações através dos assistentes, para executar as queries HQL ou Criteria em seus editores, vale a pena  instalar e conhecer este plugin do Eclipse IDE.</p>
<p>Até o próximo artigo pessoALL.</p>
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		<item>
		<title>Ajax com JSF 2.0</title>
		<link>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/06/04/ajax-com-jsf-2-0/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 11:28:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[JSF 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Eclipse IDE]]></category>
		<category><![CDATA[Java EE 6]]></category>
		<category><![CDATA[JavaServer Faces]]></category>
		<category><![CDATA[Tomcat]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, tudo bom? Como vão vocês?
Depois que fiz a publicação do artigo Ajax com JSF 1.2 utilizando JBoss RichFaces, alguns leitores me enviaram e-mail pedindo um exemplo com o JSF 2.0.
Então, atendendo aos pedidos, este artigo ensina como fazer o exemplo com JSF 1.2 utilizando o AJAX da biblioteca RichFaces, mas em JSF 2.0, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal, tudo bom? Como vão vocês?</p>
<p>Depois que fiz a publicação do artigo <a href="../2010/05/22/ajax-com-jsf-1-2-utilizando-jboss-richfaces/">Ajax com JSF 1.2 utilizando JBoss RichFaces</a>, alguns leitores me enviaram e-mail pedindo um exemplo com o JSF 2.0.</p>
<p>Então, atendendo aos pedidos, este artigo ensina como fazer o exemplo com JSF 1.2 utilizando o AJAX da biblioteca RichFaces, mas em JSF 2.0, sem adição de biblioteca AJAX.</p>
<h3>Obtendo e instalando o Eclipse IDE</h3>
<p>Para desenvolver este exemplo, utilizei a versão do Eclipse IDE 3.6, ainda em desenvolvimento, em um ambiente voltado para o trabalho com Java EE. Para obter o Eclipse IDE, já configurado com o ambiente Web, vá ao endereço <a href="http://www.eclipse.org/downloads/"><strong>http://www.eclipse.org/downloads/</strong></a> e selecione a aba <strong>Developer Builds</strong> e clique em <strong>Eclipse IDE for Java EE Developers</strong>. Lembre-se de selecionar o seu sistema operacional.</p>
<p>Ao baixar, descompacte em um local desejado de sua máquina.</p>
<h3>O Servidor Java</h3>
<p>Para este artigo, vamos utilizar o Tomcat 7.0, ainda em desenvolvimento. Para baixar o binário do Tomcat 7, vá até o endereço  <strong><a href="http://people.apache.org/%7Emarkt/dev/tomcat-7/v7.0.0-RC3/bin/">http://people.apache.org/~markt/dev/tomcat-7/v7.0.0-RC3/bin/</a></strong>. Antes de continuarmos, vale lembrá-los que este endereço pode mudar até a versão final e que, por ser uma versão de desenvolvimento, não deve ser utilizada em produção.</p>
<p>A versão que vamos baixar é a compactada. Por exemplo, se o seu Windows for de uma versão 64bits, baixe o arquivo <strong><a href="http://people.apache.org/%7Emarkt/dev/tomcat-7/v7.0.0-RC3/bin/apache-tomcat-7.0.0-RC3-windows-x64.zip">apache-tomcat-7.0.0-RC3-windows-x64.zip</a></strong>.</p>
<p><strong>Atenção:</strong> O Tomcat 7.0 roda somente na JDK 6 ou superior.</p>
<h3>As bibliotecas</h3>
<p>Para trabalhar com o JavaServer Faces 2.0, primeiramente será preciso configurar os arquivos e a estrutura necessária.</p>
<p>O contêiner Servlet Tomcat 7, por padrão, não possue suporte direto ao JavaServer Faces, ou seja, não contém as bibliotecas necessárias para o desenvolvimento com o mesmo.</p>
<p>Para baixar o JSF, faça download no endereço<strong> </strong><a href="https://javaserverfaces.dev.java.net/"><strong>https://javaserverfaces.dev.java.net/</strong></a>. Ao baixar o arquivo, simplesmente descompacte em um diretório de sua escolha.</p>
<h4>JavaServer Faces rodando em seu aplicativo Web</h4>
<p>Para ter o JavaServer Faces 2.0 em sua aplicação, você possui dois arquivos do tipo JAR:</p>
<ol>
<li><strong>jsf-api.jar</strong></li>
<li><strong>jsf-impl.jar</strong></li>
</ol>
<p><strong> </strong></p>
<h4>As bibliotecas JSTL</h4>
<p>Os arquivos JSTL estão no endereço  <a href="http://www.apache.org/dist/jakarta/taglibs/standard/binaries/"><strong>http://www.apache.org/dist/jakarta/taglibs/standard/binaries/</strong></a>, onde utilizaremos dois arquivos JARs:</p>
<ol>
<li><strong>jstl.jar</strong></li>
<li><strong>standard.jar</strong></li>
</ol>
<p><strong> </strong></p>
<h3>Criando o projeto</h3>
<p>Clique no menu <strong>File&gt;New&gt;Dynamic Web Project</strong>. Na caixa de diálogo <strong>New Dynamic Web Project</strong>, digite <strong>ProjAjaxComJSF2 </strong>(ou o nome que desejar dar) em <strong>Project name</strong>. Clique no botão <strong>New Runtime</strong> e, na caixa de diálogo <strong>New Server Runtime Environment</strong>, expanda <strong>Apache</strong> e selecione <strong>Apache Tomcat v7.0</strong>. Clique no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_377" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-1.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-medium wp-image-377" title="Figura-1" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-1-300x292.jpg" alt="Figura 1 – Selecionando o Apache Tomcat 7" width="300" height="292" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1 – Selecionando o Apache Tomcat 7</p></div>
<p>Na próxima etapa, selecione o diretório onde está localizado o seu Tomcat 7, clicando em <strong>Browse</strong>. Lembre-se da versão do JDK 6 para trabalhar com o Tomcat. Confirme no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_378" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-2.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-medium wp-image-378" title="Figura-2" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-2-300x292.jpg" alt="Figura 2 – Definindo o local onde foi instalado o Tomcat 7" width="300" height="292" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2 – Definindo o local onde foi instalado o Tomcat 7</p></div>
<p>Retornando a primeira etapa da criação do projeto, em <strong>Configuration</strong>, selecione <strong>JavaServer Faces v2.0 Project</strong>. Com suas definições completas, podemos prosseguir em <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_379" class="wp-caption alignnone" style="width: 294px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-3.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-medium wp-image-379" title="Figura-3" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-3-284x300.jpg" alt="Figura 3 – Definição inicial do projeto completa" width="284" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 3 – Definição inicial do projeto completa</p></div>
<p>Iremos executar o botão <strong>Next</strong> até a última etapa, ao qual definiremos as bibliotecas do projeto.</p>
<p>Na última etapa do assistente, deixe <strong>Type</strong> como <strong>User Library</strong>, caso não esteja.</p>
<div id="attachment_380" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-4.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-medium wp-image-380" title="Figura-4" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-4-300x57.jpg" alt="Figura 4 – Definindo em biblioteca de usuário" width="300" height="57" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 4 – Definindo em biblioteca de usuário</p></div>
<p>Logo abaixo, na lateral direita, você encontra o ícone <strong>Manage libraries</strong>. Dê um clique nele.</p>
<div id="attachment_381" class="wp-caption alignnone" style="width: 241px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-5.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-full wp-image-381" title="Figura-5" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-5.jpg" alt="Figura 5 – Seleção de Manage libraries" width="231" height="86" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 5 – Seleção de Manage libraries</p></div>
<p>Ao abrir a caixa de diálogo <strong>Preferences</strong>, verá que está filtrado direto no item <strong>User Libraries</strong>. Clique no botão <strong>New</strong> e, na caixa de diálogo <strong>New User Library</strong> digite <strong>JSF2</strong> e confirme.</p>
<div id="attachment_382" class="wp-caption alignnone" style="width: 304px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-6.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-full wp-image-382" title="Figura-6" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-6.jpg" alt="Figura 6 – Criando a biblioteca de usuário JSF2" width="294" height="209" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 6 – Criando a biblioteca de usuário JSF2</p></div>
<p>Retornando para <strong>Preferences</strong>, selecione <strong>JSF2</strong> e clique no botão <strong>Add JARs</strong>. Selecione os JARs do JSF 2.0 que necessitamos para o projeto e confirme.</p>
<p>Faça o mesmo processo para criar uma nova biblioteca de usuário, mas a chame desta vez de <strong>JSTL</strong>. Adicione as bibliotecas JSTL a esta biblioteca de usuário. Confirme por fim a caixa de diálogo <strong>Preferences</strong> no botão <strong>OK</strong>.</p>
<div id="attachment_383" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-7.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-medium wp-image-383" title="Figura-7" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-7-300x216.jpg" alt="Figura 7 – Bibliotecas de usuário JSF2 e JSTL criadas" width="300" height="216" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 7 – Bibliotecas de usuário JSF2 e JSTL criadas</p></div>
<p>Por fim, selecione as bibliotecas de usuário criadas, pois elas serão adicionadas ao projeto automaticamente. Confirme a criação do projeto no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_384" class="wp-caption alignnone" style="width: 268px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-8.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-medium wp-image-384" title="Figura-8" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-8-258x300.jpg" alt="Figura 8 – Finalizando a criação do projeto com a seleção das bibliotecas de usuário criadas" width="258" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 8 – Finalizando a criação do projeto com a seleção das bibliotecas de usuário criadas</p></div>
<p>Na finalização do projeto, o Eclipse lançará uma mensagem perguntando se desejamos mudar de perspectiva. Diga que sim, clicando em <strong>Yes</strong>. O Eclipse alterará de perspectiva, colocando na <strong>Java EE</strong>.</p>
<h3>O  deployment descriptor</h3>
<p>O assistente do projeto criou automaticamente o <strong>web.xml</strong> com suas respectivas configurações. <strong> </strong></p>
<h3>Criando o JavaBean Texto</h3>
<p>Com o direito do mouse sobre o projeto, selecione <strong>New&gt;Class</strong> no menu de contexto.</p>
<p>Na caixa de diálogo <strong>New Java Class</strong>, preencha o pacote (<strong>br.com.integrator</strong>) e o nome da classe, no caso <strong>Texto</strong>, em <strong>Name</strong>. Confirme no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_385" class="wp-caption alignnone" style="width: 269px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-9.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-medium wp-image-385" title="Figura-9" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-9-259x300.jpg" alt="Figura 9 – A classe Texto" width="259" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 9 – A classe Texto</p></div>
<p>Altere a classe <strong>Texto</strong> conforme mostrado na <strong>Listagem 1</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 1 – O JavaBean Texto</strong></p>
<pre class="brush:java">package br.com.integrator;

@ManagedBean(name="textoBean")

@RequestScoped

public class Texto {

private String texto;

public String getTexto() {

return texto;

}

public void setTexto(String texto) {

this.texto = texto;

}

}</pre>
<h3>Sem utilizar o arquivo faces-config.xml</h3>
<p>Caso o leitor ainda não teve a oportunidade, recomendo ler o meu artigo <strong><a href="../2010/02/09/javaserver-faces-2-0-na-pratica-parte-2/">JavaServer Faces 2.0 na Prática – Parte 2</a></strong>, que explica como funciona atualmente o JSF na versão 2.0.<strong> </strong></p>
<h3>Criando a página JSF com suporte ao AJAX</h3>
<p>Com o direito do mouse sobre <strong>WebContent</strong>, vá no menu de contexto em <strong>New&gt;HTML File</strong>.  No diálogo <strong>New HTML File</strong>, dê o nome no arquivo de <strong>ajaxjsf.xhtml</strong> e prossiga no assistente clicando em <strong>Next</strong></p>
<p>.</p>
<div id="attachment_386" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-10.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-medium wp-image-386" title="Figura-10" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-10-300x266.jpg" alt="Figura 10 – Criando uma página JSF 2" width="300" height="266" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 10 – Criando uma página JSF 2</p></div>
<p>Na última etapa de criação da página, como não temos definido um Template que se encaixe na nossa necessidade de desenvolvimento da página, selecione o primeiro item da lista, no caso <strong>New Facelet Composition Page</strong>. Finalize no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_387" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-11.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-medium wp-image-387" title="Figura-11" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-11-300x274.jpg" alt="Figura 11 – Seleção do template New Facelet Composition Page" width="300" height="274" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 11 – Seleção do template New Facelet Composition Page</p></div>
<p>Com a página <strong>ajaxjsf.xhtml</strong> criada e aberta no editor, altere-a deixando exatamente como mostrado na <strong>Listagem 2 </strong> a seguir:  <strong>Listagem 2 – A página ajaxjsf.xhtml completa</strong></p>
<pre class="brush:xml">&lt;!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD XHTML 1.0 Transitional//EN"

"http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-transitional.dtd"&gt;

&lt;html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"

xmlns:h="http://java.sun.com/jsf/html"

xmlns:f="http://java.sun.com/jsf/core"&gt;

&lt;h:head&gt;&lt;title&gt;Ajax com JSF 2.0&lt;/title&gt;&lt;/h:head&gt;

&lt;h:body&gt;

&lt;h:form id="form1"&gt;

&lt;h:outputScript name="jsf.js" library="javax.faces" target="head"/&gt;

&lt;h:inputText id="texto" value="#{textoBean.texto}"&gt;

&lt;f:ajax event="keyup" execute="form1:texto" render="form1:resultado"/&gt;

&lt;/h:inputText&gt;

&lt;br /&gt;

Resultado:

&lt;strong&gt;

&lt;h:outputLabel id="resultado" value="#{textoBean.texto}" /&gt;

&lt;/strong&gt;

&lt;/h:form&gt;

&lt;/h:body&gt;

&lt;/html&gt;</pre>
<div id="attachment_388" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-12.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-medium wp-image-388" title="Figura-12" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-12-300x239.jpg" alt="Figura 12 – Página ajaxjsf.xhtml no editor visual Web Page Editor" width="300" height="239" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 12 – Página ajaxjsf.xhtml no editor visual Web Page Editor</p></div>
<p>Por fim, execute a página, já que o cursor e o foco estão nela, indo ao meu <strong>Run&gt; Run As&gt;Run on Server</strong>. Na caixa de diálogo, deixe o Tomcat como escolha para executar o projeto e clique no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_389" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-13.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-medium wp-image-389" title="Figura-13" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-13-300x299.jpg" alt="Figura 13 – Selecionando o servidor Java para executar o projeto" width="300" height="299" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 13 – Selecionando o servidor Java para executar o projeto</p></div>
<p>Adicione em <strong>Configured </strong>o projeto e clique no botão <strong>Finish</strong>. Neste momento o Apache Tomcat iniciará, executando a página JSF contendo o AJAX.</p>
<p>O aplicativo é de simples compreensão, como o criado no exemplo com <a href="../2010/05/22/ajax-com-jsf-1-2-utilizando-jboss-richfaces/">JSF 1.2 e RichFaces</a>. O texto digitado no campo de texto, é enviado ao servidor sem que seja submetido por um botão. Transportado ao Managed Bean <strong>textoBean</strong>, representado pela classe <strong>Texto</strong>, o valor enviado é retornado ao label abaixo, em <strong>Resultado</strong>. Como estamos usando AJAX, o texto vai sendo digitado e enviado a cada nova letra para o servidor e retornada à página sem um reload no browser.</p>
<div id="attachment_391" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-14.jpg" rel="lightbox[376]"><img class="size-medium wp-image-391" title="Figura-14" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Figura-14-300x122.jpg" alt="Figura 14 – A página executada" width="300" height="122" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 14 – A página executada</p></div>
<p>Este envio ao servidor, sem reload na página, e o retorno é feito graças ao suporte ao AJAX do JSF 2.0, pela tag <strong>&lt;f:ajax /&gt;</strong>:</p>
<p>&lt;h:inputText id=<em>&#8220;texto&#8221;</em> value=<em>&#8220;#{textoBean.texto}&#8221;</em>&gt;</p>
<p><strong> </strong><strong>&lt;f:ajax event=<em>&#8220;keyup&#8221;</em> execute=<em>&#8220;form1:texto&#8221;</em> render=<em>&#8220;form1:resultado&#8221;</em>/&gt;</strong></p>
<p>&lt;/h:inputText&gt;</p>
<p>Esta tag trabalha com o evento JavaScript onkeyup (que no caso deve ser <strong>keyup</strong>), que chama o servidor e renderiza o resultado onde o atributo <strong>render</strong> estiver apontando. Observe que esta tag está dentro da tag JSF <strong>&lt;h:inputText/&gt;</strong>, que é exatamente onde ela trabalhará para receber o evento e se comunicar com o servidor, transmitindo as informações nela contidas.</p>
<p><strong>No próximo artigo </strong></p>
<p>No próximo artigo veremos uma biblioteca AJAX compatível com JSF 2.0 e alguns recursos interessantes que ela pode nos oferecer.</p>
<p>Até o próximo artigo pessoALL.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/06/04/ajax-com-jsf-2-0/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Ajax com JSF 1.2 utilizando JBoss RichFaces</title>
		<link>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/05/22/ajax-com-jsf-1-2-utilizando-jboss-richfaces/</link>
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		<pubDate>Sat, 22 May 2010 04:49:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[RichFaces]]></category>
		<category><![CDATA[AJAX]]></category>
		<category><![CDATA[Eclipse IDE]]></category>
		<category><![CDATA[Java EE 6]]></category>
		<category><![CDATA[JSF 1.2]]></category>
		<category><![CDATA[Tomcat]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, tudo bom? Como vão vocês?
Muitos leitores perguntam como usar o RichFaces para trabalhar com o framework JavaServer Faces 1.2.
Este artigo ensina como configurar o RichFaces em sua aplicação JSF, criando um pequeno exemplo, já conhecido na Internet, para demonstrar seu funcionamento.
O RichFaces
O RichFaces é um conjunto de componentes JSF ricos que estendem ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal, tudo bom? Como vão vocês?</p>
<p>Muitos leitores perguntam como usar o RichFaces para trabalhar com o framework JavaServer Faces 1.2.</p>
<p>Este artigo ensina como configurar o RichFaces em sua aplicação JSF, criando um pequeno exemplo, já conhecido na Internet, para demonstrar seu funcionamento.</p>
<h2>O RichFaces</h2>
<p>O RichFaces é um conjunto de componentes JSF ricos que estendem ou adicionam novos ao JSF padrão.</p>
<p>Sem necessitar de uma linha sequer de JavaScript, o RichFaces fornece componentes que possibilitam utilizar suas páginas sem que haja um reload padrão (quando submetemos uma página ou formulário ao servidor), o que chamamos de AJAX (Asynchronous JavaScript And XML).</p>
<p>Os componentes RichFaces são divididos em duas bibliotecas de tags:  a RichFaces, que fornece temas (skin)  e Ajax4jsf Component Development Kit (CDK).</p>
<h3>Obtendo e instalando o Eclipse IDE</h3>
<p>Para desenvolver aplicações Web usando a plataforma Eclipse, primeiramente você deverá ter o Eclipse em um ambiente voltado para o desenvolvimento Java EE. Para obter o Eclipse IDE, já configurado com o ambiente Web, vá ao endereço <a href="http://www.eclipse.org/downloads/"><strong>http://www.eclipse.org/downloads/</strong></a> e selecione o link <strong>Eclipse IDE for Java EE Developers</strong>.</p>
<p>Ao baixar, descompacte em um local desejado de sua máquina.</p>
<h3>O plug-in JBoss Tools</h3>
<p>Após a descompactação do Eclipse, execute-o para que possamos baixar o plug-in JBoss Tools, que auxiliará no desenvolvimento da aplicação. No Eclipse, vá ao menu <strong>Help&gt;Install New Software</strong>. Digite o endereço  <strong>http://download.jboss.org/jbosstools/updates/stable/galileo/</strong> em <strong>Work with </strong>e clique no botão <strong>Add</strong>. Digite <strong>JBoss Tools</strong> em <strong>Name</strong>, no diálogo que surgiu e confirme no botão <strong>OK</strong>.</p>
<p>Prossiga no assistente até baixar e instalar o plugin. Reinicie o Eclipse IDE no final da instalação.</p>
<h3>Baixando o RichFaces</h3>
<p>Todas as bibliotecas serão utilizadas como no projeto original, menos a do Apache Trinidad que será substituída.</p>
<p>Para baixar as bibliotecas do RichFaces, <a href="http://www.jboss.org/richfaces/download/milestones.html" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<p>A versão utilizada neste tutorial é a <strong>RichFaces 3.3.3</strong>. Entretanto, versões mais recentes poderão ser usadas, desde que compatíveis com o framework JSF 1.2.</p>
<p>Baixe a versão  <strong>Stable Builds</strong>, por ser considerada a estável para produção.</p>
<div id="attachment_347" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-11.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-347" title="Figura 1" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-11-300x108.jpg" alt="Figura 1 – Página de download do RichFaces" width="300" height="108" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1 – Página de download do RichFaces</p></div>
<h3>O Servidor Java</h3>
<p>Para este artigo, vamos utilizar o Tomcat 6.0.x.</p>
<h3>As bibliotecas</h3>
<p>Para trabalhar com o JavaServer Faces, primeiramente será preciso configurar os arquivos e a estrutura necessária.</p>
<p>Alguns servidores, assim como o contêiner Servlet Tomcat 6, por padrão, não possuem suporte direto ao JavaServer Faces, ou seja, não contém as bibliotecas necessárias para o desenvolvimento com o mesmo.</p>
<p>Caso queira</p>
<p>Para baixar o JSF, faça download no endereço<strong> </strong><a href="https://javaserverfaces.dev.java.net/"><strong>https://javaserverfaces.dev.java.net/</strong></a>, ou diretamente, <a href="https://javaserverfaces.dev.java.net/files/documents/1866/146226/mojarra-1.2_14-binary.zip"><strong>clicando aqui</strong></a>. Ao baixar o arquivo, simplesmente desempacote em um diretório de sua escolha.</p>
<h4>JavaServer Faces rodando em seu aplicativo Web</h4>
<p>Para ter o JavaServer Faces 1.2 em sua aplicação, você possui dois arquivos do tipo JAR:</p>
<ol>
<li><strong>jsf-api.jar</strong></li>
<li><strong>jsf-impl.jar</strong></li>
</ol>
<p><strong> </strong></p>
<h4>As bibliotecas JSTL</h4>
<p>Adicionadas por padrão pelo JBoss Tools, quando criado um projeto, com dois arquivos JARs:</p>
<ol>
<li><strong>jstl.jar</strong></li>
<li><strong>standard.jar</strong></li>
</ol>
<p>Os arquivos JSTL estão no endereço  <a href="http://www.apache.org/dist/jakarta/taglibs/standard/binaries/"><strong>http://www.apache.org/dist/jakarta/taglibs/standard/binaries/</strong></a>, caso tenha interesse em saber onde encontrar.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Para torná-los disponíveis em sua aplicação é simples, basta colocar esses arquivos listados no diretório <strong>lib</strong>, encontrado em WEB-INF de sua aplicação Web.</p>
<p>Porém, como vamos utilizar um ambiente de trabalho baseado no Eclipse IDE, será mais fácil essa configuração.</p>
<h4>As bibliotecas RichFaces</h4>
<p>Ao baixar e descompactar, dentro do diretório <strong>lib</strong>, encontrado na descompactação, temos estes três arquivos:</p>
<ul>
<li><strong>richfaces-api-3.3.3.Final.jar</strong></li>
<li><strong>richfaces-impl-3.3.3.Final.jar</strong></li>
<li><strong>richfaces-ui-3.3.3.Final.jar</strong></li>
</ul>
<h3>Criando o projeto</h3>
<p>Crie um novo projeto indo ao menu <strong>File&gt;New&gt;Project</strong>. Na caixa de diálogo <strong>New</strong>, selecione <strong>JBoss Tools Web&gt;JSF&gt;JSF Project</strong>. Clique no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_348" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-21.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-348" title="Figura 2" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-21-300x232.jpg" alt="Figura 2 – Diálogo New Project com JSF Project selecionado" width="300" height="232" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2 – Diálogo New Project com JSF Project selecionado</p></div>
<p>Na segunda etapa, digite o nome do projeto, em <strong>Project Name</strong> e continue com <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_349" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-31.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-349" title="Figura 3" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-31-300x215.jpg" alt="Figura 3 – Segunda etapa com o nome do projeto " width="300" height="215" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 3 – Segunda etapa com o nome do projeto </p></div>
<p>Na terceira etapa, selecione em <strong>New</strong> o servidor de aplicações Java que vamos utilizar. No caso, selecionaremos o Tomcat.</p>
<div id="attachment_350" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-4.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-350" title="Figura 4" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-4-300x215.jpg" alt="Figura 4 – Selecionando um novo servidor para rodar a aplicação" width="300" height="215" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 4 – Selecionando um novo servidor para rodar a aplicação</p></div>
<div id="attachment_351" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-5.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-351" title="Figura 5" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-5-300x281.jpg" alt="Figura 5 – Seleção do Apache Tomcat 6.0" width="300" height="281" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 5 – Seleção do Apache Tomcat 6.0</p></div>
<p>Na configuração do servidor de aplicativos Apache Tomcat, caso você não tenha ainda baixado e instalado, pode clicar no botão <strong>Download and Install</strong>. Termine o diálogo clicando no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_352" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-6.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-352" title="Figura 6" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-6-300x281.jpg" alt="Figura 6 – Local da instalação do Apache Tomcat" width="300" height="281" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 6 – Local da instalação do Apache Tomcat</p></div>
<p>Termine o projeto, agora que já possuímos o Tomcat configurado, clicando no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_353" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-7.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-353" title="Figura 7" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-7-300x215.jpg" alt="Figura 7 – Servidor Tomcat configurado no projeto" width="300" height="215" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 7 – Servidor Tomcat configurado no projeto</p></div>
<p>Como estamos usando o JBoss Tools, na finalização do projeto, o Eclipse lançará uma mensagem perguntando se desejamos mudar de perspectiva. Diga que sim, clicando em <strong>Yes</strong>.</p>
<div id="attachment_354" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-8.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-354" title="Figura 8" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-8-300x97.jpg" alt="Figura 8 – Pedido de alteração de perspectiva " width="300" height="97" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 8 – Pedido de alteração de perspectiva </p></div>
<p>O Eclipse alterará de perspectiva, colocando na <strong>Web Development</strong>, onde temos outras views na lateral esquerda.</p>
<p>Observe na view <strong>Package Explorer</strong> o projeto com seus arquivos e bibliotecas adicionadas.</p>
<div id="attachment_355" class="wp-caption alignnone" style="width: 236px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-9.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-355" title="Figura 9" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-9-226x300.jpg" alt="Figura 9 – Projeto criado" width="226" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 9 – Projeto criado</p></div>
<p><strong>Observação:</strong> Um detalhe importante neste formato de projeto é que, diferente de uma aplicação Web criada pelo plugin WTP do Eclipse, é que as bibliotecas no plugin JBoss Tools ficarão em <strong>lib</strong>.</p>
<h3>Importando as bibliotecas</h3>
<p>Vamos agora importar as bibliotecas do projeto. Clique com o direito do mouse sobre o diretório <strong>lib</strong>, na view <strong>Package Explorer</strong> e selecione, no menu de contexto, o item <strong>Import</strong>.</p>
<div id="attachment_356" class="wp-caption alignnone" style="width: 274px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-10.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-356" title="Figura 10" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-10-264x300.jpg" alt="Figura 10 – Seleção do Import no menu de contexto" width="264" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 10 – Seleção do Import no menu de contexto</p></div>
<p>Na caixa de diálogo <strong>Import</strong>, selecione <strong>General&gt;File System</strong> e clique no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_357" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-111.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-357" title="Figura 11" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-111-300x220.jpg" alt="Figura 11 – Caixa de diálogo Import com General&gt;File System selecionado" width="300" height="220" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 11 – Caixa de diálogo Import com General&gt;File System selecionado</p></div>
<p>Na segunda etapa da importação, selecione no botão <strong>Browse</strong> o local onde se encontram os arquivos do <strong>RichFaces</strong> (as bibliotecas). Selecione somente as listadas anteriormente neste artigo e confirme no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_358" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-12.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-358" title="Figura 12" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-12-300x256.jpg" alt="Figura 12 – Selecionando as bibliotecas do RichFaces para importação no diretório lib" width="300" height="256" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 12 – Selecionando as bibliotecas do RichFaces para importação no diretório lib</p></div>
<p>Repita o mesmo processo, importando novos arquivos para o diretório <strong>lib</strong> do projeto, só que desta vez, adicionando as bibliotecas do JavaServer Faces 1.2.</p>
<div id="attachment_359" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-13.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-359" title="Figura 13" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-13-300x243.jpg" alt="Figura 13 – Seleção das bibliotecas JSF para importação no diretório lib" width="300" height="243" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 13 – Seleção das bibliotecas JSF para importação no diretório lib</p></div>
<p>No final, veremos as bibliotecas importadas no projeto, junto as existentes desde sua criação, como mostra a <strong>Figura 14</strong>.</p>
<div id="attachment_360" class="wp-caption alignnone" style="width: 231px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-14.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-360" title="Figura 14" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-14-221x300.jpg" alt="Figura 14 – Bibliotecas existentes no projeto" width="221" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 14 – Bibliotecas existentes no projeto</p></div>
<h3>Configurando o RichFaces no deployment descriptor</h3>
<p>No arquivo <strong>web.xml</strong> adicione as configurações necessárias para termos o JBoss RichFaces, como mostra a <strong>Listagem 1 </strong> a seguir:</p>
<p><strong>Listagem 1 – O arquivo web.xml com o RichFaces configurado</strong></p>
<pre class="brush:xml">&lt;?xml version="1.0"?&gt;

&lt;web-app version="2.5" xmlns="http://java.sun.com/xml/ns/javaee"

xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance"

xsi:schemaLocation="http://java.sun.com/xml/ns/javaee

http://java.sun.com/xml/ns/javaee/web-app_2_5.xsd"&gt;

&lt;display-name&gt;ProjUtilizandoRichFaces&lt;/display-name&gt;

&lt;!-- Configuração do RichFaces --&gt;

&lt;context-param&gt;

&lt;param-name&gt;org.richfaces.SKIN&lt;/param-name&gt;

&lt;param-value&gt;blueSky&lt;/param-value&gt;

&lt;/context-param&gt;

&lt;filter&gt;

&lt;display-name&gt;RichFaces Filter&lt;/display-name&gt;

&lt;filter-name&gt;richfaces&lt;/filter-name&gt;

&lt;filter-class&gt;org.ajax4jsf.Filter&lt;/filter-class&gt;

&lt;/filter&gt;

&lt;filter-mapping&gt;

&lt;filter-name&gt;richfaces&lt;/filter-name&gt;

&lt;servlet-name&gt;Faces Servlet&lt;/servlet-name&gt;

&lt;dispatcher&gt;REQUEST&lt;/dispatcher&gt;

&lt;dispatcher&gt;FORWARD&lt;/dispatcher&gt;

&lt;dispatcher&gt;INCLUDE&lt;/dispatcher&gt;

&lt;/filter-mapping&gt;

&lt;listener&gt;

&lt;listener-class&gt;com.sun.faces.config.ConfigureListener&lt;/listener-class&gt;

&lt;/listener&gt;

&lt;!-- Faces Servlet --&gt;

&lt;servlet&gt;

&lt;servlet-name&gt;Faces Servlet&lt;/servlet-name&gt;

&lt;servlet-class&gt;javax.faces.webapp.FacesServlet&lt;/servlet-class&gt;

&lt;load-on-startup&gt;1&lt;/load-on-startup&gt;

&lt;/servlet&gt;

&lt;!-- Faces Servlet Mapping --&gt;

&lt;servlet-mapping&gt;

&lt;servlet-name&gt;Faces Servlet&lt;/servlet-name&gt;

&lt;url-pattern&gt;*.jsf&lt;/url-pattern&gt;

&lt;/servlet-mapping&gt;

&lt;login-config&gt;

&lt;auth-method&gt;BASIC&lt;/auth-method&gt;

&lt;/login-config&gt;

&lt;/web-app&gt;
</pre>
<p>O RichFaces possui um template padrão para seus componentes. A configuração deste template é feita no <strong>web.xml</strong>, através dos seguintes elementos:</p>
<pre class="brush:xml">&lt;context-param&gt;
&lt;param-name&gt;org.richfaces.SKIN&lt;/param-name&gt;
&lt;param-value&gt;blueSky&lt;/param-value&gt;
&lt;/context-param&gt;</pre>
<p>Os temas existentes até o momento são:</p>
<ul>
<li>DEFAULT</li>
<li>plain</li>
<li>emeraldTown</li>
<li>blueSky</li>
<li>wine</li>
<li>japanCherry</li>
<li>ruby</li>
<li>classic</li>
<li>deepMarine</li>
<li>NULL</li>
<li>laguna</li>
<li>darkX</li>
<li>glassX</li>
</ul>
<p>Para funcionar os componentes RichFaces e Ajax4fjsf, incluímos o filtro <strong>org.ajax4jsf.Filter</strong>, com os seguintes elementos:</p>
<pre class="brush:xml">&lt;filter&gt;
&lt;display-name&gt;RichFaces Filter&lt;/display-name&gt;
&lt;filter-name&gt;richfaces&lt;/filter-name&gt;
&lt;filter-class&gt;org.ajax4jsf.Filter&lt;/filter-class&gt;
&lt;/filter&gt;
&lt;filter-mapping&gt;
&lt;filter-name&gt;richfaces&lt;/filter-name&gt;
&lt;servlet-name&gt;Faces Servlet&lt;/servlet-name&gt;
&lt;dispatcher&gt;REQUEST&lt;/dispatcher&gt;
&lt;dispatcher&gt;FORWARD&lt;/dispatcher&gt;
&lt;dispatcher&gt;INCLUDE&lt;/dispatcher&gt;
&lt;/filter-mapping&gt;</pre>
<h3>Criando o JavaBean Texto</h3>
<p>Com o direito do mouse sobre o projeto, selecione <strong>New&gt;Class</strong> no menu de contexto.</p>
<p>Na caixa de diálogo <strong>New Java Class</strong>, preencha o pacote (<strong>br.com.integrator</strong>) e o nome da classe, no caso <strong>Texto</strong>, em <strong>Name</strong>. Confirme no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_361" class="wp-caption alignnone" style="width: 266px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-18.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-361" title="Figura 18" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-18-256x300.jpg" alt="Figura 15 – A classe Texto" width="256" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 15 – A classe Texto</p></div>
<p>Altere a classe <strong>Texto</strong> conforme mostrado na <strong>Listagem 2</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 2 – O JavaBean Texto</strong></p>
<pre class="brush:java">package br.com.integrator;

public class Texto {

private String texto;

public String getTexto() {
return texto;
}

public void setTexto(String texto) {
this.texto = texto;
}
}</pre>
<h3>Configurando o Managed Bean</h3>
<p>Abra o arquivo <strong>faces-config.xml</strong>, e clique na aba inferior <strong>Tree</strong>. Em <strong>Faces Config Editor</strong>, clique no item <strong>Managed Beans</strong>. Na lateral direita, clique em <strong>Add</strong>, como mostra a <strong>Figura 16</strong>.</p>
<div id="attachment_362" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-19.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-362" title="Figura 19" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-19-300x132.jpg" alt="Figura 16 – Configurando um Managed Bean no arquivo faces-config.xml" width="300" height="132" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 16 – Configurando um Managed Bean no arquivo faces-config.xml</p></div>
<p>Na caixa de diálogo <strong>New Managed Bean</strong>, mantenha <strong>Scope </strong>como <strong>request</strong>. Em <strong>Class</strong>, clique em <strong>Browse</strong> e selecione a classe <strong>br.com.integrator.Texto</strong>. Digite o nome, em <strong>Name</strong>, do Managed Bean de <strong>textoBean</strong>. Confirme em <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_363" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-20.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-363" title="Figura 20" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-20-300x227.jpg" alt="Figura 17 – Configurando o Managed Bean textoBean" width="300" height="227" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 17 – Configurando o Managed Bean textoBean</p></div>
<p>Se clicarmos em <strong>Source</strong>, veremos que a ferramenta configurou visualmente o XML de <strong>faces-config.xml</strong> como na <strong>Listagem 3</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 3 – O managed bean textoBean adicionado ao faces-config.xml</strong></p>
<pre class="brush:xml">&lt;?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?&gt;
&lt;faces-config version="1.2" xmlns="http://java.sun.com/xml/ns/javaee"
xmlns:xi="http://www.w3.org/2001/XInclude"
xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://java.sun.com/xml/ns/javaee http://java.sun.com/xml/ns/javaee/web-facesconfig_1_2.xsd"&gt;

&lt;managed-bean&gt;
&lt;managed-bean-name&gt;textoBean&lt;/managed-bean-name&gt;
&lt;managed-bean-class&gt;br.com.integrator.Texto&lt;/managed-bean-class&gt;
&lt;managed-bean-scope&gt;request&lt;/managed-bean-scope&gt;
&lt;/managed-bean&gt;

&lt;/faces-config&gt;</pre>
<div id="attachment_364" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-211.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-364" title="Figura 21" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-211-300x122.jpg" alt="Figura 18 – O arquivo faces-config.xml com o managed bean textoBean configurado" width="300" height="122" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 18 – O arquivo faces-config.xml com o managed bean textoBean configurado</p></div>
<h3>Criando a página JSF com suporte ao RichFaces</h3>
<p>Mude agora para a view <strong>Web Projects</strong>, que está ao lado de <strong>Package Explorer</strong>.</p>
<div id="attachment_365" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-15.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-365" title="Figura 15" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-15-300x206.jpg" alt="Figura 19 – A view Web Projects" width="300" height="206" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 19 – A view Web Projects</p></div>
<p>Com o direito do mouse sobre <strong>WebContent</strong>, vá no menu de contexto em <strong>New&gt;File&gt;JSP</strong>. No diálogo <strong>New File JSP</strong>, dê o nome no arquivo de <strong>richfaces</strong>, selecione <strong>JSFBasePage</strong> em <strong>Template</strong> e prossiga no assistente, clicando em <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_366" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-16.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-366" title="Figura 16" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-16-300x238.jpg" alt="Figura 20 – Criando uma página JSF" width="300" height="238" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 20 – Criando uma página JSF</p></div>
<p>Na última etapa de criação da página, marque as tag libraries: <strong>JBoss Ajax4jsf</strong>, <strong>JBoss RichFaces</strong>, <strong>JSF Core</strong> e <strong>JSF HTML</strong>. Finalize no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<div id="attachment_367" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-17.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-367" title="Figura 17" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-17-300x263.jpg" alt="Figura 21 – Seleção das taglibs da página" width="300" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 21 – Seleção das taglibs da página</p></div>
<p>Com a página <strong>richfaces.jsp</strong> criada e aberta no editor, altere-a deixando exatamente como mostrado na <strong>Listagem 4 </strong> a seguir:</p>
<p><strong>Listagem 4 – A página richfaces.jsp completa</strong></p>
<pre class="brush:html">&lt;%@ taglib uri="http://java.sun.com/jsf/html" prefix="h" %&gt;
&lt;%@ taglib uri="http://java.sun.com/jsf/core" prefix="f" %&gt;
&lt;%@ taglib uri="http://richfaces.org/rich" prefix="rich" %&gt;
&lt;%@ taglib uri="http://richfaces.org/a4j" prefix="a4j" %&gt;
&lt;html&gt;
&lt;head&gt;
&lt;title&gt;Minha Primeira Página com JBoss RichFaces&lt;/title&gt;
&lt;/head&gt;
&lt;body&gt;
&lt;f:view&gt;
&lt;h:form&gt;

Digite seu texto aqui:
&lt;h:inputText id="texto" value="#{textoBean.texto}"&gt;
&lt;a4j:support event="onkeyup" reRender="resultado"/&gt;
&lt;/h:inputText&gt;
&lt;br /&gt;
Resultado:
&lt;strong&gt;
&lt;h:outputLabel id="resultado" value="#{textoBean.texto}" /&gt;
&lt;/strong&gt;

&lt;/h:form&gt;
&lt;/f:view&gt;
&lt;/body&gt;
&lt;/html&gt;</pre>
<div id="attachment_368" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-22.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-368" title="Figura 22" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-22-300x222.jpg" alt="Figura 22 – Página richfaces.jsp no editor visual e de códigos do JBoss Tools" width="300" height="222" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 22 – Página richfaces.jsp no editor visual e de códigos do JBoss Tools</p></div>
<p>Observe que o editor de códigos do JBoss Tools deverá reconhecer o Managed Bean.</p>
<div id="attachment_369" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-24.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-369" title="Figura 24" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-24-300x68.jpg" alt="Figura 23 – Reconhecimento do Managed Bean pelo editor de códigos" width="300" height="68" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 23 – Reconhecimento do Managed Bean pelo editor de códigos</p></div>
<p>Por fim, execute a página indo ao meu <strong>Run&gt; Run As&gt;Run on Server</strong>. Na caixa de diálogo, deixe o Tomcat como escolha para executar o projeto e clique no botão <strong>Next</strong>.</p>
<div id="attachment_370" class="wp-caption alignnone" style="width: 292px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-25.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-370" title="Figura 25" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-25-282x300.jpg" alt="Figura 24 – Selecionando o servidor Java para executar o projeto" width="282" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 24 – Selecionando o servidor Java para executar o projeto</p></div>
<p>Adicione em <strong>Configured </strong>o projeto e clique no botão <strong>Finish</strong>. Neste momento o Apache Tomcat iniciará, executando a página JSF contendo o AJAX do RichFaces.</p>
<div id="attachment_371" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-26.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-371" title="Figura 26" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-26-300x293.jpg" alt="Figura 25 – Finalizando o assistente para executar o projeto no Apache Tomcat" width="300" height="293" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 25 – Finalizando o assistente para executar o projeto no Apache Tomcat</p></div>
<p>O aplicativo é de simples compreensão. Simplesmente o texto digitado no campo de texto é enviado ao servidor, levado ao Managed Bean textoBean, representado pela classe Texto, cujo é retornado ao label abaixo, em <strong>Resultado</strong>. Em uma página JSF comum, teríamos que submeter a página para termos tal resultado. Como estamos usando AJAX, o texto vai sendo digitado e enviado a cada nova letra para o servidor e retornada a página sem um reload no browser.</p>
<div id="attachment_372" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-23.jpg" rel="lightbox[346]"><img class="size-medium wp-image-372" title="Figura 23" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-23-300x88.jpg" alt="Figura 26 – A página executada" width="300" height="88" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 26 – A página executada</p></div>
<p>Este envio ao servidor sem reload na página e o retorno é feito graças ao Ajax4jsf, pela tag &lt;a4j:support /&gt;:</p>
<p>&lt;h:inputText id=<em>&#8220;texto&#8221;</em> value=&#8221;#{textoBean.texto}&#8221;&gt;</p>
<p><strong> </strong><strong>&lt;a4j:support event=&#8221;onkeyup&#8221; reRender=&#8221;resultado&#8221;/&gt;</strong></p>
<p>&lt;/h:inputText&gt;</p>
<p>Esta tag trabalha com o evento JavaScript onkeyup, que chama o servidor e renderiza o resultado onde o atributo reRender estiver apontando. Observe que esta tag está dentro da tag JSF &lt;h:inputText/&gt;, que é exatamente onde ela trabalhará para receber o evento e se comunicar com o servidor, transmitindo as informações nela contidas.</p>
<p><strong>No próximo artigo </strong></p>
<p>No próximo artigo sobre RichFaces, vamos ver como trabalhar com Upload de arquivos, cuja dúvida é muito comum nesta biblioteca.</p>
<p>Até o próximo artigo pessoALL.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>OFF-TOPIC: Livro do Camilo Lopes sobre Certificação Java</title>
		<link>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/05/05/off-livro-do-camilo-lopes-sobre-certificacao-java/</link>
		<comments>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/05/05/off-livro-do-camilo-lopes-sobre-certificacao-java/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 May 2010 19:02:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Off-Topic]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.edsongoncalves.com.br/?p=339</guid>
		<description><![CDATA[Pessoal, embora eu queira manter o blog com assuntos técnicos pertinentes ao ensino de desenvolvimento de aplicativos, não poderia deixar de postar sobre o lançamento do primeiro livro de um grande amigo.
O Camilo Lopes, nesta terça-feira, teve seu livro Guia do Exame SCJP &#8211; Sun Certified Java Programmer lançado. Sei o quanto ele se esforçou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal, embora eu queira manter o blog com assuntos técnicos pertinentes ao ensino de desenvolvimento de aplicativos, não poderia deixar de postar sobre o lançamento do primeiro livro de um grande amigo.</p>
<p>O Camilo Lopes, nesta terça-feira, teve seu livro<strong> Guia do Exame SCJP &#8211; Sun Certified Java Programmer </strong>lançado. Sei o quanto ele se esforçou para trazer um guia, fácil e rápido, com questões e respostas sobre a Certificação Java considerada a base para as demais.</p>
<div id="attachment_340" class="wp-caption alignnone" style="width: 156px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/image004.jpg" rel="lightbox[339]"><img class="size-full wp-image-340" title="image004" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/image004.jpg" alt="Guia do Exame SCJP - Sun Certified Java Programmer" width="146" height="219" /></a><p class="wp-caption-text">Guia do Exame SCJP - Sun Certified Java Programmer</p></div>
<p>O lançamento é pela Editora Ciência Moderna, que publicou a maioria dos  meus livros até o momento.</p>
<p>Aqueles que estiverem interessados na certificação, agora podem adquirir mais um livro que os auxilie nesta jornada.</p>
<p>Para detalhes do livro, preço e desconto, aqui vai o link para o livro na Editora Ciência Moderna:</p>
<p><a href="http://www.lcm.com.br/index.php?Escolha=20&amp;Livro=L00852" target="_blank">http://www.lcm.com.br/index.php?Escolha=20&amp;Livro=L00852</a></p>
<p>Bons Estudos!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Segurança com Spring Security 3.0 utilizando banco de dados em apenas alguns minutos</title>
		<link>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/05/04/seguranca-com-spring-security-3-0-utilizando-banco-de-dados-em-apenas-alguns-minutos/</link>
		<comments>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/05/04/seguranca-com-spring-security-3-0-utilizando-banco-de-dados-em-apenas-alguns-minutos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 May 2010 08:13:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Spring]]></category>
		<category><![CDATA[Eclipse IDE]]></category>
		<category><![CDATA[Spring MVC]]></category>
		<category><![CDATA[Spring Security]]></category>
		<category><![CDATA[Tomcat]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.edsongoncalves.com.br/?p=327</guid>
		<description><![CDATA[Olá, tudo bom? Como vão vocês?
Este artigo é o segundo, de uma série, que falaremos sobre segurança em aplicações Java, continuando com o Spring Security.  Dúvidas e críticas são bem vindas.
Spring Security 3.0 com banco de dados
Aplicações comerciais sempre necessitam de acesso ao banco de dados então, porque seria diferente criar uma segurança sem estar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, tudo bom? Como vão vocês?<br />
Este artigo é o segundo, de uma série, que falaremos sobre segurança em aplicações Java, continuando com o Spring Security.  Dúvidas e críticas são bem vindas.</p>
<h2>Spring Security 3.0 com banco de dados</h2>
<p>Aplicações comerciais sempre necessitam de acesso ao banco de dados então, porque seria diferente criar uma segurança sem estar com as informações contidas no banco de dados.</p>
<p>No <a href="../2010/04/25/seguranca-passo-a-passo-com-spring-security-3-0/">artigo anterior</a>,   tivemos uma introdução de como usar o Spring Security utilizando as configurações somente no XML. Neste artigo veremos como criar a segurança utilizando o Spring Security e o banco de dados.</p>
<h2>O banco de dados</h2>
<p>O banco de dados utilizado será o <a href="http://www.mysql.com/">MySQL</a>. Você pode baixar a versão 5.1, utilizada no artigo, <a href="http://dev.mysql.com/downloads/mysql/">aqui</a>.</p>
<h3>Preparando o banco de dados do exemplo</h3>
<p>Abra o terminal do MySQL com seu usuário e senha ROOT (aquela que você configurou na instalação).</p>
<p>Crie o banco de dados e a tabela executando os seguintes comandos:</p>
<p><strong>create database security;</strong></p>
<p><strong>use security;</strong></p>
<p><strong>CREATE</strong><strong> TABLE users</strong></p>
<p><strong>(</strong></p>
<p><strong> username VARCHAR(15) NOT NULL,</strong></p>
<p><strong> password VARCHAR(40),</strong></p>
<p><strong> authority VARCHAR(15),</strong></p>
<p><strong> PRIMARY KEY (username)</strong></p>
<p><strong>);</strong></p>
<p>Insira um usuário assim:</p>
<p><strong>INSERT INTO users  VALUES(&#8216;edson&#8217;,'integrator&#8217;,'ROLE_ADMIN&#8217;);</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_328" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><strong><strong><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-1.jpg" rel="lightbox[327]"><img class="size-medium wp-image-328" title="Figura 1" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-1-300x192.jpg" alt="Figura 1 – A tabela criada no banco de dados security" width="300" height="192" /></a></strong></strong><p class="wp-caption-text">Figura 1 – A tabela criada no banco de dados security</p></div>
<h3>Baixando e descompactando o driver JDBC</h3>
<p class="MsoNormal">Podemos baixar o <a href="http://www.mysql.com/">MySQL clicando aqui</a>, além da versão atual do driver JDBC, chamado de <a href="http://dev.mysql.com/downloads/connector/j/5.1.html">Connector/J 5.1</a>. Baixe os arquivos, instale o MySQL, caso não o tenha em sua máquina e descompacte o<span> </span> arquivo JAR, do qual iremos precisar, que será:</p>
<p class="MsoNormal"><strong><span> </span>mysql-connector-java-5.1.10-bin.jar</strong></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<h2><span>O projeto</span></h2>
<p class="MsoNormal">Pegue o projeto criado no <a href="../2010/04/25/seguranca-passo-a-passo-com-spring-security-3-0/">artigo anterior</a>, adicione a biblioteca JDBC do MySQL e também a biblioteca JAR do Spring Framework:</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span><strong>org.springframework.jdbc-3.0.0.RELEASE.jar</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_329" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><strong><strong><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-2.jpg" rel="lightbox[327]"><img class="size-medium wp-image-329" title="Figura 2" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-2-300x182.jpg" alt="Figura 2 – Bibliotecas adicionadas ao projeto nas properties" width="300" height="182" /></a></strong></strong><p class="wp-caption-text">Figura 2 – Bibliotecas adicionadas ao projeto nas properties</p></div>
<h3>O<span> </span>arquivo de configurações do Spring</h3>
<p class="MsoNormal">No arquivo de configurações do Spring, altere como mostrado na <strong>Listagem 1</strong> a seguir:</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Listagem 1 – O arquivo applicationContext.xml</strong></p>
<pre class="brush:xml">&lt;?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?&gt;

&lt;beans:beans xmlns="http://www.springframework.org/schema/security"

xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance"

xmlns:beans="http://www.springframework.org/schema/beans"

xsi:schemaLocation="http://www.springframework.org/schema/beans

http://www.springframework.org/schema/beans/spring-beans.xsd

http://www.springframework.org/schema/security

http://www.springframework.org/schema/security/spring-security-3.0.xsd"&gt;

&lt;http auto-config="true" &gt;

&lt;form-login login-page="/login.jsp" authentication-failure-url="/login.jsp?error=invalido"/&gt;

&lt;intercept-url pattern="/admin/**" access="ROLE_ADMIN" /&gt;

&lt;/http&gt;

&lt;authentication-manager&gt;

&lt;authentication-provider&gt;

&lt;jdbc-user-service data-source-ref="dataSource"

users-by-username-query="SELECT username, password, 'true' as enable FROM users WHERE username=?"

authorities-by-username-query="SELECT username, authority FROM users WHERE username=?"

/&gt;

&lt;/authentication-provider&gt;

&lt;/authentication-manager&gt;

&lt;beans:bean id="dataSource" class="org.springframework.jdbc.datasource.DriverManagerDataSource" &gt;

&lt;beans:property name="url" value="jdbc:mysql://localhost:3306/security" /&gt;

&lt;beans:property name="driverClassName" value="com.mysql.jdbc.Driver" /&gt;

&lt;beans:property name="username" value="root" /&gt;

&lt;beans:property name="password" value="integrator" /&gt;

&lt;/beans:bean&gt;

&lt;/beans:beans&gt;</pre>
<p class="MsoNormal">A mudança feita no arquivo applicationContext.xml, visto na <strong>Listagem 1</strong>, com relação ao <a href="../2010/04/25/seguranca-passo-a-passo-com-spring-security-3-0/">artigo anterior</a>,<span> </span>está na forma como vamos acessar o usuário, senha e seu role.<span> </span>Alteramos<span> </span>o antigo elemento <strong>&lt;user-service /&gt;</strong> por<span> </span><strong>&lt;jdbc-user-service /&gt;</strong>.</p>
<p class="MsoNormal">Em <strong>&lt;jdbc-user-service /&gt;</strong>, temos TRÊS <span> </span>atributos importantes: <strong>users-by-username-query</strong> e <strong>authorities-by-username-query</strong> e <strong>data-source-ref</strong>. O primeiro atributo possui uma query que deve buscar três informações: <strong>username</strong>, <strong>password</strong> e um valor booleano chamado <strong>enable</strong>. A tabela criada no banco de dados, vista na <strong>Figura 1</strong>, possui três campos (<strong>username</strong>,<strong> password </strong>e<strong> authority</strong>), mas não possui <strong>enable</strong>. Portanto, a query deve simular este campo, informando que todos os cadastrados na tabela estão habilitados:</p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="EN-US">SELECT username, password, &#8216;true&#8217; as enable FROM users WHERE username=?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal">Observe também que há uma condição WHERE na cláusula SQL, para que o usuário seja filtrado no login e para que o Spring Security se encarregue do resto, analisando se o usuário transmitido e sua senha são similares ao existente no banco de dados.</p>
<p class="MsoNormal">Além de verificar se o usuário existe, o Spring Security precisa saber se ele possui autorização para acessar determinado local. O role, no caso, foi adicionado no terceiro campo da tabela users, chamado de <strong>authority</strong>. O atributo <strong>authorities-by-username-query</strong>, portanto, recebe uma query onde existe o usuário e seu role, sempre filtrando pelo usuário:</p>
<p class="MsoNormal"><strong><span lang="EN-US">SELECT username, authority FROM users WHERE username=? </span></strong></p>
<div style="border: 1pt solid windowtext; padding: 1pt 4pt;">
<p class="MsoNormal" style="border: medium none; padding: 0cm;"><strong>Atenção:</strong> A query utilizada para o spring security precisa retornar os seguintes nomes de colunas: <strong>username</strong>, <strong>password</strong>, <strong>enable</strong> e <strong>authority</strong>.</p>
</div>
<p class="MsoNormal">No atributo <strong>data-source-ref</strong> indicamos o data source necessário para se conectar ao banco de dados.</p>
<p class="MsoNormal">A conexão é feita pelo elemento <strong>&lt;beans/&gt;</strong> no qual a classe utilizada é a <strong>org.springframework.jdbc.datasource.DriverManagerDataSource</strong>, responsável por fazer a conexão com o banco de dados.</p>
<h2>Logout, acesso negado e criptografia da senha</h2>
<p class="MsoNormal">Depois de concluído o acesso à área restrita, temos que efetuar o logout quando não interessa mais estar naquela área.</p>
<p class="MsoNormal">Também precisamos definir o que será apresentado aos usuários cujo não possuem acesso a uma determinada área.</p>
<h3>Logout</h3>
<p class="MsoNormal">Para fazer o logout de uma área restrita, utilizamos o padrão para fazer isto é: <strong><em>/j_spring_security_logout</em></strong><span>.<span> </span>Sua utilização será no arquivo <strong>/admin/index.jsp</strong>, como por exemplo a adição de um link, como na <strong>Listagem 2</strong>.</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span>Listagem 2 – Adição do link para efetuar logout da área restrita</span></strong></p>
<pre class="brush:html">&lt;html&gt;

...

&lt;body&gt;

&lt;h2&gt;Parabéns, você está logado!&lt;/h2&gt;

&lt;hr /&gt;

Faça logout &lt;a href="../j_spring_security_logout"&gt;clicando aqui&lt;/a&gt;.

&lt;/body&gt;

&lt;/html&gt;
</pre>
<h3>Página com a mensagem de acesso negado</h3>
<p class="MsoNormal">Caso tenhamos um usuário cadastrado válido, que não possui permissão de acesso a uma determinada área, vemos uma página padrão,<span> </span>como de costume, exibida pelo servidor.</p>
<div id="attachment_330" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-3.jpg" rel="lightbox[327]"><img class="size-medium wp-image-330" title="Figura 3" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Figura-3-300x139.jpg" alt="Figura 3 – Acesso negado a um usuário que não tem permissão a esta área" width="300" height="139" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 3 – Acesso negado a um usuário que não tem permissão a esta área</p></div>
<p class="MsoNormal">Para modificar esta página, podemos criar uma página que será exibida em seu lugar, informando o usuário da falta de permissão de acesso.</p>
<p class="MsoNormal">Sua configuração depois será no elemento <strong>&lt;http /&gt;</strong>, do arquivo <strong>applicationContext.xml</strong>, com o atributo <strong>access-denied-page</strong>. Abaixo vemos a página <strong>negado.jsp</strong> como sendo a responsável por exibir uma mensagem personalizada caso o usuário entre em uma área não permitida.</p>
<pre class="brush:xml">&lt;http auto-config="true" access-denied-page="/negado.jsp"&gt;

...

&lt;/http&gt;
</pre>
<p class="MsoNormal">
<h3>Criptografia de senha</h3>
<p class="MsoNormal">O padrão para as senhas é de texto plano, como já sabem. Entretanto, o Spring Security permite ler informações criptografadas. <span> </span>Digamos que, na tabela de usuários, tenhamos as senhas criptografadas em MD5. Teríamos que informar isso nas configurações do Spring Security da seguinte forma:</p>
<pre class="brush:xml">&lt;authentication-manager&gt;
&lt;authentication-provider&gt;
&lt;password-encoder hash="md5" /&gt;
…
&lt;/authentication-provider&gt;
&lt;/authentication-manager&gt;
</pre>
<div style="border: 1pt solid windowtext; padding: 1pt 4pt;">
<p class="MsoNormal" style="border: medium none; padding: 0cm;"><strong>Nota:</strong> No MySQL podemos adicionar uma string em MD5 simplesmente utilizando a função de mesmo nome:</p>
<p class="MsoNormal" style="border: medium none; padding: 0cm;"><span lang="EN-US"><strong>INSERT INTO users VALUES(&#8216;usuario&#8217;, MD5(&#8217;senha&#8217;),&#8217;ROLE_&#8230;&#8217;)</strong></span></p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/05/04/seguranca-com-spring-security-3-0-utilizando-banco-de-dados-em-apenas-alguns-minutos/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Segurança passo a passo com Spring Security 3.0</title>
		<link>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/04/25/seguranca-passo-a-passo-com-spring-security-3-0/</link>
		<comments>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/04/25/seguranca-passo-a-passo-com-spring-security-3-0/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Apr 2010 09:48:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Spring]]></category>
		<category><![CDATA[Eclipse IDE]]></category>
		<category><![CDATA[Hibernate]]></category>
		<category><![CDATA[Java EE 6]]></category>
		<category><![CDATA[JPA Project]]></category>
		<category><![CDATA[Spring MVC]]></category>
		<category><![CDATA[Spring Security]]></category>
		<category><![CDATA[Tomcat]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.edsongoncalves.com.br/?p=309</guid>
		<description><![CDATA[Olá, tudo bom? Como vão vocês?
Este artigo é o primeiro de uma série que falaremos sobre segurança em aplicações Java, começando com a primeira parte do artigo sobre Spring Security.  Dúvidas e críticas   são bem vindas.
Segurança de dados através do Spring Security
A segurança de áreas restritas em aplicações Web escritas em Java não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, tudo bom? Como vão vocês?</p>
<p>Este artigo é o primeiro de uma série que falaremos sobre segurança em aplicações Java, começando com a primeira parte do artigo sobre Spring Security.  Dúvidas e críticas   são bem vindas.</p>
<h2>Segurança de dados através do Spring Security</h2>
<p>A segurança de áreas restritas em aplicações Web escritas em Java não é uma tarefa das mais triviais.</p>
<p>Sabendo que não era simples criar áreas de segurança, em 2003 surge o Acegi Security System for Spring, um framework extremamente configurável  e complexo. Comum na época, suas configurações eram baseadas em XML e demorava um tempo para que o desenvolvedor o dominasse completamente.</p>
<p>O projeto Acegi evoluiu e, em 2007, foi incorporado aos projetos do Spring Framework, sendo renomeado para Spring Security.</p>
<p>A versão 2.0 foi lançada em 2008 e em 2010 a versão 3.0, a que iremos utilizar neste artigo.</p>
<h4>Download do Framework</h4>
<p>Para trabalhar com o Spring Security, você deve realizar o download no endereço <a href="http://www.springsource.org/download"><strong><em>http://www.springsource.org/download</em></strong></a>. No momento em que este artigo é escrito, a versão utilizada é a <strong>Spring </strong><strong>Security 3.0.2</strong>. Clique em <strong>Download</strong>.</p>
<div id="attachment_310" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-12.jpg" rel="lightbox[309]"><img class="size-medium wp-image-310" title="Figura 1" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-12-300x71.jpg" alt="Figura 1 – Local de download do Spring Security 3.0.2" width="300" height="71" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1 – Local de download do Spring Security 3.0.2</p></div>
<p>Baixe a versão <strong>spring-security-3.0.2.RELEASE.zip</strong>. Ao baixar, descompacte o arquivo extraindo todos os JARs existentes no diretório lib.</p>
<div id="attachment_311" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-22.jpg" rel="lightbox[309]"><img class="size-medium wp-image-311" title="Figura 2" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-22-300x116.jpg" alt="Figura 2 – Download do Spring Security" width="300" height="116" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2 – Download do Spring Security</p></div>
<p>Também será preciso baixar o Spring Framework. No momento em que este artigo é escrito, a versão utilizada é a <strong>Spring </strong><strong>Framework 3.0.2</strong>.</p>
<div id="attachment_312" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-3.jpg" rel="lightbox[309]"><img class="size-medium wp-image-312" title="Figura 3" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-3-300x118.jpg" alt="Figura 3 – Download do Spring Framework" width="300" height="118" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 3 – Download do Spring Framework</p></div>
<h2>Como o Spring Security trabalha</h2>
<p>Da mesma forma que faríamos se estivéssemos utilizando JAAS, o Spring Security trabalha a segurança através de declarações baseadas em papéis (roles). Seja em XML ou Anotações, o Spring Security  não necessita chamar método algum para realizar uma autenticação ou autorização.</p>
<p>Através dos roles definidos, podemos informar ao aplicativo em questão, ao qual está sendo assegurada  uma área, quais recursos podem ser acessados ou restringidos a uma determinada pessoa que acessou a área restrita.</p>
<h2>Preparando o ambiente de trabalho</h2>
<p>Para este artigo, iremos utilizar a IDE da <a href="http://www.springsource.com/" target="_blank">Spring Source</a>, divisão da <a href="http://www.vmware.com/" target="_blank">VMware</a>,  criada sobre a plataforma Eclipse, chamada de SpringSource Tools Suite.</p>
<p>Para baixar o SpringSource Tools Suite, <a href="http://www.springsource.com/products/springsource-tool-suite-download">clique aqui</a>, preencha o formulário e faça o Download. Como a ferramenta possui uma opção de instalador, use-a como facilitador se desejar. Na própria página onde baixar o arquivo, haverá a explicação da instalação em cada plataforma, em <strong>Installation Instructions</strong>.<strong> </strong></p>
<h3>Criando um projeto</h3>
<p>No SpringSource Tools Suite, clique no menu <strong>File&gt;New&gt;Dynamic Web Project</strong>. Na caixa de diálogo <strong>New Dynamic Web Project</strong>, digite <strong>ProjSpringSecurity</strong> (ou o nome que desejar) em <strong>Project name</strong>.</p>
<p>O SpringSource Tools Suite possui embutido um servidor de aplicações Java Web baseado no Apache Tomcat 6, só que com algumas modificações. Entretanto, vamos utilizar o Tomcat, que pode ser adicionado como mostro <a href="../category/spring-mvc-3-0/#o-apache-tomcat-no-projeto">neste artigo</a>.</p>
<p>Confirme a criação do projeto no botão <strong>Finish</strong>.</p>
<h3>Adicionando as bibliotecas ao Projeto</h3>
<p>Com o direito do mouse sobre o projeto, na view <strong>Project Explorer</strong>, vá até <strong>Properties</strong>. Na  caixa de diálogo das propriedades do projeto, vá até <strong>Java EE Module Dependencies</strong>. Clique em <strong>Add External JARs</strong> e adicione os seguintes arquivos:</p>
<ol>
<li><strong>org.springframework.aop-3.0.2.RELEASE.jar</strong></li>
<li><strong>org.springframework.asm-3.0.2.RELEASE.jar</strong></li>
<li><strong>org.springframework.beans-3.0.2.RELEASE.jar</strong></li>
<li><strong>org.springframework.context-3.0.2.RELEASE.jar</strong></li>
<li><strong>org.springframework.core-3.0.2.RELEASE.jar</strong></li>
<li><strong>org.springframework.expression-3.0.2.RELEASE.jar</strong></li>
<li><strong>org.springframework.transaction-3.0.2.RELEASE.jar</strong></li>
<li><strong>org.springframework.web-3.0.2.RELEASE.jar</strong></li>
<li><strong>spring-security-config-3.0.2.RELEASE.jar</strong></li>
<li><strong>spring-security-core-3.0.2.RELEASE.jar</strong></li>
<li><strong>spring-security-taglibs-3.0.2.RELEASE.jar</strong></li>
<li><strong>spring-security-web-3.0.2.RELEASE.jar</strong></li>
<li><strong>commons-logging-1.1.1.jar</strong></li>
</ol>
<p>Note que o 13º item é um JAR que não pertence a família do Spring Framework. Você pode baixar o arquivo compactado, contendo a biblioteca <strong>commons-logging-1.1.1.jar</strong>, clicando <a href="http://commons.apache.org/logging/">aqui</a>.</p>
<div id="attachment_313" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-4.jpg" rel="lightbox[309]"><img class="size-medium wp-image-313" title="Figura 4" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-4-300x173.jpg" alt="Figura 4 – Arquivos JARs adicionados ao projeto" width="300" height="173" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 4 – Arquivos JARs adicionados ao projeto</p></div>
<h2>Uma aplicação simples com Spring Security</h2>
<p>Para exemplificar como funciona o Spring Security, vamos criar uma aplicação simples com apenas uma área segura. Esta área segura será representada dentro de um diretório, chamado <strong>admin</strong>.</p>
<p>Teremos duas páginas <strong>index.jsp</strong>: uma na raiz do aplicativo e outra dentro do diretório <strong>admin</strong>, como mostra a <strong>Figura 5</strong>.</p>
<div id="attachment_314" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-5.jpg" rel="lightbox[309]"><img class="size-medium wp-image-314" title="Figura 5" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-5-300x275.jpg" alt="Figura 5 – As páginas do Projeto" width="300" height="275" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 5 – As páginas do Projeto</p></div>
<h3>As páginas JSP</h3>
<p>A página <strong>index.jsp</strong>, existente dentro do diretório <strong>admin</strong> exibe apenas uma mensagem simples, como mostra a <strong>Figura 6</strong>, com apenas HTML.</p>
<p>O conteúdo é mostrado na <strong>Listagem 1</strong>.</p>
<div id="attachment_315" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-6.jpg" rel="lightbox[309]"><img class="size-medium wp-image-315" title="Figura 6" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-6-300x143.jpg" alt="Figura 6 – Página index.jsp exibida após logar na área admin" width="300" height="143" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 6 – Página index.jsp exibida após logar na área admin</p></div>
<p><strong>Listagem 1 – O conteúdo HTML da página /admin/index.jsp</strong></p>
<pre class="brush:html">&lt;!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01

Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd"&gt;

&lt;html&gt;

&lt;head&gt;

&lt;title&gt;Usuário Logado&lt;/title&gt;

&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=ISO-8859-1"&gt;

&lt;/head&gt;

&lt;body&gt;

&lt;h2&gt;Parabéns, você está logado!&lt;/h2&gt;

&lt;/body&gt;

&lt;/html&gt;
</pre>
<p>A página <strong>index.jsp </strong>encontrada na raiz exibe apenas um link que o leva até a área administrativa. Sua aparência é idêntica a <strong>Figura 7</strong>.</p>
<p>O conteúdo da página <strong>index.jsp </strong>encontrada na raiz da aplicação é mostrado na <strong>Listagem 2</strong>.</p>
<div id="attachment_316" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-7.jpg" rel="lightbox[309]"><img class="size-medium wp-image-316" title="Figura 7" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-7-300x125.jpg" alt="Figura 7 – Página index.jsp exibida quando acessada a aplicação" width="300" height="125" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 7 – Página index.jsp exibida quando acessada a aplicação</p></div>
<p><strong>Listagem 2 – O conteúdo HTML da página /index.jsp</strong></p>
<pre class="brush:html">&lt;!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN"

"http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd"&gt;

&lt;html&gt;

&lt;head&gt;

&lt;title&gt;Página Inicial&lt;/title&gt;

&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=ISO-8859-1"&gt;

&lt;/head&gt;

&lt;body&gt;

&lt;h2&gt;Uma aplicação simples com Spring Security&lt;/h2&gt;

&lt;hr /&gt;

&lt;a href="admin"&gt;Clique aqui para acessar a área administrativa&lt;/a&gt;

&lt;/body&gt;

&lt;/html&gt;
</pre>
<h3>Configurando o web.xml</h3>
<p>Para que o Spring Security, assim como o Spring, precisamos configurar o web.xml. O Spring Security utiliza um filtro HTTP para interceptar as URLs acessadas e verificar as permissões de acesso.</p>
<p>A <strong>Listagem 3</strong> exibe a configuração do arquivo <strong>web.xml</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 3 – O arquivo web.xml</strong></p>
<pre class="brush:xml">&lt;?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?&gt;

&lt;web-app xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance"

xmlns="http://java.sun.com/xml/ns/javaee"

xmlns:web="http://java.sun.com/xml/ns/javaee/web-app_2_5.xsd"

xsi:schemaLocation="http://java.sun.com/xml/ns/javaee

http://java.sun.com/xml/ns/javaee/web-app_2_5.xsd"

id="WebApp_ID" version="2.5"&gt;

&lt;display-name&gt;ProjSpringSecurity&lt;/display-name&gt;

&lt;listener&gt;

&lt;listener-class&gt;org.springframework.web.context.ContextLoaderListener&lt;/listener-class&gt;

&lt;/listener&gt;

&lt;filter&gt;

&lt;filter-name&gt;springSecurityFilterChain&lt;/filter-name&gt;

&lt;filter-class&gt;org.springframework.web.filter.DelegatingFilterProxy&lt;/filter-class&gt;

&lt;/filter&gt;

&lt;filter-mapping&gt;

&lt;filter-name&gt;springSecurityFilterChain&lt;/filter-name&gt;

&lt;url-pattern&gt;/*&lt;/url-pattern&gt;

&lt;/filter-mapping&gt;

&lt;welcome-file-list&gt;

&lt;welcome-file&gt;index.jsp&lt;/welcome-file&gt;

&lt;/welcome-file-list&gt;

&lt;/web-app&gt;
</pre>
<p>Para configurar o Spring Security, utilizamos o filtro <strong>org.springframework.web.filter.DelegatingFilterProxy</strong>, devidamente configurado na <strong>Listagem 3</strong>. O filtro está sendo aplicado em todo o aplicativo, podendo ser visto no elemento &lt;<strong>url-pattern /&gt;</strong>.</p>
<p><strong>Atenção:</strong> Um detalhe importante que precisa ser notado é o nome do filtro, colocado no elemento <strong>&lt;filter-name/&gt;</strong>.  Não o altere, pois o Spring já espera pelo nome <strong>springSecurityFilterChain</strong>.</p>
<h3>Configurando o applicationContext.xml</h3>
<p>O Spring Security será configurado no arquivo <strong>applicationContext.xml</strong>. Este arquivo deverá ser criado dentro do diretório <strong>WEB-INF</strong>, com o conteúdo mostrado na <strong>Listagem 4</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 4 – O arquivo applicationContext.xml</strong></p>
<pre class="brush:xml">&lt;?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?&gt;

&lt;beans:beans xmlns="http://www.springframework.org/schema/security"

xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance"

xmlns:beans="http://www.springframework.org/schema/beans"

xsi:schemaLocation="http://www.springframework.org/schema/beans

http://www.springframework.org/schema/beans/spring-beans.xsd

http://www.springframework.org/schema/security

http://www.springframework.org/schema/security/spring-security-3.0.xsd"&gt;

&lt;http auto-config="true"&gt;

&lt;intercept-url pattern="/admin/**" access="ROLE_ADMIN" /&gt;

&lt;/http&gt;

&lt;authentication-manager&gt;

&lt;authentication-provider&gt;

&lt;user-service&gt;

&lt;user name="edson" password="integrator" authorities="ROLE_ADMIN" /&gt;

&lt;/user-service&gt;

&lt;/authentication-provider&gt;

&lt;/authentication-manager&gt;

&lt;/beans:beans&gt;
</pre>
<p>No Spring Security, as configurações de autenticação e autorização estão sendo feitas no arquivo de contexto padrão do Spring (<strong>applicationContext.xml</strong>). Para que este arquivo seja lido, adicionamos no <strong>web.xml</strong> o elemento <strong>&lt;listener /&gt;</strong>, contendo o listener <strong>org.springframework.web.context.ContextLoaderListener</strong>.</p>
<p>O listener do Spring faz com que as configurações sejam carregadas na inicialização da aplicação Web.</p>
<p>Ao ser carregado pelo listener, o arquivo da <strong>Listagem 4</strong> declara os usuários e suas regras de acesso ao aplicativo.</p>
<p>O controle de acesso é feito pelo elemento <strong>&lt;http /&gt;</strong>, do <strong>applicationContext.xml</strong>. Este controle é definido no sub-elemento <strong>&lt;intercept-url /&gt;</strong>. O atributo <strong>pattern</strong>, de <strong>&lt;intercept-url /&gt;</strong>, informa, através de uma expressão, em qual local o filtro deve agir, bem como define a sua regra de acesso, através do atributo <strong>access</strong>.</p>
<p>Para que possamos definir que qualquer elemento dentro do diretório <strong>admin</strong> fique acessível somente para os usuários do role ROLE_ADMIN, adicionamos uma expressão comum no Apache Ant.</p>
<p>Caso tenhamos mais de um sub-elemento <strong>&lt;intercept-url /&gt;</strong>, teremos sua interpretação sendo feita por ordem de definição, sendo que, a primeira que atender a regra, será chamada. Na prática, isto significa que, se houver <strong>/admin/relatorios/**</strong> e <strong>/admin/**</strong>, o primeiro caso deverá ser lido primeiro, portanto será o primeiro a ser adicionado na ordem em  <strong>applicationContext.xml</strong>.</p>
<p>O atributo <strong>auto-config</strong>, com o valor <strong>true</strong>, indica a configuração automática da aplicação para utilizar um formulário de login. O JSP do formulário é gerado automaticamente pelo Spring Security neste caso. A <strong>Figura 8</strong> exibe o formulário gerado pelo Spring Security.</p>
<div id="attachment_317" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-8.jpg" rel="lightbox[309]"><img class="size-medium wp-image-317" title="Figura 8" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-8-300x149.jpg" alt="Figura 8 – Formulário de login gerado automaticamente pelo Spring Security" width="300" height="149" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 8 – Formulário de login gerado automaticamente pelo Spring Security</p></div>
<p>Com o atributo <strong>&lt;authentication-manager&gt;</strong>, gerenciamos os usuários e seus respectivos roles  que darão permissão ao diretório especificado anteriormente, em <strong>&lt;intercept-url /&gt;</strong>, pelo filtro.</p>
<p>Para facilitar a compreensão do exemplo, adicionamos apenas um usuário, através de <strong>&lt;user/&gt;</strong>, informando o nome de usuário, a senha e o seu papel de acesso.</p>
<p>Ao logar no aplicativo, o Spring analisará qual role é permitido no diretório e quem possui  tal permissão.</p>
<h2>Personalizando o formulário de acesso a área restrita</h2>
<p>É interessante ter uma geração automática de formulário no Spring Security, ajuda a testar a codificação, com certeza. Mas não é agradável ao aplicativo como um todo, pois sempre precisamos criar o formulário com as características gerais desenvolvidas no layout das páginas.</p>
<h3>Criando a página personalizada de login</h3>
<p>Para isso, o Spring Security nos fornece a personalização do formulário.  A <strong>Listagem 5</strong> exibe o conteúdo da página <strong>/login.jsp</strong> que ficará na raiz do seu aplicativo, junto com <strong>index.jsp</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 5 – A página login.jsp</strong></p>
<pre class="brush:html">&lt;!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd"&gt;

&lt;html&gt;

&lt;head&gt;

&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=ISO-8859-1"&gt;

&lt;title&gt;Área Restrita&lt;/title&gt;

&lt;/head&gt;

&lt;body&gt;

&lt;h2&gt;Área Restrita&lt;/h2&gt;

&lt;hr /&gt;

&lt;%

if(request.getParameter("error") != null){

if (request.getParameter("error").equals("invalido")){

%&gt;

&lt;p&gt;

&lt;span style="color:red"&gt;

Usuário ou Senha inválidos

&lt;/span&gt;

&lt;/p&gt;

&lt;%

} //fim do if equals

}//fim do if null

%&gt;

&lt;form action="j_spring_security_check" method="post"&gt;

Usuário: &lt;input name="j_username" type="text" value="${not empty login_error ? SPRING_SECURITY_LAST_USERNAME : ''}" /&gt;

&lt;br /&gt;

Senha: &lt;input type="password" name="j_password"&gt;&lt;br /&gt;

&lt;input type="submit" value="Efetuar Login"&gt;&lt;br /&gt;

&lt;a href="index.jsp"&gt;Retornar para a Página Inicial&lt;/a&gt;

&lt;/form&gt;

&lt;/body&gt;

&lt;/html&gt;
</pre>
<p>Para que o formulário funcione com o Spring Security, as regras mais básicas são:</p>
<ul>
<li>O atributo <strong>action</strong> deve apontar para <strong>j_spring_security_check</strong>;</li>
<li>O atributo <strong>name</strong> da caixa de entrada de  texto, do nome de usuário, deve ser <strong>j_username</strong>;</li>
<li>O atributo <strong>name</strong> da caixa de entrada de senha deve ser <strong>j_ password</strong>.</li>
</ul>
<p>Estes princípios básicos farão com que seu formulário funcione com o Spring Security. Entretanto, precisamos mostrar uma mensagem de erro, caso o usuário não tenha colocado as informações necessárias ou, as mesmas não sejam compatíveis com o registrado no sistema para permitir a entrada na área restrita.</p>
<p>É exatamente o papel do <strong>if(request.getParameter(&#8220;error&#8221;) </strong>e <strong>if (request.getParameter(&#8220;error&#8221;).equals(&#8220;invalido&#8221;))</strong>,  na página <strong>login.jsp</strong>, personalizado, com um parâmetro que iremos transmitir, através do Spring Security, caso ocorra um erro na permissão.</p>
<p>A página personalizada pode ser vista na <strong>Figura 9</strong>.</p>
<div id="attachment_318" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-9.jpg" rel="lightbox[309]"><img class="size-medium wp-image-318" title="Figura 9" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-9-300x193.jpg" alt="Figura 9 – Formulário de acesso a área restrita personalizado" width="300" height="193" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 9 – Formulário de acesso a área restrita personalizado</p></div>
<h3>Alterando o arquivo applicationContext.xml</h3>
<p>Por fim, mas não menos importante, precisamos alterar o arquivo <strong>applicationContext.xml</strong> para que o Spring Security passe a trabalhar com a página de login personalizada que criamos. A seguir você tem o trecho, contendo o elemento <strong>&lt;form-login/&gt;</strong>, que deve ser inserido por entre o elemento <strong>&lt;http /&gt;</strong>:</p>
<p><strong>&lt;form-login login-page=<em>&#8220;/login.jsp&#8221;</em> authentication-failure-url=<em>&#8220;/login.jsp?error=invalido&#8221;</em>/&gt;</strong></p>
<p>O elemento &lt;form-login/&gt; é de simples compreensão, pois temos atributos que descrevem bem sua função:</p>
<p>login-page: A página personalizada com o formulário de substituição do padrão existente no framework</p>
<p><strong>authentication-failure-url</strong>: URL de retorno caso ocorra um erro. Note que adicionamos,  após “?” , <strong>error=invalido</strong>. Isto demonstra, claramente, que não é uma regra fixa o que pode ser transmitido, caso ocorra um erro, na entrada de uma determinada área restrita.</p>
<div id="attachment_319" class="wp-caption alignnone" style="width: 273px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-10.jpg" rel="lightbox[309]"><img class="size-medium wp-image-319" title="Figura 10" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-10-263x300.jpg" alt="Figura 10 – Resultado final do projeto com todos os arquivos criados" width="263" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 10 – Resultado final do projeto com todos os arquivos criados</p></div>
<h2>No próximo artigo sobre Spring Security</h2>
<p>Embora tenhamos conhecido os elementos básicos de utilização do Spring Security, restou colocar o acesso ao banco de dados para fazer uma autenticação verdadeira, como ocorre em sistemas.</p>
<p>No próximo artigo veremos como fazer para trabalhar com Spring Security e o acesso ao banco de dados, com um exemplo completo, passo a passo.</p>
<p>Até o próximo artigo pessoALL.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>JPA 2.0 na Prática – Parte 3</title>
		<link>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/04/10/jpa-2-0-na-pratica-parte-3/</link>
		<comments>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/04/10/jpa-2-0-na-pratica-parte-3/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 10 Apr 2010 09:48:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[JPA 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Eclipse IDE]]></category>
		<category><![CDATA[EclipseLink]]></category>
		<category><![CDATA[Hibernate]]></category>
		<category><![CDATA[JPA Project]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, tudo bom? Como vão vocês?
Este artigo é o terceiro de uma série ao qual vou ensiná-los a  trabalhar com a Java Persistence API 2.0 (JPA 2.0).  Dúvidas e críticas  são bem vindas.
Conhecendo as anotações básicas em uma Entidade
Como pudemos perceber no artigo  JPA 2.0 na Prática – Parte 2, as entidades representam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, tudo bom? Como vão vocês?</p>
<p>Este artigo é o terceiro de uma série ao qual vou ensiná-los a  trabalhar com a Java Persistence API 2.0 (JPA 2.0).  Dúvidas e críticas  são bem vindas.</p>
<h1>Conhecendo as anotações básicas em uma Entidade</h1>
<p>Como pudemos perceber no artigo  <strong><a href="../2010/02/03/jpa-2-0-na-pratica-parte-2/">JPA 2.0 na Prática – Parte 2</a></strong>, as entidades representam as tabelas encontradas no banco de dados. Entretanto, nem sempre refletirão exatamente o modelo da entidade relacional encontrado no banco de dados mas, com certeza, são suas representações, só que em formato de objetos – o que chamamos de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mapeamento_objeto-relacional">O/R (Object-to-Relational)</a>.</p>
<h2>Anotando uma classe simples</h2>
<p>Entidades são classes Java Simples (POJOs) na JPA.  Ao fazer a Entidade Bean Categoria, em <strong><a href="../2010/02/03/jpa-2-0-na-pratica-parte-2/">JPA 2.0 na Prática – Parte 2</a></strong>, adicionamos anotações que representavam certas características que deveriam ser refletidas na entidade relacional, como nome da tabela e o campo de chave primária.</p>
<p>A entidade Categoria é simples e possui atributos privados que  são refletidos, tais como escritos na entidade, em seu equivalente, na tabela da entidade relacional.</p>
<p>A classe Categoria também é formada por métodos públicos getters e setters, tais como são os JavaBeans comuns.</p>
<p>Para que uma classe, como no caso da Categoria criada, não seja considerada um simples JavaBean e sim uma Entidade Bean da Java Persistence, precisamos de duas anotações básicas:</p>
<p><strong>javax.persistence.Entity</strong> <strong> &#8211; </strong>Informa que classe é uma Entidade;<strong> </strong></p>
<p><strong>javax.persistence.Id – </strong>Informa o atributo na classe que será utilizado como chave primária;</p>
<p>Na ausência das demais anotações, o nome da tabela e das colunas existentes na entidade relacional, do banco de dados, são tidos pelo provedor de persistência como sendo exatamente iguais aos encontrados na Entidade Bean.</p>
<p>Desta forma, se mapearmos uma entidade bean como na <strong>Listagem 1</strong>, teremos uma tabela no banco de dados, procurada ou criada pelo provedor de persistência similar ao da <strong>Listagem 2</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 1 – Entidade Bean Categoria</strong></p>
<p>﻿</p>
<pre class="brush:java">
package br.com.integrator;

import java.io.Serializable;

import java.lang.*;

import javax.persistence.*;

@Entity

public class Categoria implements Serializable {

@Id

private Long id;

private String categoria;

private String descricao;

//getters e setters omitidos

}
</pre>
<p><strong>Listagem 2 – A tabela Categoria no banco de dados MySQL</strong></p>
<pre class="brush:text">
create table Categoria(

id bigint(20) primary key not null,

categoria varchar(255),

descricao varchar(255)

);</pre>
<h3>Anotações @Table, @Column e @Id</h3>
<p>Se necessitarmos definir o nome de uma tabela, como foi feito em <strong><a href="../2010/02/03/jpa-2-0-na-pratica-parte-2/">JPA 2.0 na Prática – Parte 2</a></strong>, utilizamos a notação <strong>@Table</strong>, de <strong>javax.persistence.Table</strong>. O mesmo também pode ser feito para dar nomes a colunas, utilizando a anotação <strong>@Column</strong>, de <strong>javax.persistence.Column</strong>. Desta forma, se fizermos a modificação na classe <strong>Categoria</strong>, como na <strong>Listagem 3</strong>, teremos o resultado mostrado na <strong>Figura 1</strong>.</p>
<p><strong>Listagem 3 – Utilizando as anotações @Table e @Column</strong></p>
<pre class="brush:java">
@Entity

@Table(name="categorias")

public class Categoria implements Serializable {

@Id

@Column(name="categoria_id", nullable=false, columnDefinition="integer")

private Long id;

@Column(name="categoria_nome", length=30, nullable=false)

private String categoria;

@Column(columnDefinition="text")

private String descricao;

//getters e setters omitidos

}
</pre>
<div id="attachment_279" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-11.jpg" rel="lightbox[278]"><img class="size-medium wp-image-279" title="Figura 1" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-11-300x134.jpg" alt="Figura 1 – Anotações da Entidade Categoria refletida na tabela categorias no banco de dados" width="300" height="134" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1 – Anotações da Entidade Categoria refletida na tabela categorias no banco de dados</p></div>
<p>A <strong>Listagem 3</strong> exibe os atributos contidos na anotação <strong>@Column</strong>, que são úteis no mapeamento de uma tabela equivalente no banco de dados. Temos os seguintes atributos utilizados no exemplo:</p>
<p><strong>name</strong> – Nome da coluna na tabela do banco de dados, recebe como valor uma String;</p>
<p><strong>columnDefinition </strong> &#8211; Recebe uma String com o tipo que será usado pela coluna equivalente na tabela do banco de dados. Um exemplo é a coluna <strong>descricao</strong> que possui <strong>columnDefinition</strong> como <strong>text</strong>.</p>
<p><strong>length</strong> – Alguns tipos de colunas nas tabelas dos bancos de dados possuem um valor variável de largura do campo. Um exemplo são os campos <strong>varchar()</strong>. No MySQL, se não definirmos um valor de largura para o tipo <strong>varchar</strong>, este é criado em seu tamanho máximo de caracteres, que no caso é 255. Cada banco de dados possui um limite máximo em seu determinado tipo.</p>
<p><strong>nullable – </strong>Recebe um valor booleano cujo o padrão é <strong>true</strong>, caso não declarado. Se <strong>false</strong>,  este campo é obrigatório.</p>
<p>A anotação <strong>@Id</strong>, mostrada pela primeira vez em <strong><a href="../2010/02/03/jpa-2-0-na-pratica-parte-2/">JPA 2.0 na Prática – Parte 2</a></strong>, possui  uma anotação dependente, chamada de <strong>@javax.persistence.GeneratedValue</strong>.  Esta anotação é utilizada quando desejamos que o provedor de persistência gere as chaves para nós.</p>
<p>A anotação <strong>@GeneratedValue</strong> possui um atributo chamado <strong>strategy</strong>, que define a estratégia de geração de valores incrementados. A estratégia mais comum é <strong>javax.persistence.</strong><strong>GeneratorType.AUTO</strong>, mas no exemplo visto na <strong><a href="../2010/02/03/jpa-2-0-na-pratica-parte-2/">parte 2</a></strong> dos artigos sobre JPA, utilizamos <strong>javax.persistence.</strong><strong>GeneratorType. IDENTITY</strong>.</p>
<p>Entretanto, alguns gerenciadores de banco de dados, como Oracle, possuem uma estrutura predefinida para gerar valores seqüenciais. Nestes casos, utilizamos a anotação <strong>@javax.persistence.SequenceGenerator</strong>. A <strong>Listagem 4</strong> exibe esta anotação utilizada em um banco de dados ORACLE.</p>
<p><strong>Listagem 4 – Utilizando a anotação @SequenceGenerator</strong></p>
<pre class="brush:java">
@Entity

@Table(name="CATEGORIAS_TABLE")

@SequenceGenerator(name="CATEGORIA_SEQUENCE", sequenceName="MINHA_SEQ", initialValue=1, allocationSize=1)

public class Categoria implements Serializable {

@Id

@GeneratedValue(strategy=GenerationType.SEQUENCE, generator="CATEGORIA_SEQUENCE")

private Long id;

@Column(length=30, nullable=false)

private String categoria;

@Column(length=3500)

private String descricao;

//getters e setters omitidos

}
</pre>
<p>A anotação <strong>@SequenceGenerator</strong> possui um atributo <strong>name</strong> do qual é referenciado em <strong>@GeneratedValue</strong>, através do atributo <strong>generator</strong>. A anotação <strong>@GeneratedValue</strong> também precisa utilizar, no atributo <strong>strategy</strong>, o valor <strong>GenerationType.SEQUENCE</strong>.</p>
<p>O nome da <strong>sequence</strong> gerada no Oracle, por exemplo, seria a colocada no atributo <strong>sequenceName</strong>, de <strong>@SequenceGenerator</strong>.</p>
<p>Também, em <strong>@SequenceGenerator</strong> temos os atributos <strong>initialValue</strong> e  <strong>allocationSize<a href="#_ftn1jpap3"><strong>[1]<strong><a name="_ftnref1jpap3"></a></strong></strong></a></strong>.  O resultado de uma <strong>sequence</strong> criada no banco de dados Oracle, com estas informações fornecidas pela entidade, através da JPA, pode ser vista na <strong>Figura 2</strong>.</p>
<div id="attachment_280" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-21.jpg" rel="lightbox[278]"><img class="size-medium wp-image-280" title="Figura 2" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-21-300x273.jpg" alt="Figura 2 – Sequencia gerada no Oracle XE e visualizada pelo Browser de Objetos" width="300" height="273" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2 – Sequencia gerada no Oracle XE e visualizada pelo Browser de Objetos</p></div>
<p><strong>Atenção:</strong> A forma como adicionamos a anotação <strong>@javax.persistence.Id</strong> na Entidade determina como podemos declarar as demais anotações no Bean. Se colocarmos a anotação <strong>@Id </strong>nos atributos, as demais precisam estar nos atributos. Se colocarmos no método <strong>getter</strong>, as demais precisarão estar nos métodos getters.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><strong>Na próxima parte</strong></h2>
<p>Na <strong>Parte 3 </strong>da série <strong>JPA 2.0 na Prática</strong> aprendemos as anotações básicas que podemos utilizar para criar uma entidade bean e tê-la refletida em uma tabela no banco de dados relacional.</p>
<hr size="1" /><a href="#_ftnref1jpap3">[1]<a name="_ftn1jpap3"></a></a> Sem o atributo <strong>allocationSize</strong> em <strong>1</strong>, o Oracle, por exemplo, usando o Hibernate como provedor JPA, criará uma <strong>sequence</strong> com valor de 50 em 50.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O diretório ROOT do Tomcat 6.x</title>
		<link>http://www.edsongoncalves.com.br/2010/04/03/o-diretorio-root-do-tomcat-6/</link>
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		<pubDate>Sun, 04 Apr 2010 00:35:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Servidores Java]]></category>
		<category><![CDATA[Tomcat]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, tudo bom? Como vão vocês?
Aqui vai um artigo rápido, mais como uma dica, de como colocar uma aplicação na Raiz através do Tomcat 6.x.
Dúvidas e críticas são bem vindas.
Onde encontrar o Tomcat
Para executar o exemplo, precisamos do Tomcat instalado. Para baixá-lo, clique aqui.
Se desejar aprender a utilizar o Tomcat, um bom site para iniciar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, tudo bom? Como vão vocês?<br />
Aqui vai um artigo rápido, mais como uma dica, de como colocar uma aplicação na Raiz através do Tomcat 6.x.<br />
Dúvidas e críticas são bem vindas.</p>
<h2>Onde encontrar o Tomcat</h2>
<p>Para executar o exemplo, precisamos do Tomcat instalado. Para baixá-lo, <a href="http://tomcat.apache.org/download-60.cgi">clique aqui</a>.</p>
<p>Se desejar aprender a utilizar o Tomcat, um bom site para iniciar é o do <strong><a href="http://www.mhavila.com.br/topicos/java/tomcat.html">Márcio d&#8217;Ávila</a></strong>.</p>
<h2>Como colocar uma aplicação na raiz</h2>
<p>O Tomcat, quando iniciado sem alterações e acessado no navegador, pelo endereço e porta padrão local (<strong>http://localhost:8080</strong>), possui uma página similar ao mostrado na <strong>Figura 1</strong>.  Se vocês observarem, por mera curiosidade, as explicações básicas, contidas nesta página, perceberão que ela faz referência ao arquivo que está sendo usado para exibi-la e também o diretório <strong>ROOT</strong> em <strong>webapps</strong>.</p>
<div id="attachment_272" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-1.jpg" rel="lightbox[271]"><img class="size-medium wp-image-272" title="Figura 1" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-1-300x190.jpg" alt="Figura 1 – Página padrão existente em ROOT no Tomcat" width="300" height="190" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1 – Página padrão existente em ROOT no Tomcat</p></div>
<p>O Tomcat contém, dentro de <strong>webapps</strong>, um diretório padrão, chamado de <strong>ROOT<a href="#_ftn1"><strong>[1]</strong></a></strong><a name="_ftnref1"></a>, contendo também uma aplicação. O conteúdo deste diretório é exibido inicialmente quando você digita o endereço <strong><a href="http://localhost:8080/">http://localhost:8080</a></strong> em seu navegador.</p>
<div id="attachment_273" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-2.jpg" rel="lightbox[271]"><img class="size-medium wp-image-273" title="Figura 2 – Estrutura de arquivos contidos, por padrão, no diretório ROOT" src="http://www.edsongoncalves.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Figura-2-300x124.jpg" alt="Figura 2 – Estrutura de arquivos contidos, por padrão, no diretório ROOT" width="300" height="124" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2 – Estrutura de arquivos contidos, por padrão, no diretório ROOT</p></div>
<p>Se desejar ter sua aplicação na raiz do Tomcat, você pode simplesmente renomear seu arquivo WAR como <strong>ROOT.war</strong> e fazer o deploy.</p>
<p>Ao substituir o ROOT padrão, o Tomcat exibirá na página principal o seu aplicativo.</p>
<hr size="1" /><a href="#_ftnref1">[1]</a> <a name="_ftn1"></a>Não confunda o diretório ROOT como context root.</p>
]]></content:encoded>
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